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    'Argentina vai desideologizar sua economia', diz ex-presidente do BC

    MARIANA CARNEIRO
    DE BUENOS AIRES
    SYLVIA COLOMBO
    ENVIADA ESPECIAL A BUENOS AIRES

    22/11/2015

    O economista argentino Martín Redrado, 54, que comandou o Banco Central da Argentina por quase seis anos, durante a gestão de Néstor Kirchner, prevê que o país voltará à normalidade, seja quem for o vencedor da eleição deste domingo (22).

    Em sua opinião, tanto o opositor Mauricio Macri quanto o governista Daniel Scioli têm perfis mais moderados, pragmáticos. "A Argentina vai 'desideologizar' o manejo da economia", diz.

    Ex-vice-chanceler, Redrado recebeu a Folha em seu escritório, em Buenos Aires, falando português. Ele diz que a Argentina de Cristina errou ao se afastar de seu principal sócio e diz que Macri, se eleito, não deve tomar decisões sem consultar o sócio, ao defender uma posição mais dura contra a Venezuela.

    Leia, a seguir, a entrevista.

    *

    Folha - O que está acontecendo nesta eleição?
    Martin Redrado - O governo kirchnerista, nos últimos anos, avançou sobre os poderes públicos, a Justiça e os meios de comunicação. Creio que as pessoas disseram "basta" a tudo isso. Creio que a sociedade agora quer mais instituições e mais previsibilidade. Além de acabar com coisas triviais que incomodam, como a transmissão do futebol [estatizada por Cristina Kirchner], em que temos de ver um monte de propaganda oficial durante os jogos.

    Quais são os problemas da Argentina hoje?
    A Argentina tem enormes distorções em matéria econômica. A taxa de inflação está alta e o salário dos trabalhadores chega ao fim do mês. Há quatro anos o país não cresce e há cada vez mais travas à produção.

    É preciso um ajuste?
    Creio que a palavra é "ordenamento". Ninguém aceitaria a palavra ajuste neste momento, nem um governo de Macri poderá fazê-lo. Além disso, não há uma sensação de crise. Nas ruas, nos restaurantes, você não vê isso.

    Vai ser difícil apresentar à sociedade a necessidade de um ajuste.

    Por que a crise não é visível?
    Os números da economia são preocupantes, mas houve incentivo forte do governo ao consumo e quando as pessoas estão consumindo não têm sensação ruim. Quando se alerta que estão gastando todas as reservas do Banco Central, isso é algo distante. Só agora as pessoas começam a se dar conta de que não podem viajar ao exterior porque não há dólares. E aos poucos vai caindo a ficha.

    Qual é o caminho, então?
    A questão principal é tomar medidas para que a economia dê mostras de normalidade. Por exemplo, ter cinco valores para o dólar não é normal. Uma inflação em 28% não é normal. Ter restrições ao comércio exterior, como estão sofrendo os exportadores brasileiros não é normal. Ter tarifas subsidiadas de eletricidade para gente que pode pagar não é normal. Mas reforço que acredito que seja preciso ter tarifas sociais de eletricidade para as 12 milhões de pessoas que estão abaixo da linha de pobreza.

    A chave é gerar no curto prazo um choque de medidas que permitam tratar o problema mais urgente, que é o esvaziamento das reservas do Banco Central. É preciso fazer com que muitos dólares que estão no país voltem ao mercado cambiário.

    Isso vai dar o tempo necessário para poder baixar a inflação sem um choque de ajuste para o qual a sociedade argentina não está preparada, nem social nem politicamente, para aceitar.

    Quais as diferenças das propostas econômicas de Scioli e Macri?
    Tivemos uma campanha com pouco conteúdo. Não sabemos muito, não conhecemos as equipes, só sei que o novo presidente terá de agarrar o touro pelos chifres, porque são poucos dias até a posse [em 10 de dezembro].

    Para os dois candidatos, porém, creio que há um consenso de que faltam dólares.

    É possível terminar com o cerco ao dólar em apenas um dia, como promete Macri?
    Acho muito difícil, porque, se ganhar, ainda não sabe com que situação vai se encontrar no Banco Central. Minha visão é que, para levantar o cerco, primeiro é necessário juntar uma massa crítica de dólares para mostrar que o Banco Central tem solvência e apresentar certeza cambiária.

    E isso é possível?
    A tendência tem de ser liberalizar, mas não fazer isso no primeiro dia. Com o Banco Central em bancarrota, como está agora, pode ser contraproducente.

    Macri quer acionar a cláusula democrática com relação à Venezuela, isso vai provocar problemas com o Brasil?
    Sou partidário de estabelecer uma aliança sólida com o Brasil, um sócio estratégico como o Brasil não pode ser surpreendido por decisões unilaterais. As coisas têm de ser conversadas. Por exemplo, os acordos com a China deveriam ter sido conversados com o Brasil primeiro, até negociados de forma conjunta.

    Creio que os dois países têm de resolver uma agenda que está complicada, e aprecio a cautela e a diplomacia que os brasileiros tiveram nos últimos anos. A relação bilateral está deixando muito a desejar.

    Foi um erro o afastamento do Brasil ou havia alternativa?
    Havia alternativa. Foi um erro de política exterior, de visão do mundo. Nos isolamos do nosso sócio mais estratégico. E também foi um erro desse governo respaldar-se em apenas dois ou três países, como a China.

    O que acha da crítica de Scioli de que Macri seria um retorno ao neoliberalismo?
    A volta ao neoliberalismo é um slogan de campanha. A Argentina, em particular a sociedade, não aceitaria abrir completamente a economia, atar a economia ao dólar, não há espaço para levar adiante uma política desse tipo.

    O que vem pela frente?
    Não tenho dúvidas de que a Argentina voltará à normalidade. A pergunta é quanto de turbulência teremos na viagem até a normalidade. Pode ser mais rápido e chegarmos em seis meses, pode ser mais lento e levar um ano, um ano e meio.

    Volta à normalidade em um momento em que a região não está muito normal.
    É verdade, mas a Argentina tem uma vantagem nisso. Os ativos estão muito mais baratos aqui. Sair do isolamento vai nos permitir atrair o fluxo de divisas de que se necessita para investir.

    Esse fluxo será diferente se vencer Scioli ou Macri?
    Aparentemente Macri está mais bem colocado porque representa o que é distinto em relação ao que governou a Argentina nos últimos anos. No caso de Scioli, terá que atuar com mais vigor para mostrar ao mundo e aos investidores que é diferente.

    A Argentina de hoje é o Brasil do ano passado, ou seja, os políticos não querem dizer, mas virão ajustes, seja quem seja o vencedor?
    É muito diferente. No Brasil, quando se pensa em qual é a via para o crescimento, é difícil vê-la pelo consumo ou pelo investimento, e então sobrou o setor externo, que por sua vez tem que esperar. A Argentina tem como alternativa sair para o crescimento por meio do investimento no curto prazo. Mudando as expectativas pode atrair capitais em muitas áreas.

    Scioli e Macri são parecidos ou diferentes?
    Os dois têm perfis mais moderados, menos ideológicos, são pessoas práticas. A Argentina vai "desideologizar" o manejo da economia.


    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2...onomista.shtml

  2. #2
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    Câmbio na Argentina

    Celso Ming
    22 Novembro

    "Nunca se mente tanto quanto em véspera de eleições, durante a guerra e depois da caça”, avisava Bismarck, o chanceler da Prússia de 1862 a 1890. Por aí se vê que o estelionato eleitoral não é invenção tão recente.

    E é também o que prevaleceu ao longo desta campanha eleitoral da Argentina, cujo desfecho acontecerá hoje, quando se conhecerá o novo presidente da República.

    Os dois candidatos, o liberal de oposição ao atual governo, Mauricio Macri, que lidera as pesquisas, e o candidato oficial Daniel Scioli, repetiram à exaustão aquilo em que apenas os tolos acreditaram: que o próximo governo será generoso em distribuição de bondades. E, no entanto, seja quem for eleito, o que virá em seguida é um forte ajuste, provavelmente mais duro do que aquele pelo qual passa o Brasil.

    O que se pode supor é que um governo Macri tende a ser mais contundente para buscar o reequilíbrio das contas públicas e a saída para a crise cambial do que seria Scioli. A diferença básica é, portanto, apenas de ritmo.

    O programa populista do período Kirchner (dos 12 últimos anos) está esgotado. As despesas públicas crescem a 7% ao ano, enquanto a produção (PIB) não deve aumentar mais do que 0,5%. O tamanho do rombo está no Confira.

    Os dois candidatos vêm prometendo forte derrubada de impostos, outras dessas mentiras típicas a que aludiu Bismarck. O provável vencedor tem repetido outra coisa: “Soy Mauricio Macri, me comprometo a arreglar tus problemas sin quitar nada de lo que ya tenés”. Parece inevitável o contrário disso, se o objetivo for sanear as contas públicas.

    A inflação real vem sendo avaliada em cerca de 30% ao ano, enquanto as projeções oficiais apontam para 14%. As exportações caem 15%. O país está sem crédito desde 2001, quando impôs um calote aos credores. A maior parte das reservas externas, em torno dos US$ 30 bilhões, é fictícia, porque está em títulos cedidos temporariamente por outros países, especialmente pela China.

    As cotações do dólar no câmbio paralelo (blue) oscilam em torno dos 15,2 pesos, enquanto o câmbio oficial está parado nos 9,67 pesos por dólar. A queda das exportações derrubou a arrecadação porque o Imposto de Exportação (retenciones) pesa cerca de 10% nas receitas totais.

    Para atrair investimentos e promover as exportações, o novo governo terá de consertar esse câmbio atrasado, assunto negado ou evitado durante a campanha. O impacto imediato será a disparada da inflação e a perda do valor patrimonial em dólares das empresas estrangeiras estabelecidas na Argentina.

    Será também inevitável novo esforço para promover um acerto com os credores, os mesmos que vêm processando a Argentina em Nova York e, por isso, têm sido chamados de abutres pelo governo de Cristina Kirchner.

    Tanto Macri quanto Scioli vêm acenando com a normalização das relações comerciais com o Brasil, hoje travadas por bloqueios burocráticos e aduaneiros. Afora isso, também se espera pela erradicação da ideologia bolivariana e da política externa correspondente que prevaleceu em todo o período do casal Kirchner. Melhor assim.

    CONFIRA

    O gráfico mostra como vem piorando o rombo das contas públicas.



    Distorções. Essas estatísticas têm de ser tomadas com cuidado porque estão expostas a distorções. Boa parte das receitas (cerca de 22,5%) vem sendo obtida hoje com apropriação (indevida) de reservas. Portanto, na prática, o rombo pode ser bem maior. Além disso, os exportadores têm preferido deixar seus dólares no exterior à espera de um câmbio mais favorável. E isso produz efeito inverso ao anterior: vem reduzindo as receitas com o Imposto sobre Exportações (retenciones).
    http://economia.estadao.com.br/notic...entina,1799998

  3. #3
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    Exit polls predict opposition wins presidential election

    Two exit polls showed opposition challenger Mauricio Macri appeared to have won Argentina's presidential election on Sunday against leftist ruling party candidate Daniel Scioli.

    Loud cheers erupted in Macri's campaign headquarters where party insiders estimated the center-right mayor of Buenos Aires had won by a margin of 5 to 8 percentage points.

    If the result is confirmed, it will be the first time in more than a decade that the opposition has wrested the presidency from the populist Peronists.

    Macri, 56, had gone into the run-off election with a comfortable lead in opinion polls, promising to bring new investment into the ailing economy, tackle crime and fight corruption.

    A source inside Scioli's campaign bunker told Reuters their own estimates did not look good for their candidate.
    http://www.reuters.com/article/2015/...0TB0XJ20151122

  4. #4
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    Opposition 'wins Argentina presidency'

    Polls broadcast by Argentine TV shortly after voting closed indicated Mr Macri, 56, won, without giving a breakdown.

    Mr Macri, the mayor of Buenos Aires, was up against Daniel Scioli, the governor of Buenos Aires province.

    Loud cheers erupted at Mr Macri's campaign headquarters at the news, Reuters reported.

    Party insiders claimed a five- to eight-percentage-point lead.

    If the result is confirmed, it will be the first time in more than a decade that Argentina's centre-right opposition has wrested the presidency from the centre-left Peronists.
    Deadlock

    Neither candidate managed to win the first round of voting in October outright, forcing a run-off - the first in the country's history.

    Mr Scioli was marginally ahead in the first round, with 36.7% to 34.5%, but has lost ground to his rival in the month since.

    Mr Macri, the leader of the Cambiemos (Let's Change) coalition, went into Sunday's vote with a comfortable lead in opinion polls.

    He campaigned on pledges to bring new investment into the ailing economy, tackle crime and fight corruption.

    The son of one of Argentina's richest men, he had a long career in business before entering politics.

    A close ally of current President Cristina Fernandez de Kirchner, Mr Scioli had been expected to win by a greater margin in October.
    http://www.bbc.com/news/world-latin-america-34896847

  5. #5
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    Presidente eleito privilegia nomes com experiência de gestão no setor privado

    por Janaína Figueiredo
    25/11/2015 18:58 / Atualizado 25/11/2015 22:40


    BUENOS AIRES - Na reta final da campanha eleitoral, o agora presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, prometeu “formar a melhor equipe dos últimos 50 anos” para governar o país. Num clima de forte expectativa, foram anunciados os nomes escolhidos para compor um Gabinete onde predominarão funcionários que iniciaram suas carreiras no setor privado, em muitos casos, com experiência em gestão pública, mas que contrastam com o perfil de militantes políticos dos ministros de Néstor e Cristina Kirchner.

    Para analistas e jornalistas locais ouvidos pelo GLOBO, Macri deixou claro que, apesar de ter chegado ao poder graças a uma aliança eleitoral com a União Cívica Radical (UCR) e a Coalizão Cívica, seu governo não será uma coalizão, nos moldes chileno e uruguaio. Como fez em seus oito anos como prefeito portenho, o chefe de Estado optou por “gestores e não políticos que representem partidos de uma base aliada, que aqui, ao contrário do Brasil, não existe”, explicou Rosendo Fraga, diretor do Centro de Estudos Nova Maioria.

    — É o Gabinete que se esperava, com forte componente empresarial. Para Macri, a política é gestão, e isso é o que se reflete — apontou Fraga.

    Nas redes sociais, alguns argentinos se referiram ao futuro Gabinete como market friendly, principalmente pela origem dos homens que integrarão a equipe econômica. O ministro da Fazenda e Finanças, o deputado Alfonso Prat-Gay, que foi presidente do Banco Central entre 2002 e 2004, trabalhou no banco de investimentos JP Morgan e, mesmo ocupando uma vaga na Câmara, está à frente da empresa de consultoria econômica Tilton Capital. Seu sócio, Pedro Lacoste, será vice-ministro de Economia, e Dante Caputo, que passou pelo Deutsche Bank, comandará a Secretaria de Finanças.

    Estes serão os funcionários encarregados de negociar com os chamados fundos abutres, que estão litigando contra a Argentina nos tribunais de Nova York e obrigaram o país a decretar o calote da dívida pública. Segundo rumores que circulavam ontem em Buenos Aires, Prat-Gay já está em contato com bancos de investimento, negociando acordos para enfrentar a escassez de dólares, uma das heranças kirchneristas.

    — Estamos felizes e orgulhosos de apresentar esta equipe, com pessoas que representam uma nova etapa para o governo argentino do futuro — declarou o futuro chefe de Gabinete, Marcos Peña, que foi coordenador da campanha e, há anos, é braço direito do chefe de Estado eleito.

    Antes mesmo de confirmados os nomes do Gabinete macrista, a presidente Cristina Kirchner aproveitou para dar uma alfinetada em seu sucessor, um dia depois de um tenso encontro entre ambos.

    — Não se confundam, um país não é uma empresa — declarou a presidente que, na véspera, não permitira fotógrafos em sua conversa com Macri nem a utilização da sala de jornalistas da residência oficial de Olivos.

    Depois da reunião, o presidente eleito afirmou que “não serviu para muito” e lamentou a decisão de Cristina de não permitir que os futuros ministros se reúnam com o atual Gabinete, para conhecer detalhes da herança que será recebida no próximo dia 10 de dezembro.

    — Teríamos preferido uma transição mais normal, como em outros países. A Presidência propõe um cenário diferente — enfatizou Peña.

    O chefe de Gabinete considerou que a atitude de Cristina transformou a transição em “clandestina”, e defendeu a necessidade de “tornar públicos” momentos tão importantes.

    — Existe um Estado que está acima dos funcionários. Somos empregados dos argentinos e nos parece importante que tudo seja com a mais absoluta transparência — frisou.

    A lista de ministros de Macri inclui, ainda, o ex-CEO da Shell, Juan José Aranguren, na pasta de Energia; Guillermo Dietricht (herdeiro de uma das principais concessionárias da Volkswagen) no Transporte, mesmo cargo que ocupou no governo portenho; e Francisco Cabrera, que também trabalhou vários anos no setor privado, na Produção.

    — Cabrera foi executivo da área de recursos humanos do jornal “La Nación”, são pessoas com muita experiência, em alguns casos, pública e privada — comentou o secretário de redação do jornal, Pablo Sirvén.

    Na opinião do analista Sergio Berenztein, “a formação acadêmica deste Gabinete é uma das melhores que a Argentina já teve”.

    — Teremos ministros com doutorado, que falam inglês, o nível é altíssimo. Veremos se darão certo, mas o material é bom — disse Berenztein.

    Os políticos terão uma participação menor: dois deputados e um dirigente. Na véspera, a equipe de Macri confirmara que a Chancelaria ficará em mãos de Susana Malcorra, há dez anos na ONU e que antes da carreira internacional ocupou posições de peso na IBM e da Telecom.

    Numa decisão que surpreendeu, Macri decidiu manter o atual ministro da Ciência kirchnerista, Lino Barañao.

    — Foi uma das políticas mais bem sucedidas dos últimos anos. Queremos os melhores para cada um dos lugares — justificou o futuro chefe de Gabinete.

    O presidente eleito também pretende designar o economista Federico Sturzenegger, que foi deputado e presidente do Banco Cidade de Buenos Aires, para o Banco Central. Para isso, deverá renunciar o atual presidente, Alejandro Vanoli, cujo mandato, aprovado pelo Congresso, não vence ao terminar o de Cristina.

    — Macri quer gente de gestão, não políticos — frisou Fraga.
    http://oglobo.globo.com/mundo/empres...macri-18140909

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