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  1. #1
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    Como fazer previsões financeiras, sem ser um expert.

    Como o titulo diz, como voce pode prever o que vai acontecer a medio-prazo no mercado financeiro?

    É simples, basta pegar o que um politico, autoridade, ministro etc diz e interprete JUSTAMENTE ao contrário.

    Exemplo, veja a entrevista que o Guido Mantega deu antes da re-eleição da sapiência de brasília, isso em outubro de 2014:

    - "Vai quebrar a cara quem apostar na alta do dólar", diz Mantega

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...-mantega.shtml

    Viu como é fácil? Leia o que esta turma honesta diz e interprete ao contrário. Vieram me chamar de analista financeiro amador, nao precisa estudar nada disso, basta ter em mente que todo politico, autoridade, ministro etc mente o tempo todo, eles mentem mais do que respiram. Eles são pagos para mentir, e fazem isso muito bem.

  2. #2
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    Citação Postado originalmente por mindnet Ver Post
    Como o titulo diz, como voce pode prever o que vai acontecer a medio-prazo no mercado financeiro?

    É simples, basta pegar o que um politico, autoridade, ministro etc diz e interprete JUSTAMENTE ao contrário.

    Exemplo, veja a entrevista que o Guido Mantega deu antes da re-eleição da sapiência de brasília, isso em outubro de 2014:

    - "Vai quebrar a cara quem apostar na alta do dólar", diz Mantega

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...-mantega.shtml

    Viu como é fácil? Leia o que esta turma honesta diz e interprete ao contrário. Vieram me chamar de analista financeiro amador, nao precisa estudar nada disso, basta ter em mente que todo politico, autoridade, ministro etc mente o tempo todo, eles mentem mais do que respiram. Eles são pagos para mentir, e fazem isso muito bem.
    Falou justamente isto para que ninguém compre dólares ou gaste muito...quem comprou dólar naquela época e esperar mais um pouco pra vender vai ficar feliz da vida, ou então usa o dinheiro pra fugir desse galinheiro aqui.

  3. #3
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    Como o titulo diz, como voce pode prever o que vai acontecer a medio-prazo no mercado financeiro?

    É simples, basta pegar o que um politico, autoridade, ministro etc diz e interprete JUSTAMENTE ao contrário.

    ...

    Viu como é fácil? Leia o que esta turma honesta diz e interprete ao contrário. Vieram me chamar de analista financeiro amador, nao precisa estudar nada disso, basta ter em mente que todo politico, autoridade, ministro etc mente o tempo todo, eles mentem mais do que respiram. Eles são pagos para mentir, e fazem isso muito bem.
    Se uma empresa é administrada seguindo chutes de "analista financeiro amador" ela não está sendo administrada ou macroeconomia não tem a menor importância na condução da empresa. Simples assim.

  4. #4
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    Citação Postado originalmente por Seto_Ichitaka Ver Post
    ...quem comprou dólar naquela época e esperar mais um pouco pra vender vai ficar feliz da vida
    O dolar teria que estar em R$ 7 apenas para corrigir a desvalorização do real com a inflação no periodo para quem comprou o dolar a R$ 4 logo após a primeira vitória do Lula

    Acredite ou não, tem gente achando que a cotação tem espaço para subir muito mais.

  5. #5
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    O dolar teria que estar em R$ 7 apenas para corrigir a desvalorização do real com a inflação no periodo para quem comprou o dolar a R$ 4 logo após a primeira vitória do Lula

    Acredite ou não, tem gente achando que a cotação tem espaço para subir muito mais.
    Eu não duvido se as coisas não melhorarem o dólar não chegar a uns 5~6 reais até as próximas eleições.

  6. #6
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    Também não duvido. A crise brasileira tem pouquissimo a ver com ranking, divida, balanço de pagamentos, FED, economia chinesa, QE europeu, preço de commodities, pauta explosiva, Lava Jato, e tudo a ver com incompetência e gente que não presta no governo.

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Também não duvido. A crise brasileira tem pouquissimo a ver com ranking, divida, balanço de pagamentos, FED, economia chinesa, QE europeu, preço de commodities, pauta explosiva, Lava Jato, e tudo a ver com incompetência e gente que não presta no governo.
    O pior de tudo isto, é que ainda venha novos políticos (supostamente bons) a situação não irá melhorar em um passe de mágica, será anos e mais anos pra desfazer toda ***** feita, e depois anos e mais anos pra fazer o país crescer (ou tentar).
    O que eu acho "engraçado" é que os fãs do PT falam que antes era pior, e que antes pobre não reclamava de preço de combustível porque não tinha carro e bla bla bla...Mas esquecem de ver que o país tem que está sempre melhorando, não é porque melhorou que pode voltar a decair...

  8. #8
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    Celso Lafer, em entrevista publicada hoje na Folha:

    Para terminar, eu queria saber qual a análise do senhor sobre a situação política do país.

    A queda da popularidade é ruim, mas a perda de credibilidade é pior. Vou recorrer ao economista Frank Knight e sua distinção entre risco e incerteza. O risco você precifica, ao contrário da incerteza. A incerteza leva à paralisia.

  9. #9
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    Entrevista com Flávio Rocha, dono e presidente da Riachuelo, terceira maior rede de moda do País, atrás da C&A e da Renner.

    [trechos]

    O sr. é empresário, o que está acontecendo que nós não estamos tendo investimento?

    Falta de propósito.

    Foi isso que causou a paralisia?

    Primeiro, foi a falta de propósito. Propósito é fundamental. Você tem de olhar para a cara do seu governante, até do presidente da sua empresa, e enxergar adiante: “A Riachuelo daqui a dez anos vai ser isso, nessa Riachuelo daqui a dez anos tem lugar para mim, eu vou estar melhor, eu me identifico com o propósito da Riachuelo, que quer alargar as portas da moda, a moda que melhora a vida das pessoas”. Tem de ter essa identidade de propósito.

    E onde a presidente errou?

    Eu vi uma frase interessante no começo do governo Lula. Foi nas primeiras semanas: “Este governo vai dar certo porque está fazendo tudo que Fernando Henrique fez, e sem o PT para atrapalhar”. E foi o que aconteceu. Mas a Dilma reverteu tudo o que tinha sido feito.

    Como o sr. vê a economia?

    Vamos começar com uma boa notícia. Encerrou-se um ciclo. Um ciclo de ideias ruins, insustentável. A gente já vê os indícios fortes da mudança. A mudança vem da cabeça do eleitor, de um novo personagem que vai mudar a história do País: o eleitor-consumidor-cidadão. Ele sucedeu o eleitor súdito, que era o fiel da balança e representava uma grande base de 60% de pobreza. Ficava com o pires na mão para o Estado. Houve uma transformação demográfica e econômica. Hoje, o fiel da balança não é mais a base da pobreza. É o novo consumidor, com condição de resolver as paradas eleitorais que vêm pela frente. Ele enxerga o Estado de uma outra forma. Não cai mais no mito do Estado que resolve todos os problemas. Ele vê o Estado como vê a sua operadora de telefonia celular, de TV a cabo. Paga e exige reciprocidade. Esse novo perfil vai ser o estopim da mudança.

    Para o sr., as manifestações contra o governo são promovidas pela nova classe média?

    Sim. O povo não está pedindo mais Estado. Está pedindo menos Estado. Está pedindo eficiência do gasto público, menos clientelismo, menos paternalismo. Em 2013, não. Ali acho que tinha uma confusão, tinha no meio os black blocs, uma coisa de movimentos sociais. Mas agora as manifestações dizem isso.

    O sr. acredita que o Estado pode ficar menor na gestão do atual governo?

    Acho que não. Ajuste fiscal é uma palavra muito suave para a gravidade do problema. A gente não precisa de ajuste fiscal. Precisamos de uma cirurgia de grande porte no Estado, que faça o Estado mudar de propósito. O Estado hoje existe em função de si mesmo. Ganhou vida própria. Há muito tempo, o Estado não existe em função da sociedade. Tornou-se intocável, blindado em si mesmo.

    O que o sr. acha das manifestações de empresários em favor do governo Dilma?

    Quando você fala do setor empresarial, existe muita confusão. Tem dois mundos completamente distintos. Tem o empresário de mercado e tem o empresário de conluio ... O PT, quando pensa em capitalismo, é: “Fulaninho, o que você quer?” O termo campeões nacionais, até outro dia, fazia parte do discurso nacional. Um absurdo. Vou eleger este aqui o rei da proteína animal, este aqui o rei da construção civil e este aqui o rei do óleo e gás. Isso é de uma arrogância, de uma onipotência. O mercado não conta. O governo torna irrelevante a opinião do mercado, força de cima para baixo com instrumentos de financiamentos, de juros subsidiados, que é mais uma perversa forma de intervencionismo. É assim: eu escolho você, dou dinheiro do BNDES e tal. Isso é a antítese do capitalismo. Muitas vezes, você olha e diz: ah, são os empresários. Mas vai ver e o que tem é o clubinho do capitalismo de conluio.

    E como é o outro grupo de empresários?

    O outro, do qual eu muito me orgulho de fazer parte, é aquele que vive do mercado, do consumidor. Se eu vou crescer mais do que Marisa, Pernambucanas ou Renner, só devo a um juiz: a dona Maria, que entra na loja e paga sua prestação de R$ 15. Somos escolhidos pelo mercado.

    Qual a sua previsão para o varejo?

    O varejo teve o primeiro trimestre negativo depois de uma década em que cresceu sempre muito mais que a média do PIB. No primeiro semestre, fechou no negativo. Isso atinge de forma diferente os três subsetores. O de duráveis, onde estão os eletroeletrônicos, tem empresas com 20%, 30% de queda. Depois vem o setor de alimentos – até os alimentos estão sofrendo muito por causa da inflação. O que está sofrendo menos é o de semiduráveis – farmácia, têxteis, calçados, que têm até um certo crescimento. Nós estamos crescendo graças à expansão física. Nas lojas abertas há mais de um ano, estamos estagnados. O que já é uma boa notícia, porque todo mundo está negativo nas mesmas lojas.

    Geralmente, o segundo semestre tende a ser melhor. Isso não vai ocorrer em 2015?

    Será melhor em relação ao primeiro semestre, mas sempre fazemos a comparação com igual período do ano passado. Então, vai ser pior. O Dia dos Pais foi fraco. No Natal, vai se manter o marasmo. Não temos expectativa de recuperações. A carruagem está parando. A força de tração não é suficiente. O resultado disso é crescimento zero.

    O sr. está pessimista?

    O empresário tem de partir do pressuposto que crise, por definição, é um episódio passageiro. Não se pode dimensionar a sua empresa para a crise, porque a crise passa e sua empresa fica despreparada para a bonança que, por definição também, vem depois das crises. Estamos abrindo lojas, construindo um centro de distribuição que é o estado da arte do setor. O “capex” chega a R$ 500 milhões neste ano. No Brasil, só pode ser pessimista quem está com os olhos no curto prazo.
    http://economia.estadao.com.br/notic...-curta,1757144
    Última edição por 5ms; 06-09-2015 às 00:16.

  10. #10
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    G-20 convence China a participar de pacto para evitar desvalorizações cambiais

    ANCARA, TURQUIA - Os chefes das finanças dos países do G-20, que engloba as 20 maiores economias do mundo, convenceram a China a participar de um pacto estrangeiro de paz cambial enquanto eles tentam conter as tensões desencadeadas pelo tumulto no mercado acionário chinês e as desvalorizações do yuan em agosto.

    Os ministros e os presidentes dos bancos centrais divulgaram uma declaração que inclui o compromisso para evitar “desvalorizações competitivas”. É a primeira vez que o G-20 utiliza tal termo desde 2013.

    A China está na defensiva já que a desaceleração de sua economia e a turbulência no mercado acionário tem impacto nos mercados emergentes enquanto os Estados Unidos se preparam para elevar a taxa de juros. O documento cita ainda a recente volatilidade dos mercados financeiros e a necessidade de monitorar possíveis transbordamentos, além da promoção da transparência.

    A delegação chinesa presenta na cúpula do G-20 foi o principal foco do evento de dois dias, afirmou o ministro da Economia da Espanha, Luis de Guindos.

    — Eles explicaram que a economia chinesa está em um período de transição — disse Guindos à imprensa. — Eles estão na direção de uma nova situação normal para eles, que será de crescimento em torno de 6% ou 7%.

    A decisão surpresa da China de depreciar o yuan enquanto tentava conter a agitação no mercado de ações levou a maior queda da moeda em 21 anos em agosto, o que levou a reduções cambiais em outros países emergentes preocupados com os danos que o yuan mais fraco poderia causas às exportações para China.

    ‘NÃO FOI SUFICIENTE’

    Zhou Xiaochuan, chefe do banco central chinês, afirmou que o país teve que lidar com a ruptura da bolha do mercado de ações enquanto ele descrevia os planos dos legisladores, segundo o ministro das Finanças do Japão, Taro Aso.

    — Não foi suficiente — afirmou Aso. — Eles tentaram ser construtivos, mas não detalharam o suficiente.

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    A equipe econômica chinesa disse que estava tentando restringir o rompimento à medida que a economia migra para um modelo de crescimento diferente, de acordo com a autoridade chinesa que estava nas discussões. A delegação afirmou que tentava reduzir o endividamento e planejava medidas para regular oscilações no mercado. A bolsa de Xangai caiu cerca de 40% desde que alcançou a máxima de três anos em junho.

    — A China está tentando fazer um papel construtivo definitivamente — declarou o ministro das Finanças do Canadá, Joe Oliver, em entrevista. — É a segunda maior economia do mundo e, portanto, quando desacelera, há implicações globais. É isso com que acho que estamos lidando.

    As consequências da queda no mercado acionário chinês serão relativamente limitadas tanto para Pequim como para o resto do mundo, disse o presidente do Banco Central Alemão (BCE), Jens Weidmann, neste sábado.

    "As consequências econômicas diretas da queda dos preços das ações na China serão relativamente limitadas para a própria China e para o mundo", disse Weidmann, que também integra o Conselho do Banco Central Europeu (BCE), após encontro dos líderes das finanças dos países do G20 na capital turca, Ancara.

    PREVISÃO DE ESTABILIDADE

    A equipe chinesa afirmou que o movimento cambial não foi uma tentativa de roubar exportações dos competidores internacionais, o que foi aceito pelos ministros das outras nações, de acordo com uma autoridade internacional.

    — Ninguém pode prever exatamente a volatilidade do mercado, mas estou confiante de que a taxa cambial da China será mais ou menos estável em torno do nível de equilíbrio — afirmou o vice-presidente do banco central da China, Yi Gang, em entrevista. — Os fundamentos da economia chinesa estão bem.

    O governo chines agiu para prevenir a “queda livre” do mercado acionário mesmo que seja um ajuste “normal”, afirmou Zhu Jun, diretor-geral do banco central da China neste sábado em Ancara.

    — Acho que estamos bem perto do fim — disse Jun, em referência à volatilidade do mercado. — Em alguma extensão, a influência no mercado tem sido reduzida substancialmente e nós achamos que não haveria risco sistêmico.

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    Os chineses pediram que referências específicas aos problemas chineses fossem deixadas de lado da declaração final do G-20, afirmou um assessor da zona do euro.

    O secretário do Tesouro americano, Jacob Lew, disse a Lou Jiwei, ministro das Finanças da China na sexta-feira que é imporante para o país sinalizar que vai permitir o yuan subir ou cair. A China deve evitar desalinhamentos persistentes da taxa cambial e se abster de desvalorizações competitivas, disse Lew em uma declaração do Tesouro.

    A desaceleração da China acontece enquanto o Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) considera a elevação da taxa de juros pela primeira vez em nove anos. O vice-presidente Stanley Fischer expôs os prós e contras da elevação, afirmou Guindos.
    http://oglobo.globo.com/economia/g-2...biais-17415545

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