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  1. #1
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    Relações humanas - Antes e Depois...

    Não é por acaso que neste post vamos tentar compreender o que mudou nas relações humanas, sociais e comerciais, nesta era tecno-maníaca. Estamos imersos neste oceano digital, que está impregnando tantos nossos sentidos que até pela ponta de nossos dedos navegamos em nossos super-celulares, que se tornaram imprescindíveis mesmo. É melhor sair nu(a) na rua que sem seu intercomunicador que te põe a par das notícias das redes sociais.Antes de sair de casa, checar a trilogia : o Sr. O, o livro da cara e o assobio do passarinho.Pelo menos isso,sem os quais não nos situamos ,não sabemos o que nossos amigos estão pensando,sentindo,teclando.

    A nossa necessidade de nos situarmos neste planeta é superficialmente atendida através dessas redes de relacionamento, mas até que ponto nos enredamos neste emaranhado de conexões e páginas, catalogados com perfis criados pelo o que pensamos de nós mesmos e nem sempre pelo que somos.

    Revolucionando as relações individuais, afetivas, esta explosão de informação se estende de forma integral, em todos os aspectos dos relacionamentos humanos. Encontrar amigos perdidos de infância, fuxicar o ex do seu atual afeto, conhecer pessoas com mesmos interesses que o seu, mostrar-se da maneira que você inventar, divertir-se com pérolas do humor alheio, descarregar tensões com depoimentos ácidos e expor seus humores e amores, simplesmente rir ou se irritar. Já não existe mais a possibilidade de isolamento uma vez que você caiu na rede.

    Comercialmente, muitas pontes são criadas, que vem abrir o leque de novas possibilidades de compra e venda, em segundos, com total comodidade de onde quer que você esteja num fluxo intenso que só tende a crescer. A confiabilidade e a segurança são palavras-chave para o sucesso deste mundo de negócios on-line.

    Como conquistar o mercado que se multiplica em progressão fantástica?Os requisitos mencionados acima, confiança e segurança, são prioritários para o início e a saúde dessas relações comerciais, já que nas sociais e emocionais nós tanto as almejamos, mas nem sempre somos atendidos em nossas expectativas. Quando nos decepcionamos, que acontece infelizmente ainda com desencantada freqüência, sentimos a urgência da mudança, mas a rede é tão vasta que estará ali para nos sugerir novas possibilidades!

    Com certeza, há espaço para todo mundo, porque literalmente este é um território de todo o orbe terráqueo... Basta ter algum endereço eletrônico e se conectar para receber a tempo real a ligação com qualquer outro ponto da pequena bola onde vivemos. E fica cada vez menor em distância e velocidade de acesso, o que comprova a relatividade e a superação do espaço-tempo. Para quem acreditava que a natureza não dava saltos, esta geração tecnológica confirma que o pulo foi quântico, aproximando toda humanidade, através de recursos de nossa própria inteligência para o progresso, inclusive da ética, pois sem ela esta rede também se desmantela. A ética dentro dos relacionamentos na internet, de qualquer natureza, se torna fundamental para a manutenção das mesmas. Isso caracteriza o progresso finalmente irreversível para nós, demasiadamente humanos, agora conectados cada vez mais uns aos outros.

    Peixe na rede

  2. #2
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    Querido Peixe na rede,

    Estes dias li que empresas que não participarem de redes de relacionamento social, como Twitter e Facebook, estão fadadas a desaparecer! Pareceu-me uma afirmação um pouco fatalista, ou no mínimo extremista, mas traduz de certa forma a força que estas ferraments possuem.

    No âmbito pessoal, é nítida a possibilidade que as redes nos trouxeram de restabelecer contatos perdidos há muitos anos e de manter estes relacionamentos atualizados. Infleizmente, como o ser humano é capaz de adicionar um tempero negativo a tudo, há quem faça uso da tecnologia para fins ilícitos e imorais. Nos Estados Unidos já existe o que chamam de "Cyber Bullying", que já causou inclusive alguns suicídios.

    A conclusão é que a tecnologia, assim como qualquer condição humana, não é boa nem ruim por si só, sempre depende da forma com que a encaramos e utilizamos.
    EduAfini
    Consultor de Marketing

  3. #3
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    April 11, 2013

    Unilever in-store promotion ROI is 50% higher than social media

    For the last couple of years it feels like I've been trying to make myself heard at a Justin Bieber concert full of fans screaming "SOCIAL MEDIA, WE LOVE YOU!" I have pleaded for a rational, business focused look at the limitations of social media, but the media-fuelled hysteria has been hard to compete with.

    Well, now Unilever has added its much louder voice to help amplify the voice of reason. "Unilever marketing teams are questioning the logic of shifting big budgets to social media, when the equivalent spent on in-store promotions can deliver an ROI up to 50% higher", according to this article in Marketing. The article goes on to say "Unilever is likely to skew marketing spend toward in-store promotions on brands such as Timotei, Radox and Marmite at the expense of social-media campaigns."

    Why is this the case?

    1. Be close to the point of purchase.

    First, in-store activation works better than social media for most brands because it happens close to the point of purchase. You can raise awareness for your brand, and people who see it can by it straight away. In contrast, social media is much more in-direct. It's different if you're an online brand, such as Expedia. Here, you can read a post on Facebook, for example, and click to buy straight away.

    Now the trick here is create activation ideas that increase presence and also build the brand, as I posted on here, not just do price promotions.

    2. Attract light and non-users

    Boosting in-store presence can make your brand visible to the light and non-buyers that are key to driving penetration. In contrast, our social media research showed that 80%+ brand likers on a Facebook page were already using the brand before they hit "Like". In other words, you are preaching to the converted. And no, this won't help make them more loyal, as loyalty rates are flat across brands in a given category.

    3. Fit with the brand

    According to the article, "Unilever will continue to back brands with social activity where it is a 'good fit', such as grooming-product brand Lynx/Axe." Back last year I proposed a simple checklist to help you asses the how much of your budget to allocate to social media: see below. The three key questions to help assess the fit for your brand are:

    i) How social is your brand: is it one people would talk about down the pub?

    ii) How online is your brand: is online a key sales channel

    iii) How young is your brand: younger users are much heavier users of social media

    In conclusion, I recommend following Unilever's lead and taking a long, hard look at how much of your time and money is allocated to social media by brand. But first, buy some earplugs so you can't hear the social media fans screaming hysterically.

    The brandgym blog: "Unilever in-store promotion ROI is 50% higher than social media"

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