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  1. #1
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    PIB: Consultorias já trabalham com 0,5%

    Várias consultorias independentes — pagas para aconselhar bancos e grandes empresas sobre o que vai acontecer na economia — estão revisando sua projeção de crescimento do PIB deste ano para 0,5%, com viés de baixa.

    O número é chocante tendo em vista que na última pesquisa FOCUS do Banco Central, que apura uma média das opiniões de mais de 100 bancos e corretoras, a expectativa para o PIB deste ano acabou de ser revisada de mais de 1% para 0,86%.

    Além disso, pelo menos dois grandes bancos estão mantendo projeções bem acima destas médias em seus relatórios para consumo externo, enquanto trabalham, internamente, com números em linha com o das consultorias. Os economistas citam o ‘efeito Santander’.

    “Se você me dissesse há alguns meses que a economia poderia crescer zero este ano, eu diria que você está maluco,” diz o economista de um destes bancos. “O governo está subestimando a velocidade com que a economia está piorando.”

    Por Geraldo Samor
    http://veja.abril.com.br/blog/mercad...balham-com-05/

  2. #2
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    PIB: Previsões recuaram pela 11ª semana seguida: agora, de 0,86% para 0,81%

    Reuters

    ...

    Os analistas de instituições financeiras reduziram pela 11ª semana seguida, de 0,86% para 0,81%, a perspectiva para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014. Para 2015 os economistas também passaram a ver expansão menor, de 1,5% para 1,2% na pesquisa anterior. Para a Selic, permanece inalterado o cenário de que ela encerrará este ano a 11% e 2015 em 12%.

    ...
    http://oglobo.globo.com/economia/apo...a-626-13557617
    Última edição por 5ms; 11-08-2014 às 11:30.

  3. #3
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    Se seguir a propaganda de carros e imóveis, que dizem que qualquer taxa abaixo de 1% é "taxa zero", o PIB vai dar taxa zero...

  4. #4
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    PIBinho de Dilma e Contona da Energia.
    Aqui em meu estado já aumentou este mês 34,98%

  5. #5
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    Citação Postado originalmente por rubensk Ver Post
    Se seguir a propaganda de carros e imóveis, que dizem que qualquer taxa abaixo de 1% é "taxa zero", o PIB vai dar taxa zero...
    boa! hehehe
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  6. #6
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    Eu não ligo a minima para indicadores econômicos, ainda mais com a precisão que pretendem conferir. Quem toma decisões com base em noticiário econômico, ou conselhos de contadores , deveria evitar tomar decisões. Dito isso, a coisa anda esquisita. Em São Paulo, há anos os corretores de imóveis repetem "São Paulo está à venda", mas agora parece que não há interessados Um cliente nosso, que está procurando 5 mil m2 para alugar, está indeciso tantas foram as ofertas e facilidades que recebeu, com um detalhe: o que se pagava por 1 andar agora aluga 5 e ainda tem proprietário fazendo proposta 10 andares pelo preço de 5, tal o encalhe de imóveis comerciais em certas regiões da cidade. Está todo mundo segurando novos investimentos.
    Última edição por 5ms; 11-08-2014 às 20:34.

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Eu não ligo a minima para indicadores econômicos, ainda mais com a precisão que pretendem conferir. Quem toma decisões com base em noticiário econômico, ou conselhos de contadores , deveria evitar tomar decisões. Dito isso, a coisa anda esquisita. Em São Paulo, há anos os corretores de imóveis repetem "São Paulo está à venda", mas agora parece que não há interessados Um cliente nosso, que está procurando 5 mil m2 para alugar, está indeciso tantas foram as ofertas e facilidades que recebeu, com um detalhe: o que se pagava por 1 andar agora aluga 5 e ainda tem proprietário fazendo proposta 10 andares pelo preço de 5, tal o encalhe de imóveis comerciais em certas regiões da cidade. Está todo mundo segurando novos investimentos.
    Imóveis residenciais você tem essa sensação também ?

  8. #8
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    Imóvel residencial novo é um troço complicado, porque do planejamento ao lançamento leva uns 5 anos e, nesse periodo, o que tinha alta demanda quando o empreendimento começou pode não ter mais a mesma procura quando fica pronto -- eu "ouvi falar" que as incorporadoras apostaram em aptos grandes e agora apartamentos de 4-5 quartos estão encalhados -- mas acho que depende da localização. Imóvel usado tem potencial menor de aumentar o PIB.

  9. #9
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    Venda a prazo no Dia dos Pais foi a mais fraca em 5 anos

    As vendas a prazo no Dia dos Pais tiveram o resultado mais fraco dos últimos cinco anos, apontam o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), com queda de 5,09% em relação a igual período do ano passado. O cálculo apresentado ontem foi baseado no volume de consultas ao banco de dados do SPC Brasil entre 3 e 9 de agosto. Nos anos anteriores, houve crescimento de 3,78% (2013), 4,75% (2012), 6,86% (2011) e 10% (2010), sempre em relação ao ano anterior.
    http://economia.estadao.com.br/notic...s-imp-,1542408

  10. #10
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    Incorporadoras possuem R$ 29 bilhões em imóveis encalhados

    Após vários anos de euforia do mercado imobiliário, as incorporadoras passam por uma fase de dificuldade nas vendas, tendo que aumentar os esforços para liquidar os estoques de imóveis. Entre junho de 2013 e junho de 2014, o estoque subiu 16%, considerando dados de oito das maiores incorporadoras do País (Cyrela, PDG, Gafisa/Tenda, MRV, Rossi, Direcional, Eztec e Even). Nesse período, o valor de mercado das unidades não vendidas passou de R$ 25,1 bilhões para R$ 29 bilhões, de acordo com apuração do Broadcas, serviço em tempo real da Agência Estado, a partir de levantamento do banco JPMorgan.

    O estoque mais alto reflete a queda na velocidade de comercialização das unidades, impactada pelo ambiente ruim da economia brasileira, com inflação alta, crédito mais restrito e menor confiança dos consumidores. Além disso, a situação foi agravada pelos cancelamentos de vendas.

    Os chamados “distratos” acontecem principalmente no fim das obras, quando o cliente que adquiriu o imóvel na planta é repassado para o banco, onde obterá financiamento para quitar a dívida com a incorporadora. No entanto, muitos compradores não conseguiram o crédito, porque os bancos estão mais rígidos na concessão, ou porque a dívida ficou alta demais após as correções contratuais, superando a capacidade de pagamento dos consumidores.

    Além disso, algumas incorporadoras têm feito uma “limpeza” na carteira de clientes: meses antes do término das obras, as empresas têm forçado a rescisão com clientes considerados incapazes de assumir o financiamento. O objetivo é acelerar a revenda para consumidores mais qualificados.

    De acordo com o analista de construção civil do JPMorgan, Marcelo Motta, a tendência é de alta nos estoques nos próximos meses. “Ainda estamos num momento em que as empresas estão com dificuldades para vender”, afirmou. “E os distratos vêm crescendo pelo que vimos na apresentação dos balanços das companhias.”

    Conforme apurou o Broadcast, empresários do setor têm redobrado a cautela ao lançar novos empreendimentos, já contando com a concorrência de um “estoque oculto”. Como há muitas obras prestes a serem concluídas, a expectativa é de que cerca de 10% a 15% das unidades já vendidas acabem voltando para os estoques no curto prazo, em função de prováveis distratos quando o cliente for repassado para os bancos.

    A pressão para as empresas agilizarem as vendas é agravada pelo alto volume de imóveis prontos. O levantamento do JPMorgan mostra que, do estoque total, 13,7% são apartamentos prontos e 35,7% serão finalizados até o fim de 2015. O problema é que, quando as unidades são concluídas, passam a gerar gastos de manutenção e condomínio, corroendo a lucratividade das incorporadoras.

    O coordenador do Núcleo de Mercado Imobiliário da Universidade de São Paulo (USP), João da Rocha Lima, considera 13,7% um patamar alto. “Não é razoável que haja um desenquadramento de vendas e estoques prontos desse tamanho. Isso é danoso para as empresas.”

    Na sua opinião, o equilíbrio entre oferta e demanda deve ser restabelecido apenas no ano que vem. Além das campanhas para vendas de estoques prontos, as incorporadoras estão lançando menos para evitar que mais unidades fiquem encalhadas. Por outro lado, se o ritmo de lançamentos for muito lento vai prejudicar as companhias, porque os investimentos na compra dos terrenos e no desenvolvimento dos projetos já foram feitos.

    A diretora geral de atendimento da imobiliária Lopes, Mirella Parpinelle, concorda que o mercado está mais difícil, mas pondera que a situação não é “desesperadora”. No mês passado, a Lopes realizou uma promoção com empreendimentos de 16 incorporadoras e ofertas com até 34% de desconto. “Isso serve para acelerar a decisão de compra dos clientes”, disse Mirella.

    Neste fim de semana haverá saldões da Even e da Esser, em São Paulo. A Rossi também tem uma campanha em andamento. A PDG fez sua liquidação em agosto, quando vendeu mais de 1,5 mil imóveis de um total de pouco mais de 5 mil, movimentando R$ 400 milhões.
    http://economia.estadao.com.br/notic...lhados,1559452

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