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  1. #1
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    Black Wednesday for EMs - Dólar salta para R$ 4,10

    For sale: Falling knife.

    Emerging market currencies enjoyed a brief bounce yesterday, but as Brown Brothers Harriman strategists note, “once again, the attempt to stabilize has failed, and bottom pickers have been punished.”

    It didn’t take long for things to go downhill, and today emerging market currencies have been taken to the cleaners, again, where they’ve spent most of 2016, writes Joel Lewin.



    Piotr Matys at Rabobank explains:

    Tuesday’s session confirmed that the markets remain in “sell on rallies” mode rather than “buy on dips”. This negative mentality is likely to prevail until the markets are convinced that oil prices have finally bottomed.

    A few more milestones have been clocked today. The rouble has dropped 2.6 per cent against the greenback to a new record low of Rbs80.585 to the dollar. That takes its losses for the year to 8.5 per cent.

    The Mexican peso has also hit a new low, dropping 0.7 per cent against the dollar to MXN18.4055.

    And the Hong Kong dollar has fallen 0.8 per cent against the greenback in the last week, today touching a 9-year low of HK$7.825.

    It’s so bad, Bernd Berg at SocGen is calling it “Black Wednesday for Emerging Markets”.

    He adds:

    A whole range of bad news is whipping out billions from international stock markets, and commodity-related EM FX is experiencing heavy selling pressure.

    Hopes for a rally evaporated quickly on Tuesday. The trigger for the fresh rout in EM was a downgrade by the IMF on global and EM growth for 2016 just over two weeks into the new year.

    The Institute of International Finance has already said that EM outflows in 2015 were “even worse than we thought”. Place your guesses for 2016 now, and be prepared to rip them up.
    http://www.ft.com/fastft/2016/01/20/...rging-markets/

  2. #2
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    Última edição por 5ms; 20-01-2016 às 11:07.

  3. #3
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    China central bank injects US$22.9 bln into money market to ease liquidity squeeze

    BEIJING, Jan. 20 (Xinhua) -- China's central bank on Wednesday injected 150 billion yuan (22.9 billion U.S. dollars) into the money market through short-term liquidity operations (SLO).

    The six-day SLO loans will come at 2.25-percent, the People's Bank of China (PBOC) said on its website.

    The SLO was launched in 2013, focused on a maturity of less than seven days, allowing the PBOC to manipulate short-term liquidity and prevent sharp fluctuations in the money market.

    The central bank made three-day SLOs worth 55 billion yuan on Monday, and announced on Tuesday that it would inject over 600 billion yuan to ease the liquidity squeeze expected before the Spring Festival holiday week, which begins on the Lunar New Year's eve on Feb. 7.

    The funds will be injected through tools such as the standing lending facility, medium-term lending facility and pledged supplementary lending.
    http://news.xinhuanet.com/english/20..._135028679.htm

  4. #4
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    Canadian dollar sinks before knife-edge rate call


    The Canadian dollar is sinking on Wednesday as a weakening oil price further frays the nerves of traders ahead of a rate decision from the Bank of Canada.



    Although by no means the ugliest showing of major currencies against the greenback on Wednesday (Australian dollar, take a bow) the Canadian dollar weakened as much as 0.8 per cent to C$1.4690.

    Interest-rate futures are pricing in a more than 50 per cent chance that policymakers at the BoC make their third cut in rates in the last 12 months. Economists are split 50-50.

    So, as foreign-exchange analysts at Royal Bank of Canada say, it should be interesting.

    Our economists’ call is for no change, but they are not unsympathetic to those calling for a 25bp cut given recent releases. With the market split on the outcome, CAD should react either way, though we suspect there would be a bigger move on a cut.

    The BoC gives its decision in Ottawa at 10am local time and a press conference follows.

    http://www.ft.com/fastft/2016/01/20/...rate-decision/

  5. #5
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    Dólar flerta com nível de R$ 4,10 e tem máxima desde setembro

    20/01/2016 às 10h40

    O dólar já ficou perto do patamar de R$ 4,10 nesta quarta-feira, nas máximas desde o fim de setembro, mês em que uma onda de aversão a Brasil empurrou a moeda americana para o recorde histórico perto de R$ 4,25. A tensão nos mercados externos, mais uma vez ditada pelo tombo nos preços do petróleo, explica a puxada nas cotações no Brasil e no mundo.

    O movimento no ambiente brasileiro também é amparado pelas incertezas domésticas, que subiram um degrau ontem depois que o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, sinalizou menor aperto monetário neste ano. Isso aumentou os temores relacionados a uma condução das políticas monetária e econômica nos moldes do primeiro governo da presidente Dilma Rousseff - que, para o mercado, desencadeou a atual crise fiscal pela qual o país passa.

    Às 10h38, o dólar comercial subia 0,85%, a R$ 4,0886. Na máxima, a cotação foi a R$ 4,0995 - maior patamar intradia desde 29 de setembro, quando bateu R$ 4,1530. Em 24 de setembro de 2015, o dólar alcançou R$ 4,2484, pico histórico do Plano Real.

    No mercado futuro, o dólar para fevereiro tinha alta de 0,49%, a R$ 4,0975.

    No exterior, várias moedas emergentes e correlacionadas às commodities têm firmes perdas, com algumas batendo mínimas históricas, como o rublo russo. A rupia indiana cedeu ao menor patamar desde setembro de 2013 e o dólar australiano ameaça renovar a mínima desde março de 2009.

    (José de Castro | Valor)
    http://www.valor.com.br/financas/440...desde-setembro

  6. #6
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    Bolsas

    Perto das 11h15, as praças europeias operavam no vermelho. O FTSE 100, de Londres, recuava 3,09%, o DAX, de Frankfurt, cedia 2,81%, e o CAC 40, de Paris, declinava 3,33%. Na Ásia, o Nikkei 225 perdeu 3,71% e o Hang Seng, de Hong Kong, diminuiu 3,82%. O Xangai Composto, de Xangai, caiu 1,03%.

    No Brasil, o Ibovespa tinha baixa de 1,54%, aos 37.472 pontos.

    http://www.valor.com.br/financas/440...olsas-no-mundo

  7. #7
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    Dólar opera em alta, vendido perto de R$ 4,09; Bolsa recua quase 2%

    11:55

    Bolsas



    Câmbio





    10:50

    Ação da Petrobras opera com queda de mais de 4%, após tombo do petróleo

    As ações da Petrobras operavam em forte queda nesta quarta-feira (20), após novo tombo dos preços do petróleo. Por volta das 10h50, as ações preferenciais da petroleira (PETR4), com prioridade na distribuição de dividendos, recuavam 4,51%, a R$ 4,45. Os papéis ordinários (PETR3), com direito a voto, perdiam 3,58%, a R$ 5,93.

    10:25

    Dólar opera em alta, vendido perto de R$ 4,09; Bolsa recua quase 2%

    O dólar comercial operava em alta e era vendido perto de R$ 4,09 nesta quarta-feira (20), enquanto a Bolsa caía quase 2%. Por volta das 10h25, a moeda norte-americana subia 0,86%, a R$ 4,09 na venda, e o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, caía 1,85%, a 37.352,74 pontos. Após novo tombo dos preços do petróleo, investidores ficaram preocupados e evitavam colocar dinheiro em negócios de maior risco. O petróleo nos EUA atingiu sua menor cotação desde 2003, refletindo a grande oferta nos mercados globais e expectativas de baixa procura diante da fraqueza no crescimento econômico mundial. (Com Reuters)

  8. #8
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    @MarginsMatter 28 minutes ago

    Is this latest downside surge finally enough to bankrupt the handful of listed zombie E&Ps and Service cos?

  9. #9
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    Mercados emergentes devem ter fuga de capital de US$ 450 bilhões em 2016

    Os mercados emergente registraram saída líquida de capital de US$ 735 bilhões em 2015, mais do que o esperado, ante US$ 111 bilhões em 2014.



    DA REUTERS
    20/01/2016 09h31

    Após alguns anos difíceis, os títulos e ações de mercados emergentes estão a caminho de outro ano de fuga de capitais, de acordo com o Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês).

    Os mercados emergente registraram saída líquida de capital de US$ 735 bilhões em 2015, mais do que o esperado, ante US$ 111 bilhões em 2014. A expectativa é de que tenha em 2016 saídas, incluindo erros e omissões, de US$ 448 bilhões, de acordo com relatório do IIF divulgado nesta quarta-feira.

    O grupo afirmou que fortes saídas da China, que refletem preocupações com a moeda e crescimento, são o principal fator por trás das perdas em 2015. A China teve fuga de US$ 676 bilhões em 2015, de acordo com o IIF.

    "Mas a fraqueza vai bem além da China já que temos visto uma fuga persistente de capital de portfólios de uma ampla faixa de mercados emergentes, com os investidores cada vez mais preocupados com as perspectivas de crescimento e alto endividamento corporativo", disse o diretor-gerente e economista-chefe do IIF Charles Collyns.

    A organização afirmou que Brasil, Turquia e África do Sul são alguns dos países mais vulneráveis à contínua redução nos mercados emergentes devido à fraqueza na política macroeconômica, altos níveis de dívidas corporativas em moeda estrangeira e significativos déficits de conta corrente.

    Há alguns países bem posicionados como Índia e México. Mas com os temores sobre a China e recessão pelo segundo ano seguido no Brasil e na Rússia, muitos temem que os retornos de investimentos não devem se recuperar em breve.

    Na terça-feira (19), o FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou relatório que indica que a recessão no Brasil será um dos principais fatores para o desempenho abaixo do esperado que a economia global deve ter em 2016.

    O Fundo cortou a expansão mundial neste ano para 3,4%, 0,2 ponto percentual a menos que nas projeções de outubro. No caso do Brasil, o corte foi bem mais agudo. De acordo com o FMI, a economia do país recuará 3,5% em 2016.

    A esperança de retomada do crescimento brasileiro, que nas previsões de outubro do FMI aconteceria em 2017, foi adiada para 2018, último ano do governo Dilma Rousseff. No ano que vem, estima o Fundo, o Brasil sairá do vermelho, mas terá expansão zero, uma piora de 2,3 pontos percentuais em relação à previsão de outubro.
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...este-ano.shtml
    Última edição por 5ms; 20-01-2016 às 12:42.

  10. #10
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    Dolar fecha em alta de 1% depois de atingir R$ 4,13 na máxima do dia



    Após desacelerar um pouco na reta final, com investidores realizando parte dos lucros no intraday, o dólar à vista fechou em alta de 1,00%, aos R$ 4,0998, depois de bater R$ 4,13 na máxima do dia. No mercado acionário, o Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,08%, aos 37.645,48 pontos.

    Durante a tarde, quando o dólar para fevereiro superou R$ 4,110 e, depois, R$ 4,120, um movimento técnico no mercado futuro amplificou o avanço das cotações. Na máxima do segmento à vista, às 15h40, o dólar atingiu R$ 4,1300 (+1,75%), no maior valor intraday desde 29 de setembro do ano passado. Este valor também é bem próximo da maior cotação de fechamento já vista no Plano Real (R$ 4,1350), em 23 de setembro de 2015.


    http://economia.estadao.com.br/notic...09,10000012161

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