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  1. #1
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    Correios vai abrir escritório em Miami

    Os Correios firmou no dia 21/3 uma parceria com a Apex-Brasi l (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para a instalação do primeiro escritório no exterior, em Miami, nos Estados Unidos. A unidade será um escritório de prospecção, que servirá para realizar as primeiras avaliações para o prosseguimento da estratégia de internacionalização da estatal.

    Desde 2011, por meio da Lei 12.490, a empresa está autorizada a atuar no exterior. O objetivo principal é ampliar o apoio à exportação por micro e pequenos empresários brasileiros e também apoiar os cidadãos que estão no exterior. O processo ainda irá possibilitar a ampliação das parcerias que já existem com os operadores postais locais para o encaminhamento da correspondência tradicional.

    A parceria foi assinada pelos presidentes dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, e da Apex, Mauricio Borges, em Brasília (DF). Também assinaram o contrato o vice-presidente de Logística e Encomendas dos Correios, José Furian Filho, e o diretor de Negócios da Apex, Rogério Bellini.

    “Estamos ansiosos com a possibilidade de conhecer o mercado internacional, alternativa que faz parte do processo de revitalização que irá permitir que os Correios continuem acompanhando o desenvolvimento econômico e social do Brasil”, afirmou Wagner Pinheiro.

    A escolha pelo país norte-americano é um reflexo do atual panorama do segmento. Hoje, 42% do tráfego postal internacional brasileiro é oriundo da relação com os Estados Unidos.

    Fonte: Transporta Brasil

  2. #2
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    Vixe... Os caras serão massacrados como baratas!

  3. #3
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    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    Vixe... Os caras serão massacrados como baratas!
    Esse papel de barata massacrada já tem dono: povo brasileiro.

    Esses caras vão fazer negociatas memoráveis. O Brasil já não é suficiente para as maracutaias desse pessoal do PT S/A.

  4. #4
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    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    Vixe... Os caras serão massacrados como baratas!
    Qualquer transportadora por lá, deve ser melhor que os Correios. rs
    Mas o termo "massacrar" é porquê os correios ao menos tem um serviço de qualidade?

  5. #5
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    Google announces "Google Shopping Express" – Same-day delivery from local stores

    Google Shopping Express ? Same-day delivery from local stores

    Aqui em SP, da última vez que comprei na Internet com entrega Sedex, o produto custou R$70 e o frete R$35 (SP-SP), sendo entregue 2 dias depois da compra.

  6. #6
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    Serão massacrados pela FedEx e etc. Os Correios do Brasil não tem condição de competir nem com entregador de remédio de farmácia...

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por cresci Ver Post
    Serão massacrados pela FedEx e etc. Os Correios do Brasil não tem condição de competir nem com entregador de remédio de farmácia...
    Calma aí! De onde você tirou a idéia bizarra de que alguma estatal brasileira foi criada para competir? Sem contar com a sagrada reserva de mercado, consumidores cativos, preferências de todos os tipos, sequer seriam criadas.

    Os Correios não poderiam ligar menos para os concorrentes americanos porque o objetivo declarado parece ser esfolar a PME brasileira.

    BTW Afinal, por que produtos importados não pagam IPI somente quando remetidos pelos Correios? Uma das agências que recebe importados aqui tem mais movimento de mercadorias do que cais de porto.
    Última edição por 5ms; 28-03-2013 às 16:41.

  8. #8
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    Só para reavivar a memória dos esquecidos e informar os inocentes:


    Telebras alega que decreto do PNBL assegura compra direta pelo governo

    :: Luiz Queiroz
    :: Convergência Digital :: 01/02/2013

    Por meio de sua assessoria de imprensa, o presidente da Telebras, Caio Bonilha, apresentou as razões para o fato de a empresa ter sido contratada, sem licitação, pela Presidência da República,, para fornecer conexão à Internet. Numa nota curta, Bonilha se limitou a explicar que a Telebras está amparada pelo decreto que promoveu a sua reativação no mercado de Telecomunicações.

    "De acordo com o Artigo 4º do Decreto n° 7.175/2010, que instituiu o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), cabe a Telebras implementar a rede privativa de comunicação da administração pública federal, apoiar e suportar políticas públicas em banda larga, além de prover infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas, estados, Distrito Federal, municípios e entidades sem fins lucrativos".

    Não há nenhuma contestação de que a Telebras tenha sido reativada em 2010 com esse e ainda outros objetivos. O próprio portal Convergência Digital ressaltou nos últimos anos, em outras reportagens, após ouvir algumas fontes publicamente, que a estatal tinha sido escolhida para gerenciar uma rede de Internet para o governo. Justamente com o objetivo de eliminar a participação das teles na prestação do serviço, sob alegação de segurança da informação e redução de custos.

    O que, agora, volta a ser questionado com o anúncio de contratos de dispensa de licitação -embora o portal Convergência Digital tente entender o problema desde que a estatal foi reativada no mercado de Telecomunicações - é se o Artigo 4° do Decreto nº 7.175/2010 seria suficiente para garantir o devido amparo legal ao governo de excetuar a Telebras de participar de licitações públicas com empresas privadas, para prestar serviços de Telecomunicações como no caso do SCM - Serviço de Comunicação Multimídia.

    E, neste quesito, o portal encontrou diversas interpretações legais, as quais deixam ainda mais dúvidas se a Telebras pode realmente ganhar o privilégio do governo nos contratos para "fornecimento de serviços de conectividade dedicada e de alta disponibilidade à Internet".

    Emaranhado jurídico

    No sítio da Telebras na Internet, a empresa se apresenta ao público da seguinte forma: "A Telecomunicações Brasileiras S. A. – TELEBRAS é uma sociedade anônima aberta, de economia mista, constituída em 09 de novembro de 1972, nos termos da autorização inscrita na Lei n° 5.792, de 11 de julho de 1972, vinculada ao Ministério das Comunicações. Está autorizada a usar e manter a infraestrutura e as redes de suporte de serviços de telecomunicações da administração pública federal, em conformidade as orientações do Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital".

    Não é bem assim que a Lei nº 5.792/72 define a situação jurídica da Telebras. De acordo com ela, em 1972, o Governo Médici (regime militar) criou a Telebras como uma Holding (Artigo 3º) com a finalidade de: "promover, através de subsidiárias ou associadas, a implantação e exploração de serviços públicos de telecomunicações, no território nacional e no exterior" ( Inciso V do mesmo artigo 3º).

    A primeira dúvida jurídica surge aí. Como ficou a situação da Telebras, se em 1972 era uma Holding criada com o objetivo de atuar no mercado de Telecomunicações através de subsidiárias e, em 1998, essas mesmas unidades foram vendidas pelo governo?

    Se essas subsidiárias -constituídas em 1972 sob o guarda-chuva de uma Holding - prestavam os serviços de telecomunicações em todo o país e, depois,foram vendidas a partir de julho de 1998 (Governo Fernando Henrique Cardoso) - é coerente deduzir que a Telebras ainda dispõe de algum amparo legal para assumir os mesmos contratos de serviços de telecomunicações que o governo retirou dela e concedeu para a exploração pela iniciativa privada?

    Entre 1998 e 2010, a Holding Telebras, ou que sobrou daquele sistema, ficou no ostracismo político e econômico. Não foi extinta conforme desejava o ex-ministro Sérgio Motta - um dos artífices da privatização das teles -e ficou sem atuar no mercado, pois já não dispunha de subsidiárias para executar o serviço conforme determinava a Lei que a criou.

    Somente no Governo Lula foi que se pensou na reativação da empresa estatal, como alternativa para a criação de uma rede federal de serviços de telecomunicações e Internet, capaz de atender a todos os órgãos do governo com uma suposta segurança, que as teles supostamente não poderiam oferecer em contrato, mesmo elas sendo concessionárias de um serviço público. Os argumentos usados para barrar as teles desse negócio foram a redução de custos e o envolvimento da Brasil Telecom em um escândalo de espionagem de autoridades dentro do Executivo, até hoje sem um esclarecimento satisfatório.

    O problema é que a Telebras não mudou em 2010 a sua natureza jurídica de ser uma Holding. Sua atuação no mercado, atualmente, como executora de serviços de telecomunicações deixa margem para dúvidas se ela teria essa competência legal, se não teria de delegar os serviços para subsidiárias.

    Até que apareça alguma fundamentação jurídica que o portal Convergência Digital desconheça, aparentemente,todo o arcabouço legal que fundamentou a criação da Telebras em 1972 não caiu com a edição do Decreto n° 7.175/2010, utilizado agora pelo presidente da empresa, Caio Bonilha, como desculpa para ser privilegiado com a dispensa de licitação nas contratações de serviços de telecomunicações de órgãos federais.

    A bem da verdade, o próprio decreto deixa margem para dúvidas ou interpretações tanto a favor, quanto contrárias a posição desta empresa. O portal Convergência Digital, inclusive, solicitou por intermédio da assessoria de imprensa da Telebras, uma entrevista com o presidente, Caio Bonilha, ou algum representante legal da empresa, que pudesse esclarecer juridicamente essa situação. Bonilha optou por dar explicações através de uma nota e ainda colocou mais lenha na fogueira ao afirmar que o contrato de agora com a Presidência da República não é o primeiro da Telebras dentro do governo.

    Segundo ele, no ano passado, a estatal fechou a prestação do serviço de conexão à Internet com o Ministério da Defesa. Assim como no caso da Presidência da República, a estatal preferiu, na época, não fazer a costumeira publicidade que costuma realizar na imprensa, quando fecha contratos relevantes no mercado.

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