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  1. #1
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    Estudantes brasileiros ficam entre os últimos em teste de raciocínio

    O Brasil decepcionou mais uma vez no Pisa, avaliação internacional que mede competências de alunos em diferentes nações. A educação brasileira amargou o 38.º lugar em uma lista de 44 países, de acordo com o resultado divulgado nesta terça-feira, 1.º, pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Tradicionalmente voltado para Leitura, Matemática e Ciências, pela primeira vez o Pisa mediu a capacidade de estudantes de 15 anos em resolver problemas mais complexos de lógica e raciocínio. No topo do ranking ficaram países asiáticos como Cingapura, Coreia do Sul e Japão. Já entre os últimos colocados, estão Uruguai, Bulgária e Colômbia.

    O resultado do Brasil, de 428 pontos, ficou abaixo da média da OCDE, que era de 500 pontos. O Pisa também mediu distorções regionais nas habilidades dos estudantes. Enquanto a Região Sudeste do País teve 447 pontos, o Nordeste registrou apenas 393. O Norte teve o pior índice entre os brasileiros, com 383 pontos, abaixo no ranking global apenas de algumas regiões dos Emirados Árabes Unidos.

    Apesar do resultado fraco, o desempenho dos alunos brasileiros foi superior ao que eles mesmo esperavam no teste. As maiores distorções entre a expectativa e o resultado aconteceram com os estudantes da Bulgária, Xangai (China) e Polônia, que foram bem abaixo do que imaginavam.

    O teste, que avalia as chamadas habilidades não-cognitivas, mediu a capacidade de explorar e compreender as informações, pensar representações gráficas, planejar e executar metas, além de monitorar e refletir sobre o desempenho. O relatório da OCDE mostrou que o currículo das escolas e a formação dos professores são essenciais no desenvolvimento desse tipo de competência.
    http://www.estadao.com.br/noticias/v...,1147710,0.htm

  2. #2
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    Asian countries dominate global education assessment test: Pisa

    Instead of testing theoretical knowledge, the problem-solving tests examined how students could use their knowledge in practical situations


    New Delhi: Asian countries led by Singapore took the top seven spots in the latest Programme for International Student Assessment (Pisa) report on problem solving capability among 15-year-old students, released by the Organization for Economic Co-operation and Development (OECD) on Tuesday.

    “Students from Singapore and (South) Korea have performed best in the first OECD Pisa assessment of creative problem-solving. Students in these countries are quick learners, highly inquisitive and able to solve unstructured problems in unfamiliar contexts,” said the report, covering 44 countries and regions.

    Japan came third, followed by Macao and Hong Kong—both of which are Chinese autonomous regions—the Chinese metropolis of Shanghai, and Taiwan. England took the 11th place and the US the 18th.

    India did not participate in the Pisa study.

    Instead of testing theoretical knowledge, the problem-solving tests examined how students could use their knowledge in practical situations. Some 85,000 students from 44 locations took the computer-based test, involving real-life scenarios, to measure the skills young people will use when faced with everyday problems, the report said.

    Pisa is considered an international yardstick for assessment of 15-year-old or secondary students in several countries.

    Across OECD countries, 11.4% of 15-year-old students are top performers in problem solving. Top performers attain proficiency Level 5 or 6 in problem solving, meaning that they can systematically explore a complex problem scenario, devise multi-step solutions that take into account all constraints, and adjust their plans in light of the feedback received.

    In Singapore, Korea and Japan more than 20% of students achieve this level, while more than one in six students perform at Level 5 or above in Hong Kong, Taiwan and Shanghai Canada (17.5%) and Australia (16.7%). By contrast, in Montenegro, Malaysia, Colombia, Uruguay, Bulgaria and Brazil, fewer than 2% of students perform at Level 5 or 6, found the report.

    “Today’s 15-year-olds with poor problem-solving skills will become tomorrow’s adults struggling to find or keep a good job,” said Andreas Schleicher, acting director of education and skills at OECD, in a statement. “Policymakers and educators should reshape their school systems and curricula to help students develop their problem-solving skills which are increasingly needed in today’s economies.”​

    The problem solving assessment was conducted along with the regular Pisa assessment on mathematics, reading and science knowledge in 2012. Out of the 65 economies, who participated in the Pisa rankings, 44 took part in the problem solving assessment test. In the regular Pisa ranking of 2012 published in December 2013, Shanghai had come out on top.

    India participated in the 2009-10 Pisa rankings for the first and last time, when it was ranked 73rd among 74 participating economies.
    http://www.livemint.com/Politics/rw6...nt-test-P.html
    Última edição por 5ms; 01-04-2014 às 17:44.

  3. #3
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    And The World's Best Problem-Solvers Are...

    American students are barely above the average of 44 countries and economies in problem-solving skills, far behind teens in Asia, according to the first international test of that attribute in 15-year-olds.


    U.S. teens on average earned a score of 508 on the Programme for International Student Assessment -- Creative Problem Solving test, between top-ranked Singapore's 562 and bottom-ranked Colombia's 399. The PISA results, released Tuesday, put U.S. students in the middle of the pack, hardly supporting the American workforce reputation for creativity.

    PISA is an international test for 15-year-olds that has been administered in reading, math, and science since 2000. The Organisation for Economic Co-Operation and Development -- the Paris-based group behind the test -- administered the computer-based problem-solving test for the first time in 2012 in response to a job market that increasingly demands what the group called "non-routine analytic" and "non-routine personal tasks."


    "This is the reason why the countries that participated in PISA decided this was an important area," said Pablo Zoido, an OECD analyst.


    The U.S. performed higher than 28 countries. The U.S. ranked from 12th to 21st place -- the rank is imprecise because of the lack of statistical significance separating mid-pack performers -- with results close to Austria, the Czech Republic, Estonia, France, Germany, the United Kingdom and Italy. Singapore, Korea and Japan came out on top, followed by
    China, Finland, Canada and Australia. Colombia and Bulgaria were lowest.


    American students fared particularly well on "interactive" questions, which "require students to uncover useful information by exploring the problem situation and gathering feedback on the effect of their actions," according to the test results. That means U.S. students can "tolerate doubt and uncertainty, and dare to use intuitions to initiate a solution," according to the results.
    http://www.huffingtonpost.com/2014/0...n_5066568.html
    Última edição por 5ms; 01-04-2014 às 17:53.

  4. #4
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    É isso aí. O governo brasileiro vai proibir propaganda para dimenor porque ... são estúpidos.

    Parabéns PT, pela educação de bosta, pela herança maldita que deixará.

    /rant
    Última edição por 5ms; 01-04-2014 às 18:01.

  5. #5
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    Hahah. Eu ri com isso. Os EUA estão na posição de manda-chuva do mundo, mas não são os mais qualificados para isso, pelo que mostra o ranking.
    Ainda assim, eles ditam regras. Não tem jeito, nenhum governo resolve problemas de verdade, só criam.
    Alexandre Silva Hostert

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  6. #6
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    A diferença é que lá reconhecem, discutem, e resolvem os problemas.

    put U.S. students in the middle of the pack, hardly supporting the American workforce reputation for creativity.

  7. #7
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    Contraste

    No Brasil ...

    Maioria do STF veta doação eleitoral de empresas

    Por seis votos a um, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quarta-feira pela inconstitucionalidade das doações de pessoas jurídicas para campanhas eleitorais e partidos políticos. O julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Até agora, votaram contra o repasse de empresas Luiz Fux (relator), José Dias Toffoli, Roberto Barroso, Joaquim Barbosa, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski.

    ...

    Nesta quarta-feira, o ministro Teori Zavascki, que havia interrompido a análise do caso no final de 2013, foi o único que votou pela manutenção das doações de empresas. Para ele, a proibição dos repasses feitos pelas grandes companhias não acabará com mazelas do sistema eleitoral brasileiro, especialmente com o caixa dois.

    “Não nos iludamos porque o problema da abusiva interferência do poder econômico nas campanhas eleitorais não está no marco normativo, mas em seu sistemático descumprimento. Não é a norma, mas seu descumprimento que propicia fenômenos como os chamados – eufemisticamente – de recursos não contabilizados”, disse Zavascki.

    Na sessão plenária de hoje, Zavascki questionou o entendimento dos votos anteriores, segundo os quais o financiamento privado colocaria em xeque a soberania popular ou o direito de cada eleitor à cidadania, e afirmou que, em vez de se proibir que empresas façam doações a partidos, o Judiciário deve fiscalizar abusos cometidos por partidos e candidatos. “A solução não é eliminar a norma, mas estabelecer e aplicar mecanismos de controle e sanções. Não se pode promover campanhas sem suporte financeiro. O que a Constituição combate é a influência econômica abusiva que compromete normalidade e a legalidade das eleições. É o abuso, e não o uso."

    Zavascki defendeu ainda que sejam impostos limites às doações políticas, mas afirmou que essa atribuição cabe ao Congresso Nacional, e não ao STF. “Não há duvida que se deve estabelecer o adequado de marco normativo, mas só isso não é suficiente para coibir as violações entre política e dinheiro. É preciso que normas sejam cumpridas e as punições, aplicadas, se for o caso. Talvez aqui, mais do que [a inconstitucionalidade do] marco normativo, seja a fonte principal o desrespeito das normas e a impunidade dos responsáveis”, disse.

    http://veja.abril.com.br/noticia/bra...al-de-empresas
    No mesmo dia, nos EUA ...

    Politicians Can Now Hit Up Rich People for Even More Money



    In exciting news this morning for rich tech titans (and others) yearning to write bigger checks to political candidates, the Supreme Court struck down limits on the total amount of money donors can give to political candidates.

    In a narrow 5-4 decision, the Supreme Court threw out the limits, saying that they were a violation of free speech rights. The court’s conservative justices wrote the majority opinion, with Chief Justice John Roberts arguing that contribution limits were an unfair restriction on donors’ free speech rights.

    “Money in politics may at times seem repugnant to some, but so too does much of what the First Amendment vigorously protects,” Roberts wrote in the decision.

    The decision does not strike down caps on contributions to individual candidates, just overall donations. But it means that donors won’t face limits to the number of federal candidates to whom they would be able to make contributions. Donors were previously limited to contributing $123,200 to federal candidates during a two-year contribution cycle.

    The court had previously tossed limits on contributions to so-called super PACs and other independent political groups which can run ads to help candidates even if they can’t coordinate their efforts.

    Campaign finance activists blasted the decision, saying it give the rich an even greater influence over American politics than they already have.

    The Supreme Court’s “Citizens United” ruling four years ago opened up the floodgates for unlimited spending in our elections, and now it might as well have tied a big bow around Congress and deliver it to the 1%,” said the Sunlight Foundation, an open government advocacy group, in a statement.

    The decision is likely to be particularly helpful to federal political party committees since it frees them to solicit larger donations from deep-pocketed individuals.

    http://recode.net/2014/04/02/politic...en-more-money/

  8. #8
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    O quadro negro da educação

    O Estado de S.Paulo

    O Brasil voltou a sair-se mal no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, em inglês), um levantamento comparativo promovido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) desde 2000, com o objetivo de medir e comparar o quanto e como os países participantes preparam seus jovens para uma vida adulta produtiva. Há quatro meses, a entidade divulgou a classificação geral da edição de 2012, mostrando que, num ranking de 65 países, o Brasil ficou na 55.ª posição em leitura, no 58.º lugar em matemática e na 59.ª colocação em ciências. A diferença em relação aos alunos mais bem classificados - da província chinesa de Xangai - foi de mais de 200 pontos, o equivalente a cinco anos escolares.

    Com base no mesmo levantamento, a OCDE agora está divulgando um estudo específico sobre a capacidade dos estudantes de resolver problemas práticos da vida cotidiana e, num ranking de 44 países, o Brasil ficou na 38.ª colocação - à frente apenas da Malásia, Emirados Árabes Unidos, Montenegro, Uruguai, Bulgária e Colômbia. Os estudantes de Cingapura, da Coreia do Sul e de algumas províncias chinesas ficaram nas primeiras posições do ranking, seguidos por canadenses e europeus.

    A amostra é de alunos de 15 anos matriculados nas séries correspondentes à sua idade - o final do ensino fundamental e o início do ensino médio. Aplicado a cada três anos, o Pisa testa os conhecimentos das três disciplinas escolares básicas - linguagem, matemática e ciências - de mais de 500 mil alunos nessa faixa etária, em 34 países considerados desenvolvidos e em outros 31 convidados, como é o caso do Brasil. Os testes são formulados para aferir habilidades essenciais para o sucesso dos alunos na escola, no mercado de trabalho e na vida econômica. A edição de 2012 do Pisa enfatizou, basicamente, a matemática.

    Segundo o estudo divulgado esta semana, enquanto a média dos alunos dos países da OCDE ficou em 500 pontos, a dos brasileiros foi de 428 pontos. O relatório também mostra que 47,3% dos estudantes brasileiros tiveram um desempenho ruim, ficando na última categoria, a dos chamados "poor performers", e apenas 1,8% conseguiu solucionar problemas de matemática complexos, integrando o grupo de elite - o dos "top performers". Esses números mostram que a maioria esmagadora dos estudantes brasileiros sai do ensino fundamental sem saber o mínimo necessário para resolver questões simples do dia a dia.

    Em comparação, na Coreia do Sul, 27,2% dos estudantes ficaram na categoria "top" e apenas 6,9% na categoria "poor". Na América Latina, o país que alcançou resultados mais expressivos foi o Chile, com menos estudantes do que o Brasil nas categorias mais baixas, mas sem formar um número significativo de alunos capazes de integrar o pelotão de elite.

    O estudo sobre a capacidade dos estudantes de lidar com informações e problemas práticos da vida cotidiana só confirma o que a OCDE havia apontado no relatório geral divulgado em dezembro. Segundo ele, 2 em cada 3 alunos brasileiros de 15 anos não conseguem interpretar situações que exigem somente deduções diretas de uma informação dada, entender porcentuais ou frações e usar informações de uma tabela ou de um gráfico para calcular uma média ou tendência.

    Estudos comparativos da qualidade internacional da educação são importante fonte de informações para a elaboração de diagnósticos, definição de prioridades e formulação de políticas públicas. Desde a criação do Pisa, muitos países utilizam seus resultados para reformar seus sistemas de ensino. É o caso da Polônia, que ganhou posições nas últimas avaliações, depois de ter investido em educação básica e formação de professores. Em contraste, o Brasil ainda não conseguiu aprovar o Plano Nacional de Educação, que define as metas que o País deve atingir entre 2010 e 2020. A tramitação é tão morosa que o plano corre o risco de ser aprovado nos anos finais de sua vigência. Isso mostra por que o Brasil tem ficado nas últimas colocações nos rankings do Pisa.
    http://www.estadao.com.br/noticias/i...,1149215,0.htm

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