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  1. #1
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    [EN] China, Argentina to jointly build nuclear power plant

    Sem dúvida, o Mercosul é muito útil. Aliás, não encontrei 1 linha sobre o assunto na imprensa brasileira.



    BEIJING, Feb. 5 (Xinhua) -- Ministers of China and Argentina have signed a deal to build a nuclear power plant for Argentina, said China's National Development and Reform Commission (NDRC) on Thursday.

    Nur Bekri, deputy head of the NDRC and head of the National Energy Administration (NEA) and Argentina's minister in charge of public investment Julio De Vido on Wednesday signed an agreement to build a pressurized water reactor (PWR) nuclear power plant in Argentina, according the NDRC website.

    The two also signed a Memorandum of Understanding (MOU) on building a heavy water reactor (HWR) for Argentina, said the statement.
    http://www.icrosschina.com/news/2015/0205/8610.shtml

  2. #2
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    Argentina and China plan fourth reactor

    03 February 2015

    The latest accord was signed today by Argentina's federal planning minister, Julio De Vido, and the president of China's National Energy Administration and vice president of China National Nuclear Company (CNNC), Nur Bekri.

    The agreement was signed during the Second Argentine-Chinese Meeting of Strategic Dialogue for Economic Cooperation and Coordination, attended also by the Chairman of CNNC, Xu-Shaoshi, and ministers of Foreign Relations and Agriculture, Héctor Timerman and Carlos Casamiquela.

    In a statement, de Vido's ministry said that the governments of both countries entrust Nucleoeléctrica Argentina, the ministry of federal planning, and CNNC to work on commercial contracts and arranging loans to be provided by Chinese financial institutions.

    Nucleoeléctrica Argentina - holder of rights to Candu technology – will be the designer, architect-engineer, builder and operator of the new reactor. CNNC will provide equipment, goods and services, as well as materials needed by Argentinian companies to manufacture components for the project.

    CNNC operates two Candu 6 units at its Qinshan plant in China's Zhejiang province.

    The Candu reactor will have an installed capacity of 800 MWe and be built at the Atucha plant in Lima, Buenos Aires.

    The construction period is expected to be eight years.
    http://www.world-nuclear-news.org/NN...-03021501.html

  3. #3
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    Argentina and China boost cooperation


    Argentine President Cristina Fernandez de Kirchner delivers a speech during the Argentina-China Enterprise Forum in Beijing, Feb 4, 2015. [Provided to chinadaily.com.cn]


    The two-day Argentina-China Enterprise Forum at the China World Summit Wing of the China World Trade Center attracted nearly 1,000 entrepreneurs from the two countries covering high-tech, energy, infrastructure, agriculture, food and beverage, logistics and nuclear power.

    Updated: 2015-02-05 15:19

    Argentina and China are to strengthen economic cooperation, especially in the fields of energy and infrastructure, Argentine President Cristina Fernandez de Kirchner said in Beijing.

    Kirchner, on a three-day state visit to China at the invitation of President Xi Jinping, led a large delegation to promote economic partnership.

    She said at the opening ceremony that the countries should strengthen cooperation in fields including infrastructure and energy, and promote the sound and stable development of bilateral trade.

    To realize energy diversification, Argentina hopes to boost cooperation with China on nuclear energy. Fernandez said that the countries signed an agreement to build two nuclear plants in Argentina, but didn't disclose details.

    Later, Fernandez said on Twitter that the IV Nuclear Plant and V Nuclear Plant require investment of $5.8 billion and $7 billion respectively.

    She said she looked forward to more Chinese businesses' participation in exploiting potassium and lithium resources in her country.

    The countries are working together to build two hydropower dams - the Nestor Kirchner and Jorge Cepernic - in Argentina with an installed capacity of 1,140 and 600 megawatts respectively.

    During the forum, Axel Kicillof, Minister of Economy and Finance, Julio de Vido, Minister of Planning and Public Investment and Carlos Casamiquela, Minister of Agriculture, introduced Argentina's foreign trade policy, investment environment, and related information about energy, mining, agricultural and infrastructure.

    Fernandez said China and Argentina should boost exchanges and cooperation, share opportunities and work together to address common challenges.

    On Wednesday, Kirchner met with Xi and the two countries signed 15 agreements covering telecommunications, travel visas, information technology, media, energy, space technology and financing.

    China is Argentina's second-largest trading partner after Brazil. According to the National Institute of Statistics and Censuses of Argentina, bilateral trade reached $15.8 billion last year, down 9.48 percent year on year.
    http://europe.chinadaily.com.cn/busi...t_19499523.htm

  4. #4
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    agora o brasil vai ter de onde comprar energia a preços "hermanos" para evitar os futuros blackouts

  5. #5
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    FSP - Editorial: Frágil Mercosul

    17/02/2015

    O acordo comercial entre Argentina e China, assinado na semana passada em Pequim, é a mais recente demonstração de que o Mercosul agoniza, não só na esfera econômica mas também na política.

    Os dois países fecharam convênios que envolvem mais de US$ 20 bilhões. São previstos US$ 5 bilhões em financiamentos para duas usinas hidrelétricas, a serem construídas por empreiteiras chinesas, e US$ 2,5 bilhões em ferrovias, entre outros projetos de infraestrutura, indústria e pesquisa.

    Em troca do dinheiro, a China poderá fornecer materiais e até mão de obra, condição que só fora aceita por nações africanas. Aponta-se ainda para a possibilidade de isenção tarifária para equipamentos, o que pode tornar produtos chineses mais competitivos do que os oriundos de países do Mercosul.

    Com uma decisão unilateral, a Argentina expõe o bloco ao avanço da concorrência asiática, sem contrapartidas. Trata-se de ameaça que não pode ser desprezada, sobretudo pelo Brasil, que tem no Mercosul o principal mercado para manufaturados; cerca de 90% das exportações para a Argentina em 2014 foram de bens industriais.

    Sinais de perda de espaço dos produtos brasileiros se acumulam. No ano passado, as vendas para o vizinho caíram 27%, ao passo que as chinesas recuaram apenas 5%.

    Para preservar divisas, o governo argentino exige licenças prévias de importação, mecanismo cada vez mais restritivo –ao menos para empresas brasileiras, pois existe a suspeita de que as chinesas venham obtendo facilidades.

    Enquanto o Brasil continua a respeitar as regras do bloco, mesmo quando estas impedem avanços importantes, como o tão arrastado acordo comercial com a União Europeia, a Argentina não demonstra o mesmo apreço.

    A presidente Cristina Kirchner, pressionada por fatores como recessão interna, fuga de capitais, alta inflação e isolamento dos mercados externos, não hesitou em apostar no dinheiro chinês para reforçar suas reservas internacionais e conseguir chegar às eleições de outubro deste ano sem maiores sobressaltos na economia.

    Está mais do que na hora de o Brasil buscar seus próprios interesses. A indústria nacional tem muito mais diversificação e musculatura que a argentina para se integrar nas cadeias globais de valor e enfrentar mercados mais abertos.

    Não se defende que o país deixe de considerar a integração latino-americana como pilar da política externa. Ao contrário, no campo econômico, é preciso usar a vantagem natural do Brasil na região –incluindo o bloco andino– como plataforma para aprofundar suas relações com o restante do mundo.

    http://www1.folha.uol.com.br/opiniao...mercosul.shtml


    O acordo comercial entre Argentina e China, assinado na semana passada em Pequim ...
    Semana passada? Parece que o editorial foi engavetado e acabou publicado na terça-feira gorda de Carnaval. Faz sentido.

    PS: Sobre as 2 usinas nucleares, nem um pio.
    Última edição por 5ms; 17-02-2015 às 20:30.

  6. #6
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    Estadão: Pobre Mercosul

    Na Argentina, os produtos brasileiros seguem sujeitos a travas e a licenças prévias de importação, não importando seu preço, enquanto os da China vêm tendo porteira aberta

    Celso Ming

    25 fevereiro 2015 | 21:00

    No dia 4 de fevereiro, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, fechou com a China um pacote de acordos que envolvem negócios de mais de US$ 20 bilhões, a maioria na área de investimentos.

    A China se comprometeu a construir hidrelétricas, projetos de infraestrutura, telecomunicações e tecnologia aeroespacial. Além de financiamentos de longo prazo, está previsto fornecimento de equipamento produzido na China com isenção alfandegária e emprego de mão de obra chinesa.

    São acordos que contrariam frontalmente os tratados do Mercosul na medida em que dão prioridade aos produtos chineses sobre os provenientes dos sócios do Mercosul.

    importacao-argentina

    Há uma semana, o diário El Clarim, de Buenos Aires, citou uma anônima autoridade do governo que justificou mais esse atropelamento dos tratados e a crescente prioridade dada a produtos chineses com a alegação de que a Argentina não está obrigada a pagar bem mais caro por produtos brasileiros.

    O problema, obviamente, não está no preço, que a China põe onde quer, desde que obtenha as contrapartidas de seu interesse. O problema está em que os produtos brasileiros seguem sujeitos a travas e a licenças prévias de importação, não importando seu preço, enquanto os da China vêm tendo porteira aberta.

    A justificativa é a de que a crise cambial não deixa outra saída à Argentina. Enquanto isso, o governo Dilma vem tolerando passivamente os desaforos comerciais, sob o argumento de que não pode abandonar os hermanos numa hora difícil. A principal vítima é o Mercosul, que se apresenta como uma união aduaneira, o segundo estágio de integração entre Estados nacionais. (O primeiro é a definição de uma área de livre-comércio, em que mercadorias e serviços podem circular livremente, sem restrições e impostos alfandegários.)

    Além de intercâmbio comercial livre entre membros do grupo, uma união aduaneira exige unificação das políticas de comércio e tratamento comum a produtos provenientes de países de fora do bloco. Daí a existência de uma TEC, a Tarifa Externa Comum, que unifica as alíquotas do Imposto de Importação.

    O Mercosul não conseguiu completar nem o primeiro estágio, o de área de livre-comércio. Por imposição da Argentina, o comércio bilateral está repleto de restrições, embargos e licenças prévias. Mesmo antes de atravessar a atual penúria de dólares, a Argentina já vinha perfurando sistematicamente a TEC.

    A Argentina também não aguenta a concorrência externa. Por isso vem sabotando as negociações de um acordo comercial com a União Europeia. Porque entende que a união aduaneira está em vigor e, com ela, o tratamento comum do comércio exterior, o Brasil vem tolerando o desmanche do Mercosul pela Argentina. Não está nem um pouco claro o tratamento que o governo Dilma pretende dar agora a este cada vez mais desmoralizado bloco.

    O gráfico mostra como evoluem as importações da Argentina tanto do Brasil quanto da China. A fonte é a própria Argentina. Mostra o crescimento da importância do produto chinês e a forte redução de importância do produto brasileiro.




    Já no final de seu mandato, o presidente do Uruguai, o despojado José Mujica, já não faz questão de se prender à linguagem diplomática. Diz, na lata, o que pensa. Na segunda-feira, jornais da Argentina publicaram despachos creditados à France Press e à Telam com mais um desabafo de Mujica: “Argentina no acompaña un carajo la integración regional”. E completou: “Mesmo quando as coisas vão bem, bandeia para o outro lado”.

    Paciência e omissão

    Mujica também se queixa do Brasil, pela paciência excessiva com a Argentina. “La presidenta Dilma una vez me dijo: ‘Ay Pepe, com Argentina hay que tener paciencia estratégica’.” Quando o Brasil precisa liderar, omite-se.
    http://economia.estadao.com.br/blogs...obre-mercosul/
    Última edição por 5ms; 26-02-2015 às 08:43.

  7. #7
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    Mujica, sin filtro: "Argentina no acompaña un carajo la integración con el Mercosur"

    En una entrevista exclusiva, el presidente uruguayo repasa con Carlos Gabetta su larga historia de militancia, sus ideas, el rol de Argentina en la región y su mirada sobre la muerte.

    ...

    —Quisiera pasar al tema regional, Pepe. El Mercosur, por ejemplo, que ha sido creado en 1989 y aún no pasó de algunos acuerdos comerciales y aduaneros, que tampoco funcionan muy bien… ¿Qué opinás de esos organismos, de su presente, y de lo que deberían ser?

    —En América del Sur, y en toda América Latina, tenemos un gran desafío por delante. Si no creamos mecanismos que nos vayan integrando, que nos puedan dar una presencia internacional de peso, vamos a continuar como hojas sueltas en el viento. Es evidente que en el mundo se están organizando gigantescas unidades. China es un Estado plurinacional viejísimo; la India por el estilo. Estados Unidos con el poder y las necesidades que tiene, con Canadá detrás y México, ese bocado al alcance de la mano, ya está de hecho convertido en una unidad. Europa, con todos los problemas que atraviesa, sigue en el proyecto de conformar una gigantesca unidad. Y si mañana fracasa, acabará tragada por una unidad mayor.
    ¿Y qué hacemos nosotros en este mundo, un montón de repúblicas aisladas que vienen corriendo de atrás? Seguimos metidos en “el proyecto nacional”. En los países determinantes de América Latina, Brasil, Argentina, México, los dirigentes hablan y asumen un discurso integracionista, pero desde el punto de vista práctico, están metidos hasta las orejas en las contradicciones del Estado nacional. Hacia afuera, hacia los otros países de la región, se conducen según sus tensiones internas… Estamos lejos de tener una política de construcción. Hicimos un pacto aduanero para negociar, ¿tá?... pero en cuanto hay alguna contradicción interna ¡tá!, ya le ponen el tapón… Hace pocos días estuve en un acto del Partido de los Trabajadores brasilero, donde estaban nada menos que la presidenta Dilma Rousseff y Lula… Escuché atentamente todos los discursos, y en ningún momento hablaron de la integración. Y no lo hacen por maldad; son de lo mejor. Cada vez que tenemos un problema con Brasil, hablamos y negociamos y lo solucionamos, pero la política interna y los problemas de Brasil les imponen la agenda… Y entonces, ¿qué estamos haciendo? Creamos organismos, nuevas instituciones, Mercosur, Unasur.
    El proyecto integrador tiene doscientos años, desde San Martín, Bolívar, Artigas, pero los partidos de izquierda hemos sido tan torpes que eso no es una bandera popular; en ninguna parte de América Latina hay una manifestación de masas peleando por la integración… eso apenas tiene un barniz de carácter intelectual, pero no está integrado como una necesidad histórica básica.
    ¿Sabés quiénes somos los más integracionistas? Los países chicos; por necesidad, porque vamos corriendo de atrás. La integración precisa un liderazgo, y ese liderazgo se llama Brasil, pero la Argentina tendría que acompañar, y no acompaña un carajo, más bien lo contrario, es como si la Argentina se hubiera retrotraído a una visión de 1960.
    En cuanto tiene el viento de cola, Argentina se olvida de la integración, cuando le van bien las cosas agarra para otro lado: También Brasil. Te voy a hacer una confesión: me dijo una vez la presidenta de Brasil: “¡Ay, Pepe, con Argentina hay que tener paciencia estratégica…!”.
    Brasil les ha bancado de todo a los argentinos, de todo… Pero no quiere perderlos como aliados. La Argentina termina siendo determinante en todo. Lo que haga o no haga la Argentina va a incidir en el rumbo que tome Brasil.

    —¿Dilma dijo eso? ¿O Lula?

    —Dilma. Lula piensa igual… Y me vienen a buscar a mí para que me haga cargo de la lucha de integración. Lula dice: yo no puedo Pepe, no puedo porque soy brasilero (…) hay una fuerte burguesía paulista, que sin dirección política, coloniza en lugar de integrar. Hacen una inversión en Uruguay y compran algo que hicimos nosotros en lugar de fundar una cosa nueva. Ahora tenemos 40% de los frigoríficos en manos de brasileros. Van a la Argentina y hacen lo mismo. Eso, lo único que hace es desintegrarnos…

    —Los argentinos hacen otro tanto cuando pueden…

    —También, porque eso es natural en la voracidad capitalista. Pero políticamente hablando… yo no les voy a pedir a los burgueses que sean socialistas…

    —Pero sí que sean buenos burgueses…

    —¡Por supuesto!.. Ese es el más grave de todos los problemas… nuestras burguesías son muy atrasadas, son burguesías capitalistas, pero tienen una mentalidad precapitalista; en todo caso dependiente.

    ...
    http://www.perfil.com/elobservador/S...0222-0055.html

  8. #8
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    Tem duas questões aqui: uma é comercial, a Argentina que está com o f***se ligado para o Mercosul; a outra é estratégica. Brasil e Argentina sempre tiveram um acordo de transparência sobre tecnologia nuclear para que ambos ficassem tranquilos de que não há esforço nuclear de natureza bélica em nenhum dos dois países... me parece que a Argentina pode ter pisado no tomate também desse acordo, o que pode ter implicações numa escalada ao estilo Índia - Paquistão que só serviria para afundar as duas economias ainda mais.

  9. #9
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    Negócio da China

    Reuters China ‏@ReutersChina
    'Made in China' nuclear reactors a tough sell in global market
    http://reut.rs/1A32wVB


    (Reuters) - As China signs global deals to export its nuclear power technology, it faces a huge obstacle: it still needs to show it can build and safely operate these reactors at home.

    Aided by foreign technology acquired during three decades of development, China has the highest number of reactors being built and ambitions to export its home-grown models to an overseas market worth hundreds of billions of dollars.

    Premier Li Keqiang told an annual parliamentary meeting this week that the China aimed to increase its share of global sales in a range of advanced industries, including implementing major projects in nuclear power.

    And in a sign of progress on exporting its own nuclear technology, China signed a preliminary agreement last month to sell its flagship Hualong 1 reactor to Argentina.

    But despite state media describing the deal as the model's "maiden voyage", China has not yet built Hualong 1, raising questions about the country's capacity to deliver reactors for the global market.

    "Our fatal weakness is our management standards are not high enough. There is a big gap with international standards," said Xu Lianyi, a senior expert at China's State Nuclear Power Technology Corp (SNPTC), referring to the challenges China faces expanding its nuclear power sector.

    SNPTC, which was set up to receive technology transferred from Westinghouse Electric Co., is trying to develop another reactor ultimately targeted at the world market.

    Although China has operated Western-designed reactors at home for more than 20 years, it will need to convince buyers of the reliability of its own technology, particularly given a checkered reputation on industrial standards and safety in some other areas such as mining.

    China's first Hualong 1 project, in Fujian province, may not be completed until 2020, assuming it breaks ground this year and construction goes smoothly, said Li Ning, dean of the School of Energy Research at Xiamen University.

    TECHNOLOGICAL PROBLEMS

    China has been slow to approve new nuclear projects after a year-long safety review following Japan's Fukushima disaster in 2011.

    Beijing has promised to stick to the highest safety standards, using so-called "third generation" reactors like Hualong 1 and CAP1400, another home-grown model identified for future export.

    Due to be based on technology transferred from Westinghouse, the launch of CAP1400 will depend on the completion of a pilot Westinghouse third-generation reactor in Zhejiang province, which is facing a three-year delay because of technological problems.

    Reflecting the obstacles of breaking into a market dominated by the likes of France's Areva and Russia's Rosatom State Nuclear Energy Corp., Beijing is encouraging consolidation to cut internal rivalry and pool intellectual property and financial resources.

    Plans for a merger between SNPTC and state-run electricity producer China Power Investment were unveiled on Feb. 3, potentially creating a firm with total assets of more than 600 billion yuan ($96 billion), industry experts estimate.

    The strategy is similar to one used in the high-speed rail sector. By adapting foreign technology for a huge home network, China's trainmakers are now emerging as global competitors for Siemens, Alstom and Bombardier.

    Under a hotly-fought multibillion-dollar nuclear power deal struck with Pittsburgh-based Westinghouse, China secured a significant technology transfer agreement in 2007.

    China has been absorbing and localizing the technology to develop the CAP1400 and says it has full intellectual property rights on the model and Hualong 1.

    The Beijing office of Westinghouse, which is now controlled by Japan's Toshiba Corp, did not immediately respond to requests for comment.

    While technology rights may not stoke tensions, Beijing's pledge to aid the overseas expansion of Chinese firms risks raising the hackles of competitors if sectors like nuclear are deemed unfairly subsidized.

    A fax sent to China's National Development and Reform Commission seeking comment on the country's nuclear strategy was not responded to.

    CONFIDENCE

    Along with Argentina, progress was being made on potential nuclear deals with Turkey and South Africa, said Wang Zhongtang, chief engineer at SNPTC.

    But an official at the China National Nuclear Corporation, which is leading efforts to export Hualong 1 to Argentina, said China still has "huge amounts of work to do" before it can become a nuclear powerhouse, including rolling out Hualong I at home. The official declined to be named because he was not authorized to speak to the media.

    With 22 reactors in operation, and a further 26 under construction, China aims to raise its total domestic nuclear power capacity to 58 gigawatts (GW) by 2020, up from 20.3 GW at the end of last year, in a program estimated to cost $100 billion. Nuclear capacity would still only meet 3 percent of total electricity needs by 2020.

    The China representative of the World Nuclear Association, an industry body, said China needed to show it had operational experience, particularly in a foreign environment to sell its new designs abroad.

    "It is a question of confidence from outside of China," said Francois Morin.

  10. #10
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    Cada um por si

    O diário La Nación, de Buenos Aires, publicou nesta quinta-feira a informação de que o novo governo Tabaré Vásquez, do Uruguai, começa a pressionar o Mercosul para que abra a possibilidade de que seus membros negociem acordos comerciais em separado. Na condição de união aduaneira (unidade de políticas de comércio), os tratados do Mercosul proíbem essa opção. Os acordos entre Argentina e China, no entanto, já furaram essas cláusulas.
    http://economia.estadao.com.br/blogs...d-ganha-tempo/

    BTW

    O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins da Silva Júnior, defendeu que o Brasil faça mais acordos comerciais bilaterais, independentemente das negociações no âmbito do Mercosul, para ampliar os mercados para o agronegócio brasileiro. O dirigente manifestou sua posição em reunião com o secretário de Comércio Exterior da Bélgica, Pieter de Crem, ontem em Brasília, ao avaliar as discussões em torno do acordo entre o bloco sul-americano e a União Europeia, destino de 22% das exportações brasileiras do setor.
    http://www.valor.com.br/agro/3950590...-o-agronegocio
    Última edição por 5ms; 20-03-2015 às 18:54.

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