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  1. #1
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    Bandeira tarifária de energia volta ao noticiário

    As empresas de energia elétrica estão em alta forte na Bovespa nesta manhã com rumores de que o governo publicará ainda hoje uma medida autorizando a chamada “bandeira tarifária,” ou seja: aumento no preço da energia para o consumidor final. Os reajustes seriam entre 10% e 60%, dependendo da distribuidora.

    A informação foi dada pelo Superintendente de Regulação Econômica da Aneel, Davi Antunes, em evento com investidores que está sendo realizado hoje em São Paulo.

    No final do ano passado, o governo disse que ia adiar a adoção da bandeira tarifária para 2015 por temer que aumentos de energia este ano impactassem a inflação.

    Os comentários de Antunes sugerem uma mudança de posição a respeito do tema, e sinalizam que o Tesouro está esgotado em sua capacidade de compensar adequadamente as distribuidoras pelos prejuizos causados pelo alto custo da energia das termelétricas.

    Sobre a suposta mudança na metodologia do cálculo do preço spot de energia, o funcionário da Aneel disse que “esta discussão não está na Aneel. E emendou:

    - O spot está no teto e vai continuar lá.”

    Perguntado sobre a hipótese de racionamento e sobre como isso seria feito, Antunes disse: “Esse assunto não se discute.”

    As empresas do setor estão reunidas no Ministério das Minas e Energia em Brasilia para serem comunicadas sobre a decisão.
    Por Lauro Jardim

    Conta mais cara? | Radar on-line - Lauro Jardim - VEJA.com

  2. #2
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    Marina diz que governo busca ‘cabra expiatória’

    Por Paulo Gama
    13/03/14 14:34

    A ex-senadora Marina Silva (PSB) disse nesta quinta-feira (13) que o governo federal encontrou nela uma “cabra expiatória” para justificar o risco de falta de energia e que é uma “simplificação grotesca” a tentativa de responsabilizá-la pelo problema.

    “Primeiro se nega o problema, depois minimiza, depois, quando as evidências colocam o problema e ninguém pode negar, se procura um bode expiatório, ou, agora, uma cabra expiatória.”

    Marina faz referência a fala da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra da Casa Civil, que, segundo o “Correio Braziliense”, disse que a possibilidade de restrição energética tem “grande contribuição da vice de Eduardo Campos”.

    A petista atribuiu a Marina a redução no potencial de geração da energia de usinas hidrelétricas no Rio Madeira, durante o período em que a rival era ministra do Meio Ambiente.

    “O que está sendo dito é que se o Lula não tivesse uma ministra que se preocupasse com índios, com unidades de conservação, com comunidades ribeirinhas, a gente poderia ter feito de qualquer jeito”, afirmou Marina.

    Para a ex-senadora, “é uma simplificação grotesca dizer que uma pessoa, marginal no governo, é responsável por um apagão de energia”.

    Marina rebate Gleisi sobre apag

  3. #3
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    Se as empresas resolvem aplicar o aumento com o teto de 60%, será que vai causar caos e terror nos data centers no Brasil?
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  4. #4
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    Justo agora que fiz uns remanejamentos de gás para eletricidade

    O uso residencial de gás da Comgas sai bem mais caro do que a energia elétrica da Eletropaulo.

    Nos EUA, a IBM tem equipado alguns data centers com miniturbinas a gás e uso do grid apenas em emergências. Aqui nunca ouvi falar de algo parecido em data centers.

    No Rio, o jornal O Globo partiu para ter geração própria de energia elétrica usando gás (na Washington Luis, ao lado da Reduc).

    Inúmeras industrias substituiram óleo combustivel por gás e depois se arrependeram pela escassez e aumentos de preço do produto.

    Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega.
    Última edição por 5ms; 13-03-2014 às 18:34.

  5. #5
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    Aqui em Piracicaba, a instalação da comgas é recente.

    Assim que instalou paguei uma fortuna no gás justamente porque peguei no calorzão feroz...

    Mas em compensação, a luz, agora pago apenas a cada dois meses porque o consumo não deve atingir o minimo no mês.

    Por enquanto eu estou contente com a troca da luz pelo gás...
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  6. #6
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    ELETROPAULO

    Unidade Consumidora faturada pela Tarifa Residencial Plena.

    Bandeiras

    No mês de 01/2014 vigoraria a bandeira amarela, a qual implicaria
    R$ 0,015/kWh de acréscimo ao valor da tarifa, líquido de tributos.

    No mês de 02/2014 vigoraria a bandeira vermelha, a qual implicaria
    R$ 0,030/kWh de acréscimo ao valor da tarifa, líquido de tributos.

    No mês de 03/2014 vigoraria a bandeira vermelha, a qual implicaria
    R$ 0,030/kWh de acréscimo ao valor da tarifa, líquido de tributos.
    Conta Minima (50 Kwh)

    FORNECIMENTO
    CONSUMO X TUSD (VALOR DO kWh)
    50,0 kWh X R$ 0.09120000 4.56
    CONSUMO X TE (VALOR DO kWh)
    50,0 kWh X R$ 0.14724000 7.36

    Composição do fornecimento
    Energia 7.70
    Distribuição 2.87
    Transmissão 0.50
    Encargos 0.85

    PIS/PASEP (0,66%) 0.08
    COFINS (3,06%) 0.37

    ICMS
    isento conforme art. 29, inciso II, letra a, do Anexo I, Decreto 45.490/00.

    COSIP LEI 13.479/02 4.72

    100Kwh

    FORNECIMENTO
    CONSUMO X TUSD (VALOR DO kWh)
    100,0 kWh X R$ 0.09120000 9.12
    CONSUMO X TE (VALOR DO kWh)
    100,0 kWh X R$ 0.14724000 14.72

    Composição do fornecimento
    Não descreve

    PIS/PASEP (0,66%) 0.18
    COFINS (3,03%) 0.84

    ICMS - Lei Estadual 6374 de 01/03/89
    Valor da Nota Fiscal: R$ 32,96 Base de Cálculo R$ 28,24
    Alíquota 12% - Valor R$ 3,38

    COSIP LEI 13.479/02 4.72

    100 Kwh => R$ 32,96 => R$ 0,3296 Kwh => ~US$ 0,132 Kwh

    Average Retail Price of Electricity to Ultimate Customers by End-Use Sector

    EIA - Electricity Data

  7. #7
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    Rombo de R$ 30 bi: custo da má gestão na área da energia

    Enviado por Míriam Leitão -
    14.3.2014
    |
    10h37m
    BOM DIA BRASIL
    Rombo de R$ 30 bi: custo da má gestão na área da energia

    No orçamento deste ano, já estavam previstos R$ 9 bilhões para cobrir a diferença entre o preço e o custo da energia, o mesmo valor do ano passado. E o governo anunciou ontem um socorro de R$ 12 bi, sendo que R$ 4 bi serão do Tesouro e virão de impostos. Sabemos, então, que isso vai acabar batendo no nosso bolso.

    Sobre os outros R$ 8 bilhões: o governo convenceu a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, entidade privada, a pegar um empréstimo nesse valor no mercado e juntá-lo ao “bolo” que será dado às distribuidoras para elas não quebrarem. Elas estão fornecendo energia a um preço mais baixo do que pagam. Esse desequilíbrio está fazendo com que corram riscos.

    Todo esse pacote do governo foi feito não para resolver o problema da energia, mas sim, as consequências da redução do preço que levou desequilíbrios às distribuidoras.

    Para pegar o empréstimo de R$ 8 bi, a Câmara dará como garantia uma carta da Aneel, agência reguladora do setor, dizendo que a tarifa no futuro será usada para pagar essa conta. Veja bem: como esse empréstimo terá juros, a conta vai crescer mais ainda.

    Somando tudo, então, são R$ 9 bi do ano passado, mais R$ 21 bi deste ano (R$ 9 bi do orçamento mais R$ 12 bi do pacote de ontem), o que dá R$ 30 bi. Esse é o custo da má gestão na área da energia.

    O governo tem administrado mal essa questão desde o começo.

    O que foi gasto em 2013 seria colocado na tarifa deste ano, mas o governo empurrou para 2015, depois das eleições, e ainda haverá mais gastos até lá.

    Tudo isso está virando uma bola de neve que baterá no seu, no meu, no nosso bolso.
    Rombo de R$ 30 bi: custo da m

  8. #8
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    Sinal amarelo

    Seca acendeu ‘sinal amarelo’ sobre setor elétrico, reconhece governo

    O secretário-executivo de Minas Energia, Márcio Zimmermann, ressaltou que só há risco de falta de energia se a situação dos reservatórios for pior que em 2001

    19 de março de 2014 | 14h 27

    BRASÍLIA - O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse nesta quarta-feira, 19, que a seca reduziu o nível dos reservatórios das hidrelétricas e fez com que o governo acendesse o "sinal amarelo" no setor elétrico. "É um situação em que se acendeu o sinal amarelo", afirmou, durante audiência na Câmara dos Deputados. "Estamos despachando todas as térmicas."

    Zimmermann reiterou, no entanto, que o sistema elétrico tem equilíbrio estrutural. Segundo ele, "salvo ocorra uma situação pior que a histórica", ou seja, caso chova menos do que a média esperada e os reservatórios não sejam recompostos, o sistema está equilibrado. Segundo ele, o governo acompanha a evolução do nível dos reservatórios das hidrelétricas passo a passo.

    O secretário-executivo disse que o racionamento de energia em 2001 ocorreu devido a um desequilíbrio estrutural no sistema elétrico. Segundo ele, essa não é a situação do País atualmente. "Faltava usina e linha de transmissão. E tivemos uma seca bem menos severa que a atual. Isso é fácil de mostrar, não é discurso", afirmou.

    "O mais importante é estar preparado estruturalmente, pois você aguenta a condição de estresse do sistema. Essa é uma diferença bem clara em 2001. Hoje, podemos discutir com qualquer técnico no Brasil sobre se estamos equilibrados estruturalmente ou não." Segundo Zimmermann, o racionamento foi consequência do modelo implantado na década de 1990, por sugestão de uma consultoria inglesa, que não permitia que as estatais investissem, embora o sistema fosse totalmente estatal.

    "Num país em desenvolvimento, você não pode relaxar, porque o consumo per capita de energia é muito pequeno, mas vai aumentando conforme novas indústrias são construídas", afirmou. "Enquanto um país europeu está deitado em berço esplêndido, porque a flutuação no consumo de energia é mínima, no Brasil não dá para brincar."

    Zimmermann disse que o modelo do sistema elétrico foi alterado para dar condições de atração dos investidores privados. O secretário disse que as usinas passaram a ser feitas com o modelo de project finance, e os contratos de compra e venda de energia das geradoras com as distribuidoras passaram a ser usados como garantia para os financiamentos tomados com os bancos.

    Subsídio. O secretário-executivo reiterou que o governo não subsidia as tarifas de energia elétrica. "Está sendo erradamente tratado como subsídio. Não demos subsídio, pelo contrário. Tiramos subsídios", afirmou.

    Zimmermann disse que a conta de energia elétrica no País era uma das mais caras do mundo porque ela continha encargos que subsidiavam programas sociais, como o Luz para Todos. "Várias políticas importantes são responsabilidade da sociedade como um todo, e estavam sendo pagas pelo consumidor de energia. E esses encargos foram tirados da conta", afirmou. "O preço da energia tinha chegado a valores absurdos por causa dos encargos." Segundo o secretário, os R$ 9 bilhões reservados do Orçamento da União para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) servirão para pagar essas despesas.
    http://economia.estadao.com.br/notic...o,179966,0.htm

    As chuvas de março, tão ansiosamente aguardadas, não vieram no Sudeste, Centro-Oeste, Sul e Nordeste – pelo menos não vieram na quantidade desejada para virar o jogo da estiagem de janeiro e fevereiro.

    O subsistema Sudeste, o mais importante, teve uma queda expressiva de 0,14% em somente um dia (de 35,86% para 35,72%). E o que isso significa?

    Significa que falta somente 1,19 ponto percentual para que os níveis dos reservatórios do Sudeste atinjam o nível registrado em 31 de março de 2001, que foi de 34,53%. Na ocasião, três meses, depois, o governo FHC foi obrigado a decretar o racionamento de energia.

    Na primeira quinzena do mês, os reservatórios registram uma situação preocupante quando comparados ao volume observado no mesmo período do ano passado.

    Aos números:

    No Sudeste/Centro-Oeste, os reservatórios estão 27% mais vazios que no mesmo período de 2013 (quando, cabe ressaltar, o nível já era baixo).

    Na região Sul, estão 17% mais baixos. No Norte, 0,3% mais vazios. Apenas no Nordeste os reservatórios estão num nível superior do mesmo período de março de 2013. Mesmo assim, apenas 0,1% a mais.

    A solução será continuar a ligar as termelétricas a todo o vapor para que haja energia elétrica nas casas, postes e fábricas. Até quando o sistema aguenta?

    Por Lauro Jardim
    Situa

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