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  1. #1
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    Energia elétrica: Racionamento à vista

    Para evitar problemas durante os jogos do mundial, o governo instalou duas subestações de energia elétrica em cada um dos 12 estádios que receberão os jogos, informou Lobão, destacando que não há risco de apagões durante o torneio.

    O ministro disse ainda que a demanda de energia não deve atingir picos durante a Copa do Mundo porque empresas e fábricas devem paralisar suas atividades nos horários dos jogos.

    Ao contrário dos últimos meses, em que garantia zero risco de faltar energia no País, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, mudou o discurso. Em entrevista ao Wall Street Journal, ele admitiu, pela primeira vez, a hipótese de o governo lançar uma campanha para encorajar a população a reduzir o consumo de energia elétrica, voluntariamente. A medida pode ajudar a garantir que não exista quaisquer cortes de energia durante a Copa do Mundo.

    Segundo ele, se as chuvas não aumentarem em abril ou maio, os reservatórios das hidrelétricas podem ficar comprometidos. O ministro disse que não deve haver nenhum racionamento de energia, o que poderia ser um dor de cabeça para a presidente Dilma Rousseff em um ano em que o Brasil sedia a Copa do Mundo e ela se prepara para a campanha de reeleição.

    ...

    Alguns analistas sugerem que o governo está atrasado e que deveria tomar medidas mais cedo, em vez de esperar por abril ou maio. Lobão disse, no entanto, que o governo não quer começar um "programa de eficiência energética" até que seja absolutamente necessário, para evitar a propagação do medo de escassez real de energia. Agir agora "poderia ser entendido como o despertar do racionamento", disse o ministro.

    Lobão afirmou também que o governo optou por não elevar os preços da energia neste ano porque não se sabe quanto de dinheiro extra será necessário para cobrir os custos da ligação das térmicas. O ministro negou que a decisão de não ajustar as contas teve caráter político e disse que os valores terão de subir em 2015.

    http://economia.estadao.com.br/notic...a,180629,0.htm

    Num único trimestre o risco de racionamento de energia elétrica passou de "zero", em janeiro, como afirmou o ministro Edison Lobão, do Ministério de Minas e Energia (MME), para "baixíssimo", em fevereiro, evoluindo para "baixo", no início de março, segundo o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. Para o governo, o "sinal amarelo" já acendeu, admitiu o secretário executivo do MME, Márcio Zimmermann, em audiência pública na Câmara dos Deputados.

    É preocupante um serviço público que depende de investimentos de longo prazo, e tem um alto grau de previsibilidade, apresentar tal reversão de expectativas, em tão curto lapso de tempo.
    http://www.estadao.com.br/noticias/i...,1143357,0.htm
    Última edição por 5ms; 28-03-2014 às 12:11.

  2. #2
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    Mais realismo

    Pela primeira vez, o Banco Central (BC) admite que a política de preços dos combustíveis e da energia elétrica, imaginada como recurso (populista) para evitar inflação, na verdade, produz inflação.

    Isso está dito na página 77 do Relatório de Inflação divulgado ontem: "Os preços administrados encontram-se desalinhados, em patamares baixos". E mais adiante: "O Copom entende que uma fonte relevante de risco para a inflação reside no comportamento de expectativas impactadas (...) pelas incertezas que cercam a trajetória de preços com grande visibilidade, como o da gasolina e o de alguns serviços públicos, como eletricidade".

    Em outras palavras, o BC adverte que, diante da falta de firmeza nas regras que cercam os preços administrados (cujo reajuste depende de decisão do governo), os fazedores de preços se adiantam em remarcações defensivas e, assim, ajudam a produzir inflação.

    O BC reprojetou para cima o avanço dos próprios preços administrados (25% da economia), que cresceram somente 1,5% em 2013, quando a inflação foi de 5,9%, e deverão crescer apenas 5,0% neste ano, quando a inflação será de pelo menos 6,1%. Portanto, além de não tirar o atraso de 2013, os preços administrados aumentarão seu atraso em 2014. Ou seja, sobrará uma herança maldita para quem ocupar a chefia do governo em 2015.

    Outro choque de preços denunciado pelo Relatório de Inflação é o impacto dos custos salariais. Este não é fator novo. Nova é apenas a ênfase das advertências do BC. A inflação dos salários é de 9%, "nível muito, muito elevado" acrescentou ontem o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo. Ele, no entanto, espera que esse custo seja moderado nos próximos meses.

    No entanto, a maior preocupação que permeia o Relatório de Inflação é a dificuldade encontrada pelo BC para controlar a alta de preços depois de uma luta que já dura 11 meses e de uma puxada acumulada nos juros básicos (Selic) de 3,5 pontos porcentuais, para 10,75% ao ano.

    Embora tenha se esforçado para recuperar credibilidade, o BC é também responsável (embora não o reconheça) pela enorme resistência da inflação. Em primeiro lugar, dispôs-se a derrubar artificialmente os juros entre julho de 2011 e outubro de 2012. Em segundo, continua tolerante com a flácida política fiscal do governo federal. Chegou a passar meses denunciando em seus documentos o "balanço excessivamente expansionista das contas públicas", mas desde agosto de 2013, sem que nada de substancial tivesse mudado e sem justificativas convincentes, passou a repetir o mantra de que "se criam condições para que o balanço do setor público se desloque para a zona de neutralidade no horizonte relevante da política monetária".

    Não foi o que disse, por exemplo, a Standard & Poor's na última terça-feira, quando rebaixou a nota de risco da dívida brasileira. E, decididamente, não é essa a percepção dos agentes econômicos cuja expectativa o BC busca conduzir.

    Em todo caso, há mais realismo nas avaliações do BC, que contribuem para duas coisas: para justificar as estocadas nos juros em abril e maio e para a expressiva recuperação da credibilidade do presidente Alexandre Tombini que, aparentemente, move suas peças para credenciar-se a ocupar o Ministério da Fazenda do próximo governo.
    http://www.estadao.com.br/noticias/i...,1146127,0.htm

  3. #3
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    Perigo de racionamento: governo já prevê um abril com menos chuvas

    Abril começa com previsões sombrias para a área de energia elétrica feitas pelos órgãos oficiais.

    De acordo com o ONS, somente no Nordeste a previsão é mais águas entrando nos reservatórios em comparação ao mês de março. No resto, incluindo os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste, que representam 70% da capacidade do sistema, vai piorar. Abril era a última esperança: é o final da estação chuvosa.

    Como fazer para reverter a trágica situação em tempos de seca ninguém sabe – até por que é um caso sem solução. O racionamento, assim, fica cada vez mais perto dos brasileiros.

    Por Lauro Jardim
    http://veja.abril.com.br/blog/radar-...-menos-chuvas/

  4. #4
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    Para seleto grupo, escassez de energia resulta em ganho de R$ 9 bi

    Enquanto o governo federal faz malabarismos para financiar as perdas bilionárias das distribuidoras de energia com a estiagem, um grupo seleto de agentes do setor elétrico contabiliza mês a mês ganhos extraordinários com o preço da energia, que chegou a 822 de reais o Megawatt-hora (MWh) em fevereiro. O valor movimentado nos dois primeiros meses do ano já chega a quase 9 bilhões de reais.

    ...

    Em janeiro, o chamado PLD (Preço da Liquidação das Diferenças), que reflete o custo do mercado à vista, foi de 370 reais o MWh. Saltou para 822 reais em fevereiro e o número se repetiu em março, o que significa que outros 6 bilhões de reais devem ser contabilizados. Assim, em apenas três meses 15 bilhões de reais vão mudar de mãos no mercado de energia.

    ...

    Em janeiro, que é o único mês do ano com os dados já informados aos agentes, dos 2,8 bilhões de reais movimentados, a Cesp e a Cemig receberam por volta de 240 milhões de reais cada uma, equivalentes a uma média de 1000 MW. O BTG Pactual e a Tractebel receberam cerca de 120 milhões de reais cada. Essas companhias ganharam porque têm energia em seu portfólio que não foi vendida e por isso são liquidadas a PLD.

    ...

    No ano passado, o governo tentou resolver o problema com um leilão de energia, mas teve pouca oferta em função do preço teto de 190 de reais em contrato de um ano. As geradoras e comercializadoras com energia disponível avaliaram que o preço estava baixo e acertaram. Em dois meses, ganharam mais do que se tivessem vendido a energia no preço-teto do leilão.
    http://veja.abril.com.br/noticia/eco...de-r-9-bilhoes
    Última edição por 5ms; 31-03-2014 às 14:24.

  5. #5
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    Geração própria de energia ainda depende de 'boa vontade' do governo

    A escassez de chuvas parece não dar trégua. Nove entre dez técnicos do setor elétrico garantem que o mês de abril trará poucas mudanças aos níveis dos reservatórios e o ministro de Minas e Energia Edison Lobão admitiu temer a falta de luz no período da Copa do Mundo. O impacto da conjuntura ruim e das falhas de planejamento do setor poderia ser menor para a população se fontes alternativas de energia estivessem ao alcance de todos. As chamadas redes inteligentes, ou smart grids, são amplamente difundidas na Europa e permitem que as famílias controlem de maneira mais eficiente seus gastos com eletricidade — e, em alguns casos, possam até mesmo gerar a própria energia e vender o excedente ao sistema. No Brasil, disponibilizar tal solução está a cargo das distribuidoras. Contudo, para que invistam na tecnologia, seria necessário um plano de integração entre as redes que só o governo poderia elaborar — mas não o faz.

    Em momentos de crise, soluções alternativas, como biomassa, energia solar e eólica podem evitar uma pane, embora a matriz energética do país seja hidrelétrica e não exista qualquer perspectiva de mudança nesse cenário - ainda mais quando se leva em conta que o Brasil possui 13% de toda a água doce do mundo. Mesmo assim, o ideal seria uma combinação entre todas as diferentes gerações de energia. As redes inteligentes poderiam funcionar como um sistema de contingência doméstico de energia limpa, sepultando o uso das termelétricas, que custam muito para o estado e são altamente poluentes.

    Tais redes são compostas por um medidor, um gerador residencial, que pode ser solar ou eólico, e um sistema que o conecta a todos os aparelhos da casa e também à rede distribuidora. A vantagem é que o consumidor pode identificar em tempo real quais equipamentos gastam mais energia e quais hábitos precisam ser mudados. A distribuidora, dispondo de dados a todo instante sobre o consumo das residências, consegue identificar falhas rapidamente e distribuir a energia de maneira mais eficaz, reduzindo perdas. “Quando uma rede inteligente é montada com base na distribuição, é possível ter informações em tal nível de detalhamento que nem mesmo o Operador Nacional do Sistema Elétrico teria acesso”, diz Hussein Keshavjee, diretor executivo de Energia da Indra no Brasil, empresa que desenvolve softwares voltados para a eficiência energética. A matriz energética.

    Entraves - Um grupo de trabalho formado pelos Ministérios do Desenvolvimento, das Telecomunicações, do Planejamento e da Defesa, junto com associações do setor, discute desde 2012 um projeto de inserção de soluções de microgeração de energia renovável nas residências. Mas as conversas resultaram apenas em projetos pilotos elaborados pelo setor privado — e trabalhos acadêmicos. As distribuidoras, as mais interessadas em investir na tecnologia, se encontram no centro da crise energética, requerendo ajuda do governo para conseguir fechar suas contas. Segundo a Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), as companhias teriam de investir, no mínimo, 46 bilhões de reais na troca de medidores comuns por medidores inteligentes em todas as residências. “A questão é quem vai arcar com essa conta”, questiona Carlos Vinícius Frees, da Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). As companhias teriam de repassar a conta dos investimentos ao consumidor por meio de reajuste tarifário nos anos seguintes. O problema, segundo especialistas, é que as mudanças de regras no setor anunciadas pela presidente Dilma deixaram as empresas receosas em aportar quantias vultosas sem a certeza de ressarcimento.

    Outro entrave está na regulação. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ainda não homologou todos os modelos de medidores adaptáveis ao sistema mais moderno. Desta forma, a legislação não avança e os benefícios da rede inteligente não podem ser percebidos. O preço também inibe a adesão. Para instalar uma turbina eólica, os investimentos para uma família de quatro pessoas podem chegar a 20.000 reais. Há ainda o chamado inversor, usado para adaptar a energia à fiação elétrica, que custa cerca de 8.000 reais. No caso da geração solar, o gerador custa cerca de 15.000, enquanto o inversor não sai por menos de 6.000 reais. Levando em conta que a microgeração consegue compensar entre 50% e 80% do consumo total de energia de uma residência, o retorno pode demorar a chegar. “Estimamos de 10 a 12 anos para a geração eólica e de 2 a 20 anos para a solar”, afirma Luiz Cezar Pereira, diretor da Enersud, empresa que fabrica e vende turbinas eólicas.

    O engenheiro mecânico Euler Cruz instalou há três meses painéis solares em sua residência em Belo Horizonte (MG) e já produziu energia suficiente para reduzir de 100 para 26 reais sua conta de luz. Com o excedente gerado, ele garante que poderá reduzir a conta de outras duas casas em seu nome – uma possibilidade prevista em lei. Sua primeira experiência com geração própria foi a instalação de um sistema fotovoltaico para aquecer a água do chuveiro. “Também tenho uma caixa d’água que acumula até 6 mil litros de água da chuva. Enquanto vejo a situação dos reservatórios de água e do sistema elétrico, penso que estou mais seguro”, afirma. Para montar seu sistema de geração, Cruz desembolsou 19.000 reais.

    Exemplo europeu - Enquanto o Brasil ainda patina no planejamento energético e na criação de incentivos à microgeração, países europeus dependentes da energia a gás, altamente poluente, resolveram transformar as redes inteligentes em políticas de governo. O Reino Unido começou em 2009 um amplo programa de instalação de medidores inteligentes de energia elétrica e gás em todas as residências e em grande parte dos estabelecimentos comerciais. A substituição de 47 milhões de aparelhos, com previsão de conclusão em 2020, consumirá 8,6 bilhões de libras (33,20 bilhões de reais). A meta é que, até 2050, toda a energia elétrica do Reino Unido seja gerada a partir de fontes limpas, segundo o Plano de Transição para o Baixo Carbono. Isto significa uma redução de 80% nas emissões. O objetivo é que o valor investido se transforme em benefícios da ordem de 14,6 bilhões de libras (55,9 bilhões de reais) para a população durante os 20 anos seguintes. Comparar tais números com o Brasil soa até mesmo piada. Há apenas 85 medidores inteligentes distribuídos em todo o país.

    Apesar do atraso regulatório e da falta de incentivos, as redes inteligentes serão realidade para os brasileiros cedo ou tarde, conclui Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil. “Smart grid não é uma nova ‘ciência’, mas sim o uso conjugado de tecnologias que estão disponíveis no Brasil, como os equipamentos de medição eletrônica, a tecnologia da informação e das telecomunicações”, explica. O governo, contudo, prevê — sabe-se lá quando — o desenvolvimento de tecnologia local, e não a adaptação de aparelhos produzidos no exterior — o que pode retardar um pouco mais o processo. Eduardo Soriano, técnico do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, afirma que “tropicalizar” as soluções não é uma opção viável. “É preciso desenvolver localmente os sistemas para se adequar às necessidades brasileiras, sem correr o risco de transformá-los numa jabuticaba”, diz. Difícil é acreditar.
    http://veja.abril.com.br/noticia/eco...ade-do-governo

  6. #6
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    Resumindo:

    ...

    Um grupo de trabalho formado pelos Ministérios do Desenvolvimento, das Telecomunicações, do Planejamento e da Defesa, junto com associações do setor, discute desde 2012 um projeto de inserção de soluções de microgeração de energia renovável nas residências. Mas as conversas resultaram apenas em projetos pilotos elaborados pelo setor privado — e trabalhos acadêmicos.

    ...

    Para instalar uma turbina eólica, os investimentos para uma família de quatro pessoas podem chegar a 20.000 reais. Há ainda o chamado inversor, usado para adaptar a energia à fiação elétrica, que custa cerca de 8.000 reais. No caso da geração solar, o gerador custa cerca de 15.000, enquanto o inversor não sai por menos de 6.000 reais. Levando em conta que a microgeração consegue compensar entre 50% e 80% do consumo total de energia de uma residência, o retorno pode demorar a chegar. “Estimamos de 10 a 12 anos para a geração eólica e de 2 a 20 anos para a solar”, afirma Luiz Cezar Pereira, diretor da Enersud, empresa que fabrica e vende turbinas eólicas.

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  7. #7
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    Tudo sob controle?



    Situação crítica

    Para que o leitor tenha uma ideia precisa da gravidade da situação do setor elétrico, enquanto ontem o nível dos reservatórios do Sudeste (70% da capacidade geradora do Brasil) estava em 36,3%; no mesmo dia em 2013, que foi um ano para lá de crítico em termos de chuvas, o percentual estava em 54,7%.


    Por Lauro Jardim

  8. #8
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    A fonte de energia elétrica do país não pode ser apenas as hidrelétricas.
    Outro fator também seria mais hidrelétricas, aqui na Região Norte esta abundantes as Chuvas, mas tem poucas usinas.
    A maior Tucuruí, mas tem um percentual pequeno no volume total gerado no país, vai aumentar a capacidade do Norte na colaboração daqui alguns anos com Belo Monte. Mas... Obra bem lenta por sinal.

  9. #9
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    Racionamento em 2014? Só depois das eleições, imagina o governo



    Sem munição para os adversários

    Nas discussões internas da campanha de Dilma Rousseff o fantasma do racionamento é afastado com uma lógica cruel: se for inevitável, só virá em novembro, depois das eleições.

    Por Lauro Jardim

    Na mesma coluna Radar:

    Se Dilma Rousseff conseguir a coligação que imagina (PT, PMDB, PTB, PSD, PDT, PCdoB, PR, Pros, PRB, PP e PMN), terá 15m25 dos 25 minutos diários de propaganda. Aécio Neves (PSDB, DEM, Solidariedade) teria 4 minutos e Eduardo Campos (PSB e PPS) 1m23
    Última edição por 5ms; 06-04-2014 às 10:29.

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