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Tópico: Dólar a R$ 4,30

  1. #1
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    Dólar a R$ 4,30

    Karla Spotorno - O Estado de S. Paulo
    21 Setembro 2015

    ...

    Pela manhã, o Banco Central realizou dois leilões de venda de dólares conjugados com leilões de recompra da moeda estrangeira, denominados leilões de linha. Foram ofertados até US$ 3 bilhões distribuídos, a critério do BC, nas duas operações. No leilão "A", com recompra em 4 de abril de 2016, a taxa de corte ficou em R$ 4,213980. Já no leilão "B", com recompra em 5 de julho de 2016, a taxa de corte foi de R$ 4,320002.

    ...
    http://economia.estadao.com.br/notic...r-3-98,1766159

  2. #2
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    For Multinational Firms, Brazil Becomes a Pain in the Wallet

    ...
    For certain businesses, simply putting excess Brazilian profits to work elsewhere in the world is a hassle. “You cannot just get money out of Brazil anymore,” said Continental CFO Wolfgang Schäfer. Companies have to pay taxes on money that leaves, he said, and banks and regulators require substantial documentation to justify why the money should leave the country.
    ...
    Brazil is known as a strict tax jurisdiction. The World Bank Group says it takes Brazilian corporate tax preparers 2,600 hours each year to navigate its requirements. That compares with 261 hours in China and 175 in both the U.S. and the average large economy in the world’s developed countries. In a separate global competitiveness study by The World Economic Forum, Brazil ranks 139th of 143 countries in the effectiveness of tax policies in encouraging investment.
    ...
    http://www.wsj.com/articles/for-mult...let-1442878449

  3. #3
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    10:53:14 GMT - Real-time Data





    Name Price Chg. Chg. %
    EUR/USD 1.1161 -0.0029 -0.26%
    EUR/BRL 4.4468 -0.0129 -0.29%
    USD/BRL 3.9853 -0.0005 -0.01%

  4. #4
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    De 2008 para cá, dívida externa brasileira cresceu 65%

    Levantamento da Economática com 109 companhias de capital aberto mostra que a dívida em moeda estrangeira das empresas aumentou em R$ 54 bilhões entre o fim de junho e ontem. O endividamento saltou de R$ 190 bilhões para R$ 244 bilhões. Esse número não inclui a Petrobrás, cuja dívida subiu de R$ 345 bilhões para R$ 442 bilhões.

    Com alta do dólar, País deve cair no ranking das maiores economias

    Renée Pereira, Luiz Guilherme Gerbelli - O Estado de S.Paulo
    22 Setembro 2015

    A alta do dólar, que na segunda-feira encostou em R$ 4, deve derrubar o Brasil no ranking das maiores economias do mundo, elevar a dívida externa das empresas em reais e pressionar os índices de inflação. A vantagem da desvalorização do real será a melhora no setor externo, com uma redução do déficit em transações correntes.

    Segundo ranking elaborado pela Austin Rating, a escalada do dólar, associada ao baixo crescimento econômico, fará o Brasil perder a 8.ª posição entre as maiores economias globais. O cálculo foi baseado em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), pesquisa Focus (18/09/15) e câmbio de segunda-feira.

    Pelo ranking, o Brasil deve começar 2016 na 9.ª posição, atrás do Canadá, que também vive uma recessão econômica. O cenário é bem diferente daquele vivido pelo País no início da década, quando desbancou o Reino Unido e se tornou a 6.ª maior economia do mundo. Na época, consultorias acreditavam que até 2025 o Brasil chegaria à 4.ª posição. Mas o País seguiu caminho inverso e hoje já ocupa a 8.ª posição no ranking.

    "A queda contínua no ranking mostra que o País não consegue sustentar seu crescimento econômico. Para o investidor, isso representa incerteza de ter seu investimento de volta", afirma o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini.

    Mas esse não é o único efeito negativo da alta do dólar. Nos últimos anos, com o bom desempenho da economia e abundância de recursos no exterior, as companhias nacionais fizeram grandes captações no mercado internacional. De 2008 para cá, a dívida externa do País cresceu 65%, sendo a maior parte da iniciativa privada.

    Levantamento da empresa de informações financeiras Economática com 109 companhias de capital aberto mostra que a dívida em moeda estrangeira das empresas aumentou em R$ 53,9 bilhões entre o fim de junho e ontem. O endividamento saltou de R$ 190 bilhões para R$ 243,9 bilhões. Esse número não inclui a Petrobrás. No caso da petroleira, a dívida sobe de R$ 344,6 bilhões para R$ 442,3 bilhões.

    Mesmo que as companhias tenham se protegido das oscilações do câmbio, com as chamadas operações de hedge, o aumento da dívida em reais terá impacto no balanço das empresas. A tendência é de que o lucro sofra o impacto do aumento das despesas financeiras.

    Outro efeito da alta da moeda americana será sentido na inflação. Mas, com a economia fraca, a tendência é de que esse repasse seja feito de uma forma mais diluída ao longo do tempo, afirma o economista da Tendências Consultoria Integrada, Silvio Campos Neto. Segundo ele, para cada 10% de aumento do dólar, há um repasse de 0,5% para a inflação. No atacado, o aumento nos preços é direto. Mas, no varejo, a queda no consumo tende a postergar os aumentos.

    Alívio. O lado positivo da alta da moeda americana deve ser observado no setor externo. A expectativa é de que o déficit em transações correntes diminua neste ano. A balança comercial, por exemplo, já apresenta recuperação, embora o desempenho seja mais resultado da queda das importações do que da melhora das exportações, que ainda vão levar algum tempo para registrar expansão nos volumes vendidos.

    "O Brasil não se preparou com acordos comerciais. Ficou afastado. A conquista de novos mercados demora de um a dois anos para dar retorno", afirma Campos Neto. "Além disso, não adianta querer vender se nossos principais clientes não querem aumentar as compras. A China está desacelerando e a Argentina está com a economia fraca", completa Agostini.
    http://economia.estadao.com.br/notic...--imp-,1766558

  5. #5
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    12:06:23 GMT - Real-time Data

    Name Price Chg. Chg. %
    EUR/USD 1.1160 -0.0030 -0.27%
    EUR/BRL 4.4740 +0.0143 +0.32%
    USD/BRL 4.0146 +0.0288 +0.72%


    "Esquenta" antes da abertura dos mercados aqui e na matriz (Cuba, digo, EUA).

    • Day's Range: 3.9750 - 4.0190
    Última edição por 5ms; 22-09-2015 às 11:18.

  6. #6
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    EUR/USD 1.1159 -0.0031 -0.28%
    EUR/BRL 4.4933 +0.0336 +0.75%
    USD/BRL 4.0266 +0.0408 +1.02%

  7. #7
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    13:33:42 GMT - Real-time Data

    Name Price Chg. Chg. %
    EUR/USD 1.1143 -0.0047 -0.42%
    EUR/BRL 4.5065 +0.0468 +1.05%
    USD/BRL 4.0435 +0.0577 +1.45%


    • Day's Range: 3.9750 - 4.0459

  8. #8
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    Brazilian Real Drops to Record Low Against U.S. Dollar

    “The real won’t stop falling until we see a major shift in policy and government,” Bianca Taylor, a sovereign analyst at Loomis Sayles in Boston, said in an interview. "Brazil needs structural reforms, and we don’t see the minimum steps taking place right now for that to happen."


    Brazil’s real fell to its lowest level since its introduction two decades ago on concern that President Dilma Rousseff won’t be able to shore up the country’s budget and avoid further credit-rating cuts.

    The currency sank to as low as 4.046 per dollar, the weakest intraday level since its introduction in 1994. Futures on the benchmark Ibovespa stock index decreased 1.3 percent to 46,230 as of 9:03 a.m. in Sao Paulo

    The real has tumbled 5.7 percent since Standard & Poor’s cut the nation to junk on Sept. 9, and concern is mounting that the country may face further downgrades amid a political stalemate related to a probe into corruption at the state-controlled oil company. Rousseff’s proposals for spending cuts and tax increases are failing to win support, with lawmakers saying they’ll burden middle-class Brazilians already suffering from the longest recession since the 1930s and inflation that’s almost double the central bank’s target.

    “The economy is in trouble, the economy needs to adjust, and we haven’t seen yet that much progress in that regard,” said Alberto Ramos, the chief Latin America economist for Goldman Sachs Group Inc. “The macro picture will get worse before it gets better, so we may see more damage going forward."

    Analysts surveyed by Brazil’s central bank increased their median forecast for this year’s economic contraction to 2.7 percent from a previous 2.55 percent in a report released Monday. They were also pessimistic on 2016, expecting gross domestic product to decline 0.8 percent.

    S&P’s rating has a negative outlook, meaning it may reduce the grade further even as Fitch Ratings and Moody’s Investors Service keep the country at investment grade for now.

    Fitch, which has Brazil two steps above junk, has said there’s more than a 50 percent chance it will downgrade the country. Moody’s ranks Brazil at Baa3, its lowest investment grade.

    The previous record low for the real was set in 2002, when the currency tumbled amid concern Luiz Inacio Lula da Silva would repudiate Brazil’s debt if elected president. The real ended its six-month plunge and rallied when Lula won and pledged to meet obligations to bondholders. Brazil introduced the currency in 1994 at parity with the dollar as part of an effort to end a crisis that included hyperinflation.

    Brazil’s bond risk rose, with five-year credit-default swaps increasing 14 basis points to 430 basis points.

    Swap rates on the contract maturing in January 2017, a gauge of expectations on interest-rate moves, rose 0.18 percentage point to 15.79 percent, the highest since November 2008.

    Brazil held the benchmark lending rate Sept. 2 at an eight-year high of 14.25
    percent after seven straight increases totaling 3.25 percentage points. Policy makers reiterated a pledge to leave rates at the current level for a prolonged period to bring inflation down to 4.5 percent by the end of 2016.

    “The real won’t stop falling until we see a major shift in policy and government,” Bianca Taylor, a sovereign analyst at Loomis Sayles in Boston, said in an interview. "Brazil needs structural reforms, and we don’t see the minimum steps taking place right now for that to happen."
    http://www.bloomberg.com/news/articl...sm-over-budget
    Última edição por 5ms; 22-09-2015 às 12:52.

  9. #9
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    • Day's Range: 3.9750 - 4.0519




  10. #10
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    Dólar chega a subir 1,7% e passa de R$ 4 pela 1ª vez na história

    O dólar comercial passou de R$ 4 pela primeira vez na história, na manhã desta terça-feira (22). Desde a criação do Plano Real, em 1994, o dólar chegou a atingir R$ 4 durante do dia em 10 de outubro de 2002, mas nunca tinha superado esse valor. Por volta das 10h30, a moeda norte-americana subia 1,65%, a R$ 4,046 na venda, maior valor atingido durante o dia na história do real. O valor do dólar varia ao longo do dia e, por isso, a cotação de fechamento não necessariamente será a maior da história.
    http://economia.uol.com.br/ao-vivo/2...20150922103000


    Dólar pode chegar a R$ 4,50, dizem analistas



    Para Mauro Calil, especialista em investimentos do banco Ourinvest, e Pedro Paulo Silveira, economista-chefe da TOV Corretora, a tendência da moeda é de alta. "O dólar pode chegar a R$ 4,20 até o fim do ano", diz Calil. Silveira acredita que a moeda pode subir mais ainda: R$ 4,50.

    Ambos os especialistas aconselham: para quem precisa de dólar, o melhor é comprar a moeda de uma vez. "Os motivos que estão fazendo o dólar subir --crise política e crise econômica-- não devem melhorar no curto prazo. É quase certeza que o dólar continue a aumentar", diz Silveira.

    ...

    Sete dicas para o dólar

    ...
    http://economia.uol.com.br/financas-...-que-fazer.htm
    Última edição por 5ms; 22-09-2015 às 13:18.

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