Resultados 1 a 9 de 9
  1. #1
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Jul 2011
    Posts
    1,036

    Dólar a R$5,00 ou mais

    Já haviam tópicos de R$3,50 e de R$4,00 ...

  2. #2
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Dec 2010
    Posts
    14,985
    Citação Postado originalmente por rubensk Ver Post
    Já haviam tópicos de R$3,50 e de R$4,00 ...
    Leva à questão ... quando o registro será reajustado para R$ 75?

  3. #3
    Exagerou né Neni

  4. #4
    Web Hosting Guru
    Data de Ingresso
    Jul 2011
    Localização
    Redenção-Pará
    Posts
    332
    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Leva à questão ... quando o registro será reajustado para R$ 75?
    Nem brinca com isso! hahaha
    Não da ideia que na próxima reunião o @Rubensk diz que o mercado já esta esperando este aumento e etc.

  5. #5
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Jul 2011
    Posts
    1,036
    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Leva à questão ... quando o registro será reajustado para R$ 75?
    Citação Postado originalmente por redenflu Ver Post
    Nem brinca com isso! hahaha
    Não da ideia que na próxima reunião o @Rubensk diz que o mercado já esta esperando este aumento e etc.
    Agora já consegui a desculpa perfeita...

    ... falando sério, eu acho que o registro deveria custar mais, mas não acho que devesse ser R$75. Acho que R$40 estaria de bom tamanho. Mas não vejo esse aumento acontecendo, a não ser que o orçamento de 2016 do NIC.br seja rejeitado pelo conselho de administração por estar no vermelho. (ainda não sabemos, o orçamento está sendo elaborado pelas diversas áreas)

    O fato de que a concorrência com preço em dólar tem seus preços aumentados não é motivo suficiente para aumentarmos o preço do .br; pelo contrário, preferimos ganhar mais market-share com isso. Mas praticar o mesmo preço desde 2003 dada a inflação acumulada está chegando ao limite do que pode começar a limitar os projetos que o NIC.br desenvolve; parte conseguiu ser compensada por ganho de escala, mas não tudo.

  6. #6
    Web Hosting Guru
    Data de Ingresso
    Jul 2011
    Localização
    Redenção-Pará
    Posts
    332
    A Empiricus não acredita em dólar a R$ 5,00


    Dólar acima de R$ 4,00?

    Depois que Inês é morta, você possivelmente encontrará análises “supercorajosas” projetando que o dólar atingirá R$ 4,50 ou R$ 5,00. Discordo da sustentabilidade de tamanho alcance cambial. Não é por que fomos os mais audaciosos até aqui (falando em dólar a R$ 4,00) que seremos os mais audaciosos daqui para frente. O potencial de valorização do dólar fica limitado a partir dos níveis atuais, embora a moeda americana ainda funcione como instrumento de proteção.

    Por: Rodolfo Amstalden

  7. #7
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Dec 2010
    Posts
    14,985
    Citação Postado originalmente por redenflu Ver Post
    A Empiricus não acredita em dólar a R$ 5,00


    Dólar acima de R$ 4,00?
    Brazil reduced to junk as BRICS facade crumbles

    Dilma Rousseff has squandered Brazil's commodity boom, but the country is not in meltdown and is unlikely to set off an emerging market crash


    By Ambrose Evans-Pritchard
    8:28PM BST 10 Sep 2015

    ...

    The Brazilian real tumbled to 3.90 against the US dollar as markets braced for parallel moves by Fitch or Moody’s. The currency has lost 31pc of its value this year and more than 60pc since early 2011, when slums in the favelas of Rio were selling for the price of four-bedroom houses in the US.

    The numbers are going to get much worse before they get better. We see nothing on the horizon that could be perceived as ‘good’ news,” said Win Thin from Brown Brothers Harriman.

    Mr Thin expects the real to reach 4.50 over the next three to six months in a cathartic overshoot, with the Bovespa index of equities likely to fall by another two-fifths, testing its post-Lehman low of 29,435 as the excesses of the credit bubble come home to roost.

    Investors have begun to shed holdings of Brazilian debt, afraid that some funds may be forced to eject Brazil from their indexes and liquidate holdings if a second agency joins S&P. Yields on 10-year domestic bonds spiked almost one percentage point to 15.6pc in panic trading in Sao Paolo on Thursday.

    S&P said Brazil’s government has failed to get a grip on rampant over-spending as tensions erupt between President Dilma Rousseff’s Workers Party (PT) and her coalition partners, and the economy slides into deep recession, leaving it badly exposed as the US Federal Reserve starts to drain liquidity from the global economy.


    Brazil is past the demographic sweet spot and is aging

    “We now expect the general government deficit to rise to an average of 8pc of GDP in 2015 and 2016,” it said.

    Mrs Rousseff said Brazil would “pay all its bills and meet all its obligations”. Yet it is unclear how long she can last as momentum builds for impeachment over her role in the Petrobras corruption scandal. Signatures were accumulating at 30,000 an hour on the pro-impeachment website on Thursday.

    “People are sick of this government, which has yet to offer any way out of the crisis. It is utterly incapable of governing,” said opposition leader Mendoca Filho.

    The country is now in a classic stagflation trap. S&P expects the economy to contract by 2.5pc this year and 0.5pc next year, causing the debt ratio to ratchet up quickly.

    Mrs Rousseff is being forced to tighten policy into the recession in a belated bid to salvage credibility, just as the commodity slump eats into export revenues from iron ore and other raw materials. The current account deficit is 4pc of GDP.



    Gabriel Gersztein, from BNP Paribas, said nothing short of a 400 to 500 point rise in rates would stabilize the currency, but the central bank cannot plausibly do this because it would deepen the downturn, playing havoc with debt dynamics.

    Bhanu Baweja, from UBS, said public debt is likely to reach 72.5pc of GDP by 2018 and could rise relentlessly after that as the country passes its demographic sweet spot and starts to age rapidly. “The clock slowly ticks on, asking ever louder questions about public debt sustainability,” he said.

    Mr Baweja said Brazil wasted the dividend of the commodity boom and let rip with unhealthy levels of debt, mostly to finance a consumption bubble. Savings and investment have been woefully low.

    The country is not facing a meltdown. Short-term external debt is trivial. The currency has been able to take the strain, avoiding the mistake made by Asian countries in 1997-1998 when they burned through reserves trying to defend a dollar peg.

    Nevertheless, it has made a catalogue of errors and is now languishing in the middle income trap. The country ranks 120 in the World Bank’s Ease of Doing Business index, with catastrophic scores for infrastructure, enforcement of contracts and starting a company. The PT has back-pedaled on reforms under Mrs Rousseff, holding down prices artificially and tinkering with protectionism, though the rot set in long before she took office.

    Brazil fell victim to the "Dutch Disease” during the boom, becoming dependent on commodity exports to China, while the manufacturing base shrivelled to 10pc of GDP. The real became far too strong, made worse by a fatal policy mix: inflationary budget spending, which the central bank had to counter with high interest rates.



    The open question is whether or not Brazil’s travails imply broader EM trauma as global liquidity tightens. “Those countries like South Africa, Turkey and Indonesia that have both a current account deficit and political paralysis are in trouble, but it is an economic problem rather than a liquidity crisis, and you can’t compare it to 1998,” said Marc Chandler from Brown Brothers Harriman.

    David Rees, from Capital Economics, said there is plenty to worry about but EM debt is mostly long-term and in local currencies, and the commodity slump has probably hit bottom already. “We do not think that the downgrade marks the beginning of a systemic emerging market sovereign debt crisis,” he said.

    http://www.telegraph.co.uk/finance/c...-crumbles.html
    Última edição por 5ms; 11-09-2015 às 01:45.

  8. #8
    WHT-BR Top Member
    Data de Ingresso
    Dec 2010
    Posts
    14,985

    Dólar chega a R$ 4,35 nas casas de câmbio



    VINICIUS PEREIRA
    DE SÃO PAULO
    10/09/2015 11h56

    O rebaixamento da nota brasileira pela Standard & Poor's tem reflexo direto no câmbio nesta quinta-feira (10). Pior para quem precisa comprar dólar turismo, onde a cotação já atinge R$ 4,35 no cartão pré-pago de algumas casas de câmbio de São Paulo pesquisadas pela Folha.

    Um dia após o anúncio da perda do selo de bom pagador pela agência americana, o governo tenta segurar a alta da divisa norte-americana. O Banco Central leiloou nesta quinta (10) US$ 1,5 bilhão de linhas de crédito para reduzir a volatilidade do mercado.

    Mesmo com a tentativa, o dólar comercializado aos turistas, que engloba o valor da taxa de câmbio à vista, mais taxas e margem de lucro de corretoras, já era cerca de 3% mais caro na comparação com a semana passada.

    Em espécie, o dólar variava entre R$ 4,05 e R$ 4,10, já com a incidência de 0,38% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), próximo das 11h desta quinta (10). Já no cartão pré-pago, onde a tributação é de 6,38%, a moeda norte-americana estava cotada entre R$ 4,25 e R$ 4,35.

    Dólar em alta - Moeda norte-americana dispara após Brasil perder selo de bom pagador

    EURO QUASE R$ 5

    O euro também era comercializado em alta nesta quinta, chegando a R$ 4,88 no cartão pré-pago. Operadores de casas de câmbio consultadas pela Folha demonstravam preocupação com a alta nas moedas estrangeiras.

    Em espécie, a moeda única da União Europeia variava entre R$ 4,55 e R$ 4,60, já com IOF, enquanto que no cartão pré-pago, o euro era cotado entre R$ 4,77 e R$ 4,88, às 11h desta quinta (10).

    Com a desvalorização do real, a orientação dos especialistas para quem está com viagem marcada para breve é comprar dólar agora e garantir a viagem. Se a viagem for feita num prazo maior, o conselho é adquirir a moeda aos poucos, para conseguir um preço médio.

    Cotação do Euro -

    PESQUISA DE PREÇOS

    Para conter a queda na procura pelo dólar, que já chega a 30% de acordo com casas de câmbio ouvidas pela Folha, as corretoras vêm apostando em uma combinação de descontos na cotação e serviços ao cliente.

    Na tentativa de reanimar o mercado, a Cotação Corretora oferecia descontos de até 1% na cotação em compras feitas pela internet. Mas, com dificuldade de anunciar reduções agressivas, a estratégia da empresa se voltou para a melhoria de serviços.

    "A taxa não é algo supervariável, então preferimos investir no serviço", afirma o diretor da corretora, Alexandre Fialho. "Quando damos a orientação certa, o cliente acaba por economizar mais do que com qualquer desconto que eu ofereça."

    Ainda assim, o custo mais baixo continua sendo o fiel da balança para fechar negócio.

    Para captar novos clientes, a TOV Corretora faz saldões pontuais com preços abaixo do mercado, além de garantir a comodidade da entrega.

    "Dólar é dólar em qualquer lugar, por isso o preço é essencial. Você tem que tirar de dois a três centavos do 'spread' [margem] para começar a ser competitivo."

    Segundo as corretoras, os descontos poderiam ser maiores, não fosse a grande variação na cotação do dólar no mercado de câmbio.

    "Se eu fizer um feirão de promoção e o dólar variar muito no dia, toda a minha operação está comprometida, porque ele pode anular o desconto e eu tenho que manter o preço até o final. Isso faz com que as empresas pensem muito para aliviar os preços", afirma Jordão.

    CONGELADO

    A elevação nos custos do dólar também desacelerou o ritmo de procura por viagens internacionais. Para continuar vendendo, algumas operadoras de turismo decidiram congelar a cotação da moeda norte-americana.

    Na sexta, quem comprasse um dos pacotes internacionais da CVC, a maior operadora brasileira, pagava R$ 3,33 pelo dólar -o valor varia, mas se mantém bem abaixo da cotação do mercado.

    Outra que adota a estratégia é a MSC, especializada em cruzeiros. Desde agosto, uma promoção garante que os clientes que optarem por roteiros que incluam América do Sul, Caribe ou Europa paguem o valor calculado com o dólar a R$ 2,99.
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...e-cambio.shtml

  9. #9
    Web Hosting Master
    Data de Ingresso
    Apr 2012
    Posts
    667
    Citação Postado originalmente por redenflu Ver Post
    A Empiricus não acredita em dólar a R$ 5,00


    Dólar acima de R$ 4,00?

    Depois que Inês é morta, você possivelmente encontrará análises “supercorajosas” projetando que o dólar atingirá R$ 4,50 ou R$ 5,00. Discordo da sustentabilidade de tamanho alcance cambial. Não é por que fomos os mais audaciosos até aqui (falando em dólar a R$ 4,00) que seremos os mais audaciosos daqui para frente. O potencial de valorização do dólar fica limitado a partir dos níveis atuais, embora a moeda americana ainda funcione como instrumento de proteção.

    Por: Rodolfo Amstalden
    ih... a empiricus errou feio, errou rude... para nossa infelicidade

Permissões de Postagem

  • Você não pode iniciar novos tópicos
  • Você não pode enviar respostas
  • Você não pode enviar anexos
  • Você não pode editar suas mensagens
  •