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  1. #1
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    Mudanças na Tecla / Mandic

    Acabei de receber este comunicado:

    Prezado Cliente,

    Temos o prazer de informar que a TECLA INTERNET acaba de passar por mudanças muito bem vindas.

    Nos últimos anos a TECLA tem apresentado excepcionais resultados em inovação no mercado de tecnologia. Fomos os primeiros na oferta de servidores cloud elásticos e sempre atuamos com um agressivo roadmap de soluções, tais como gerenciamento de servidores, cloud revenda e projetos especiais para alta disponibilidade. Com isso, a TECLA tem adquirido respeito e espaço no segmento.

    Ao mesmo tempo, temos acompanhado um mercado em franca expansão, o que gera inúmeras oportunidades e, dentre elas, aportes por parte de fundos de investimento dos mais diversos lugares. É disto que trataremos.

    O fundo global de tecnologia RIVERWOOD CAPITAL, que já detinha parte da TECLA por meio da ALOG Datacenters do Brasil, realizou aporte na reconhecida empresa MANDIC S.A. Esta operação viabilizou a aquisição de 100% da TECLA INTERNET. Portanto, a partir de agora, MANDIC e TECLA INTERNET são uma só empresa, que responderá pelo nome MANDIC. Com isso, os acionistas desta nova estrutura são: Riverwood Capital, com participação majoritária, Aleksandar Mandic, fundador da MANDIC, e Sidney Breyer, fundador e acionista da ALOG Datacenters do Brasil.

    Com este movimento direcionamos a companhia ao objetivo de adquirir a liderança em Serviços SaaS (Software como Serviço) e IaaS (infraestrutura como serviço) para o mercado corporativo de pequenas e médias empresas no Brasil. E, para isso, temos um agressivo plano de investimento apoiado em INOVAÇÃO e QUALIDADE IMPECÁVEL EM ATENDIMENTO. Isto é, você, nosso cliente, como centro dos nossos maiores objetivos.

    A complementaridade entre as empresas é enorme, tanto na questão de portfólio de serviços como na gestão. Ambas as empresas manterão seus líderes e gestores. Com relação aos serviços, a MANDIC, que é a líder em serviços de comunicação e colaboração, atenderá diversas demandas que temos recebido, sobretudo de serviços de email Exchange. É importante salientar que nenhum cliente precisará se preocupar com os comuns efeitos de fusões, tais como migrações de plataforma e serviços, uma vez que as soluções são totalmente complementares.

    Entramos em um virtuoso ciclo de investimento e melhoria, o que se refletirá imediatamente em benefícios a todos os clientes de ambas as estruturas. Estamos muito motivados com esta nova fase e queremos compartilhar este sentimento com você, nosso cliente, que é para quem nos esforçamos em melhorar sempre.


    Se quiser obter mais informações a respeito desta mudança, não hesite em entrar em contato conosco ou ler o comunicado oficial ao mercado .

    Atenciosamente,

    Antonio Pina – CTO e Cristian Gallegos – CMO
    o que voces acham?
    Siga-nos em nosso twitter: @wht_brasil

  2. #2
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    1. Redação mostra amadorismo

    2. Equinix desovou o presunto

  3. #3
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    Qual seria o presunto exatamente ?

  4. #4
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    A Alog era resultado de uma fusão, um saco de gatos. Equinix é focada.

  5. #5
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    Pra mim ainda ficou o maior samba do crioulo doido.

    No principio era comDominio, e em separado Dominal e Bridge Online.

    comDominio e Dominal se fundem em comDominio.

    comDominio cria BigHost como marca de varejo, e começa a comprar outros provedores de hosting.

    Breyer compra a comDominio do JPM e vira Alog.

    BigHost compra Tecla e vira Tecla.

    Tecla é um ente separado mas parte da Alog.

    Equinix ao invés de comprar Alog sozinha, compra parcialmente em "parceria" com Riverwood (até hoje não entendi a razão, a não ser o preço exorbitante de venda da Alog).

    Riverwood compra a Tecla da Alog. (aonde a EQX entra nessa história?)
    Riverwood compra parte da Mandic.

    Riverwood funde Mandic com Tecla.

    Perguntas que não querem calar:

    Alog vai virar carrier neutral, pure colo? Vai parar de vender banda? Vai parar de vender managed services?
    Estas atribuições anteriores vão todas entrar na Mandioca, ou ambas vão competir entre si? A Equinix está feliz com isso?

    Senão, PRA QUÊ ESSA CAGADA TODA?

  6. #6
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    5ms, ela só vai ter desovado o presunto se parar com os Managed Services e iniciar a onda de demissões ;-)

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    5ms, ela só vai ter desovado o presunto se parar com os Managed Services e iniciar a onda de demissões ;-)
    Presunto Tecla.

  8. #8
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    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    Pra mim ainda ficou o maior samba do crioulo doido.

    No principio era comDominio, e em separado Dominal e Bridge Online.

    comDominio e Dominal se fundem em comDominio.

    comDominio cria BigHost como marca de varejo, e começa a comprar outros provedores de hosting.

    Breyer compra a comDominio do JPM e vira Alog.

    BigHost compra Tecla e vira Tecla.

    Tecla é um ente separado mas parte da Alog.

    Equinix ao invés de comprar Alog sozinha, compra parcialmente em "parceria" com Riverwood (até hoje não entendi a razão, a não ser o preço exorbitante de venda da Alog).

    Riverwood compra a Tecla da Alog. (aonde a EQX entra nessa história?)
    Riverwood compra parte da Mandic.

    Riverwood funde Mandic com Tecla.

    Perguntas que não querem calar:

    Alog vai virar carrier neutral, pure colo? Vai parar de vender banda? Vai parar de vender managed services?
    Estas atribuições anteriores vão todas entrar na Mandioca, ou ambas vão competir entre si? A Equinix está feliz com isso?

    Senão, PRA QUÊ ESSA CAGADA TODA?
    realmente tudo pode ser definido em 3 palavras: "samba do crioulo doido"
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  9. #9
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    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    Breyer compra a comDominio do JPM e vira Alog.
    Não exatamente.

    A ALog e a .comDominio anunciaram, nesta quarta-feira (11/07/2007), a fusão de suas operações, criando a ALog Data Centers.

    O acordo foi fechado mediante a troca de ações e, a partir de agora, as duas empresas operam debaixo da holding Comdopar, controladora da .comDomínio. A reorganização societária será liderada pelo Fundo Stratus VC, maior acionista da .comDominio.

    O co-fundador da Alog e maior acionista individual da empresa resultante da fusão, Sidney Breyer, passa a ocupar o cargo de diretor-presidente da nova companhia. Na presidência do Conselho de Administração está o sócio da Stratus, Álvaro Gonçalves – representando o Fundo Stratus VC, que conta com cotistas importantes do cenário brasileiro de investimentos como a Fapes (fundo de pensão dos funcionários do BNDES), a Finep, o MIF (Fundo Multilateral de Investimentos, gerido pelo BID), o Sebrae Nacional, o Banco Privado Português, a Bovespa e o Grupo Pebb, entre outros.
    Na época da fusão, pelos números publicados, a antiga Alog faturava R$ 14 milhões e tinha menos de 200 clientes. Passou a contabilizar 800 clientes corporativos com a fusão. No ano seguinte, o faturamento da nova Alog atingia supostamente R$ 50 milhões. É evidente que a .comDomínio (leia-se Fundo Stratus VC) não entrou com a mão abanando nesse negócio e tinha muita mais que uma mariola de participação na nova Alog.


    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    BigHost compra Tecla e vira Tecla.

    Tecla é um ente separado mas parte da Alog.
    Segundo a própria Tecla:

    Tecla Internet Cloud Services faz parte do Grupo ALOG DATACENTERS DO BRASIL desde 2007. A empresa nasceu em 2000 como unidade de SMB de hospedagem de sites da .Comdominio – iniciativa da Votorantin Ventures e JP Morgan.
    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    Equinix ao invés de comprar Alog sozinha, compra parcialmente em "parceria" com Riverwood (até hoje não entendi a razão, a não ser o preço exorbitante de venda da Alog).

    Riverwood compra a Tecla da Alog. (aonde a EQX entra nessa história?)
    A Equinix comprou 90% da Alog com direito de exercer a compra dos 10% restantes.

    Riverwood Capital entrou com o capital

    A private equity firm is an investment manager that makes investments in the private equity of operating companies through a variety of loosely affiliated investment strategies including leveraged buyout, venture capital, and growth capital. Often described as a financial sponsor, each firm will raise funds that will be invested in accordance with one or more specific investment strategies.

    Typically, a private equity firm will raise pools of capital, or private equity funds that supply the equity contributions for these transactions. Private equity firms will receive a periodic management fee as well as a share in the profits earned (carried interest) from each private equity fund managed.

    Private equity firms, with their investors, will acquire a controlling or substantial minority position in a company and then look to maximize the value of that investment.

    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    Riverwood compra parte da Mandic.

    Riverwood funde Mandic com Tecla.
    A Tecla veio no pacote. Os serviços prestados pela Tecla não fazem parte
    do core business da Equinix. A Equinix tem uma marca mundial que não
    pode ser comprometida. A decisão óbvia é vender os assets que vieram
    de contrapeso na aquisição.

    Aparentemente, a engenharia financeira da coisa foi a Riverwood capitalizar
    a Mandic para comprar da Equinix a Tecla.


    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post

    Perguntas que não querem calar:

    Alog vai virar carrier neutral, pure colo? Vai parar de vender banda? Vai parar de vender managed services?
    Estas atribuições anteriores vão todas entrar na Mandioca, ou ambas vão competir entre si? A Equinix está feliz com isso?


    A Equinix vai ser a Equinix. O que não fizer parte do perfil será vendido.

  10. #10
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    Citação Postado originalmente por Winger Ver Post
    realmente tudo pode ser definido em 3 palavras: "samba do crioulo doido"

    Não acho não.

    O usual em uma aquisição agressiva -- tomada do controle na marra via compra de ações nas bolsas de valores, é o novo controlador esquartejar a empresa e vender os pedaços para diferentes interessados porque a soma é maior do que o valor pago. O filme Wall Street (o primeiro) mostra algumas dessas jogadas.

    Numa aquisição amigável, mantém-se o negócio principal e os demais são vendidos ou liquidados.

    Para quem tem uma marca de valor é muito perigoso fazer "extensão de marca", uma tentação recorrente para transferir reconhecimento e prestigio imediatos a um novo produto, o que geralmente acaba com um tiro no pé, danificando a marca. Não tem sentido a Equinix associar à sua marca serviços que vieram numa aquisição e não são o seu core business.

    Uma outra observação, é que investidores capitalizam empresas para que os administradores apliquem os recursos nas atividades "core business", ou seja,aquelas na quais ela tem competência, participação de mercado, etc.

    Essencialmente, um investidor não quer ver os lucros da empresa reinvestidos em atividades estranhas ao core business porque, se fosse do interesse dele ter participação naquela atividade, ele investiria nos players daquela atividade.

    Exemplo. A General Motors decide que vai entrar na indústria de motos. Ora, se
    eu tivesse interesse em investir em motos, eu compraria ações da Honda e não
    da GM. Ao invés da GM distribuir os lucros para os investidores aplicarem onde
    bem entenderem, ela estaria indevidamente usando esses recursos para se
    aventurar numa industria em que não é player de mercado.

    Essa é a situação da Equinix. Se eu quisesse investir em serviços gerenciados
    eu iria comprar ações da Rackspace. Sendo um serviço que veio no pacote da
    compra de um data center, não um produto planejado e global, resta vender
    ou liquidar. Simples assim.
    Última edição por 5ms; 27-03-2012 às 09:32.

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