Resultados 1 a 10 de 10
  1. #1
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Dec 2010
    Posts
    15,002

    Operadoras. Novos tempos, novas ratoeiras

    A Telefonica está testando há quase 1 ano o fonYou na Espanha e na África do Sul, uma tentativa de aumentar o nivel de fidelidade de seus clientes através do uso de aplicações "cloud computing" que oferecem facilidades em uma segunda linha, como seleção de números cujas chamadas devem ir diretamente para a caixa postal (com possibilidade de mensagens diferenciadas de acordo com o número), armazenamento de torpedos como se fossem e-mails, registros de chamadas, voicemail visual, etc. Tudo armazenado "nas nuvens".

    Segundo a fonYou, a utilização do produto pelos usuários de celulares pode reduzir em até 50% a troca de operadora.


    Can Cloud-Based Voice Apps Cut Churn? - Carrier Evolution

    fonYou: Carrier-grade Cloud Telephony
    Última edição por 5ms; 03-02-2012 às 13:35.

  2. #2
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Dec 2010
    Posts
    15,002
    Correção: A Telefonica está testando há quase 1 ano o fonYou na Espanha. Na Africa do Sul o teste está sendo realizado pela operadora Cell-C.

  3. #3
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Jul 2011
    Posts
    1,036
    Já até imagino o slogan... "Quem instalou o fonYou, se fondeu!"

  4. #4
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Dec 2010
    Posts
    15,002
    Verdade. Mas em breve iremos assistir uma fonderização de toda a sociedade. Com o aumento da velocidade e confiabilidade das redes, o armazenamento local de dados deve praticamente desaparecer na maioria dos computadores. O Chromebook fracassou, tablets tem futuro incerto, mas o perfil do usuário e as aplicações mudaram muito desde a época "o computador é a rede", que pretendia tirar a Microsoft da jogada e vender servidores parrudos. Agora estamos assistindo o caminho inverso que popularizou o micro doméstico (mainframes - minis - micros) e tenho convicção que a futura arquitetura de datacenters e hardware vai se próxima do velho mainframe. Não tem sentido datacenters ocupando áreas imensas com zilhões de tomadas, disjuntores, quilometros de cabos, para suportar zilhões de servidores underpowered rodando zilhões de VMs com código e processamento identico. Temos um mega desperdicio de recursos nas duas pontas (servidor-usuário) -- simplificar o equipamento do usuário já está em andamento com iPads e smartphones.
    Última edição por 5ms; 03-02-2012 às 15:47.

  5. #5
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Jul 2011
    Posts
    1,036
    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Verdade. Mas em breve iremos assistir uma fonderização de toda a sociedade. Com o aumento da velocidade e confiabilidade das redes, o armazenamento local de dados deve praticamente desaparecer na maioria dos computadores. O Chromebook fracassou, tablets tem futuro incerto, mas o perfil do usuário e as aplicações mudaram muito desde a época "o computador é a rede", que pretendia mais tirar a Microsoft da jogada e vender servidores parrudos. Agora estamos assistindo o caminho inverso que popularizou o micro doméstico (mainframes - minis - micros) e tenho convicção que a futura arquitetura de datacenters e hardware vai se proxima do velho mainframe. Não tem sentido datacenters ocupando áreas imensas com zilhões de tomadas, disjuntores, quilometros de cabos, para suportar zilhões de servidores rodando zilhões de VMs com código e processamento identico. Temos um mega desperdicio de recursos nas duas pontas (servidor-cliente) -- simplificar o equipamento do usuário final já está em andamento com iPads e smartphones da vida.
    O desperdício de infra é usado para fazer com que aplicações mal-escritas/mal-comportadas não atrapalhem as outras. E como há trilhões de US$ investidos em codificação de aplicações, vai se preferir jogar alguns bilhões de US$ fora pois sai mais barato. Eu vi o nascimento da "cloudificação" num grande banco e também achei um desperdício... mas é um custo de um lado em prol de economizar de outro.

  6. #6
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Dec 2010
    Posts
    15,002
    Citação Postado originalmente por rubensk Ver Post
    O desperdício de infra é usado para fazer com que aplicações mal-escritas/mal-comportadas não atrapalhem as outras. E como há trilhões de US$ investidos em codificação de aplicações, vai se preferir jogar alguns bilhões de US$ fora pois sai mais barato. Eu vi o nascimento da "cloudificação" num grande banco e também achei um desperdício... mas é um custo de um lado em prol de economizar de outro.
    Eu acho que está ocorrendo uma redução na diversidade do software, seja pela consolidação/merger/aquisição de empresas de desenvolvimento, seja pelo custo e tempo para desenvolver sistemas complexos. As possibilidades são infinitas mas está ocorrendo uma acomodação geral, preferindo-se a compra de pacotes genéricos ao invés de desenvolver, mesmo para suportar o core business. No momento em que uma Petrobras abandona todos os sistemas administrativos para se submeter ao SAP, como tantas outras grandes empresas, nitidamente existe uma mudança de percepção de valor. Entre manter programadores Cobol e comprar uma caixa preta que a empresa tem que se adaptar aos processos do software e não o contrário, a minha expectativa é que a maioria das empresas irá em algum momento enterrar o sistema antigo e migrar para um novo, ainda que implique alteração do método de trabalho (o que pode ser benéfico nas empresas desorganizadas).
    Última edição por 5ms; 03-02-2012 às 16:04.

  7. #7
    Moderador
    Data de Ingresso
    Oct 2010
    Localização
    Rio de Janeiro
    Posts
    2,679
    O negócio é que com essa massificação os preços ficam muito bons. Paranóias de segurança e privacidade à parte, como é possível competir com a tentadora oferta turn-key all-included de um Google Apps ou de um Exchange Online da vida a US$ 5/mês/caixa sem custos extras?

  8. #8
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Dec 2010
    Posts
    15,002
    Infelizmente, o Brasil mais uma vez vai ficar no lado dos paises consumidores. O que não é novidade nestepaiz onde o maior site de comércio eletrônico é argentino.

  9. #9
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Jul 2011
    Posts
    1,036
    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Infelizmente, o Brasil mais uma vez vai ficar no lado dos paises consumidores. O que não é novidade nestepaiz onde o maior site de comércio eletrônico é argentino.
    Os sites de compras coletivas estão crescendo em representatividade e fora o GroupOn, os outros são brasileiros e estão internacionalizando para a AL e não o contrário... esse mesmo argentino costuma dizer em sua propaganda que ele é do século passado, e realmente este século pode mostrar uma tendência diferente.

  10. #10
    Moderador
    Data de Ingresso
    Oct 2010
    Localização
    Rio de Janeiro
    Posts
    2,679
    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Infelizmente, o Brasil mais uma vez vai ficar no lado dos paises consumidores. O que não é novidade nestepaiz onde o maior site de comércio eletrônico é argentino.
    Ele não era franco-"arxentino", depois que adquiriu o concorrente francês?

Permissões de Postagem

  • Você não pode iniciar novos tópicos
  • Você não pode enviar respostas
  • Você não pode enviar anexos
  • Você não pode editar suas mensagens
  •