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    Exército apresenta software que combate ameaças virtuais

    O Exército Brasileiro apresentou o Simulador Nacional de Operações Cibernéticas (Simoc) – software que cria e planeja treinamentos em um ambiente de rede, nesta terça-feira (22). O objetivo é conter ameaças virtuais. A ferramenta está inserida nos pilares da Estratégia Nacional de Defesa no que diz respeito ao desenvolvimento de equipamentos e plataformas de guerra eletrônica.

    O Simoc foi produzido pela empresa de tecnologia da informação Decatron e custou R$ 5 milhões. Ele funciona a partir de acesso por login e senha. Depois dessa etapa, o usuário pode escolher reproduzir uma rede de computador já existente ou criar uma nova. Logo após, é necessário definir o comportamento da rede e estabelecer os treinamentos que serão realizados. O software permite, ainda, a emissão de relatórios técnicos com o andamento de todas as operações realizadas no ambiente virtual.

    De acordo com o comandante do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica (CCOMGEX), general Antonino dos Santos Guerra, “este é um dos projetos mais importantes desenvolvidos pelo órgão”. Durante a apresentação, que aconteceu no auditório do centro, o general destacou que o simulador “é uma solução que promove a tecnologia nacional e ajuda a aumentar o PIB [Produto Interno Bruto] do Brasil”.

    O sócio-diretor da Decatron, Carlos Rust, explicou que o processo de desenvolvimento do Simoc teve início há um ano e empregou diretamente 30 profissionais brasileiros. Para ele, é importante ter um simulador nacional que prepara o país para a defesa virtual e é “melhor do que os internacionais”.

    Entre as diferenças com os softwares do gênero no exterior, o simulador nacional é flexível, pois possibilita a criação de cenários de guerra eletrônica. Isso não acontece com os outros equipamentos do mercado, que trazem cenários já fixos.

    O sistema foi criado com base em experiências internacionais, já que as Forças Armadas estão envolvidas nesse tipo de projeto “em todos os países do mundo”, destacou o general Santos Guerra.

    Treinamento

    No ano passado, 24 oficiais superiores do CCOMGEX realizaram curso de seis meses onde operaram o Simulador Nacional de Operações Cibernéticas e estão, assim, capacitados para atuar contra as ameaças virtuais do país. Entre elas estão hackers e grupos que se organizam para atacar sites e chamar atenção para causas específicas, além de crimes, espionagem e guerra cibernética.

    Para este ano, está previsto mais um curso, mas desta vez com uma turma de sargentos do Exército. No entanto, conforme explicou o general, o Simoc pode ser utilizado de forma remota, aumentando seu escopo de atuação para outras instituições militares no país. “Só é preciso que um instrutor vá até o local a fim de coordenar as atividades do simulador”, afirmou.

    A tecnologia está disponível para faculdades e centros de ensino interessados, mas “é necessário que se tenha cuidado com quem se treina”, ponderou o comandante do CCOMGEX.


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  2. #2
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    O Brasil e bem despreocupado quando a segurança da rede...

    Estamos muitos anos atrasados
    Mais já e um começo rs

  3. #3
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    Citação Postado originalmente por redenflu Ver Post
    O Brasil e bem despreocupado quando a segurança da rede...

    Estamos muitos anos atrasados
    Mais já e um começo rs
    Eu também acho. Alias, algum tempo atrás meu servidor foi atacado por um IP brasileiro, e decidimos abrir um boletim de ocorrência sobre o caso. Por incrivel que possa parecer, na delegacia que atende nossa região (alameda glete), fomos bem atendidos e a policial que fez a abertura, tinha algum conhecimento sobre o assunto. Isso mostra que estão havendo treinamentos e coisas sobre esse assunto. Realmente é uma evolução.

  4. #4
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    Citação Postado originalmente por laerte.cardoso Ver Post
    ...e decidimos abrir um boletim de ocorrência sobre o caso. Por incrivel que possa parecer, na delegacia que atende nossa região (alameda glete), fomos bem atendidos e a policial que fez a abertura, tinha algum conhecimento sobre o assunto. Isso mostra que estão havendo treinamentos e coisas sobre esse assunto. Realmente é uma evolução.
    Em Piracicaba no 6 DP, não tive a mesma sorte.

    Levei cabeçalhos de emails, resumo da tentativa de golpe que havia sofrido (onde o estelionatario se passava por clientes, consegui com os cabeçalhos 4 IPs iguais de 4 clientes diferentes.

    Estes clientes, me pressionavam p/ comprar o domínio do vendedor...

    Levei o material na delegacia, não tinha cristo no mundo que fazia a escrivão entender.

    O pior de tudo, é que não deu em nada e ja faz 2 anos e pouco...
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