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  1. #1
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    Drone à portuguesa

    Pelo menos os drones à portuguesa custam bem menos que os foguetes à brasileira


    18 de abril de 2014 21h09

    A Marinha portuguesa foi, durante muito tempo, um exemplo do uso de tecnologia. Para você que dormia nas aulas de história, vale lembrar que os lusos tiveram vantagem na navegação entre os séculos XIV e XVI justamente ao desenvolvimento de novas técnicas de localização no espaço, que lhes permitiram explorar o mundo e descobrir o Brasil.

    Quinhentos anos depois, as coisas parecem ter mudado: a esquadra lusitana foi mostrar para a imprensa o lançamento do primeiro drone desenvolvido exclusivamente pelos cientistas d’além-mar. Veja você mesmo.

    http://blogs.estadao.com.br/lol/drone-a-portuguesa/

  2. #2
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    A nova sensação da Internet é um drone da Marinha que fez “plof”



    Evento contou com a presença do ministro da Defesa, Aguiar-Branco, e do chefe de Estado Maior da Armada, Macieira Fragoso.

    Nos últimos dias foram notícia em Portugal o plano de cortes do Governo para 2015, a nova taxa que o Executivo quer impor sobre a chamada “comida de plástico” e a eliminação com estrondo do FC Porto às mãos do Benfica na Taça de Portugal. Todas tiveram honras de citação nalguma imprensa internacional. Todas e mais uma: a do novo drone da Marinha portuguesa que falhou a viagem inaugural e se afundou — igualmente com estrondo — nas águas do Tejo ao fim de dois segundos no ar. O vídeo no YouTube que documenta o momento tornou-se rapidamente viral e somou mais de 300 mil visualizações em poucas horas.

    Aconteceu na última quarta-feira, durante uma visita do ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, à Base Naval de Lisboa para a cerimónia que oficializou a entrega do primeiro veículo aéreo não tripulado da empresa tecnológica Tekever à Marinha portuguesa. Na primeira demonstração pública do AR4 Light Ray, contudo, nada saiu bem e a pequena aeronave caiu de nariz na água logo após ser lançada.

    Foi erro humano, justificou a Marinha, provocado por um fuzileiro menos prudente que não evitou que o elevador de descolagem do drone batesse no seu corpo, o que desequilibrou a aeronave e a fez ir ao fundo.

    Assim parece ter sido. É que à segunda tentativa tudo correu como previsto e um segundo vídeo entretanto partilhado pela Tekever na sua página de Facebook mostra as imagens captadas pelo pequeno AR4 Light Ray em pleno voo, na sua curta missão de reconhecimento sobre o Alfeite.

    Aguiar-Branco — acompanhado pelo chefe do Estado-Maior da Armada, Macieira Fragoso — terá gostado do que viu e previu mesmo que o aparelho "vai ser altamente eficaz nas missões que a Marinha tem de cumprir". Mas não passou ao lado do incidente: "Isto justifica que é sempre necessário investir muito no treino para que na hora certa as missões não falhem", observou o ministro.

    O drone comandado remotamente — que poderá ser usado em missões de busca e salvamento, fiscalização das pescas e apoio ao combate à poluição e à segurança marítima — não tem custos para a Marinha e a sua cedência insere-se num plano de colaboração mais vasto que prevê o desenvolvimento de vários projectos de I&D entre as duas entidades. E nem sequer é a primeira parceria da empresa tecnológica portuguesa com autoridades de segurança nacionais. Em finais de 2013, a Tekever foi também notícia pela venda, por cerca de 200 mil euros, de dois destes drones à PSP.
    http://www.publico.pt/tecnologia/not...z-plof-1632799
    Última edição por 5ms; 19-04-2014 às 13:50.

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