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 Postado originalmente por rubensk
Você citou uma referência específica que fazia o seu ponto e questionou que eu fiz mesmo ? Então tá...
Em tempo, uma referência mais próxima de nós é a Argentina. Registro de domínio lá é de graça e o controle é estatal, ao contrário do Brasil. E os nomes permitem registros bem divertidos tipo "vacuo.com.ar" ...
voce sabe se "não Argentinos" podem registrar dominios lá?
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 Postado originalmente por rubensk
Você citou uma referência específica que fazia o seu ponto e questionou que eu fiz mesmo ? Então tá... 
Espanha é um exemplo, entre muitos outros, incluindo os Estados Unidos, que o Brasil cobra caro pelo registro.
Já a sua referência ao Estados Unidos é oportunista porque aquele país não é usado também como referência em outros assuntos, como obrigar operadoras privadas a cumprir metas, trocar tráfego, etc.
"Once you eliminate your number one problem, number two gets a promotion"
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 Postado originalmente por Winger
voce sabe se "não Argentinos" podem registrar dominios lá?
Podem desde que estabeleçam presença local.
"deberán constituir un domicilio legal en la República Argentina."
Aliás, apesar de pouco conhecido, isso é permitido no Brasil também, desde que a empresa se comprometa a criar uma subsidiária local em até 1 ano e já para o registro tenha um representante brasileiro.
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 Postado originalmente por 5ms
Espanha é um exemplo, entre muitos outros, incluindo os Estados Unidos, que o Brasil cobra caro pelo registro.
Já a sua referência ao Estados Unidos é oportunista porque aquele país não é usado também como referência em outros assuntos, como obrigar operadoras privadas a cumprir metas, trocar tráfego, etc.
Domínios e telecom são mercados totalmente distintos... combustíveis totalmente são totalmente diferentes. Sapatos também, automóveis também; cada um terá tributações e regimes alfandegários diferentes.
A referência aos domínios genéricos (que não são apenas americanos) como o .com é que eles são o 2o. mais representativo do mercado nacional com ~20% dos domínios registrados por brasileiros. Brasileiros não costuma comprar nem .bs das Bahamas, o mais barato da América Latina para cidadãos locais que é 1/3 do preço brasileiro, nem .uy do Uruguay, que é o dobro do preço brasileiro. Notar que muitos países latino-americanos permitirem registro de estrangeiros por preços bem altos, tipo o .pr (Porto Rico) que pode custar US$1000 por ano de registro mas para locais em SLDs mais baratos não sai mais do que US$14 por ano.
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Poderiamos levar essa discussão por meses, mas o ponto principal é que o Custo Brasil é alto e não existe vontade politica para reduzir, como pode ser exemplificado no custo para registrar um dominio. Simples assim. Você mesmo questionou que a tal confederação talvez não tenha folego para pagar R$ 30 milhões por ano apenas pelos dominios. R$ 3 milhões seria bem mais fácil, não? Entretanto, não é por custar R$ 30 e não R$ 3 que iniciativas deixam de ser lançadas e sim pela soma de todas as dificuldades e custos. O NIC-BR é apenas mais um oportunista, pequenino.
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 Postado originalmente por Winger
voce sabe se "não Argentinos" podem registrar dominios lá?
O cresci.com.ar era meu (não sei se ainda existe). Perdi o email de cadastro há muitos anos atrás (x@4u.net da USA.net, era um dos redirs grátis) e, com isso, fiquei sem acesso ao sistema do NIC.
Aliás, esse endereço era engraçado (x@4u.net) porque a maioria dos cadastros dizia que ele era inválido (validação de m****) porque era muito pequeno...
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