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  1. #1
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    92% das empresas brasileiras (10+ funcionários) usam domínios .br

    Para quem insiste em trabalhar apenas com domínios genéricos nos seus serviços de hospedagem, seguem dois indicadores para repensarem a esse respeito, extraídos da pesquisa TIC Empresas:

    CETIC.br - TIC 2011 - PROPOR

    B6b - PROPORÇÃO DE EMPRESAS QUE POSSUEM WEBSITE, POR TIPO DE DOMÍNIO
    Percentual sobre o total de empresas que possuem website | Percentual (%) .com.br | outros.br | .com | .outros | não sabe
    Total 87 5 6 1 1

    Ou seja, das empresas com 10 ou mais funcionários, que são exatamente os clientes mais rentáveis para serviços de TI, 92% dos que já tem website usam domínio .br. No site tem a pesquisa por região e setor caso a atuação da sua hospedagem tenha um foco regional ou setorial.

    E a oportunidade de mercado é imensa, pois dessas empresas 99% já tem acesso à Internet mas apenas 60% tem website:

    B6 - PROPORÇÃO DE EMPRESAS QUE POSSUEM WEBSITE
    Percentual sobre o total de empresas com acesso à Internet 1
    Percentual (%) Sim Não
    Total 60 40

    Esses 40% de mercado aberto se reduzem a 3% considerando que não se ofereça domínios .br... é claro que é possível viver apenas de atender pessoas físicas e micro-empresas (pois essa pesquisa já inclui pequenas, médias e grande empresas), mas me parece pouco.

    Pesquisa completa:
    CETIC.br - TIC Empresas 2011

    Como ainda não foi publicado o livro não há o detalhamento da metodologia, mas ela é a mesma de 2010 que pode ser consultada no site do CETIC também; porém, em cada indicador consta o tamanho da base pesquisada para avaliar a representatividade da amostra.

  2. #2
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    Existe um movimento, que está se fortalecendo, que considera ter sites na Web, Web services, Web applications, Web 2.0, etc, uma atividade em extinção porque, alega-se, o acesso via browser seria algo com "os dias contados" (e sites de busca, idem). Segundo essa turma, estaria ocorrendo um retorno da utilizar aplicações especificas (dessa vez no smartphone/tablet ao invés do desktop) com a aplicação (e não o usuário) acessando diferentes fontes de informação. No Google pode-se perceber que estão testando/introduzindo esse conceito com o Knowledge Graph e também com a estratégia do Google passar a ser um grande portal do qual o usuário jamais deixa o site (uma repetição do que os provedores de acesso discado fizeram no passado). Existem mesmo denúncias que no Google Map as empresas estariam sendo "convidadas" a ter suas páginas hospedadas no Google para poderem ser listadas. Dessa forma, se os sites de busca continuarem a tendência de privilegiarem seus próprios sites nos resultados, ficará ainda mais dificil um site que não está no esquema ser encontrado via buscas, reduzindo o interesse de uma parcela das empresas ou, melhor, tornando mais atrativos modelos que a empresa fica pendurado em dominio alheio (como o chamado F-commerce do FB), ou no caso brasileiro, ter uma "lojinha" no Mercado Livre, Shopping do UOL, etc.

    Se você observar a evolução da Internet, as oportunidades para os provedores de hospedagem (e Web designers) tem sido sistematicamente reduzidas por ações destrutivas de umas poucas empresas, principalmente as que obtém receita com o conteúdo gratuito dos usuários. Quantas oportunidades de negócios não foram perdidas com blogs gratuitos, Orkut, FB, etc?
    Última edição por 5ms; 25-05-2012 às 17:56.

  3. #3
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    Sobre usar dominios .br, eu acredito que a razão fundamental para registrar no Brasil (além de proteger o nome) é o brasileiro ter por hábito acrescentar um .br

    Se você opera no Brasil e usa um .com mas não tem o respectivo .br, a possibilidade de perder e-mails e clientes não pode ser ignorada.
    Última edição por 5ms; 25-05-2012 às 18:18.

  4. #4
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Sobre usar dominios .br, eu acredito que a razão fundamental para registrar no Brasil (além de proteger o nome) é o brasileiro ter por hábito acrescentar um .br

    Se você opera no Brasil e usa um .com mas não tem o respectivo .br, a possibilidade de perder e-mails e clientes não pode ser ignorada.
    Notar que a soma das percentagens é 100%, ou seja, só havia opção de um domínio... então o domínio citado pelo pesquisado era o que ele entendia como seu domínio principal.


    Um outro detalhe interessante da pesquisa é quebrar a noção de que em .br só se registra .com.br. Em quase todos os setores sim, mas neste aqui não:
    Informação e comunicação; Artes,
    cultura, esporte e recreação; Outras
    atividades de serviços 65 24

    65% são com.br e 24% são br que não com.br; muito provavelmente net.br. Esse setor é o núcleo da "Web 2.0".

  5. #5
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    Citação Postado originalmente por rubensk Ver Post
    Notar que a soma das percentagens é 100%, ou seja, só havia opção de um domínio... então o domínio citado pelo pesquisado era o que ele entendia como seu domínio principal.
    O que eu disse, essencialmente, é que mesmo um empresário brasileiro que precise ou prefira um .com, ele não pode se dar o luxo de não registrar o correspondente .br

  6. #6
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    O que eu disse, essencialmente, é que mesmo um empresário brasileiro que precise ou prefira um .com, ele não pode se dar o luxo de não registrar o correspondente .br
    Sim, mas o que eu alertei é que caso alguns desses pesquisados tivessem .com e .br, a escolha de qual deles mencionar fazia parte, pois é ele que decidia qual site informar... então ele não apenas registrou o .br, mas declarou o .br como seu principal, não deixou apenas como repescagem caso o cliente coloque .br.

  7. #7
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    É interessante a importância que o .com.br tem no Brasil pois em Portugal antes do .PT poder ser registado por todos o uso do .com.pt era insignificante. Provavelmente isso deve-se a não existir simplesmente .br
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  8. #8
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    Citação Postado originalmente por rubensk Ver Post
    .....

    E a oportunidade de mercado é imensa, pois dessas empresas 99% já tem acesso à Internet mas apenas 60% tem website:

    B6 - PROPORÇÃO DE EMPRESAS QUE POSSUEM WEBSITE
    Percentual sobre o total de empresas com acesso à Internet 1
    Percentual (%) Sim Não
    Total 60 40
    se considerarmos as que possuem menos de 10 funcionários, arrisco um palpite que esta relação vá para 60 ou 70% sem site, sem dominio e certamente, quando muito, usando um email grátis.
    Siga-nos em nosso twitter: @wht_brasil

  9. #9
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    Citação Postado originalmente por Winger Ver Post
    se considerarmos as que possuem menos de 10 funcionários, arrisco um palpite que esta relação vá para 60 ou 70% sem site, sem dominio e certamente, quando muito, usando um email grátis.
    Não sei sobre porcentagens, mas arrisco o palpite que muitas empresas dispensam presença na Internet com um site. Para algumas, um site pode até "atrapalhar".

  10. #10
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    Estimativa da PayPal para comércio eletrônico no Brasil:

    A subsidiária brasileira do PayPal, serviço de pagamentos on-line pertencente à companhia de comércio eletrônico americana eBay, fechou um acordo com a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) para atender lojas virtuais de pequeno porte e tentar ampliar a sua rede de clientes no país, atualmente estimada em 30 mil varejistas.

    “A meta é atingir mais de 50 mil clientes com esse serviço”, afirma Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Ele estima que o mercado de lojas virtuais no Brasil varie entre 250 mil e 300 mil.

    Como resultado do acordo, o PayPal e os Correios lançaram um serviço de frete, que foi implementado pela Fast Solutions, agência franqueada da ECT. O serviço permite ao pequeno empresário que tem conta no PayPal obter descontos de 30% no serviço de Sedex.
    https://www.paypal-brasil.com.br/blo...enas-empresas/

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