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  1. #1
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    Desempenho da RIM indica que, sozinha, não se recupera

    Popularidade do BlackBerry diminui a cada ano, e tendo Google, Apple e Microsoft como rivais, empresa terá de ser vendida ou firmar parcerias.

    Na busca por se reerguer, a Research In Motion (RIM) anunciou na última segunda-feira (23/01) seu novo presidente-executivo, Thorsten Heins, funcionário da empresa desde 2007. Suas dificuldades, afinal, só aumentam: se antes queria conquistar os usuários finais, agora luta para manter o que possui do mercado corporativo.

    Não faz muito tempo que ter um BlackBerry era sinônimo de status. Os consumidores que não possuíam um smartphone da linha queriam comprá-lo; os executivos que já o haviam adquirido, não paravam de usá-lo. Pareciam até satisfeitos em levar trabalho para casa.

    Para o colunista da COMPUTERWORLD americana, Jonny Evans, a Apple vem reduzindo pouco a pouco a predominância da RIM no mercado corporativo. O iMessage, por exemplo, foi uma resposta ao Messaging da companhia, e seu sistema mais vistoso e aplicativos sofisticados conquistaram os executivos, antes fieis ao sisudo BlackBerry.

    “Assim como a Harley-Davidson representa a motocicleta, o iPhone será o símbolo dos smarphones. O BlackBerry hoje significa um anacronismo histórico para a maioria dos clientes”, afirmou. “É interessante lembrar que, quando do lançamento do dispositivo da Apple, em 2007, o fundador da RIM, Mike Lazaridis, disse que não havia ficado impressionado e que o produto não ameaçava a empresa”.

    A participação da fabricante canadense vem caindo aceleradamente. Em dezembro, respondeu por apenas 4,5% dos smartphones vendidos nos Estados Unidos, segundo a Nielsen, e apenas 2% dos usuários do país pretendem adquirir um celular da marca nos próximos meses, de acordo com a ChangeWave – a Apple ficou com 54%.

    Mesmo o ceticismo de Lazaridis deu lugar a uma importante confissão: “O iPhone indubitavelmente acelerou a migração para smartphones. Ele educou os consumidores a respeito dos benefícios que esse aparelhos trazem”.

    Futuro
    As últimas especulações dão conta de que a RIM pode estar à venda para uma grande empresa asiática. A Samsung já negou o interesse, ao contrário da LG, que nada disse a respeito ainda.

    “As companhias têm se esforçado para diferenciarem seus produtos e se destacar no ultra-competitivo e fragmentado ecossistema do Android. Adquirir a RIM poderia fazer com que o comprador conquistasse uma posição única, uma base de clientes já formada e uma ótima perspectiva no mercado”, defende Evans.

    Para o colunista, os desafios da RIM só aumentarão, já que o setor de dispositivos móveis é uma prioridade para a Microsoft, e a gigante tem potencial para fazer de sua plataforma – o Windows 8 – um sucesso entre as empresas. Com a Apple, a Google e a gigante dos softwares no páreo, a situação da fabricante canadense pode ficar insustentável.

    Evans, no entanto, levanta uma hipótese: e se a própria Microsoft adquirisse a RIM, a fim de elevar as chances de seu novo sistema? Afinal, a Apple, mesmo não tendo o mercado corporativo como um de seus maiores objetivos, tem progressivamente conquistado companhias que antes não a viam como uma opção viável.

    Microsoft, Nokia e RIM formariam uma equipe de respeito. As três, que viram o trem passar e agora correm para alcançar Google e Apple, poderiam, enfim, conquistar o espaço digno de seus nomes. “Uma coisa, porém, é certa”, conclui Evans, “a RIM não conseguirá prevalecer no setor dos smartphones sem a ajuda de uma rival”.


    fonte: Desempenho da RIM indica que, sozinha, n
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  2. #2
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    acho que preciso de um plano "B"
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  3. #3
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    Citação Postado originalmente por Winger Ver Post
    Assim como a Harley-Davidson representa a motocicleta, o iPhone será o símbolo dos smarphones.

    Será o simbolo dos smartphones de má qualidade fabricados por semi-escravos

    1. O visor quebra facilmente e os estilhaços machucam o usuário.

    2. Precisa de uma capa porque se o usuário encostar a orelha no aparelho a ligação cai

    3. Interrompe a conversação com mute (bug do 4S)

    4. É fabricado em turnos de 14 horas de trabalho na China e usam crianças de 13 anos na linha de montagem.

  4. #4
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    off-topic


    How the U.S. Lost Out on iPhone Work

    http://www.nytimes.com/2012/01/22/bu...pagewanted=all

    When Barack Obama joined Silicon Valley’s top luminaries for dinner in
    California last February, each guest was asked to come with a question
    for the president.

    But as Steven P. Jobs of Apple spoke, President Obama interrupted with
    an inquiry of his own: what would it take to make iPhones in the
    United States?

    Not long ago, Apple boasted that its products were made in America.

    Today, few are. Almost all of the 70 million iPhones, 30 million iPads
    and 59 million other products Apple sold last year were manufactured
    overseas.

    Why can’t that work come home? Mr. Obama asked.

    Mr. Jobs’s reply was unambiguous. “Those jobs aren’t coming back,” he
    said, according to another dinner guest.

    ------

    Apple employs 43,000 people in the United States and 20,000 overseas,
    a small fraction of the over 400,000 American workers at General
    Motors in the 1950s, or the hundreds of thousands at General Electric
    in the 1980s. Many more people work for Apple’s contractors: an
    additional 700,000 people engineer, build and assemble iPads, iPhones
    and Apple’s other products. But almost none of them work in the United
    States.

    -------

    One former executive described how the company relied upon a Chinese
    factory to revamp iPhone manufacturing just weeks before the device
    was due on shelves. Apple had redesigned the iPhone’s screen at the
    last minute, forcing an assembly line overhaul. New screens began
    arriving at the plant near midnight.

    A foreman immediately roused 8,000 workers inside the company’s
    dormitories, according to the executive. Each employee was given a
    biscuit and a cup of tea, guided to a workstation and within half an
    hour started a 12-hour shift fitting glass screens into beveled
    frames. Within 96 hours, the plant was producing over 10,000 iPhones a
    day.

    “The speed and flexibility is breathtaking,” the executive said.

    “There’s no American plant that can match that.”

    ------

    “Companies once felt an obligation to support American workers, even
    when it wasn’t the best financial choice,” said Betsey Stevenson, the
    chief economist at the Labor Department until last September. “That’s
    disappeared. Profits and efficiency have trumped generosity.”

    Companies and other economists say that notion is naïve. Though
    Americans are among the most educated workers in the world, the nation
    has stopped training enough people in the mid-level skills that
    factories need, executives say.

    ---

    “We sell iPhones in over a hundred countries,” a current Apple
    executive said. “We don’t have an obligation to solve America’s
    problems. Our only obligation is making the best product possible.”

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