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    Um programa inovador lançado pelo BNDES

    Depois do PT se locupletar com A Burguesia do Capital Alheio, agora vai premiar os amigos dos amigos “back to the game" com um programa oficial: VCs do Capital Alheio. Quem sabe sobra uma mariola para as startups e pequenas empresas.

    18 de abril de 2014 | 2h 03
    O Estado de S.Paulo

    Como parte de uma política de disseminação das fontes de capital para financiamento e investimento das empresas - política que, aliás, tem andado lentamente -, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou, na terça-feira, um programa de R$ 3 bilhões, dos quais R$ 2 bilhões serão destinados a fundos que adquirem participações acionárias em empresas médias e pequenas.

    É fato amplamente reconhecido que a vasta maioria das empresas brasileiras, que são médias e pequenas, só conta com os recursos para sua alavancagem dos próprios donos, amigos dos donos e familiares. Não tem acesso ao mercado de capitais, os financiamentos bancários embutem custos insuportáveis e os do BNDES são acessíveis apenas a grandes empresas. Qualquer tipo de alavancagem para melhoria do negócio, como a simples aquisição ou renovação de frotas de entregas, fica na dependência de minguadas parcelas do lucro operacional.

    Isso sem falar na escassez histórica de capitais para a criação de novas pequenas empresas. Hoje em dia não se pode pensar em criar empresa, seja de que tamanho for, sem uma base tecnológica atualizada e equipamentos avançados. E isso eleva as necessidades de capital inicial em relação ao que se exigia há 10 ou 15 anos.

    Segue-se que um novo empreendimento, mesmo bem planejado, bem gerido, com boa perspectiva de mercado, não pode ter um bom começo se arcar com dívidas bancárias a serem honradas no primeiro mês de funcionamento. O mercado de capitais é, em qualquer país desenvolvido, a resposta para o desafio do start. Nos Estados Unidos ele funciona até em âmbito doméstico: operações de venture capital são lançadas em festas de amigos, comemorações ou, hoje em dia, por e-mails.

    Outra parte do programa do BNDES se destinará à abertura de capital (IPO's) de empresas que já funcionam, já estão no mercado, mas ainda não têm porte suficiente para entrar na Bolsa. Como disse Júlio Ramundo, diretor do BNDES, ao jornal Valor, "o tíquete médio de R$ 400 milhões, para um IPO no Brasil, é muito elevado".

    O propósito do BNDES é selecionar entre os fundos de participação aqueles focados em empresas de tecnologia, saúde e economia criativa, inclusive na área cultural, de design, de videogames, por exemplo. Percebe-se aí um esforço para inovar a busca por atividades empresariais novas, fora dos padrões tradicionais brasileiros, como pizzarias e os chamados comercinhos.
    http://www.estadao.com.br/noticias/i...,1155439,0.htm
    Última edição por 5ms; 19-04-2014 às 11:49.

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