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  1. #1
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    Falta de sites adaptados frustra usuários de tablets e diminui vendas

    Usuários de tablets estão se decepcionando com o péssimo desempenho dos sites, e as companhias por trás dos endereços estão potencialmente perdendo grandes quantidades de dinheiro, de acordo com uma pesquisa.

    Estudo com cerca de 2 mil usuários de tablets ao redor do mundo feita pela Compuware mostrou que as pessoas possuem expectativas altas em relação a experiências web e, para um terço delas, as chances de fazer compras on-line são menores em empresas que não atendem a essas expectativas.

    Os usuários esperam que os sites e transações funcionem sem problemas, conforme mostrou a pesquisa, porém a Compuware apontou que 40% das pessoas que encontraram problemas ao acessar os endereços, dois terços reclamando do tempo de carregamento, e mais de 40% enfrentando crashes (travamentos).

    Os entrevistados disseram ainda que uma experiência ruim faria com que procurassem a concorrência (46%), enquanto 35% afirmaram que deixam de visitar um site problemático independentemente da plataforma – o documento mostrou também que um terço desses usuários destaca que problemas com o site influenciam na hora de comprar em qualquer empresa.

    Quase 70% dos usuários de tablets esperam que o site carregue em dois segundos ou menos, e quase metade deles atualizam a página uma ou duas vezes se ela não funcionar inicialmente. “As companhias não estão correspondendo às expectativas dos usuários de tablets na navegação web. Eles são um público cobiçado pois gastam mais por pedidos, logo organizações que ignoram este grupo o fazem em seu próprio malefício”, escreveu o CTO da Compuware, Steve Tack.

    Aplicações mais customizadas para tablets desenvolvidos para determinados tipos de trabalho são necessários para dar suporte ao uso corporativo desses dispositivos, de acordo com Richard Absalom, analista da Ovum. “Essa é uma boa maneira de agregar o máximo de valor aos tablets”.

    A Ovum prevê que haverá cerca de 235 milhões de tablets em circulação por volta de 2016, contudo muitas organizações estão adotando esses dispositivos simplesmente por causa do desejo de seus colaboradores pela tecnologia mais avançada, ao invés de considerar o verdadeiro propósito corporativo.

    De acordo com uma pesquisa recente da iPass, provedora de serviços para empresas, a adoção de tablets no mundo corporativo cresceu de 41% no segundo trimestre de 2011 para 64% em 2012.

    fonte: Falta de sites adaptados frustra usu
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  2. #2
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    É isso que eu tento passar para alguns dos meus clientes que insistem em encher o site de flash, que já é coisa brega e do passado. Só este ano eu já dispensei uns 5 clientes por isso, me recuso a usar essas coisas que só servem para atrasar o carregamento das páginas e prejudicar a visualização nos tablets.

  3. #3
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    É até engraçada essa matéria porque as projeções apontam que 80% dos acessos à Internet em 2016 serão através de smartphones e tablets. Eu estou no grupo dos que nunca gostaram de Flash, ainda que existam (poucas) aplicações interessantes fazendo bom uso do Flash, mas esse formato é uma realidade na Internet e culpar os sites ao invés da Apple é tosco.

    Sobre o tempo para exibir a página, não se trata apenas de transmissão de dados. Tem que compor a página, o que exige capacidade de processamento. Um dos argumentos da Oi para rejeitar a vigarice da Anatel era exatamente esse. A experiência do usuário ao acessar a Internet depende das capacidades do site visitado e do celular também, não apenas do circuito.

    Por volta de 2000, um amigo meu me perguntou se um micro mais rápido faria diferença no acesso à Internet. Na época eu disse que não, porque os sites eram simples, CSS era uma coisa rara. Não tinha essa babaquice de ódio ao tag TABLE e outras ignorâncias, então montar uma página exigia pouco processador em relação ao tempo para receber as páginas. Agora é muito diferente. Praticamente os navegadores são supervisores que rodam programas complexos para interpretar o layout, fora os zilhões de rotinas javascript, a maioria dispensável.

    O que me preocupa nessa projeção é que a Internet tende a encolher. Por exemplo, quem tem saco para digitar comentários elaborados em forums e jornais, ou postar artigos em blogs usando um smartphone? Tem alguma coisa errada nisso. Evidentemente que interessa muito ao Google a Internet encolher, é um dos que promovem isso roubando informações dos sites e usando nas suas próprias páginas, reduzindo o tráfego dos sites que obteve as informações. E como não tem a menor condição de competir com a Microsoft nos desktops e notebooks (foi um fracasso o Chromebook), a opção é deslocar o usuário para os tablets e smartphones rodando Android. Se a Apple deixar.
    Última edição por 5ms; 22-03-2012 às 11:32.

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