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  1. #1
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    Energia elétrica aumenta 14% em MG e 16% em SP

    O reajuste praticamente zera o desconto de cerca de 20% dado pelo governo


    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou nesta segunda-feira o aumento de 14% na conta de luz para os consumidores residenciais da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que atende 8 milhões de residências. A agência também permitirá o reajuste de 16,5% para os clientes residenciais da CPFL Paulista, empresa do grupo CPFL Energia, que atende 4 milhões de consumidores em 234 municípios de São Paulo - a capital é atendida pela AES Eletropaulo e a revisão está prevista para julho.

    A Aneel autorizou também um reajuste de 11% na tarifa de energia para residências da Centrais Elétricas Matogrossenses (Cemat). Com cerca de 1 milhão de consumidores Centro-Oeste, a Cemat está sob intervenção da Aneel desde agosto de 2012, junto com outras sete empresas do Grupo Rede - o controle inclui as distribuidoras Celtins (TO), Enersul (MS), Companhia Força e Luz do Oeste (PR), Caiuá (SP), Bragantina (SP/MG), Vale Paranapanema (SP) e Nacional (SP). O Grupo Rede, do empresário Jorge Queiroz Júnior, atingiu uma dívida total de quase 6 bilhões de reais, sendo 2 bilhões de reais da Cemat.

    O reajuste praticamente zera o desconto de cerca de 20% dado pelo governo na época do pacote do setor elétrico em 2012. Ainda que o fato de haver altas anuais esteja dentro da normalidade, a disparada porcentual foge do padrão para o setor elétrico. Para se ter uma ideia, no ano passado o reajuste da Cemig foi de 5%, enquanto o da CPFL foi, na verdade, uma redução de 1,5% na conta de luz.

    Os reajustes foram anunciados na tarde desta segunda-feira pela agência reguladora e estavam previstos no calendário anual de revisão do preço da energia. Os reajustes valerão a partir desta terça-feira.
    http://veja.abril.com.br/noticia/eco...-mg-e-16-em-sp

  2. #2
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    Eu acho que depois das eleições, vamos pagar uma conta bem alta huhauahuahau vai vir tudo acumulado, os 20 centavos do busão, a energia que precisa de combustivel p/ não faltar luz em casa, a agua que acabou e estão fazendo aquele trampo p/ pegar a rapa no fundo da lagoa (em São Paulo), todo o custo de policiais para copa e por ai vai huahuahuahuahuahauhauha
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  3. #3
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    Citação Postado originalmente por chuvadenovembro Ver Post
    Eu acho que depois das eleições, vamos pagar uma conta bem alta huhauahuahau vai vir tudo acumulado, os 20 centavos do busão, a energia que precisa de combustivel p/ não faltar luz em casa, a agua que acabou e estão fazendo aquele trampo p/ pegar a rapa no fundo da lagoa (em São Paulo), todo o custo de policiais para copa e por ai vai huahuahuahuahuahauhauha
    Acredite-se, ou não, o governinho está explorando o cenário de Apocalipse que ele mesmo criou


    Fernando Rodrigues
    O tranco de 2015

    12/04/2014 03h00 BRASÍLIA - Ninguém sabe quem vai ganhar a eleição presidencial de outubro, mas o senso comum é que 2015 será um ano de ajustes não importando quem esteja no comando do Planalto. "Ajustes", no caso, é um eufemismo para uma possível recessão visando a consertar os erros na condução da política econômica em anos recentes.


    O governo de Dilma Rousseff joga com esse futuro imediato para emparedar parte do empresariado. Pela lógica dilmista, com o PT no Planalto, o "ajuste" será suave e gradual. As tarifas represadas de combustíveis e energia serão liberadas aos poucos –em até dois ou três anos, como disse nesta semana o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.


    Na narrativa governista, se um candidato de oposição ganhar o Planalto, o mais provável é a paulada vir de uma vez. Aécio Neves (PSDB) ou Eduardo Campos (PSB) terão todas as desculpas do mundo para produzir as maldades econômicas já em 2015. A culpa será debitada no PT.


    De forma bem resumida, o governo chama empresários para conversar com a seguinte pegada: "Você está insatisfeito com o baixo crescimento da economia. Mas pense bem. Com a oposição, 2015 vai ser pior ainda para os seus negócios".


    Entram também nessa conversa os juros camaradas do BNDES nos últimos anos e o apoio aos que agora exportam para a Argentina. Num governo do PSDB ou do PSB, haverá outro tipo de política.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas...-de-2015.shtml


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