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    Brazil junked by S&P

    Latin America's largest economy has just been stripped of its prized investment grade credit rating from Standard & Poor's.

    Analysts with the New York-based rating agency downgraded Brazil's foreign currency sovereign credit rating one notch to 'BB+' and maintained its negative outlook, indicated further cuts are possible, as a corruption scandal and slowing economic growth challenge the country's stability.

    Economic activity is expected to decline 2.5 per cent in 2015 before contracting a further 0.5 per cent next year, S&P forecast on Wednesday.

    In a note, analysts with S&P said, "Brazil's credit profile has weakened further since July 28, when we revised the outlook on Brazil to negative."

    We find that the ongoing investigations of corruption allegations against high-profile individuals and companies--in both the private and public sectors and across political parties--have led to increased near-term political uncertainty.

    We continue to believe that economic weakness exacerbates execution risk. We now expect the contraction in real GDP to be deeper and longer

    Brazil's general government debts, excluding liquid assets, are projected to rise to 59 per cent in 2016 from 47 per cent last year, while its annual government deficit is forecast to average 8 per cent of GDP both this and next year.

    Analysts warned that a "high...interest burden" contributed to Brazil's large deficit.

    Moody's currently rates Brazil 'Baa3', the bottom rung in its investment-grade territory.
    http://www.ft.com/fastft/389491/brazil-junked-sandp

  3. #3
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    Brazil Credit Rating Cut to Junk by S&P Amid Budget Strain

    By Filipe Pacheco Paula Sambo
    September 9, 2015 — 7:06 PM BRT

    Brazil’s sovereign rating was cut to junk by Standard & Poor’s as a faltering economy added to President Dilma Rousseff’s struggle to shore up fiscal accounts.

    The country’s rating was reduced one step to BB+, with a negative outlook, S&P said in a statement. S&P first increased Brazil’s rating to investment grade in April 2008.

    The downgrade puts pressure on the economic team led by Finance Minister Joaquim Levy to shore up the country’s fiscal situation by cutting spending or raising taxes. Because of internal rules, some institutional investors such as pension funds can’t invest in securities rated junk, which could lead to a selloff of Brazilian assets.

    Brazil’s government said in August it forecasts a fiscal deficit in 2016 of 30.5 billion reais ($7.9 billion), or about 0.5 percent of gross domestic product. That compares with a targeted surplus of 2 percent at the beginning of this year and a revised objective of 0.7 percent announced in July.

    Latin America’s biggest economy now stands at the same rating level as Russia, Hungary and Indonesia, according to S&P’s rating scale.
    http://www.bloomberg.com/news/articl...-budget-strain

  4. #4
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    S&P tira grau de investimento do Brasil

    09/09/2015 às 19h16

    A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) rebaixou a nota de crédito de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil de “BBB-” para “BB+”, [e] com perspectiva negativa.

    A nota coloca o Brasil em grau especulativo, ou “junk”. Ou seja, no critério dessa agência, o país perdeu o grau de investimento - uma espécie de selo de bom pagador.

    Segundo a S&P, o rebaixamento reflete os desafios enfrentados pelo Brasil, que pesaram sobre a habilidade do governo de submeter ao Congresso um orçamento para 2016 consistente com a correção da política econômica assinalada pelo governo de Dilma Rousseff.

    No entanto, segundo as definições da S&P, os ratings na escala “BB” indicam menor grau de especulação e podem ser contrabalançadas por grandes incertezas ou maior exposição a condições adversas.

    Uma obrigação avaliada nessa faixa de ratings é considerada menos vulnerável ao não pagamento que outros graus especulativos.
    http://www.valor.com.br/financas/421...ento-do-brasil

  5. #5
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    Agência de risco S&P corta nota do Brasil para grau especulativo

    DE SÃO PAULO
    09/09/2015 19h07 - Atualizado às 19h26

    A agência de classificação de risco Standard & Poor's cortou nesta quarta-feira (9) a nota de crédito do Brasil, retirando o selo de bom pagador do país.

    O Brasil teve a nota rebaixada de BBB- para BB+. A agência colocou a nota em perspectiva negativa, o que aponta grande possibilidade de novo rebaixamento.

    Em comunicado, a S&P disse que os desafios políticos que o Brasil enfrenta continuam a crescer, pesando sobre a habilidade e capacidade do governo de submeter ao Congresso um orçamento para 2016 consistente com o ajuste sinalizado durante a primeira parte do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.

    A S&P lembra que a proposta de Orçamento para 2016 inclui uma revisão da meta de superavit primário, menos de seis semanas após o governo ter anunciado outra redução. Isso significaria três anos seguidos de deficit primário e dívida líquida crescente se não forem adotadas medidas para elevar as receitas ou reduzir os gastos.

    A perspectiva negativa, complementa a agência na nota, significa que a S&P tem grandes chances de fazer novo rebaixamento da nota caso a "deterioração da situação fiscal do país persista".

    Classificação de risco

    Em julho, a S&P manteve inalterada a nota brasileira, apesar de ter rebaixado a perspectiva para negativa. Na época, a analista para a América Latina Lisa Schineller havia afirmado que a agência tinha a expectativa de que o Brasil revertesse as atuais condições de implementação de sua política fiscal, motivo pelo qual a agência não teria rebaixado a nota para grau especulativo.

    No entanto, Shineller disse que isso tomaria mais tempo do que o previsto anteriormente.

    A decisão da S&P ocorre menos de um mês após a agência de classificação de risco Moody's cortar a nota do país para Baa3 —o último nível do grau de investimento. A perspectiva, porém, foi colocada como estável.

    Na Fitch, o Brasil está a dois níveis do grau especulativo, mas a agência já sinalizou que vai revisar a nota do país em breve.
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...culativo.shtml

  6. #6
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    Agência cita déficit em proposta de Orçamento

    Um grande número de fundos de pensão, fundos de investimento e de carteiras de aplicação, por lei ou regulamentação específica, só pode aplicar em títulos seguros, que levam certificado de grau de investimento.

    Não só os grandes aplicadores passarão a desovar os títulos do Brasil, como, também, derrubarão sua procura.

    A agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou o rating brasileiro de BBB- para BB+. Com isso, o Brasil perdeu o selo de bom pagador e é considerado agora grau especulativo. "Os desafios políticos do Brasil continuam a aumentar, pesando sobre a capacidade e a vontade do governo em apresentar um orçamento para 2016 ao Congresso coerente com a correção política significativa sinalizada durante a primeira parte do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff", diz a agência.

    Em julho, a S&P havia revisado para negativa a perspectiva do rating do Brasil (já em BBB- desde março de 2014, um degrau acima do grau especulativo) e de 30 empresas brasileiras por conta do cenário político e econômico no País e da operação Lava Jato. Em 2008, a S&P foi a primeira agência a puxar os títulos do Brasil para grau de investimento. Na Fitch e Moody's, o Brasil ainda mantém o grau de investimento.

    O rating, ou nota de crédito, é o resultado da avaliação de uma agência de classificação de risco sobre a qualidade de um título de dívida emitido por uma empresa ou país. O rating indica, portanto, se o emissor é um bom ou mau pagador e quais as chances de ocorrer um calote daquela dívida.

    Um grande número de fundos de pensão, fundos de investimento e de carteiras de aplicação, por lei ou regulamentação específica, só pode aplicar em títulos seguros, que levam certificado de grau de investimento.

    O rebaixamento dos títulos do Brasil implica forte redução de procura por eles, movimento que costuma ser antecipado pelos mercados. Não só os grandes aplicadores passarão a desovar os títulos do Brasil, como, também, derrubarão sua procura. A redução do preço do título implica alta dos juros. Ou seja, o Tesouro terá de pagar mais pela sua dívida.
    http://economia.estadao.com.br/notic...brasil,1759270

  7. #7
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    Caraca, quando o dólar começa a dar sinal de baixa.

  8. #8
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    Perda de grau de investimento já estava no radar da equipe econômica

    A reação dos mercados na quinta-feira, 10, será um teste claro do que pode ser o cenário para a economia ao longo de 2016, entende a fonte da equipe econômica. Avalia-se que, sem o selo pela S&P, os preços de ativos, em especial de ações de empresas, deve cair, além de uma elevação da cotação do dólar. Essa deve ser uma resposta imediata, entende a fonte, que, no entanto, avalia que o próprio mercado não deve exagerar no pessimismo. "Não é uma surpresa essa notícia: o próprio mercado, os investidores e analistas já falavam abertamente que o grau estava perdido, então parte importante do movimento de reação já ocorreu, já está precificado", disse a fonte.

    http://economia.estadao.com.br/notic...imento,1759316

    O consultor-chefe da Allianz e ex-executivo-chefe da gestora de recursos Pimco, Mohamed El-Erian, um dos gurus de Wall Street, avalia que a perda da classificação grau de investimento vai estreitar a base de investidores interessados no mercado brasileiro, de acordo com rápido comentário a clientes logo após o Brasil ser rebaixado pela agência de classificação de risco Standard & Poor´s (S&P) no início desta noite.

    "É mais uma notícia ruim para o País", disse El-Erian. Muitos investidores estrangeiros, sobretudo fundos de pensão, não aplicam seus recursos em países classificados no grau especulativo, ou "junk" (lixo, no jargão usado pelo mercado financeiro).

    http://economia.estadao.com.br/notic...brasil,1759303
    Última edição por 5ms; 09-09-2015 às 23:49.

  9. #9
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    Rebaixamento da nota de risco do Brasil era esperada apenas para 2016

    ...

    Como o rebaixamento já era esperado - ainda que não para 2015 -, há quem acredite que o impacto sobre os mercados financeiros não será tão drástico. "Talvez não tenha grandes reações do mercado porque já era muito esperado, já estava, em parte, precificado", diz Alexandre Schwartsman, sócio da Schwartsman & Associados e diretor do Banco Central (BC) durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Mas a opinão não é unânime. "Mesmo que a decisão já estivesse na conta, o mercado deve reagir mal. Todo todo mundo vai olhar com dúvidas sobre o efeito na parte fiscal, se o governo irá se sentir mais pressionado a fazer alguma coisa, a precipitar alguma medida", afirma José Francisco Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator.

    A certeza é de que a volatidade continuará nos mercados, com uma possível alta do dólar e dos juros, além de queda na Bovespa. Os reflexos serão sentidos a partir desta quinta-feira. Para as empresas, a consequência é um aumento, ainda que marginal, no custo de financiamento, já que muitos fundos de pensão ou de investimento têm em seu regulamento a proibição de aplicar recursos em países sem o selo de bom pagador. Mas uma piora mais acentuada nesse sentido só deve ocorrer após as outras duas principais agências - Fitch e Moody's - também rebaixarem a nota do país, o que pode ocorrer, segundo os analistas, ainda este ano.

    ...
    http://veja.abril.com.br/noticia/eco...crise-politica

  10. #10
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    Corte da nota do Brasil ganha destaque na imprensa internacional

    10/09/2015 às 10h53

    A imprensa internacional destaca o rebaixamento da nota de crédito do Brasil, anunciado ontem pela agência Standard & Poor´s (S&P). Hoje, a notícia está entre as mais populares no site do britânico “Financial Times” e um texto sobre o assunto, com a chamada “o mistério é não ter acontecido antes”, aparece no alto da página da “The Economist” na internet. O diário “The Wall Street Journal” diz que o rebaixamento do Brasil pela S&P é mais um malogro para a credibilidade do governo, “ameaçando agravar a situação econômica”.

    Sob a rubrica “ataque das agências de rating”, o semanário “The Economist” chama atenção para a proposta orçamentária com déficit primário apresentada pelo governo ao Congresso na semana passada, dizendo que, após tal iniciativa, era “apenas uma questão de tempo” a perda do “acalentado” grau de investimento. A publicação avalia que a iniciativa da S&P, em alguma medida, já estava precificada, tendo em vista o custo dos CDS para os títulos da dívida brasileira, superior aos da Turquia, observa a revista, país que já estava na situação de “junk”.

    “Alguma fuga de capital é inevitável”, diz o texto da “The Economist”, em antecipação a iniciativas “similares” que devem ser adotadas pela Moody´s e pela Fitch – as outras duas agências que, observa a revista, são acompanhadas pelos investidores em suas decisões de “desinvestimento” decorrentes da atribuição do status “junk” a um país.

    “O rebaixamento é certamente um tapa na cara do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, um ex-executivo de banco de investimento incorporado [ao governo] para evitar [que isso acontecesse]”, diz a publicação no site.

    Em reportagem, o “Financial Times” cita Bruno Rovai, economista do Barclays em Nova York, que disse esperar a iniciativa da S&P apenas em abril do próximo ano. Segundo o “FT”, o economista do Barclays qualificou como “muito agressiva” a ação da S&P, que atribuiu também perspectiva “negativa” ao país. O jornal britânico chama atenção ainda para as dificuldades enfrentadas pelo “falcão” Joaquim Levy, um “bem treinado” economista da Universidade de Chicago, para mudar o curso das finanças do Brasil.
    http://www.valor.com.br/financas/421...-internacional

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