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  1. #1
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    Telefônica/Vivo integra operações de TI em data center de R$ 400 milhões

    Depois de 18 meses de trabalho para integração de equipes e transformação da empresa, a Telefônica lançou nesta quinta-feira, 12/04, a Vivo como marca nacional também de seus serviços de telefonia fixa, Internet e TV por assinatura. O anúncio acontece no momento em que o Brasil, país no qual a Telefônica atua há mais de 13 anos, se transforma no maior mercado da empresa em todo o mundo: as operações brasileiras bateram a marca de 90 milhões de acessos.

    “É a maior quantidade de clientes entre os 25 países nos quais a companhia atua”, afirma Antônio Carlos Valente, presidente da Telefônica/Vivo. Também está no Brasil, o maior contingente de empregados diretos entre as localidades nas quais mantém operações: são mais de 106 mil profissionais.

    O executivo diz que entre 1998 e 2011, a Telefônica investiu no Brasil R$ 102,9 bilhões em aquisição de ativos (participações em empresas e licenças) e R$ 62,9 bilhões (Capex) em ampliação em modernização das redes destas empresas e inovação em produtos e serviços. E acrescenta que a previsão de investimentos da empresa no país para o período de 2011 a 2014 é de outros R$ 24,3 bilhões. A adoção da marca comercial Vivo segue a estratégia global do grupo, que utiliza outras marcas para seus produtos e serviços nos 25 países onde atua: MoviStar (América Latina e Espanha) e O2 (Europa, exceto Espanha). “Estamos trazendo a estratégia para o mercado local. Com a diferença que utilizaremos uma marca brasileira”, observa Valente.

    “O reposicionamento da marca ocorre em um momento em que a nossa rede de voz e Internet móvel 3G está presente em mais de 2,7 mil cidades brasileiras”, contabiliza Paulo Cesar Teixeira, diretor geral da Telefônica Vivo. “Além disso, em 25 Estados (incluindo o Distrito Federal), nossa rede está equipada com a tecnologia HSPA+. É o 3G Plus, com velocidade de navegação, por meio de modems e smartphones, três vezes maior do que a oferecida pela tecnologia convencional”, completa o executivo. Um dos pontos relevantes da integração foi a construção do novo data center, que entrará em operação ainda este mês. Nele estarão integradas pela primeira vez as infraestruturas de TI das operações fixa e móvel, com investimentos da ordem de R$ 400 milhões.

    A rede móvel da Vivo já é utilizada em 140 cidades de oito estados brasileiros (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e Goiás) para oferecer telefonia fixa (Vivo Fixo) e Internet (no Vivo Box, que também inclui serviço de voz). “Entre os clientes que estão adquirindo estes novos serviços, 60% preferem a solução integrada. Nos próximos meses, vamos ampliar essa cobertura nacional com outros serviços Vivo e também anunciar ao mercado mais ofertas sinérgicas”, acrescenta Teixeira.

    As mudanças passam a valer ainda este mês. A partir do dia 15 de abril, todos os serviços da Telefônica trarão a marca Vivo em seu nome. O Speedy, por exemplo, passa a ser comercializado como Vivo Speedy. O nome Telefônica desaparece de faturas e material de comunicação, as 131 lojas físicas ganham novo visual e os serviços de call center passam a atuar de maneira unificada, sob a bandeira Vivo. Apesar das novidades todas, Valente garante que a mudança será transparente para os clientes. “Na prática, nada mudará para ele”, afirma.

    Iniciado há dezoito meses, o processo de mudança da marca está exigindo a participação de toda a empresa. No total, 117 mil pessoas (empregados e prestadores de serviços) passaram por treinamento relacionado à mudança. Entre eles, 37 mil atendentes dos call centers, 44 mil da força de vendas e 32 mil técnicos que cuidam da rede externa no estado de São Paulo. Os uniformes dos técnicos e os 15 mil carros por eles utilizados também ganharam novo visual com a marca Vivo.

    Uma campanha nacional de reposicionamento da marca Vivo como sinônimo de serviços completos em telecomunicações estreia neste domingo (15/04). Uma primeira fase dessa campanha, restrita a São Paulo, já comunicou aos clientes a adoção das marcas Vivo Fixo, Vivo Speedy e Vivo TV para os principais serviços oferecidos anteriormente com a marca Telefônica no estado.

    A Central de Atendimento vai operar agora de forma convergente para usuários que possuem serviços móveis e fixos, independentemente do número de acesso utilizado pelo cliente: 103 15 (fixa) e *8486/1058 (móvel). As faturas dos serviços fixos e móveis continuam separadas, ambas trazendo a identificação Vivo. As novas faturas já estão sendo recebidas pelos clientes.

    link: Convergncia Digital - Telecom - Telefnica/Vivo integra operaes de TI em data center de R$ 400 milhes
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  2. #2
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    Citação Postado originalmente por Winger Ver Post
    O executivo diz que entre 1998 e 2011, a Telefônica investiu no Brasil R$ 102,9 bilhões em aquisição de ativos (participações em empresas e licenças) e R$ 62,9 bilhões (Capex) em ampliação em modernização das redes destas empresas e inovação em produtos e serviços. E acrescenta que a previsão de investimentos da empresa no país para o período de 2011 a 2014 é de outros R$ 24,3 bilhões
    A Telefonica tem sido bastante beneficiada pelas defasagens cambiais. Quando investiram pesado, o Real desvalorizado e o uso de moeda podre economizaram uma boa grana em moeda forte. Agora, com a situação invertida, o Real sobrevalorizado permite uma remessa de lucros em moeda estrangeira muito maior.

    Iniciado há dezoito meses, o processo de mudança da marca está exigindo a participação de toda a empresa. No total, 117 mil pessoas (empregados e prestadores de serviços) passaram por treinamento relacionado à mudança. Entre eles, 37 mil atendentes dos call centers, 44 mil da força de vendas e 32 mil técnicos que cuidam da rede externa no estado de São Paulo. Os uniformes dos técnicos e os 15 mil carros por eles utilizados também ganharam novo visual com a marca Vivo.
    Números impressionantes.

  3. #3
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    Vamos ver se melhora alguma coisa na qualidade dos serviços prestados à população brasileira, afinal, pior que tá, não fica.

  4. #4
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    Citação Postado originalmente por keerneel Ver Post
    Vivo(Telefonica) & Claro(Embratel)

    Vamos ver se melhora alguma coisa na qualidade dos serviços prestados à população brasileira, afinal, pior que tá, não fica.
    voce não deve ter pego a epoca da Telerj / Cetel, pois acharia que tudo esta é muito bom!
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  5. #5
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    Citação Postado originalmente por Winger Ver Post
    voce não deve ter pego a epoca da Telerj / Cetel, pois acharia que tudo esta é muito bom!
    +1

  6. #6
    Louco pelo WHT Brasil
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    Telerj é a Telemar Norte Leste?
    Se for, acompanhei e sofri bastante com essa empresa.

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por keerneel Ver Post
    Telerj é a Telemar Norte Leste?
    Se for, acompanhei e sofri bastante com essa empresa.
    Telerj é a estatal que foi privatizada e passou a se chamar Telemar.

    Se você achava a Telemar ruim, era feliz e não sabia. Telerj e Cetel
    eram muito, mas muito, piores.

  8. #8
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    Sendo q a CETEL era 1000x pior q a Telerj Os técnicos da CETEL diziam ser impossível conexão acima de 2400bps numa linha discada. (Eles até tinham razão, mas desconheciam os protocolos que davam para multiplicar a modulação numa mesma portadora (mandando mais de um bit pela mesma), fazendo chegar a 9600, 14400, 24000, 28800 e 57600bps.

  9. #9
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    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    Sendo q a CETEL era 1000x pior q a Telerj Os técnicos da CETEL diziam ser impossível conexão acima de 2400bps numa linha discada. (Eles até tinham razão, mas desconheciam os protocolos que davam para multiplicar a modulação numa mesma portadora (mandando mais de um bit pela mesma), fazendo chegar a 9600, 14400, 24000, 28800 e 57600bps.
    Na Cetel, nunca foi um problema para mim. Ou não conseguia linha, a maior parte das tentativas, ou a linha caia enquanto estava discando, ou a ligação tinha tanto ruido ou era cruzada que não conseguia conectar nem em 300 bauds.

    Telerj e Cetel ainda tinham uma sacanagem extra: ligações entre as duas operadoras na mesma cidade não era local.

    Para quem não pegou essa época, uma linha da Cetel custava US$ 6 mil no mercado negro e registrava em cartório. Na declaração de IR tinha um código para linha telefônica na seção de Bens e Direitos -- você era obrigado a declarar as linhas dos seus telefones.

    Sem falar no mercado de aluguel ...

    Anúncios de compra, venda, e aluguel de linhas ocupavam páginas e páginas em jornais com um zilhão de empresas e corretores especializados.
    Última edição por 5ms; 15-04-2012 às 21:26.

  10. #10
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Para quem não pegou essa época, uma linha da Cetel custava US$ 6 mil no mercado negro e registrava em cartório. Na declaração de IR tinha um código para linha telefônica na seção de Bens e Direitos -- você era obrigado a declarar as linhas dos seus telefones.
    A linha da Telerj custava 3 vezes mais que a da cetel, e nunca tive problemas para me conectar, e só passamos a ter problemas com a linha telefônica depois da privatização da Telerj (na verdade foi depois que a Cetel foi incorporada à Telerj, a coisa foi nivelada por baixo).

    Era necessário registrar a venda em cartório por causa das ações da Telerj/Telebrás, pois todos que tinham linha tinham ações das empresas. Era algo como se o usuário da linha só pudesse usar a linha se fosse acionista da empresa. Aliás, ano passado ou retrasado ligaram para o meu primo perguntando se ele não queria vender as ações dele, ele o fez e agora está fazendo a churrasqueira :-)

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