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  1. #1
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    Post Data centers dos PTTs

    Alguém teria um link com a relação dos data centers que hospedam os PTTs?

  2. #2
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    No Brasil?

  3. #3
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    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    No Brasil?
    Sim. A lista de localidades está no link abaixo.

    PTTMetro

  4. #4
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    Então é lá mesmo no site do PTT.BR; clique em Adesão. Os datacenters ou localidades que hospedam os pontos de interconexão (PIX) estarão apresentados neste item (Adesão) quando vc clica em cada cidade específica naquela lista horizontal de links de cidades em Azul, no topo.
    No PTT-SP o PIX Central é no próprio escritório do NIC.BR, com conexão por dark fiber somente.

  5. #5
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    Pelo que entendi da documentação, o IXP "pra valer" é o PIX Central, leia-se NIC-BR, sustentado com recursos da Viuva.

    Projeto arca com os equipamentos ativos (hardware), responsáveis pela transmissão intra e inter PIXes e pelas interfaces de conexão dos participantes.

    Não há repasse de custo para os participantes, sobre as suas interfaces de conexão, independente da capacidade (Fast Ethernet, Gigabit Ethernet ou 10 Gigabit Ethernet), e mesmo considerando eventual redundância.

    Pontos de Interconexão (PIX)

    Provêm ao projeto recursos de infraestrutura: espaço, alimentação elétrica, refrigeração, segurança física e 1 ou 2 (preferência) pares de fibras ópticas apagadas até o PIX central.
    Última edição por 5ms; 28-01-2012 às 16:57.

  6. #6
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    Só no caso de São Paulo.
    Os PTTs NÃO são interconectados entre si e nem têm a pretensão de ser; a idéia é manter o modelo clássico de interconexão local.

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    Só no caso de São Paulo.
    Os PTTs NÃO são interconectados entre si e nem têm a pretensão de ser; a idéia é manter o modelo clássico de interconexão local.
    Nem precisam ser ...

    A regulamentação que obriga as operadoras a cumprirem "metas de qualidade" no acesso broadband estabelece que as medições devem ser realizadas entre os equipamentos (e celulares) dos assinantes e os PTTs.

    Ora, é evidente que essa medição não é representativa das necessidades dos usuários, representativa das rotas, ou representativa do tráfego.

    Mas veja que interessante. Ao obrigar as operadoras de banda larga a possuirem conexão com os PTTs com parametros rigidos de latencia, packet loss, jitter, banda garantida, etc, o PTT se torna um excelente negócio para distribuir conteudo com "qualidade garantida" aos milhões de eyeballs que são clientes das operadoras.

  8. #8
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Nem precisam ser ...

    A regulamentação que obriga as operadoras a cumprirem "metas de qualidade" no acesso broadband estabelece que as medições devem ser realizadas entre os equipamentos (e celulares) dos assinantes e os PTTs.

    Ora, é evidente que essa medição não é representativa das necessidades dos usuários, representativa das rotas, ou representativa do tráfego.

    Mas veja que interessante. Ao obrigar as operadoras de banda larga a possuirem conexão com os PTTs com parametros rigidos de latencia, packet loss, jitter, banda garantida, etc, o PTT se torna um excelente negócio para distribuir conteudo com "qualidade garantida" aos milhões de eyeballs que são clientes das operadoras.
    As operadoras podem ser obrigadas a se conectar aos PTTs, mas não são obrigadas a trocar tráfego com ninguém. E em geral, não trocam. Os medidores de qualidade estão no AS 22548 (apenas SP) e 14026 (SP e demais PTTs onde há medidores), e esses AS tem sessões bilaterais com as operadoras que não fazem parte do acordo de tráfego múltiplo.

    Há inclusive PIX de várias das operadoras envolvidas, ou seja, elas notaram que o PTT também pode ser fonte de receita para elas.
    PIX de operadoras que também precisam reportar metas de qualidade:
    São Paulo - Oi, Algar/CTBC, Telefônica, Vivo, GVT
    Porto Alegre - Oi
    Brasília - Oi
    Curitiba - Oi
    Natal - Cabo Telecom

    Notar que essas operadoras estão em diversos outros PTTs como participantes apenas, o que seria suficiente para as medições, e que qualquer operador pode abordar o PIX central de uma localidade com fibra apagada sem se tornar PIX, então esses PTTs atraíram atenção dessas operadoras para participação como linha de receita. O fato de se tornarem PIX também automaticamente torna pública a estatística de tráfego do enlace, o que operadoras não costumam gostar, então o incentivo de negócios precisa ser suficiente para vencer o desincentivo da publicidade de informações.

  9. #9
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Pelo que entendi da documentação, o IXP "pra valer" é o PIX Central, leia-se NIC-BR, sustentado com recursos da Viuva.
    Recursos da Viúva normalmente se refere a dinheiro público, do qual o NIC.br recebe ZERO... em SP se opera com PIX-Central, mas há localidades previstas ou operando com anel.
    E como o PIX hospeda equipamentos do NIC.br administrados pelo NIC.br, há CAPEX e OPEX do NIC.br associados a incrementos de PIX. O PIX arca apenas com a fibra apagada.

  10. #10
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    Citação Postado originalmente por rubensk Ver Post
    As operadoras podem ser obrigadas a se conectar aos PTTs, mas não são obrigadas a trocar tráfego com ninguém. E em geral, não trocam. Os medidores de qualidade estão no AS 22548 (apenas SP) e 14026 (SP e demais PTTs onde há medidores), e esses AS tem sessões bilaterais com as operadoras que não fazem parte do acordo de tráfego múltiplo.
    Em outras palavras, a "qualidade" que a regulamentação pretende garantir é a conexão entre o usuário e lugar nenhum, ainda que as operadoras sejam obrigadas a realizar investimentos para conectar-se obrigatoriamente aos PTTs. Delirio autoritário com objetivos inconfessáveis proclamado como beneficio para "200 milhões" de usuários. E as ovelhas ainda gritam "joga bosta na Geni". Brasil, país de tolos.

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