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  1. #1
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    DNS - pontos de presença na América do Sul

    Olá. Recentemente, lançamos o nosso novo serviço de DNS e estamos tentando dar cobertura total na América do Sul. Agora temos dois pontos de presença, uma no Brasil e uma no Chile. Por favor, sugerem o terceiro.

    Este post é traduzido pelo Google Translate do Inglês e eu sinto muito por quaisquer erros possíveis.

  2. #2
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  3. #3
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    Esse estudo pode ser do seu interesse:

    http://www.broadbandcommission.org/D...report2012.pdf

  4. #4
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    Citação Postado originalmente por gbshouse Ver Post
    Olá. Recentemente, lançamos o nosso novo serviço de DNS e estamos tentando dar cobertura total na América do Sul. Agora temos dois pontos de presença, uma no Brasil e uma no Chile. Por favor, sugerem o terceiro.

    Este post é traduzido pelo Google Translate do Inglês e eu sinto muito por quaisquer erros possíveis.
    Primeiro determine quais seus mercados mais relevantes fora Brasil e Chile, se possível numa escala ponderada; depois, obtenha dados típicos de latência entre os países. Uma ótima referência costumava ser o Simon (Untitled), mas neste momento as tentativas de relatórios que fiz ficaram sem resposta, pode ser algum problema ligado à renovação que eles fizeram no site principal.

    Meu palpite é que o mercado mais relevante que não está ainda atendido com boa latência seja a Colômbia.

    Também vale analisar se a conectividade que você tem no Brasil é boa para todas as redes... por exemplo, o trânsito Internet do AWS para a Embratel (um backbone bastante relevante por abastecer outras operações do grupo Telmex no Brasil em banda-larga - NET - e celulares - Claro) e para a Oi (incumbent em 97% do território exceto o estado de São Paulo) é conhecido por ainda não ser muito bom nesse aspecto. Como há porém promessas da Amazon de melhorar isso ainda este ano (não só por causa do AWS mas também por causa do início de suas operações de e-commerce no país), talvez seja uma decisão melhor tomada no médio prazo.

    Já no caso do POP no Chile, se ele tiver trânsito ou só da TIWS ou só da Level 3/LANautilus, seria bom conseguir trânsito do outro cabo submarino que circunda a América do Sul. E isso pode ser feito ou com um acordo lá ou colocando um nó em outro país (ex: Peru) e nesse país conseguir trânsito de um operador diferente. Enquanto Level 3 e LANautilus costumam ter troca de tráfego entre elas nos vários países em que atuam, elas só costumam trocar tráfego com a TIWS (Telefónica) em Miami.

  5. #5
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    Obrigado por seus comentários. Para a Brasil estamos usando AWS e para o Chile EDIS (AS28099 - AS28099 iHosting Servicios Internet Ltda. - bgp.he.net). Eu estava pensando sobre a Argentina ou a Venezuela. América do Sul é um mercado muito importante para nós e eu acho que nós somos o único provedor de DNS global com presença tão forte na América do Sul, mas ainda queremos expandir nossa presença. O estranho é que existem provedores de VPS poucos que oferecem serviços de baixa especificação (256MB-512MB de RAM).

  6. #6
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    Citação Postado originalmente por gbshouse Ver Post
    Obrigado por seus comentários. Para a Brasil estamos usando AWS e para o Chile EDIS (AS28099 - AS28099 iHosting Servicios Internet Ltda. - bgp.he.net). Eu estava pensando sobre a Argentina ou a Venezuela. América do Sul é um mercado muito importante para nós e eu acho que nós somos o único provedor de DNS global com presença tão forte na América do Sul, mas ainda queremos expandir nossa presença. O estranho é que existem provedores de VPS poucos que oferecem serviços de baixa especificação (256MB-512MB de RAM).
    Ao que parece Dyn e UltraDNS não vão querer deixar vocês sozinhos por muito tempo...

    Argentina e Venezuela são países com problemas econômicos e instabilidade política grave, que se fosse para colocar servidores físicos eu desaconselharia fortemente. Como vocês operam com VPS, esses riscos são mais toleráveis.

    A Argentina tem uma particularidade para a indústria de DNS que são os registros de domínio gratuitos em .ar. Isso pode gerar uma demanda específica por DNS maior que num mercado com quantidade similar de usuários como a Colômbia. Mas receber os pagamentos de clientes argentinos se tornará cada vez mais difícil com o controle cambial que só tende a crescer.

    Olhando os upstreams do seu serviço no Chile, eu notei a presença (indireta) da Level 3 (AS 3549) e LANautilus ; assim, se você conseguir um outro VPS na Argentina ou Peru que tenha a Telefónica International (AS 12956) com upstream indireto você complementaria sua cobertura de vários países da América do Sul.

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por rubensk Ver Post
    A Argentina tem uma particularidade para a indústria de DNS que são os registros de domínio gratuitos em .ar. Isso pode gerar uma demanda específica por DNS maior que num mercado com quantidade similar de usuários como a Colômbia. Mas receber os pagamentos de clientes argentinos se tornará cada vez mais difícil com o controle cambial que só tende a crescer.
    A proposta principal do OP parece ser oferecer serviço DNS regional para sites globais. Aparentemente, no momento utiliza primariamente os servidores DNS da Softlayer para uma cobertura mundial usando anycast e VPSs para resolução regional usando alguma técnica de geoIP (suponho baseada no banco de dados Maxmind). Por esse entendimento, em termos de localização de servidores DNS, prover serviços para dominios locais seria menos importante do que prover resolução para um maior número agregado de usuários Internet pois a lucratividade do negócio em questão é proporcional ao número de queries, não de dominios. O fato é que sites locais na América do Sul, salvo exceções, não tem penetração nos paises da região, não existindo demanda para o serviço por pequenas e médias empresas, e as grandes usam recursos muito mais sofisticados do que o proposto, uma variação do poor's man failover / global load balancing dns.
    Última edição por 5ms; 26-09-2012 às 02:32.

  8. #8
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    Do ponto de vista técnico, estamos usando a rede híbrida, combinando anycast e latência roteamento baseado via Amazon rede Route 53 com os nossos próprios pontos de presença (pontos Amazon você para servidores certos em sua região). No nível do servidor oferecemos GeoDNS usando nossas próprias bases de dados (tanto para IPv4 e IPv6) e failover (com a cooperação com o nosso parceiro UptimeRobot). Eu não vou escrever sobre os preços, etc, mas o nosso objetivo é fornecer recursos corporativos gratuitamente.

    O que você acha sobre Internet & Hosting servers | YOOtheme usando IPLAN Argantina (AS16814 NSS S.A. - bgp.he.net) ou Gigared Argentina (AS20207 Gigared S.A. - bgp.he.net). Eu acho que tem IPLAN peerings beter.

  9. #9
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    Desculpe-me, mas não se pode falar em recursos corporativos utilizando apenas 1 VPS em cada país, ainda mais quando o provedor é a EDIS, que geralmente opera um único servidor.

  10. #10
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    @5ms - Eu não estou falando de recursos corporativos. Nosso serviço é dedicado a pequenas e médias empresas, organizações não-governamentais e usuários privados. Além de que uma máquina é melhor do que nada (especialmente em execução no servidor bom com discos rápidos em RAID 10). É claro que podemos comprar poderosas máquinas dedicadas, mas depois temos valores de carga alta para cobrir os custos. Agora temos quantidade muito pequena de tráfego da América do Sul, mas espero que isso vai mudar. Do ponto de vista da rede, temos implementado alguns mecanismos de segurança para mudar de servidor para um diferente em caso de falha. Eu não vou convencê-lo a nosso serviço - se você quiser, você pode experimentar por si mesmo (é gratuito).

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