Resultados 1 a 7 de 7
  1. #1
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    Thumbs down AT&T Will Impose Data Caps for Broadband Users

    Se a moda pega ...

    The new plan will cap typical DSL users at 150 gigabytes of data each month and U-Verse customers — which also subscribe to television and home phone services — to 250 gigabytes of data each month. AT&T customers will be charged an extra $10 for each 50 gigabytes of data they consume over the monthly limit.
    ... this move is aimed at file-sharing “bandwidth hogs” that download and upload huge files on a regular basis. There are a huge number of websites — like The Pirate Bay and BitTorrent — that have massive communities which facilitate file-sharing activity. Those files can include the likes of movies, music and video games.
    AT&T, Fearing the Internet of Things, Will Impose Data Caps for Broadband Users - NYTimes.com
    Última edição por 5ms; 14-03-2011 às 22:48.

  2. #2
    Louco pelo WHT Brasil
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    Isso já existe nos maiores provedores do Brasil... a Oi limita seu tráfego, a NET limita seu tráfego, etc... quantos e quantos amigos já tiveram a net reduzida pra 10% porque extrapolaram o limite de contrato ? inúmeros.

    Acho certo isso ai, evita o congestionamento e garante a velocidade da sua internet real.
    Tasso M.
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    @tassomanoel

  3. #3
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    A NET sempre teve quota. O Velox da Oi não tinha quota até 2-3 anos atrás mas era prevista no contrato (não uso mais, não sei agora). O Speedy da Telefônica não apenas não tem quota como o site da operadora incentiva o cliente a baixar filmes e músicas de forma ilimitada (para cada plano dá como exemplo quantos filmes você baixaria por mês usando aquela taxa 24h por dia).

    Obviamente que o sonho de toda operadora perneta é cobrar assinatura e cobrar medindo o serviço (porco). Por décadas pagamos pulsos e nem por isso o serviço era melhor ou tinha capacidade suficiente.
    Última edição por 5ms; 15-03-2011 às 15:05.

  4. #4
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    Tasso, mas aí eles não podem vender gato por lebre.
    1Mbps, se usado continuamente em uma direção (down ou up), durante 30 dias, 24h por dia, a 100% da capacidade, transfere 324GB mais ou menos (vamos arredondar pra 300GB que é o que os datacenters fazem). Nessa matemática, 30GB = 100kbps, 3GB = 10kbps.

    Logo, se eles colocam um "cap" de 2GB (exemplo da rede 3G da Claro e outros), isso quer dizer que eles te vendem uma conexão de 1Mbps mas que você só pode usar a média de 6,82kbps por mês (1024kbps divididos por 150). Se você passar dessa média você é penalizado com redução de velocidade para 128kbps (ou 64kbps no caso do Virtua). Ou cobram o GB extra, dependendo da operadora (lembro que a Oi tinha essa opção um tempo atrás).

    Ora raios, porque não vendem então a conexão com o seu valor REAL, e não com o valor de BURST que permitem, como todo mundo faz?
    Eu não vendo meus servidores dizendo que eles são 1Gbps (ou 100Mbps) quando na verdade a banda planejada para eles é de 10Mbps (exemplo). Eu vendo dizendo que eles são x TB numa porta de 1Gbps (se vender pela média de uso) ou então x Mbps numa porta de 1Gbps que o sujeito pode chegar nessa velocidade em caso de picos; ou numa porta de X Mbps que é compartilhada e aí usa quem quiser o quanto quiser (caso dos Shared Unmetered da vida).
    Esse negócio de dizer "Speedy/Virtua/Velox/whatever" de 30 Mega e limitar vc a 20GB mensais é te chamar de otário e te cobrar R$ 1000 por mês por uma conexão de média de 100kbps sem banda garantida. O preço por mega aí é absurdamente alto, se comparar até mesmo com a banda garantida que você contrata num datacenter em já caríssimos R$ 100 por mega.

    E as operadoras ainda tem a cara de pau de dizer que so garantem 10% da banda contratada, o que só ressalta que a banda contratada é na verdade a capacidade de burst maquiada.

  5. #5
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    E mais uma vez, o cresci com os cálculos mostra como é que se faz haha.
    Alexandre Silva Hostert

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  6. #6
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    O que se observa é que muitas operadoras estão no modo "traficante na porta de escola". Aqui no Brasil serviços de telecomunicação sempre foram caros, mas em paises como Suécia, Coréia do Sul, Hong Kong, Japão, e até mesmo nos EUA, já existe acesso com taxas elevadas de transmissão a preço razoável. EM Hong Kong o acresso doméstico já chegou a 1Gbps. No Brasil, o preço da Ajato também já está razoável. E as taxas tem que ser reais, e não 10% da anunciada com acontece com algumas operadoras. O fato é que as operadoras precisam estimular a criação de aplicações que requeiram grande velocidade não só para conseguir e manter clientes mas também para futuramente cobrarem pela distribuição dos fornecedores de conteúdo. Essa é a essência da grande discussão nos EUA envolvendo Netflix e Comcast. Só para lembrar, enquanto a conexão banda larga decolava em vários paises, nos EUA grande parte usava acesso discado por não ver vantagem em ter uma conexão rápida, pois a maioria utilizava a Internet para acessar e-mail. AOL que era o maior provedor de acesso (discado) do mundo acabou sendo atropelado. No Brasil a banda larga cresceu rapidamente porque a ligação de telefone fixo era medida (pulsos/minutos) e custava carissimo ficar conectado durante o dia. Migrar para banda larga era cortar a despesa com telefone mais do que ter um acesso rápido (que nem era tão rápido assim).
    Última edição por 5ms; 25-03-2011 às 12:16.

  7. #7
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    Já estou até ouvindo os politicos brasileiros no futuro argumentarem "no Canada é assim também". Aqui os interesses das operadoras sempre estarão acima dos interesses dos clientes.



    Neflfix Feeling The Pressure From ISP Caps, Reduces Streaming Video Quality In Canada

    Dan Rayburn | Tue Mar 29, 2011 | 12:01 AM

    Late last night, Netflix took to their blog to announce that users in Canada now have the ability to reduce the quality of Netflix's video streams in an effort to combat the bandwidth caps from Canadian ISPs. Netflix streaming in Canada will now default to a 625Kbps video stream for what Netflix calls the "good" setting. Selecting "better," users will get a maximum 1300Kbps video stream and customers who select the "best" quality video setting will get up to 4800Kbps.


    It was about a year ago that Netflix stated that ISP caps would not impact their business, yet here they are having to reduce the quality of the users experience due to ISPs. It also interesting to note that Netflix is now using the lowest quality video setting as default, meaning many users who don't know they can increase the quality of the video are going to question why it looks so poor. No matter how Netflix spins it, caps are going to have a negative impact on their business and it's no wonder that so far, Netflix does not allow most of the streaming boxes that work in the U.S to stream in Canada. Trying to watch a video encoded at 625Kbps from a box that is hooked up to a 42" TV will look horrible.

    For the past fifteen years the entire streaming media industry has been talking about ways to improve video quality and creating a better user experience and now Netflix has to reduce the quality of their video in Canada, due to something they can't control. This is simply bad news for everyone involved and if caps get lowered in the U.S. or ISPs start enforcing them, our video experience as consumers will get worse, not better. This is a step backwards and we have many of the ISPs to thank for this who are complaining about all of the video traffic on their networks, yet in reality, are simply trying to cash in on it.

    Última edição por 5ms; 29-03-2011 às 10:16.

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