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  1. #1
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    NemNem: 17 milhões de pessoas não querem trabalhar, segundo IBGE

    Há meses, ronda entre economistas e o próprio governo uma dúvida: como a taxa de desemprego cai se a geração de vagas está estagnada? A resposta é uma migração vigorosa das pessoas para a inatividade e o grosso delas, indagadas pelo IBGE, responde: eu não gostaria de trabalhar.


    PEDRO SOARES
    DO RIO
    22/05/2014 13h34


    Esse grupo correspondia a 17,375 milhões de pessoas em abril deste ano, 5,7% mais do que os 16,436 milhões do mesmo mês de 2013.

    Os que não querem trabalhar correspondem à maior fatia dos 19,2 milhões de inativos nas seis maiores regiões metropolitanas do país: 90,5%.

    O outro grupo de maior peso é composto pelos que entram e saem do mercado de trabalho em momentos específicos ou os que fazem trabalhos eventuais, mas não estavam empregados nem à procura de trabalho nos últimos 30 dias anteriores à pesquisa –período de referência para compor o grupo que está economicamente ativo, ou seja, na força de trabalho de modo mais efetivo.

    Os inativos são o segundo grupo mais importante da população que tem idade para trabalhar (10 anos ou mais). Perde só para os que estão ocupados: 22,9 milhões em abril de 2014.

    O IBGE divulgou nesta quinta-feira (22) a taxa de desemprego referente ao mês de abril nas seis maiores regiões metropolitanas do país. O dado, de 4,9% é o menor para o mês desde 2002.

    ...

    Para a Rosenberg & Associados, o rendimento médio recua em relação ao mês anterior pelo segundo mês consecutivo, "sinalizando que o mercado de trabalho está passando por um processo gradual de descompressão" –leia-se, deterioração.

    A piora da renda ao lado do "pequeno incremento da população ocupada", diz a consultoria, há um "processo de descompressão do mercado de trabalho lento e gradual que, no curto prazo, poderá coexistir com uma tendência declinante da taxa de desemprego, por mais contraditório que isso possa parecer."

    Tal contradição se explica pela menor procura por trabalho e a migração das pessoas para a inatividade, o que fez a força de trabalho –em termos técnicos chamada de População Economicamente Ativa, que agrega ocupados e quem procura emprego– cair 0,8% frente a abril de 2013.
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...is-ricas.shtml

  2. #2
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    EUA: A Closer Look at Unemployment: Ritholtz Chart




    May 22, 2014

    By Barry Ritholtz

    This is a fascinating chart from the Bureau Labor Statistics looking at the state-by-state unemployment rates. We know the national jobless rate is down to 6.3 percent and this chart lets us see how that is distributed nationally.

    At the BLS site, and you can click through the chart and see unemployment rates over the past decade or you can mouse over any state and a pop-up tells you what the state’s unemployment rate is.

    The states with the highest unemployment rate are Nevada (8 percent) and Rhode Island (8.3 percent). Nevada was hit especially hard by the housing collapse and Rhode Island has been fighting a loss of manufacturing industries, fishing and tourism woes, high taxes and a state government some observers have described as corrupt. Illinois comes in third (7.9 percent) -- its deficit issues and pension headaches are well known -- and California is fourth (7.8 percent).

    On the other end of the spectrum there are a handful of Midwestern states enjoying the benefits of a huge energy boom. Oil and natural gas have driven unemployment down to 2.6 percent in North Dakota -- the lowest in the nation. Nebraska (3.6 percent), Wyoming (3.7 percent), South Dakota (3.8 percent), and Utah (3.8 percent) round out the well-employed region.

    There’s no oil in Vermont, but at 3.3 percent, it has the second-lowest unemployment rate in the nation. The state's ski areas, and leisure and hospitality industry are benefiting from the improving economies in nearby Boston and New York City.
    http://www.bloombergview.com/article...ritholtz-chart

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