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  1. #1
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    Vivo e PayPal lançam serviço de envio e recebimento de pagamentos por celular

    Na época, não tinha previsão para o recurso chegar ao Brasil, mas veio antes mesmo do esperado: em parceria com a Telefônica/Vivo, o PayPal acaba de lançar um serviço inédito no país, que permite o envio e recebimento de pagamentos via celular, além de possibilitar a recarga de celulares pré-pagos nos próprios.
    Poderá ver a noticia completa aqui: Vivo e PayPal lan

    Nem acessei ainda meu paypal p/ ver, depois vou ver se tem alguma coisa p/ cadastrar o celular e posto aqui imagens se for interessante heheh
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  2. #2
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    inédito?? e o Paggo da Oi??
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  3. #3
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    Vivo e PayPal lançam serviço de pagamentos móveis sem Internet

    Citação Postado originalmente por Winger Ver Post
    inédito?? e o Paggo da Oi??
    ok, o sistema / tecnologia é outro, mas ambos, basicamente são: pagar com o celular

    A Vivo e o PayPal anunciaram uma parceria para o lançamento de um novo serviço de pagamentos por celular com foco nas recargas de pré-pagos. As transações acontecem sem a necessidade de conexão à Internet, por meio de uma tecnologia similar ao SMS, chamada de USSD, disponível em aparelhos GSM, mesmo modelos mais simples.

    A ideia é permitir tanto o envio e o recebimento de valores via qualquer celular, mas, principalmente, possibilitar a própria recarga do aparelho sem a necessidade de uma conexão com a web. “Temos uma aderência forte com o negócio de recarga, são mais de 50 milhões dessas operações por mês. Acho que o serviço vai criar um hábito, um entendimento sobre como operar um pagamento no celular”, afirma o diretor-geral da Telefônica/Vivo, Paulo Cesar Teixeira.

    No entanto, o modelo de negócios exige que ambas as partes sejam clientes da Vivo e tenham um cartão de crédito vinculado à conta do PayPal, o que significa uma taxa de 5,4% a 6,4% para quem recebe, dependendo do valor da transação. Além disso, o usuário precisa pagar à Vivo R$ 1 por cada pagamento, independente da quantia. Mesmo assim, as companhias focam em operações pequenas, que substituam o dinheiro, com, no máximo, R$ 200 por transação, embora não estabeleçam um limite real.

    Segurança

    O sistema USSD funciona como uma espécie de SMS, mas o dado depois é dividido em uma Unidade de Resposta Audível (URA), dificultando a interceptação. “O fato de quebrarmos em dois canais praticamente traz barreiras intransponíveis”, exalta o diretor de produtos e serviços verticais da Vivo, Maurício Romão. De acordo com a PayPal, as informações dos clientes são armazenadas de acordo com critérios de proteção de dados. A senha é solicitada apenas no cadastro obrigatório pelo próprio aparelho ou pela Internet.

    As operações são monitoradas por uma equipe de segurança antifraude da companhia de pagamentos digitais, mas as transações e consequentes liquidações financeiras estão todas vinculadas às empresas de cartão de crédito. Apesar da exclusividade inicial com a Vivo, a meta é fornecer em breve uma solução compatível não só com celulares de outras operadoras, mas também comunicável com uma conta PayPal na web, desvinculada a um número de telefonia móvel. “Temos vários parceiros, como Ponto Frio, Estante Virtual, Peixe Urbano e Groupon. [O usuário] vai poder ver um produto e comprá-lo pelo telefone, mas isso não está pronto ainda”, afirma o head da PayPal na América Latina, Mário Mello, sem divulgar datas definitivas.

    Desenvolvido em uma parceria global, o sistema da Vivo com a PayPal é um lançamento mundial realizado no Brasil e, “em breve”, o produto deverá ser expandido para China, Rússia e Índia. A Vivo, por outro lado, confirmou estar realizando testes-piloto com a tecnologia de proximidade de campo (NFC), mas ainda aguarda uma regulamentação estabelecida pelo Banco Central sobre mobile payment.


    link: TI INSIDE Online - Vivo e PayPal lan
    e o usuario que tem que pagar todos os envolvidos:

    No entanto, o modelo de negócios exige que ambas as partes sejam clientes da Vivo e tenham um cartão de crédito vinculado à conta do PayPal, o que significa uma taxa de 5,4% a 6,4% para quem recebe, dependendo do valor da transação. Além disso, o usuário precisa pagar à Vivo R$ 1 por cada pagamento, independente da quantia. Mesmo assim, as companhias focam em operações pequenas, que substituam o dinheiro, com, no máximo, R$ 200 por transação, embora não estabeleçam um limite real.
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  4. #4
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    “Temos vários parceiros, como Ponto Frio, Estante Virtual, Peixe Urbano e Groupon"

    A forma como a PayPal entrou na Estante Virtual foi a de gangsters. Deixei de usar o site.

  5. #5
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    Tech giants - and startups like Square - want you to use your phone to pay for everything from gum to train rides. Here's how they plan to achieve cash-free nirvana.




    Perhaps you've read how smartphone payments, already popular in parts of Asia and Europe, are coming to the U.S. in a big way.

    ...

    ... the breathless predictions about your phone replacing your wallet don't tell you is this: Changing the way Americans pay for stuff is going to be really hard work. For starters, retailers and their partners will have to offer mainstream shoppers some pretty sweet perks to get them to replace a swipe of a plastic card with a tap of a phone. Then there's the chicken-and-egg problem: Merchants don't want to upgrade pricey point-of-sale terminals so that they can work wirelessly with smartphones unless e-wallets become mainstream, and e-wallets won't become mainstream until consumers can use them just about everywhere.

    ...

    Square, founded in 2009, offers a window into the promise and complexities of the mobile-payments future -- and not necessarily because it will lead us there. In fact, as a pioneer, Square has a big bull's-eye on its back. But because Dorsey is hugely ambitious, building out products for nearly every part of the transaction chain, Square's journey helps show why the business is so ripe for disruption -- and why it will be so hard for any company to single-handedly upend the system.

    Most people still know Square for its first product, its hugely successful white plastic credit card reader that plugs into a smartphone. The invention has allowed some 2 million small, cash-based merchants -- hairdressers, piano teachers, cabbies, and even babysitters -- to accept credit cards, and it's growing at warp speed. Merchants are now processing transactions with Square's Card Reader at a rate of $6 billion a year, up from just $2 billion a year in October, making Square one of the fastest-growing young companies ever by revenue and one of the buzziest in Silicon Valley's hot startup scene. It has raised plenty of money from A-list investors, including Visa, which sees Square as a way to boost the use of credit cards. Today the company is attracting talented engineers and executives from Apple and Google. It helps that Square may eventually go public or be acquired for a nice premium, making its stakeholders fabulously wealthy. Valued at $1.6 billion after a $100 million cash infusion last year, it was seeking additional financing at twice that valuation in June.
    Matéria completa: The death of cash
    Última edição por 5ms; 10-08-2012 às 19:23.

  6. #6
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    And it's not just innovative startups like Square that hope to reinvent payments for the mobile era, but also everyone from mega-technology companies to financial institutions, giant telecoms, and national retailers. Until those companies agree on common technology standards and platforms, mobile payments won't work across devices, wireless networks, credit card types, and retailers. (Imagine if Target took only an American Express card that had to be triangular, Wal-Mart took only a round US Bank Visa and a square Citibank MasterCard, and Starbucks would let you pay only with a prepaid Starbucks card. It's that absurd.)
    No entanto, o modelo de negócios exige que ambas as partes sejam clientes da Vivo e tenham um cartão de crédito vinculado à conta do PayPal
    It's that absurd

  7. #7
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    Curiosamente, cadastrei meu celular pelo site do paypal, fui testar hoje fazer uma recarga e disse que eu ainda precisava cadastrar o celular hhehehe

    Fiz a recarga por cartão de credito, previamente cadastrado pelo proprio celular e fui feliz.

    Ou seja, p/ mim, não vingou esse esquema do paypal não
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