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  1. #1
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    IPCA projeta inflação de 16% em 2015

    Segundo dados divulgados pelo IBGE. em apenas 2 meses o IPCA já acumula alta de 2,5% na meta anual de 4,5%.

    O índice fechou fevereiro com alta de 1,22%. Em janeiro, o aumento havia sido de 1,24%.

    IPCA sobe 7,7% em 12 meses, a maior alta desde 2005

    O índice em 12 meses subiu 7,7%, mais que os 7,14% registrados no mesmo período até janeiro. É o maior aumento em 12 meses desde o período encerrado em maio de 2005 (alta de 8,05%). O resultado é superior aos 7,56% do centro das apostas (mediana) de analistas de bancos e consultorias, segundo pesquisa da agência internacional Bloomberg.

    O índice fechou fevereiro com alta de 1,22%. Em janeiro, o aumento havia sido de 1,24%.

    MOTIVOS

    Os principais motivos foram a alta dos preços controlados pelo governo, sobretudo energia e gasolina.

    Energia elétrica subiu 3,14% (que faz parte do setor habitação), segundo o índice. Gasolina (no segmento transportes), 8,42%, e a alta em educação foi de 5,83%. Os alimentos ficaram 0,81% mais caros, mas em um ritmo inferior ao da inflação média.

    IPCA

    Em fevereiro de 2014, a inflação fora mais moderada: 0,55%. O índice de fevereiro deste ano ficou acima do centro das expectativas de analistas ouvidos pela Bloomberg, de 1,08%.

    Trata-de do segundo mês seguido com alta superior a 1%, algo inédito desde o primeiro trimestre de 2003, quando o país vivia a crise após a eleição do ex-presidente Lula em 2003, que fez o dólar disparar para R$ 4.

    PERSPECTIVAS

    A forte alta recente do câmbio (e seus impactos sobre preços de alimentos cotados em dólar e produtos importados) é uma incerteza a mais para o já complicado cenário de inflação, que pode levar a taxa do ano a superar as previsões de uma alta de em torno de 7,5% neste ano, segundo analistas.

    A LCA, por exemplo, espera uma taxa maior do que o ponto central das estimativas de analistas. Prevê 7,86%, com principal contribuição vindo do pesado reajuste da energia –na faixa de 55% neste ano.

    INFLAÇÃO POR SETOR

    Com a forte alta da gasolina, sob impacto do aumento de tributos, o grupo transportes subiu 2,2% em fevereiro, mais do que o desempenho de 1,83% de janeiro. Ainda em transportes, destacaram-se os aumentos de outros importantes itens de consumo das famílias etanol (7,19%), automóvel novo (2,88%, variação ocorrida após o fim do IPI reduzido ) e ônibus urbano (2,73%) –este último item subiu em várias capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador.

    Já a energia não contabiliza ainda o reajuste das tarifas. Apenas uma das distribuidores de São Paulo teve autorização para elevar as contas. O impacto principal veio da adoção das bandeiras tarifárias, que elevam a conta quando são usadas as termelétricas, com custo maior. Atualmente, a bandeira é vermelha e aponta o uso mais intensivo dessa fonte de geração mais cara.

    O aumento da educação ocorreu em razão do reajuste anual das mensalidades escolares. Trata-se de uma pressão pontual e que não se repete nos próximos meses.

    Para analistas, os juros mais altos tem um efeito limitado para conter a inflação, pois boa parte dos aumentos são de preços públicos, administrados pelo governo.

    A forte alta da inflação, porém, corrói a renda disponível dos consumidores, que tendem a focar seus gastos em produtos mais essenciais e nos serviços públicos indispensáveis, como água, energia e transporte.
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...ake-ipca.shtml

    BTW Por que será que a Folha deu o nome de 1598826-fake-ipca.shtml ao arquivo da matéria?
    Última edição por 5ms; 06-03-2015 às 14:26.

  2. #2
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    Dolar dispara. De novo.

    Às 11h56, o dólar à vista, referência no mercado financeiro, subia 1,45%, para R$ 3,047, o maior nível desde 5 de agosto de 2004. Já o dólar comercial, usado no comércio exterior, avançava 1,22%, a R$ 3,048, no mesmo horário. É também o maior valor desde 5 de agosto de 2004.

    ...

    Nesta manhã, o Banco Central brasileiro deu sequência às suas intervenções já programadas no mercado para segurar a oscilação da moeda, vendendo e rolando contratos de swap cambial (que equivalem a uma venda futura de dólares)
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...-nos-eua.shtml

  3. #3
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    "Podemos estar perto de uma convulsão social para pagar os equívocos dos últimos quatro anos", diz a economista Monica de Bolle. "O importante, no entanto, é não demonizar o ajuste fiscal, porque sem isso vamos perder o grau de investimento e o dólar vai a R$ 5".

    Uma das profissionais mais respeitadas do país, ela provavelmente está certa. Mas sem uma liderança política que inspire confiança vai ser difícil convencer a população brasileira que um remédio tão amargo é a única solução.
    http://www1.folha.uol.com.br/colunas...-nem-mae.shtml

  4. #4
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    Dólar fecha a R$ 3,05, com alta de 7% nesta semana

    Nesta sexta-feira, moeda chegou a atingir a cotação máxima de R$ 3,07, em alta de 2%

    Com o dólar disparando ante o real, fonte informou ao Broadcast perto das 16 horas que, depois de registrar resultado negativo de US$ 1,142 bilhão em fevereiro, com fortes saídas de dólares na última semana do mês (US$ 3,334 bilhões), o fluxo cambial voltou a ganhar fôlego em março. Dos dias 2 a 5 deste mês, o resultado está positivo em US$ 2,7 bilhões. O destaque vai justamente para a área financeira, que recebeu entradas líquidas de US$ 1,9 bilhão no mês até ontem. Já o segmento comercial foi responsável pela atração de US$ 800 milhões nesses quatro dias.

    Chamou a atenção o fato de que a informação surgiu na reta final dos negócios do balcão. Ainda assim, não foi possível segurar as cotações.

    http://economia.estadao.com.br/notic...r-3-05,1645650

  5. #5
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    Wall Street firms more convinced of June rate hike

    (Reuters) - Many of Wall Street's biggest banks are more convinced the Federal Reserve will raise interest rates in June after a strong February jobs report on Friday pointed to sustained economic growth and as the jobless rate hit a more than 6-1/2 year-low.

    Nine of 16 primary dealers, or the banks that deal directly with the Fed, said they expect a June lift-off date, compared to 10 of 19 who predicted the rate hike in a Feb. 6 poll. All but one expect more than one rate hike in 2015.

    Though just over half the economists polled predicted a mid-year rate hike, six dealers polled said their conviction that the Fed would raise rates in three months time had increased in the last month.

    The median expectation for where the federal funds rate will end the year was 0.875 percent for 2015 and 2.375 percent for 2016, compared to 0.75 percent and 2.125 percent, respectively, in the February Reuters poll.

    The Fed has held rates near zero since the 2008 financial crisis, having ended its bond-buying program in October. Fed Chair Janet Yellen has reiterated that policymakers will remain "patient" in deciding when to raise rates, which she defined in December and January as a "couple" of meetings.

    But Friday's jobs report, which showed that U.S. employers added 295,000 jobs in February - far exceeding expectations - means the Fed could move more aggressively to tighten policy, economists said.

    "The strength of the jobs data today argues in favor of the Fed allowing itself the flexibility to soon drop the word 'patient'" from its statement, said Dana Saporta, economist at Credit Suisse, who expects a June rate hike. "Policy right now is geared toward emergency conditions and we've been recovering since 2009."

    On average, economists said there was a 47.5 percent probability the Fed will raise rates in the first half of 2015. Of the nine who predicted a mid-year rate hike, seven answered a Reuters question on the probability of such an occurrence, with the median probability at 55 percent.

    Traders on Friday were pricing in a more aggressive pace of policy tightening, though the consensus, based on market rates, still puts September as the most likely point for the first increase.

    Fed funds futures contracts on Friday suggested traders were pricing in just a 22 percent probability of a June rate hike. The first contract with a greater-than-50 percent probability of a hike is September 2015, at 66 percent, according to CME Fed Watch.

    Goldman Sachs economist Jan Hatzius told CNBC he expects the Fed to raise rates by September; the firm did not respond to the Reuters poll. Five other firms also did not take part.
    http://www.reuters.com/article/2015/...0M22DB20150306
    Última edição por 5ms; 06-03-2015 às 21:25.

  6. #6
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    Next week: ECB begins QE

    MSN Money



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