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  1. #1
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    Dólar fecha a R$ 3,11

    Reuters

    24 Outubro 2016 | 18h04

    O dólar comercial à vista fechou em baixa de mais de 1% nesta segunda-feira, 24, no menor patamar desde julho de 2015. A entrada de recursos do exterior fez a moeda americana encerrar os negócios com um recuo de 1,33%, a R$ 3,1117. Segundo a plataforma de informações financeiras Economatica, o dólar teve este ano a segunda maior desvalorização desde o Plano Real.

    Analistas afirmam que tanto a expectativa sobre a entrada de recursos da repatriação quanto o movimento de estrangeiros que estão investindo no Brasil ajudaram na baixa da divisa. O prazo para a regularização de recursos no exterior termina no próximo dia 31 de outubro.

    A expectativa, segundo especialistas, é de que o dólar mantenha essa tendência de queda. Pesquisa Focus do Banco Central, que ouve semanalmente uma centena de economistas, mostrou nesta manhã que a previsão para o dólar no final deste ano cedeu para R$ 3,20, ante R$ 3,25 na semana anterior.

    Mercado de ações. Com a percepção de melhora no cenário político, estrangeiros atuaram comprando ações de empresas brasileiras com grande volume de negociação. As ações da Petrobrás encerraram o pregão em alta de 0,31% (ON) e 1,39% (PN), assim como as da Vale, que tiveram alta de 1,96% (ON) e 2,84% (PNA). Outras beneficiadas pelo movimento foram Usiminas (+3,03%), CSN (+2,16%) e a metalúrgica Gerdau (+4,06%).

    Porém, a melhora no humor dos investidores não impediu a leve queda de 0,08% do Índice Bovespa. Mesmo assim, o principal índice de ações do mercado brasileiro encerrou os negócios aos 64.059,89 pontos.

    http://economia.estadao.com.br/notic...mais-de-um-ano

  2. #2
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  3. #3
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    Se não tiver expectativa de baixar mais que isso, no momento é uma ótima alternativa fechar contrato anual com os datacenters fora do Brasil
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  4. #4
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    Citação Postado originalmente por chuvadenovembro Ver Post
    Se não tiver expectativa de baixar mais que isso, no momento é uma ótima alternativa fechar contrato anual com os datacenters fora do Brasil
    Pois é. Depois daquele perrengue com Euro batendo R$ 5 e Dólar à R$ 4,50 a tentação é grande mas está uma quebradeira danada por aqui. Na 5ms está sobrando servidores e faltando pagantes.

    Os clientes potenciais podem ser divididos em 3 grupos: os que estão presos, os que serão presos, e os que poderão ser presos.
    Última edição por 5ms; 25-10-2016 às 16:28.

  5. #5
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post

    Os clientes potenciais podem ser divididos em 3 grupos: os que estão presos, os que serão presos, e os que poderão ser presos.
    Corretor imobiliário em Brasília?

  6. #6
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Depois daquele perrengue com Euro batendo R$ 5 e Dólar à R$ 4,50 a tentação é grande mas está uma quebradeira danada por aqui. Na 5ms está sobrando servidores e faltando pagantes.
    Justamente nessa época, o dolar não parava de aumentar, fizemos um pente fino aqui e otimizamos nossa estrutura para a nova realidade que estávamos enfrentando, falando de forma resumida, cheguei a fazer uma readequação pelo menos 3x em 12 meses e o resultado apesar de positivo para o cenário atual, sempre foi decepcionante...digo pelo seguinte, a cada enxugada de gastos, no mês seguinte sempre tínhamos uma surpresa que fazia a otimização praticamente não ter um efeito "visível"...:P
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  7. #7
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    Citação Postado originalmente por chuvadenovembro Ver Post
    Justamente nessa época, o dolar não parava de aumentar, fizemos um pente fino aqui e otimizamos nossa estrutura para a nova realidade que estávamos enfrentando, falando de forma resumida, cheguei a fazer uma readequação pelo menos 3x em 12 meses e o resultado apesar de positivo para o cenário atual, sempre foi decepcionante...digo pelo seguinte, a cada enxugada de gastos, no mês seguinte sempre tínhamos uma surpresa que fazia a otimização praticamente não ter um efeito "visível"...:P
    Dólar alto + Inflação + Necessidade de investimentos de forma continua.
    Este ramo e danado, com a crise a complexidade dele aumentou ainda mais. rs

  8. #8
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    Pois é. Depois daquele perrengue com Euro batendo R$ 5 e Dólar à R$ 4,50 a tentação é grande mas está uma quebradeira danada por aqui. Na 5ms está sobrando servidores e faltando pagantes.

    Os clientes potenciais podem ser divididos em 3 grupos: os que estão presos, os que serão presos, e os que poderão ser presos.
    é como se o dinheiro tivesse evaporado, diversificamos, plantamos bananeira, assobiamos e chupamos cana ao mesmo tempo....e? inadimplência + inadimplência e inadimplência....

    tempos mais do que muito difíceis...
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  9. #9
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    Mercado projeta dólar a R$ 3 no fim do ano

    Cleide Silva
    27 Outubro 2016

    O movimento de desvalorização do dólar frente ao real, que no ano acumula 20,6% no mercado à vista, coloca em alerta as empresas exportadoras de manufaturados. O setor via nas vendas externas um alento à drástica queda de vendas no mercado interno.

    Em apenas dois dias, na segunda e na terça-feira, a moeda americana registrou queda de 1,6% e fechou em R$ 3,10, a menor cotação desde julho de 2015. Nesta quarta-feira, 26, conseguiu uma recuperação de 1,12% e foi a R$ 3,14, mas o cenário segue preocupante para a indústria.

    Embora a valorização do real neste momento esteja associada à corrida gerada pelo fim do prazo para a legalização de recursos mantidos no exterior (Lei de Repatriação), alguns analistas ouvidos pelo Estado projetam o dólar fechando o ano próximo da marca psicológica de R$ 3,00, valor que pode se manter em 2017.

    “Com a desvalorização do real ocorrida nos últimos dois anos houve uma certa recomposição do poder de competição do produto brasileiro, mas a preocupação é que isso acabe”, diz o gerente executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco.

    A mudança, ressalta ele, ocorre sem que tenham sido adotadas medidas que assegurariam melhor competitividade, como reformas tributária, trabalhista e melhoras na infraestrutura.

    O cenário mais difícil para o comércio exterior começa a ficar visível na indústria de manufaturados. Em setembro, a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) verificou que apenas 21 empresas importadoras deixaram de trazer produtos de fora, ante uma média mensal de 350 empresas ao longo do ano.

    “Significa que está mais interessante importar do que produzir aqui”, afirma José Augusto de Castro, presidente da AEB. Do lado inverso, nove empresas deixaram a lista de exportadoras, revertendo pela primeira vez no ano um crescimento que acumulava 2.078 indústrias desde janeiro.

    Castro acredita que o superávit comercial de US$ 50 bilhões esperado pelo governo pode não chegar a US$ 45 bilhões.

    Para José Ricardo Roriz Coelho, diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), um câmbio em R$ 3,50 seria mais equilibrado do que próximo a R$ 3,00.

    Reformas. O economista da GO Associados, Luiz Fernando Castelli, projeta a moeda americana a R$ 3,10 no fim do ano e a R$ 3,00 em 2017. Segundo ele, além do efeito mais imediato da repatriação, medidas que estão sendo adotadas pela equipe econômica de Michel Temer, como a provável aprovação da PEC do teto dos gastos e o andamento da reforma da Previdência vão melhorar a percepção de risco do País e ajudar a derrubar o dólar. Soma-se a isso também a expectativa de mudanças pouco traumáticas na taxa de juros dos Estados Unidos e a elevada liquidez externa.

    Em razão da forte movimentação dos últimos dias, a Tendências Consultoria Integrada revisou de R$ 3,42 para R$ 3,17 a projeção do dólar para o fim do ano. Para 2017, a expectativa mudou de R$ 3,53 para R$ 3,28. “Não vejo um movimento sustentável que mantenha o dólar abaixo dos R$ 3,00”, ressalta Silvio Campos Neto, economista da Tendências.

    Adriana Dupita, economista do Santander, avalia que o câmbio hoje já está “mais forte do que deveria” e prevê o dólar em R$ 3,45 ao fim do ano e em R$ 3,75 em 2017. Há dois meses, a projeção do banco era, respectivamente, de R$ 3,65 e R$ 3,95.

    Inflação. Apesar de reconhecerem as dificuldades das empresas brasileiras em exportar com a desvalorização cambial, economistas – e os próprios empresários – apontam que a queda da inflação, e consequentemente dos juros, são as principais vantagens da aproximação entre dólar e real.

    “É uma troca: inflação e juros menores por menor fôlego para o setor exportador”, diz Adriana Dupita, economista do Santander.

    Adriana lamenta, contudo, que parte da recuperação da economia esperada para o quarto trimestre e para o início de 2017 possa não ocorrer em razão do ritmo menor da produção voltada ao mercado externo. O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2017 pode ficar em 1,5%, pois os 2% esperados “ficarão inviáveis sem o setor industrial”, diz.

    Na opinião de José Ricardo Roriz Coelho, da Fiesp, é preciso acelerar as medidas que podem melhorar a competitividade do produto nacional. “O custo de produzir no Brasil é, em média, 32% mais caro do que nos países com os quais competimos.” O câmbio, em sua avaliação, é apenas uma parte desses custos.

    “A indústria nacional está totalmente desprotegida”, avalia o presidente da AEB, José Augusto de Castro. Recentemente, a entidade encaminhou ao governo federal pedido para que a alíquota do Reintegra, programa que devolve ao exportador parte de seus custos, volte a 5%. Desde setembro do ano passado, a alíquota está em 0,1% e deve ir a 2% em 2017.

    http://economia.estadao.com.br/notic...olar-vai-a-r-3

  10. #10
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    Consumidor ainda cauteloso

    O Estado de S.Paulo
    27 Outubro 2016


    O consumidor anda mais animado e mais disposto a voltar às compras, mas ninguém deve apostar numa firme reativação do varejo antes de muitos meses. As perspectivas do emprego ainda são muito ruins e principalmente por isso a recuperação do consumo deverá ocorrer em marcha lenta. Estas conclusões são indicadas por duas novas pesquisas sobre expectativas e intenções do consumidor, divulgadas pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Se houver algum crescimento econômico em 2017, o impulso mais importante deverá provir de outra fonte. Este é um excelente motivo – entre vários – para o governo avançar com rapidez nos projetos de infraestrutura, os mais adequados, por enquanto, para estimular o investidor privado a tirar do bolso o talão de cheques.

    Se há algo para comemorar, neste momento, é simplesmente a continuada melhora dos indicadores de humor, embora permaneçam abaixo do limite entre o otimismo e o pessimismo. Depois de seis altas consecutivas, o índice de expectativa elaborado pela FGV chegou a 82,4 pontos, o ponto mais alto desde dezembro de 2014, quando atingiu 86,6. O componente relativo à situação financeira da família subiu 1,4 ponto e chegou a 63,6 pontos, o maior nível desde fevereiro, mas ainda muito distante da linha de indiferença, correspondente a 100 pontos.

    A melhora financeira havia sido apontada em setembro numa pesquisa da CNC sobre endividamento e inadimplência. A parcela de famílias endividadas, de 58,2%, era ligeiramente maior que a de agosto, mas bem menor que a de um ano antes, quando havia chegado a 63,5%. Para um grupo bem menor, no entanto, as dificuldades haviam aumentado. Em setembro, 9,6% das famílias disseram-se incapazes de pagar as dívidas. Esse grupo correspondia a 9,4% em agosto e a 8,6% em setembro de 2015.

    No conjunto, a redução do endividamento foi uma penosa adaptação à piora das condições de crédito. Muitas famílias trataram de pôr em dia suas contas e ficaram longe, por impossibilidade ou por prudência, de novos financiamentos. O aperto continuou neste ano. No mês passado, a relação entre o estoque do crédito e o Produto Interno Bruto (PIB) ficou em 50,8%, segundo informou ontem o Banco Central (BC). Um ano antes estava em 54% – e o PIB, apesar da recessão, ainda era maior, porque a contração dos negócios continuou.

    Em outubro, a intenção de consumo das famílias foi 2,4% mais alta que a do mês anterior, mas 5,7% inferior à de um ano antes, segundo a última sondagem da CNC. Todos os grupos continuam pessimistas, isto é, com intenção de consumo abaixo de 100 pontos. Mas o humor varia entre os grupos de renda. O índice das famílias do grupo superior chegou a 83,7 pontos em outubro. O das demais atingiu 72,1.

    A maior parte dos consumidores, portanto, levará mais tempo para voltar às compras, especialmente de produtos de maior valor, porque nesse caso será necessário um novo endividamento. No cálculo geral, o item “momento para duráveis” aumentou 3,4% de setembro para outubro, mas ficou 10,2% abaixo do patamar verificado um ano antes. Neste momento, só com enorme otimismo alguém poderia avaliar a baixa de juros iniciada pelo BC como um sinal de reativação das compras a crédito nos próximos meses. Os juros básicos permanecem muito altos. Ainda terão de cair muito mais até as condições de financiamento se tornarem de novo atraentes para o consumidor.

    De acordo com várias instituições, as expectativas dos consumidores melhoram – ou ficam menos negativas – há meses. Apesar disso, os indicadores do varejo têm continuado em queda. Em agosto, segundo o último relatório do IBGE, o volume vendido pelo varejo restrito foi 0,6% menor que o de julho e 5,5% inferior ao de um ano antes. No varejo ampliado (com inclusão de veículos, componentes e material de construção), a queda mensal foi de 2%. Na comparação com agosto de 2015 a diferença para menos foi de 7,7%. Não se confunda menor pessimismo como entusiasmo.

    http://opiniao.estadao.com.br/notici...inda-cauteloso

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