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  1. #1
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    Angry Dolar a R$ 3,50 ou Mais ....




    O dólar comercial chegou a operar acima de R$ 3,50 pela primeira vez em 12 anos nesta quarta-feira (5), segundo a agência de notícias Reuters.

  2. #2
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    Com IOF Euro passa de R$ 4,00




    EUR/USD

    1.0907
    Última edição por 5ms; 05-08-2015 às 17:28.

  3. #3
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    ... enquanto o dólar não atingir R$ 4,00, o mercado ainda terá alguma dúvida se o real estaria, de fato, barato ou não. Nesse espaço, entre R$ 3,50 e R$ 4,00, muitos podem até achar que o real já ficou barato frente ao dólar, mas não de forma categórica para atrair fluxos e aliviar a pressão.

    Mas dificilmente seria razoável pensar que o BC deixaria o dólar bater R$ 4,00, num momento de fragilidade política da presidente Dilma Rousseff e de impopularidade da equipe econômica com o ajuste fiscal.

    Isso por conta do efeito psicológico sobre o brasileiro de uma cotação de R$ 4,00.

    Nesse caso, o dólar não tem apenas efeitos nas variáveis macroeconômicas, mas também, neste momento, terá impacto político.

    Por outro lado, a R$ 3,50 ou a R$ 3,60, talvez o dólar ainda não consiga mexer com a sensibilidade do ministro Levy e do presidente do BC, Alexandre Tombini, para levar o governo a intervir.
    http://economia.estadao.com.br/blogs...o-dolar-subir/

  4. #4
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    Isto está mais pra...a gente vai enfiando, quando gritar a gente para.

  5. #5
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    Resultado desastroso

    A FGV vai divulgar amanhã suas estimativas para o PIB em 2015. Uma queda de 2,8%. Um número trágico. A projeção feita pelos economistas da FGV reforça a piora das expectativas. Em março, a Fundação previa que o PIB recuaria 1% em 2015. No final de junho, estimava uma queda de 1,8% .

    Por Lauro Jardim

    http://veja.abril.com.br/blog/radar-...leiro-em-2015/

  6. #6
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    Angry R$ 3,53



    • Day's Range: 3.4848 - 3.5310


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  7. #7
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    Na contagem regressiva para os R$ 4,00!

  8. #8
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    O estado clínico da Petrobrás que será mostrado nesta quinta-feira no balanço do 2.º trimestre do ano só pode ser muito delicado.

    Como já aconteceu por ocasião das demonstrações financeiras anteriores, o desempenho operacional deverá ter sido relativamente bom. Mas as condições patrimoniais e financeiras têm tudo para continuar lamentáveis, contaminar o lucro líquido e lançar dúvidas sobre o futuro.

    De longe, o principal foco da doença está no tamanho da dívida, a maior ostentada por uma empresa no mundo. No 1.º trimestre de 2015, fechou em R$ 400,6 bilhões, o equivalente a 3,9 vezes a sua capacidade de geração de caixa. De lá para cá, avança para o meio trilhão de reais em consequência de dois fatores: mais levantamentos de empréstimos dentro e fora do País; e desvalorização do real em 3,3% só no 2.º trimestre.

    Por enquanto, a Petrobrás não vem encontrando dificuldades incontornáveis para seguir rolando seu passivo, porque há muito dinheiro no mundo à procura de aplicações tão firmes quanto as feitas em petróleo, mesmo depois da derrubada dos preços. Os chineses veem no Brasil, e especialmente nos ativos de petróleo, oportunidade excepcional para sua estratégia de diversificação de fontes de suprimento de energia. E, mal ou bem, está em curso o processo de saneamento da empresa.

    A única resposta que a diretoria apresentou para o controle da dívida que ronda o impagável é um alentado programa de desinvestimento. Um grande número de ativos, inclusive participações no filé mignon do pré-sal, está à venda. O diabo é que a maré não está para esse tipo de peixe. Os preços internacionais do petróleo seguem ladeira abaixo e as empresas que dispõem de recursos em caixa contam com enorme poder de barganha na catação das pechinchas em oferta.

    Ainda que sujeita a novas e surpreendentes denúncias, a Operação Lava Jato parece ter estancado a roubalheira. O corte no patrimônio da Petrobrás de R$ 6,2 bilhões, correspondentes aos tais 3% de propina que prevaleceram nos últimos 10 anos, parece suficiente. O problema é o resto. O estrago produzido pelos desmandos administrativos foram incomensuravelmente maiores. Cada diretoria detinha autonomia para praticar as extravagâncias que bem quisesse. Cláusulas-chave de inúmeros contratos de fornecimento permaneceram em aberto para acertos posteriores, o que também não passava de expediente certo para práticas de maracutaia. Por aí se vê que não há diferença entre má gestão e corrupção propriamente dita. Uma vai abraçada à outra.

    No último balanço, a Petrobrás extirpou nada menos que R$ 44,6 bilhões em ativos que excediam os valores de mercado. As refinarias Premium 1 e 2 (Maranhão e Ceará), onde foram despejados R$ 3 bilhões em terraplanagens e outros investimentos, estão “descontinuadas” e o projeto do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, que consumira mais de R$ 21 bilhões, foi simplesmente abandonado.

    É improvável que essa megacirurgia tenha sido completada. Há mais de cem grupos de trabalho e comissões de inquérito dentro da Petrobrás à cata de esquisitices administrativas. Todos os dias estão encontrando novas inconsistências (impairments) que mais dia menos dia terão de ser levadas a balanço.

    Convém saber, também, qual é o tamanho do passivo tributário da Petrobrás (certamente superior a R$ 20 bilhões) e qual será o volume de multas a que a empresa está sujeita nos processos que correm nos Estados Unidos, provavelmente algo em torno dos US$ 4 bilhões. Para nada disso, entretanto, foram constituídas provisões.

    http://economia.estadao.com.br/notic...bertas,1738796

    BTW o atual presidente recebe R$ 70 mil de aposentadoria do BB e R$ 160 mil de salário da Prtrobras
    Última edição por 5ms; 06-08-2015 às 14:13.

  9. #9
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    • 11h49 Dólar bate R$ 3,54 nesta quinta-feira, pressionado pelo aumento da rejeição ao governo da presidente Dilma Rousseff e pelo agravamento da crise política. Dólar à vista, referência no mercado financeiro, sobe 1,39%, para R$ 3,543. Dólar comercial, usado em transações no comércio exterior, avança 1,51%, para R$ 3,543

      http://aovivo.folha.uol.com.br/2015/...3-aovivo.shtml

  10. #10
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    Dólar chega a R$ 3,56

    A maior aversão do investidor com a o agravamento da crise política diante do isolamento da presidente Dilma Rousseff fez o dólar disparar para R$ 3,56 no começo da tarde desta quinta-feira, 6. Às 11h53, o dólar subia 1,95%, a R$ 3,557. Na máxima, atingiu R$ 3,564.

    ...

    Também é desfavorável a notícia de que a presidente atingiu uma reprovação de 71%, segundo o Datafolha. O nível é mais alto do que o atingido por Fernando Collor (1990-92), quando ele estava às vésperas de sofrer um processo de impeachment.
    http://economia.estadao.com.br/notic...r-3-53,1739222





    Câmbio (13:18)

    Dólar com

    +1,88% R$ 3,555

    Peso arg

    +1,95% R$ 0,386

    Euro

    +2,2% R$ 3,887

    http://economia.uol.com.br/cotacoes/

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