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  1. #1
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    [EN] What Amazon’s offline retail stores say about online shopping

    Bronwyn Howell
    February 23, 2016


    Back in November, Amazon created waves when it opened its first brick-and-mortar store in Seattle’s University Village. Many questioned Amazon’s rationale; the giant did, after all, make its name from online retail — arguably cannibalizing physical retail stores across the US and the developed world in the process. The questions continued when another Amazon store opened on the Purdue University campus earlier this month. Another 300 to 400 stores are rumored to be in the works. Apparently, Amazon’s move into “brick-and-mortar” retailing is a deliberate strategy to compete with its remaining physical rivals in their own space. Does this mean that online retail is not the “killer app” that it has been held to represent? The substitution of brick-and-mortar sales to “click sales” has been interpreted as a measure of a nation’s performance in the digital economy. The higher the proportion of online sales, the better the (digital) economy is presumed to be performing.

    Despite the claims of online advocates, it was never likely that online sales would completely obliterate physical sales. I, for one, observed as much back in 2000 when commenting on the emergence of online grocery shopping. In my 2012 review, little had changed.

    The strengths and weaknesses of online retailing

    For sure, there are supply-side economies from centralizing warehousing in cheaper non-prime locations and replacing human staff with robotic workers. Retailers could also lower inventory holding costs by using sophisticated supply-chain management systems that centralize order placement but store and dispatch from remote providers. Online retailers such as Amazon have become platforms, contractually linking customers and suppliers without buying, holding, and dispatching stock themselves. On the demand side, customers too welcomed the additional welfare conferred by being able to choose from a wider range of goods.

    But along with the advantages, online retailing has also brought trade-offs. For the most part, these trade-offs are reflected on the demand side of the markets. The inevitable reality faced by all retailers is that consumers are inherently heterogeneous and sometimes value what online retailers simply cannot offer.

    What online stores cannot do

    Buying a book may not be just the transfer of ownership of a single copy. Shopping still ranks as one of our most favored leisure activities, and it is characterized by the bundling of a wide range of social, community, and entertainment preferences into the experience of purchasing consumer goods. It is far from clear that online sales offer viable substitutes for the full bundle that comprises the physical leisure shopping experience. Unsurprisingly, this phenomenon has long been recognized by physical book retailers. Cafes, children’s play spaces, and value-added personal services such as knowledgeable staff providing reviews and recommendations, sponsoring and hosting book clubs, and active engagement in community activities feature prominently among the survivors of the Amazon invasion. While the link between offering these activities and long-term profitability is not straightforward, their persistence bears testimony to the limits of the online purchase bundle.

    The more things change, the more they stay the same

    In this light, Amazon’s foray into physical retailing could be seen as channel expansion to appeal to a particular customer niche, or a move to mitigate risks related to potential market maturity. That the new stores are on university campuses is interesting. What student preference or characteristic is Amazon catering (or appealing) to with its new stores? And what experiences is it bundling with the sale of books and kindles to attract customers?

    Regardless of the answers, the message to policymakers is clear: Customer preferences and willingness-to-pay for physical alternatives limits substitution to digital-only applications. More digital is better only if customers value it more.

    http://www.techpolicydaily.com/techn...line-shopping/

  2. #2
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    Ponto Frio eCasas Bahia tem prejuízo de R$ 177 milhões no 4º trimestre

    DA REUTERS
    24/02/2016 08h23

    A Via Varejo, dona das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, registrou prejuízo líquido de R$ 177 milhões no quarto trimestre de 2015, ante lucro líquido de R$ 356 milhões no mesmo período do ano anterior, segundo comunicado divulgado na madrugada desta quarta-feira (24).

    A companhia atribuiu o resultado negativo à piora na linha de equivalência patrimonial —quando a empresa atualiza o valor contábil do investimento ao valor equivalente à participação societária—, menor diluição de despesas fixas, maior despesa financeira e despesas com reestruturação.

    A varejista de móveis e eletroeletrônicos teve Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 125 milhões, queda de 83,8% na base de comparação anual.

    A receita líquida caiu 14,7%, para R$ 5,46 bilhões. No conceito "mesmas lojas", houve redução de 15,2%.

    "Para os próximos trimestres, a Via Varejo continuará com o foco na excelência operacional, aumentando a produtividade atual das lojas, reduzindo o custo de distribuição e reforçando a estratégia comercial, o que deixará a companhia ainda melhor preparada para recuperar as vendas e aumentar os ganhos de market share", disse a companhia em seu balanço trimestral.

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...no-4-tri.shtml

  3. #3
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    Preço de site prejudica lojas da Via Varejo, diz ex-dono das Casas Bahia

    DE SÃO PAULO
    22/10/2015

    A família Klein enviou uma carta ao conselho de administração da Via Varejo, dona das redes Casas Bahia, Ponto Frio e Bartira, pedindo que a companhia reveja a política de preços das vendas on-line por prejudicar os negócios das lojas físicas da empresa.

    A Via Varejo encerrou o terceiro trimestre deste ano com queda de 24,6% nas vendas em lojas abertas há mais de um ano, na comparação com igual período de 2014. No ano, já foram fechadas 42 lojas consideradas deficitárias.

    O documento encaminhado na terça-feira (20) ao presidente do conselho da Via Varejo, Ronaldo Iabrudi, cita o descumprimento de um acordo comercial feito entre a Via Varejo e a Cnova —empresa do grupo Casino (controlador do GPA) que é responsável pelas operações eletrônicas dos sites extra.com, pontofrio.com, casasbahia.com e Cdiscount.com.

    Em maio do ano passado, a Cnova e a Via Varejo fizeram um acordo operacional para regular termos e condições de relacionamento entre as empresas, estratégias das atividades de comércio eletrônico e lojas físicas, além da busca de sinergias —como otimizar, por exemplo, o uso de centros de distribuição, gastos com logística etc.

    O problema é que, do lado dos Kleins, o entendimento é que a Via Varejo usou e usa seu poder de compra para negociar bons preços para lojas físicas e para o comércio eletrônico. Mas, na hora de vender aos consumidores, o e-commerce vende por menos —o que faz com que as lojas físicas percam vendas.

    O extra.com foi mencionado na carta como um dos sites que vende por preços menores -inclusive abaixo dos valores oferecidos pelos sites das Casas Bahia e do Ponto Frio.

    A assessoria de Michael Klein e da família Klein confirma a entrega da carta, mas prefere não se pronunciar sobre o tema que foi incluído na pauta da próxima reunião do conselho de administração da Via Varejo, prevista para a semana que vem.

    Os Klein são donos de 27,3% do total das ações da Via Varejo. Outros 43,3% estão com o GPA e 29,3% pertencem a acionistas minoritários.

    Em comunicado enviado ao mercado, assinado por Marcelo Rizzi de Oliveira, diretor de relações com investidores da Via Varejo, diz que "a administração da companhia considera que o acordo vem cumprindo adequadamente o seu papel e que ele contém os mecanismos necessários ao seu próprio acompanhamento e à realização de quaisquer ajustes necessários".
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...as-bahia.shtml

  4. #4
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    Cnova: desvios, furtos, e vendas superestimadas em R$ 110 milhões

    DE SÃO PAULO
    12/01/2016

    O Grupo Pão de Açúcar divulgou nesta terça-feira (12) comunicado da Cnova informando que as investigações sobre a gestão de estoques no Brasil da companhia de comércio eletrônico indicaram até o momento uma sobrestimação nas vendas líquidas da companhia de aproximadamente R$ 110 milhões acumulada até 31 de dezembro de 2015.

    A Cnova é uma empresa do grupo francês Casino e que no Brasil reúne sites de redes como Casas Bahia, Ponto Frio e Extra.

    A empresa disse também ter identificado discrepância material nas contas a receber relacionada aos itens danificados ou devolvidos. O impacto combinado, baseado em estimativas preliminares, resultaria em provisões sem efeitos caixa entre R$ 110 milhões e R$ 130 milhões que reduziriam o Ebit da Cnova.

    A divulgação do resultado da Cnova no quarto trimestre está sujeita aos avanços da investigação na gestão de estoques em curso no Brasil, segundo a empresa.

    Em dezembro, a empresa anunciou que investiga funcionários suspeitos de desviar produtos dos estoques de centros de distribuição no Brasil.

    Na época, a empresa informou que "a investigação também irá avaliar potenciais impactos contábeis e nas demonstrações financeiras relacionados à conduta sob análise."

    No comunicado, o GPA destaca que o conselho de administração da companhia autorizou que o comitê de auditoria do grupo assessore as investigações internas para saber como agiam os funcionários envolvidos.

    Foram contratados assessores jurídicos e contadores externos "para realizar uma revisão de questões associadas a irregularidades na conduta de colaboradores relacionadas à gestão de estoques."

    "A investigação está em curso e, neste momento, ainda é cedo para determinar quando esta será concluída e se e quais eventuais medidas serão tomadas pela companhia e suas subsidiárias", afirma o documento.

    A Cnova foi criada a partir da associação entre a brasileira Nova Pontocom e a empresa francesa de comércio eletrônico, a Cdiscount.

    A venda de produtos é feita por meio dos sites de comércio eletrônico das marcas Extra.com.br, CasasBahia.com.br, Pontofrio.com, Barateiro.com, PartiuViagens.com.br, Cdiscount.com.br.

    Com Reuters
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...-no-pais.shtml

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