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  1. #1
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    Varejo SP: queda de 7,5% no 1o. semestre de 2016

    "Ainda não chegamos no fundo do poço nesta crise. Por isso a projeção é de um resultado ainda pior que o do ano passado"


    01/03/2016

    As lojas do Estado de São Paulo devem ficar ainda mais vazias neste ano. A previsão é de que as vendas no varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, enfrentem queda de 7,4% no primeiro semestre, frente ao mesmo período de 2015.

    Para o varejo restrito, a projeção é de recuo de 5,5% no acumulado de 12 meses até junho, segundo dados da Associação Comercial de São Paulo.

    O setor já enfrentava uma desaceleração desde 2011, explica Alencar Burti, presidente da entidade. Em 2015, as vendas caíram 6%.

    "Ainda não chegamos no fundo do poço nesta crise. Por isso a projeção é de um resultado ainda pior que o do ano passado", afirma Burti.

    Entre os fatores que afetam o movimento nas lojas, estão a queda na renda e a alta da inflação e do desemprego.

    Os setores mais afetados no ano passado foram as concessionárias (-17,3%) e as lojas de eletrodomésticos e eletroeletrônicos (-13,4%).
    http://www1.folha.uol.com.br/colunas...-cair-74.shtml
    Última edição por 5ms; 01-03-2016 às 10:13.

  2. #2
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    Tarifa do metrô do Rio subirá para R$ 4,10 em abril

    A informação foi divulgada no Diário Oficial, nesta segunda-feira, pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp). O aumento para o serviço público de transporte metroviário foi feito com base no contrato de concessão do MetrôRio.

    A concessionária tem o prazo de um mês - contados a partir do dia 2 de março - para informar o novo valor aos usuários.

    OUTROS REAJUSTES

    No dia 2 de janeiro deste ano, a tarifa dos ônibus municipais sofreu um aumento de 11,7%, passando de R$ 3,40 para R$ 3,80. O valor é o mesmo para quem usa o Bilhete Único Carioca. As passagens dos coletivos intermunicipais também aumentaram em fevereiro deste ano, passando de R$ 5,90 para R$ 6,50.

    As barcas também tiveram os preços reajustados no início do ano. A concessionária CCR Barcas foi autorizada a fazer um reajusta de 12,12% no preço do bilhete. Desde o dia 12 de fevereiro, os usuários passaram a pagar R$ 5,60. No caso dos trens, a tarifa passou de R$ 3,30 para R$ 3,70 no dia 2 de fevereiro.

    http://oglobo.globo.com/rio/tarifa-d...abril-18772794

  3. #3
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    Encolhimento do crédito ganha velocidade

    Editorial Estadão
    01 Março 2016


    Janeiro marcou um tombo nas concessões de crédito, em especial para as empresas, segundo o Banco Central. Tão intenso foi o recuo do crédito que também diminuiu o saldo total das operações, acrescido no dia a dia pelos juros contratados no momento das concessões. Os números são indicativos do aprofundamento da recessão econômica, fenômeno já constatado no último trimestre de 2015 e que se acentua em 2016.

    ...


    As concessões de crédito para pessoas jurídicas caíram 36% no mês, de R$ 173 bilhões para R$ 110 bilhões. Em termos reais, a queda do ritmo de concessões às empresas, de 14% no quarto trimestre de 2015, ficou em 23,3% no mês passado, nos cálculos do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). As concessões de capital de giro foram as mais atingidas (-40%) – e estão entre as que retratam mais fielmente o nível de atividade das empresas.

    Há várias razões para o encolhimento do crédito, a começar dos juros médios, que subiram 2 pontos porcentuais para as empresas (de 21% ao ano em dezembro para 23% ao ano em janeiro) e 1,3 ponto para as pessoas físicas (de 38% para 39% ao ano).

    Ao mesmo tempo, os spreads (diferença entre os custos de captação e de aplicação) avançaram 1,8 ponto e 1,2 ponto.

    As pessoas jurídicas reduzem a demanda de empréstimos por falta de negócios (ou seja, não têm duplicatas ou outros créditos a receber) e por não estarem investindo em máquinas, equipamentos e novas instalações para aumentar a produção. As operações de crédito direcionado às empresas foram de R$ 10,1 bilhões, em janeiro, e de R$ 10,3 bilhões para as pessoas físicas – quedas de 65% e de 43% em relação a dezembro.

    Entre as raras operações cujos saldos aumentaram para empresas e famílias estão as do cheque especial, cujos altos custos podem ser indicador de maior inadimplência futura.


    http://economia.estadao.com.br/notic...de,10000018940

  4. #4
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    A indústria em marcha à ré

    Editorial Estadão
    02 Março 2016

    A produção industrial deve encolher 5% em 2016, em mais um ano de contração, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A projeção é pior que a dos economistas do setor financeiro e das consultorias. “Não vemos nenhuma melhora, nem para o segundo semestre”, disse o gerente executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, ao comentar os indicadores do setor divulgados ontem. Em recessão desde o segundo semestre de 2014, a economia brasileira deve continuar entre as de pior desempenho neste e no próximo ano, de acordo com as estimativas de entidades multilaterais e de organismos privados.

    A diferença de perspectivas acaba de ser confirmada mais uma vez pelos números da Confederação e pelas previsões de gerentes de compra do setor industrial coletadas em vários países pela Markit Economics, uma agência global de informação financeira.

    Na maior parte do mundo avançado o índice dos gerentes de compras do setor industrial permanece acima de 50 pontos – um sinal de expectativa de crescimento, embora modesto, numa fase de muita preocupação e de muita incerteza quanto ao ritmo da recuperação econômica. As dúvidas foram reforçadas nas últimas semanas por dirigentes e economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mas permanece, entre executivos da indústria, a aposta em algum crescimento neste ano.

    Nos Estados Unidos, a maior economia, o índice dos gerentes de compras do setor industrial caiu de 52,4 em janeiro para 51,3 em fevereiro, segundo a Markit Economics. O próprio ambiente de insegurança, dominante na maior parte do mundo, tem freado as encomendas à indústria. Mas a economia americana, de acordo com a última avaliação disponível, cresceu 2,4% em 2015, um resultado nada desprezível. O desemprego em janeiro ficou em 4,9%, uma das menores taxas do mundo.

    Também na Europa as previsões continuam na área positiva, apesar dos temores dos empresários e analistas. Na zona do euro, o índice dos gerentes de compras diminuiu de 52,3 em janeiro para 51,2 em fevereiro, o menor nível em 12 meses. Mas o número acima de 50 aponta crescimento da produção industrial pelo 32.º mês consecutivo, um desempenho muito diferente do observado no Brasil nos últimos anos. Além disso, o desemprego nos países da união monetária passou de 10,4% em dezembro para 10,3% em janeiro, o nível mais baixo desde agosto de 2011. No Brasil, os últimos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, a mais ampla, são dos meses de setembro a novembro e indicam um desemprego de 9% da força de trabalho. Não haverá surpresa se novos levantamentos mostrarem desemprego mais alto no fim de 2015 e no começo deste ano.

    A desocupação brasileira é muito maior que a americana e muito parecida com a da zona do euro e o cenário no Brasil é de recessão prolongada. Não há como continuar atribuindo a crise brasileira a choques externos, embora a presidente Dilma Rousseff e companheiros insistam nesse mito.

    O índice dos gerentes de compras da indústria brasileira passou de 47,4 pontos em janeiro para 44,5 em fevereiro, segundo a Markit. “Em meio a evidências de uma economia cada vez mais frágil e de uma consequente queda da demanda, o nível de novas encomendas às indústrias brasileiras caiu em fevereiro”, de acordo com o relatório.

    Pelos indicadores da CNI, o uso da capacidade instalada em janeiro chegou a 75,9%, o nível mais baixo da série iniciada em 2002. Se a demanda se reanimar, as indústrias ainda terão muita capacidade para ocupar antes de fazer novos investimentos em máquinas, equipamentos e instalações, comentou Castelo Branco. Até o início da recuperação o caminho deve ser longo e áspero.

    http://opiniao.estadao.com.br/notici...re,10000019113

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