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  1. #1
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    Dolar Turismo supera R$ 3,00; Paralelo R$ 3,20


  2. #2
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    Dólar flerta com R$ 2,92 e pressiona juros futuros

    (Atualizada às 11h06) O dólar volta a operar próximo de máximas em mais de dez anos nesta terça-feira, flertando com R$ 2,92, em um movimento que pressiona os juros futuros para cima. As taxas longas sobem ainda diante da alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos (Treasuries) e de contínuas preocupações com a política fiscal.

    O mercado recebeu mal a ausência do presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), em jantar promovido ontem à noite pela presidente Dilma Rousseff à cúpula do principal partido da base aliada do governo. A decisão é mais um balde de água fria em esperanças de reaproximação das duas partes, o que volta a lançar dúvidas sobre a aprovação de medidas fiscais propostas pela equipe econômica da presidente, vistas como essenciais para a recuperação da confiança dos investidores no governo.

    A falta de Calheiros antecedeu a discussão prevista para hoje à noite no Congresso sobre vetos presidenciais, entre eles o reajuste da tabela do Imposto de Renda (IR). O resultado será um importante termômetro sobre o grau de fidelidade da base aliada à presidente Dilma, algo necessário para que o governo consiga implementar o conjunto de medidas fiscais.

    Às 11h06, o dólar comercial subia 0,59%, a R$ 2,9115. Na máxima, a cotação foi a R$ 2,9182, muito perto da taxa de R$ 2,9200 alcançada na sexta-feira - maior patamar intradia desde 6 de setembro de 2004 (R$ 2,9330). No mercado futuro, o dólar para abril se valorizava 0,26%, a R$ 2,9310, após bater R$ 2,9440.

    Entre os DIs, a taxa do contrato com vencimento em janeiro de 2017, mais líquido, subia a 12,890% ao ano, ante 12,869% ao ano no último ajuste. O DI janeiro de 2016 zerou a alta e operava a 13,120% ao ano, contra 13,119% ao ano no ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 era cotado em 12,420% ao ano, frente a 12,409% ao ano no ajuste da véspera.

    O mercado consolida apostas de que o Banco Central elevará a Selic amanhã em 0,50 ponto percentual, para 12,75% ao ano.

    (José de Castro | Valor)
    http://www.valor.com.br/financas/393...-juros-futuros

  3. #3
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  4. #4
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    A alternativa

    Delfim Netto
    04/03/2015

    Deixemos de tentar saber se há gasolina no tanque, iluminando-o com um fósforo aceso. Há! Por mais que seja desagradável, é preciso reconhecer que a perspectiva da tempestade perfeita continua a nos espreitar. A alternativa que resta ao Brasil, se não tiver ânimo e forças para restabelecer, de fato, a sua credibilidade fiscal, é aceitar a perda do seu grau de investimento.

    A partir daí, ainda que as agências de risco estejam meio desmoralizadas, será uma questão de tempo (não de se...) sermos vítimas de um turbilhão pelo qual, acreditem ou não os "heterodoxos", os famosos mercados dos "ortodoxos" vão nos impor o seu "ajuste", pouco se importando com seus custos ou com os seus efeitos. Nos meus 87 anos, já vi muito leão virar gato...
    http://www1.folha.uol.com.br/colunas...ernativa.shtml

  5. #5
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    Tradução: Uma das pessoas mais odiadas em toda a história do Brasil, um dos simbolos da ditadura, da "direita", ressurgiu como conselheiro intimo de Lula e Dilma e agora aponta a possibilidade da volta iminente do FMI a ditar os rumos do Brasil.

  6. #6
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    Salve-se quem puder, porque agora tá #$(*&#(*&#¨...

  7. #7
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    Dólar para turistas já é vendido a R$ 3,35 nas casas de câmbio em SP

    A disparada do dólar comercial nesta quarta-feira (4) tornou mais difícil a vida de quem vai viajar para o exterior ou quer comprar a moeda para deixar em casa. Nas casas de câmbio de São Paulo, a moeda norte-americana já está cotada próximo de R$ 3,40. Os valores vão de R$ 3,14 (em dinheiro vivo) a R$ 3,35 (no cartão pré-pago). O valor sempre é maior para turistas do que o divulgado no câmbio comercial.

    O UOL pesquisou a cotação em cinco casas de câmbio em São Paulo por volta do meio-dia desta quarta-feira (4). O resultado mostra que todas as casas já cobravam acima dos R$ 3,14 para a venda de dólar turismo para quem for viajar ao exterior.

    Cotações encontradas

    Veja as cotações encontradas pelo UOL, já incluído o IOF de 0,38% para dinheiro vivo e de 6,38% para cartão de débito (os valores variam durante o dia):


    • AGK Corretora: R$ 3,14 (dinheiro) e R$ 3,27 (cartão pré-pago)
    • Fair Corretora: R$ 3,14 (dinheiro) e R$ 3,32 (cartão pré-pago)
    • Treviso Corretora: R$ 3,17 (dinheiro) e R$ R$ 3,28 (cartão pré-pago)
    • Cotação: R$ 3,18 (dinheiro) e R$ 3,34 (cartão)
    • Confidence: R$ 3,18 (dinheiro) e R$ 3,35 (cartão)


    Para quem está com viagem marcada para breve, a orientação dos especialistas é comprar dólar agora e garantir a viagem. Se a viagem for feita num prazo maior, o conselho é adquirir a moeda aos poucos, para conseguir um preço médio.

    Entenda por que os valores são maiores

    O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, é o dólar comercial, que tem cotação menor que o dólar das casas de câmbio.

    O comercial é utilizado para movimentações financeiras do governo no exterior e empréstimos de brasileiros residentes fora do país, além de ser usado por grandes empresas para a realização de importação e exportação de mercadorias.

    Nas casas de câmbio, onde as pessoas comuns compram a moeda, o valor é maior. Ele é vendido para os pequenos compradores, que utilizam o dólar para viajar. O dólar turismo também é usado na conversão dos débitos realizados em moeda estrangeira no cartão de crédito e aquisição de passagens aéreas, por exemplo.
    http://economia.uol.com.br/financas-...mbio-em-sp.htm


    Dólar comercial dispara e alcança cotação de R$ 2,99

    Às 11h45, a moeda americana tinha valorização de 2,57%, cotada a R$ 2,994, na máxima do dia. A cotação não chegava este patamar desde 18 de agosto de 2004.

    No ano, o dólar sobe mais de 12% e em 12 meses, mais de 27%. Há um mês, a moeda era negociada no patamar de R$ 2,75
    http://economia.estadao.com.br/notic...r-2-99,1644117
    Última edição por 5ms; 04-03-2015 às 14:09.

  8. #8
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  9. #9
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    Banco Central eleva taxa Selic a 12,75%

    Selic avançou 0,5 ponto porcentual pela terceira vez seguida; com o aumento, o Brasil passa a ter a maior taxa real de juros do mundo


    Banco Central sobe juro para 12,75%, a maior taxa em seis anos

    Célia Froufe - Agência Estado

    04 Março 2015 | 20h 04


    O Banco Central elevou nesta quarta-feira, 4, a taxa básica de juros da economia em 0,50 ponto porcentual, para 12,75% ao ano. Foi a terceira alta seguida de meio ponto, puxando a Selic para o maior patamar desde o início 2009, quando o mundo vivia o auge da crise financeira. Em janeiro de 2009, a Selic foi reduzida para o mesmo patamar de hoje, valor que vigorou até março daquele ano.

    A decisão era amplamente esperada pelo mercado financeiro e foi unânime entre os diretores da autoridade monetária. O aumento também deixa o Brasil com a maior taxa real (descontada a inflação) de juros do mundo.

    O mercado financeiro tem dúvidas se o Banco Central vai conseguir entregar a inflação dentro dos parâmetros estipulados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos porcentuais para baixo ou para cima. Mas o Relatório Focus, que reúne a opinião de 100 instituições financeiras, aponta que o IPCA deve encerrar o ano em 7,47%. A inflação deste ano já tem todos os ingredientes para se tornar a maior em uma década.

    Desde o final do ano passado, o presidente do BC, Alexandre Tombini, vem alertando que não seria surpresa se a inflação continuasse a subir nos primeiros meses deste ano. A avaliação do comandante da autarquia, porém, leva em conta uma desaceleração dos preços ao longo de 2015 e que culminaria na entrega da meta de 4,5% no ano que vem. Recentemente, o mercado até tem diminuído suas estimativas para o IPCA de 2016, mas elas ainda seguem mais de 1 ponto além do centro da meta.

    O Ministério da Fazenda promete ajudar o trabalho do Copom ao economizar 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no final deste ano, o que faria com que a política fiscal se desviasse de uma tendência expansionista para neutra, podendo até já dar sinais de contracionismo, nas palavras do BC.

    Até que essa garantia seja efetivada, no entanto, a autoridade monetária tem tido de lidar com a pressão dos preços, principalmente dos monitorados e administrados pelo próprio governo. São sucessivos os anúncios de reajustes e aumento de impostos: gasolina, energia elétrica e água apenas para citar alguns que andam pesando no bolso do consumidor.

    Por isso, o mercado acredita que, mesmo com a economia cambaleando - a projeção dos analistas é de retração de 0,58% do PIB este ano - não haverá outra opção à diretoria do BC a não ser continuar a toada de aumento dos juros. E cada vez está mais claro que o patamar mais elevado (de 13% ao ano) tende a permanecer até o início do ano que vem.

    Veja o comunicado do Banco Central:

    "Avaliando o cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,50 p.p., para 12,75% a.a., sem viés.

    Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques."
    http://economia.estadao.com.br/notic...s-anos,1644496

  10. #10
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    Não é só o governo brasileiro que não consegue alcançar a meta de inflação anual


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