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  1. #1
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    Proporção dos que não trabalham nem procuram emprego cresce para 44,3%

    Cresceu a proporção das pessoas que não trabalham nem procuram emprego, o que ajuda a explicar a queda das taxas de desemprego no período.

    Ainda pouco estudada, essa tendência pode ter explicações mais favoráveis ou menos.

    Do lado positivo, jovens passam mais tempo na escola e adiam o ingresso no mercado de trabalho; além disso, mães beneficiadas por programas sociais optam por deixar empregos precários para cuidar de seus filhos.

    De negativo, suspeita-se que trabalhadores aproveitem brechas nos programas de amparo para passar períodos fora do mercado.
    http://dinheiropublico.blogfolha.uol...esce-para-443/

  2. #2
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    Lembrando que ...

    Os jovens são a parcela da população mais afetada pelo desemprego no país, segundo os dados do IBGE. A taxa de desemprego entre quem tem de 16 a 24 anos ficou em 14,8% em 2013.
    http://www.valor.com.br/brasil/38268...balha-diz-ibge
    Quanto mais jovem classificado como "nem-nem", melhor para a estatistica de desemprego do governinho.

  3. #3
    Amigos temos procurando estagiários para a empresa e poucos querem trabalhar. O aumento da renda dos pais possibilita que os filhos trabalhem apenas por "esporte". Por um lado é bom, por outro temos uma geração que está demorando para querer entrar no mercado de trabalho.

    Gustavo André

  4. #4
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    Acho que depende da carreira. Estágios em Engenharia são disputadissimos. Em Propaganda, idem. Já em Design, não aparecem interessados.

    Na área de computação, como discutido aqui no WHT-BR anos atrás, todo profissional é um dono de seu próprio negócio em potencial. Tem aqueles que vão preferir a estabilidade de emprego publico ou estatal ou carreira em multinacional, mas os demais são dificeis de manter como funcionários, pois logo partem para consultoria e coisa e tal, alguns mesmo sem ter passado por um único estágio.
    Última edição por 5ms; 01-02-2015 às 16:03.

  5. #5
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  6. #6
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    Eu tenho sentimentos mistos em relação ao assunto, mas é um tema muito longo... :-P

  7. #7
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    No meu circulo de amizades e parentesco conheço "algumas" pessoas que não trabalham e não faz absolutamente nada da vida (acima dos 25 anos).

    Eu não condeno quem faz prefere viver dessa forma, no entanto eu acho bastante curioso não ter dinheiro pra absolutamente nada.

    Por outro lado, eu fico vendo várias áreas do mercado de trabalho, que pagam bem e não tem gente qualificada pra trabalhar.

    Independente de auxilio do governo, amigos, parentes ou vizinhos, é um pouco estranho ver pessoas saudáveis optar por não fazer nada da vida hehehehe
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  8. #8
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    Citação Postado originalmente por chuvadenovembro Ver Post
    Independente de auxilio do governo, amigos, parentes ou vizinhos, é um pouco estranho ver pessoas saudáveis optar por não fazer nada da vida hehehehe
    Acostume-se, pois com a sociedade em rede e a grande automação/robotização das coisas muitos postos de trabalho serão inúteis e teremos cada vez mais gente ociosa e consumindo entretenimento.

    A tese não é minha, é do Manuel Castells...

  9. #9
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    The Big Lie: 5.6% Unemployment

    Jim Clifton

    CEO at Gallup


    The Big Lie: 5.6% Unemployment
    Feb 3, 2015

    Here’s something that many Americans -- including some of the smartest and most educated among us -- don’t know: The official unemployment rate, as reported by the U.S. Department of Labor, is extremely misleading.

    Right now, we’re hearing much celebrating from the media, the White House and Wall Street about how unemployment is “down” to 5.6%. The cheerleading for this number is deafening. The media loves a comeback story, the White House wants to score political points and Wall Street would like you to stay in the market.

    None of them will tell you this: If you, a family member or anyone is unemployed and has subsequently given up on finding a job -- if you are so hopelessly out of work that you’ve stopped looking over the past four weeks -- the Department of Labor doesn’t count you as unemployed. That’s right. While you are as unemployed as one can possibly be, and tragically may never find work again, you are not counted in the figure we see relentlessly in the news -- currently 5.6%. Right now, as many as 30 million Americans are either out of work or severely underemployed. Trust me, the vast majority of them aren’t throwing parties to toast “falling” unemployment.

    There’s another reason why the official rate is misleading. Say you’re an out-of-work engineer or healthcare worker or construction worker or retail manager: If you perform a minimum of one hour of work in a week and are paid at least $20 -- maybe someone pays you to mow their lawn -- you’re not officially counted as unemployed in the much-reported 5.6%. Few Americans know this.

    Yet another figure of importance that doesn’t get much press: those working part time but wanting full-time work. If you have a degree in chemistry or math and are working 10 hours part time because it is all you can find -- in other words, you are severely underemployed -- the government doesn’t count you in the 5.6%. Few Americans know this.

    There’s no other way to say this. The official unemployment rate, which cruelly overlooks the suffering of the long-term and often permanently unemployed as well as the depressingly underemployed, amounts to a Big Lie.

    And it’s a lie that has consequences, because the great American dream is to have a good job, and in recent years, America has failed to deliver that dream more than it has at any time in recent memory. A good job is an individual’s primary identity, their very self-worth, their dignity -- it establishes the relationship they have with their friends, community and country. When we fail to deliver a good job that fits a citizen’s talents, training and experience, we are failing the great American dream.

    Gallup defines a good job as 30+ hours per week for an organization that provides a regular paycheck. Right now, the U.S. is delivering at a staggeringly low rate of 44%, which is the number of full-time jobs as a percent of the adult population, 18 years and older. We need that to be 50% and a bare minimum of 10 million new, good jobs to replenish America’s middle class.

    I hear all the time that “unemployment is greatly reduced, but the people aren’t feeling it.” When the media, talking heads, the White House and Wall Street start reporting the truth -- the percent of Americans in good jobs; jobs that are full time and real -- then we will quit wondering why Americans aren’t “feeling” something that doesn’t remotely reflect the reality in their lives. And we will also quit wondering what hollowed out the middle class.

    https://www.linkedin.com/pulse/big-l...nt-jim-clifton


    Obs: 1,041 comments

  10. #10
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    Enquanto isso no Brasil, como bem disse Elio Gaspari:

    "Na oposição, a única novidade é que Aécio Neves deixou a barba crescer."

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