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    Claro, Vivo e Oi fecham acordo para comprar TIM

    O Brasil sempre pode piorar.

    Caso a TIM seja mesmo fatiada, caberá à Anatel definir de que forma ocorrerá a divisão de clientes.

    A agência terá de decidir, entre outras questões, se Claro, Vivo e Oi terão de manter as mesmas condições de planos do cliente TIM. Isso para evitar, por exemplo, uma migração em massa, em razão da portabilidade numérica, o que traria problemas para as redes.

    JULIO WIZIACK
    DE SÃO PAULO
    31/10/2014 02h00

    As operadoras Claro e Vivo fecharam acordo com o banco BTG Pactual para, junto com a Oi, comprar a TIM Brasil, a segunda maior empresa do mercado brasileira, e reparti-la em três.

    O valor não está fechado, mas pode chegar a R$ 31,5 bilhões, o maior negócio no setor no país. São cerca de R$ 30 bilhões, mais um prêmio de 5% pago aos acionistas, incluindo minoritários.

    A Folha apurou que será feita uma oferta aberta aos acionistas da Telecom Italia, dona da TIM Brasil, que decidirão em assembleia.

    Os principais acionistas, como a francesa Vivendi, tendem a aceitar. Ainda não está definido o que acontece com os clientes.

    A entrega da proposta está condicionada à venda, por parte da Oi, da Portugal Telecom (PT) em Portugal, um negócio que deve ser fechado na próxima semana.

    Segundo apurou a reportagem, cinco são os interessados. Entre eles estão duas operadoras –a francesa Altice é uma delas– e três fundos de investimento.

    O valor dessa transação será de cerca de € 7 bilhões (R$ 22 bilhões), já descontando a dívida e incluindo um prêmio pelo controle. Com o dinheiro, a Oi reduzirá seu endividamento para bancar sua parte na oferta pela TIM.
    Matéria completa:
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...prar-tim.shtml

  2. #2
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    Oi diz que ainda não há definição sobre eventual compra da TIM

    Em ofício à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa reiterou que contratou o BTG para "viabilizar proposta para a aquisição da participação da Telecom Italia na TIM".

    De acordo com a empresa, "até esta data, não há qualquer definição ou acordo com relação a uma estrutura para a operação, e não foram assinados quaisquer instrumentos ou propostas visando a uma operação".

    A operadora Oi disse nesta quinta-feira que até o momento não há qualquer definição ou acordo sobre uma eventual compra da TIM Participações, para a qual contratou o banco BTG Pactual como comissário, nem sobre eventual venda de ativos na África e em Portugal.

    Em ofício à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa reiterou que contratou o banco para "viabilizar proposta para a aquisição da participação da Telecom Italia na TIM".

    "Nesse sentido, o BTG Pactual tem mantido conversas com terceiros com relação a uma possível operação, dentre os quais foram mantidos contatos com a América Móvil, controladora da operadora Claro", reiterou a empresa, completando que há ainda contato com outros participantes do mercado.

    De acordo com a empresa, "até esta data, não há qualquer definição ou acordo com relação a uma estrutura para a operação, e não foram assinados quaisquer instrumentos ou propostas visando a uma operação".

    ATIVOS NA ÁFRICA E EM PORTUGAL

    Depois de a Oi ter anunciado em agosto a contratação do BTG Pactual para uma eventual oferta pela TIM, fontes com conhecimento do assunto disseram no início de outubro que a operadora controlada pela Telecom Italia havia contratado o banco de investimento do Bradesco para analisar uma oferta pela Oi.

    Sobre os ativos da Oi na África, a empresa reforçou que procura interessados em sua aquisição, mas que também, até o momento, não há qualquer acordo.

    Em relação aos ativos de Portugal, a empresa disse que o BTG Pactual foi contatado por diversos interessados, dentre os quais a Altice, holding europeia apoiada pelo bilionário do setor a cabo Patrick Drahi.

    "A companhia esclarece que até a presente data, não recebeu qualquer proposta de alienação, com indicação de valores ou não, de suas atividades em Portugal e que não existe decisão visando à alienação de tais atividades, ou de seus ativos em Portugal", declarou.
    http://oglobo.globo.com/economia/oi-...tim-1-14416577

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