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  1. #1
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    Barusco afirma ter repassado dinheiro para campanha de Dilma em 2010

    Barusco afirmou à CPI da Petrobrás na Câmara que propina passou a ser 'institucionalizada' em 2004.

    ...

    Questionado a quem eram destinados os valores, Barusco disse que o dinheiro foi dado na época da eleição presidencial em que disputavam o tucano José Serra contra a petista Dilma Rousseff, em 2010. Ele ressaltou que o dinheiro foi encaminhado ao PT. "Foi solicitado a SBM um patrocínio de campanha, só que não foi dado por eles diretamente. Eu recebi o dinheiro e repassei num acerto de contas em outro recebimento", afirmou.

    ...
    http://www.estadao.com.br/aovivo/cpi-da-petrobras

  2. #2
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    Toffoli pede transferência para Julgar Lava-Jato

    Para quem não se lembra, ele cresceu na carreira como advogado do PT....


    O ministro José Dias Toffoli enviou ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, pedindo para migrar da Primeira Turma para a Segunda Turma da Corte, que julgará as futuras ações penais decorrentes da Operação Lava Jato contra deputados e senadores.

    Lewandowski agora decidirá se autoriza a transferência do magistrado de um colegiado para o outro. Se autorizar – o que deve acontecer porque a transferência é prevista no regimento do Supremo e por isso a autorização é uma formalidade –, Toffoli se tornará, a partir de maio, o presidente da turma e conduzirá o julgamento de políticos na ação penal da Operação Lava Jato.

    Isso porque o mandato do atual presidente da Segunda Turma, Teori Zavascki, termina em maio. Pela tradição, ocupa o cargo o ministro com menos tempo de atuação no tribunal que ainda não tenha exercido a função – no caso, Toffoli.

    A Segunda Turma atualmente tem quatro ministros, já que a presidente Dilma Rousseff ainda não indicou um nome para a vaga deixada pelo ex-presidente do STF Joaquim Barbosa, que se aposentou no ano passado.

    A ausência de um magistrado pode gerar empates nos julgamentos e, nessa hipótese, a decisão em processos penais deve sempre favorecer os réus.

    Em sessão na tarde desta terça, os ministros Gilmar Mendes e Teori Zavascki, relator no Supremo dos inquéritos sobre corrupção na Petrobras, sugeriram que um dos ministros da Primeira Turma migrasse para a Segunda Turma.

    Se Lewandowski autorizar a transferência de Toffoli, o ministro que será indicado por Dilma para a vaga de Barbosa não julgará os processos contra políticos relativos à Operação Lava Jato.

    A autorização é somente uma formalidade, já que, pelas regras do Supremo, qualquer ministro tem o direito de pedir a transferência. Se mais de um se interessar, a preferência é do mais antigo.

    Na Primeira Turma, o ministro que há mais tempo integra a Corte é Marco Aurélio Mello. Ele afirmou, porém que vai se aposentar em meados do ano que vem e não tem interesse em mudar de turma.

    “Eu, Marco Aurélio Mello, terminarei meus dias aqui em 2 de julho de 2016 na Primeira Turma. Eu não saio da Primeira Turma, estou muito satisfeito principalmente pelos colegas da bancada”, afirmou à TV Globo.

    Desde o ano passado, o STF decidiu que investigações, denúncias e processos criminais contra parlamentares e ministros passariam a ser julgados numa das duas turmas – compostas, cada uma, por cinco ministros – e não mais no plenário, onde atuam todos os 11 integrantes da Corte.

    A Segunda Turma é atualmente composta pelos ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Teori Zavascki e Cármen Lúcia. A demora de mais de sete meses de Dilma em indicar um substituto para a vaga de Barbosa deixou a turma incompleta e tem gerado críticas de magistrados do STF.

    Ao propor convidar um dos ministros da Primeira Turma para a Segunda, Gilmar Mendes chamou a atenção para as futuras decisões da Lava Jato. De acordo com o ministro, a Segunda Turma não poderia ter uma composição "ad hoc", isto é, com a designação de um novo ministro especialmente para julgar o caso.

    "Isso seria um constrangimento para o colega que porventura venha a ser designado para esta colenda Corte. Uma composição 'ad hoc' do colegiado não honra as tradições republicanas desta Casa", afirmou.
    http://g1.globo.com/politica/operaca...lava-jato.html

  3. #3
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    nesse meio ai é tudo uma piramide de corruptos então já sabe né, PT ( Partido dos Terroristas )
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  4. #4
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    Aditivo reforça versão de propina na campanha de Dilma

    Aditivo, entregue pela SBM ao Ministério Público holandês, estipula parcela única de US$ 311,5 mil

    LEANDRO COLON
    DE LONDRES
    15/03/2015 02h00

    Um documento entregue a investigadores holandeses fortalece o depoimento do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco de que a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 recebeu US$ 300 mil da empresa SBM Offshore, acusada de pagar propina para obter contratos no Brasil.

    No dia 7 de setembro de 2010, a menos de um mês do primeiro turno eleitoral, a SBM, com sede na Holanda, assinou um "adendo" de duas páginas ao contrato que mantinha desde 1999 com o brasileiro Júlio Faerman, então representante da firma no país.

    Ele é apontado como distribuidor de propinas em troca de vantagem na Petrobras.

    Esse aditivo, entregue pela SBM ao Ministério Público holandês, estipula a parcela única de US$ 311,5 mil a ser paga à Faercom Energia Ltda, empresa de Faerman, que assina como diretor (acesse o documento ).

    Segundo os papéis, o valor se refere a "certos serviços adicionais" relacionados ao projeto da plataforma da Petrobras no campo de Cachalote, no litoral sul do Espírito Santo, tocado pela holandesa.

    A SBM informou às autoridades que transferiu o dinheiro no dia 5 de novembro daquele ano para uma conta no banco Safra, na Suíça, em nome da empresa Bien Faire, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal.

    A companhia é uma das seis controladas por Faerman em paraísos fiscais e que foram usadas para operações de repasse de propina a funcionários da Petrobras, segundo investigações internas da SBM e de autoridades holandesas.

    A SBM Offshore diz ter pago US$ 139 milhões a Faerman pelos serviços prestados até o ano de 2012. Ao todo, os contratos da empresa, ligados a oito plataformas da Petrobras, somam US$ 27 bilhões.
    O lobista recebia de 3% a 10% de comissão da SBM em cima dos contratos.

    A CGU (Controladoria-Geral da União) e o TCU (Tribunal de Contas da União) também abriram apuração e encontraram indícios de irregularidades.

    ESQUEMA

    Em novembro do ano passado, a SBM fez acordo com a Justiça holandesa para pagar US$ 240 milhões como punição por "casos de propina" em Angola, Brasil e Guiné Equatorial, no que é considerado o maior escândalo de corrupção da história da Holanda.

    Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços da Petrobras, confessou ter recebido recursos do esquema. Disse ter começado a levar vantagens financeiras entre 1997 e 1998, mas que a prática foi "institucionalizada" entre 2003 e 2004.

    Na delação ao Ministério Público, Barusco afirmou que o ex-diretor Renato Duque "solicitou ao representante da SBM, Julio Faerman, a quantia de US$ 300 mil a título de reforço de campanha durante as eleições de 2010".

    Na terça-feira (10), o ex-gerente deu a mesma versão à CPI da Petrobras: "Em 2010, foi solicitado à SBM um patrocínio de campanha, mas não foi dado por eles diretamente. Eu recebi o dinheiro e repassei (...) para o Vaccari."

    Segundo o ex-gerente, o PT recebeu de US$ 150 a US$ 200 milhões em propina destinada à diretoria de Serviços, no período em que estava sob o comando de Renato Duque.

    O Ministério Público Federal já repatriou US$ 59 milhões (R$ 182 milhões) de contas mantidas por Barusco na Suíça, como parte do acordo de delação premiada.

    Ao todo, ele se comprometeu a devolver ao país US$ 97 milhões.
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2...de-dilma.shtml

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