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  1. #1
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    Setor de serviços recua 5% em 12 meses

    Em 2015, o volume do setor de serviços encolheu 3,6%

    Reuters
    16/11/2016

    O volume do setor de serviços no Brasil recuou em setembro pelo segundo mês seguido, ainda que com menor força, mostrando que a fraqueza do setor seguia num ambiente que pode ajudar a reduzir a pressão inflacionária e favorecer novo corte de juros.

    O setor registrou queda de 0,3 por cento no volume de vendas em setembro sobre o mês anterior, após baixa de 1,4 por cento em agosto e alta de 0,6 por cento em julho, mostrou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve queda de 4,9 por cento no volume, 18ª taxa negativa e a maior para o mês na série iniciada em 2012. Pesquisa da Reuters apontou que a expectativa de economistas era de contração anual de 4,1 por cento em agosto.

    O destaque em setembro, segundo o IBGE, foi a atividade de Outros Serviços, que apresentou perdas de 2,5 por cento na comparação com o mês anterior. Já o volume de Serviços prestados às famílias recuou 0,9 por cento e o de Serviços de informação e comunicação caiu 0,6 por cento.

    Na outra ponta, os Serviços profissionais, administrativos e complementares apresentaram alta de 0,7 por cento e os Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio subiram 0,3 por cento.

    O IBGE informou ainda que o agregado especial das atividades turísticas teve avanço de 1,5 por cento na comparação com agosto.

    A inflação vem mostrando maior descompressão no segundo semestre, com o IPCA acumulando alta de 7,87 por cento em 12 meses até outubro.

    Os preços de serviços, no entanto, mostrou mais força no mês passado e são uma variável tida pelo Banco Central como uma das principais para a intensidade do ciclo de afrouxamento monetário iniciado no mês passado, quando reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, a 14 por cento ao ano.

    (Por Camila Moreira)

  2. #2
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    No Roda Viva desta segunda-feira (14/11), Temer confirmou que a expectativa do governo de inicio de recuperação do número de empregos é a partir do segundo semestre de 2017, o que muitas economistas tinham previsto há mais de 1 ano.

    No Roda Viva com João Doria, o futuro prefeito de São Paulo afirmou que existem 2 milhões de desempregados no *municipio* além de 3 milhões de subempregados com renda eventual e inferior a 1 SM. Na Grande SP, existem municipios com até 20% da força de trabalho desempregada.

  3. #3
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    Faturamento do setor de serviços paulistano recua 7%

    O município de São Paulo tem grande relevância nos resultados estaduais e nacionais do setor de serviços, representando aproximadamente 20% da receita total gerada no País.

    Michele Rios
    Novembro 16, 2016


    Em agosto, o setor de serviços em São Paulo faturou R$ 20,9 bilhões, queda de 7,1% na comparação com o mesmo mês de 2015. É a 13ª queda consecutiva nessa base de comparação. Trata-se do menor montante para o mês de agosto desde 2011. No acumulado em 12 meses o recuo foi de 4,0%, a 12ª queda seguida.

    Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS), que traz o primeiro indicador mensal de serviços em âmbito municipal, elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados de arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS) do município de São Paulo, fornecidos pela Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico. O município de São Paulo tem grande relevância nos resultados estaduais e nacionais do setor de serviços, representando aproximadamente 20% da receita total gerada no País.

    Das 13 atividades pesquisadas, 10 tiveram queda na comparação com agosto do ano passado. As maiores retrações, com variação negativa de dois dígitos, foram observadas nas atividades de representação (-26,4%), construção civil (-24,6%), serviços bancários, financeiros e securitários (-20,8%), outros serviços (-17,4%), conservação, limpeza e reparação de bens móveis (-15,6%), e, técnico-científico (-15,5%). Juntas, essas seis atividades impactaram negativamente em 6,6 pontos porcentuais (p.p.) para o índice geral.

    No sentido oposto, os melhores desempenhos foram vistos nos setores de turismo, hospedagem, eventos e assemelhados (22,8%) e saúde (18,9%). Somadas, as atividades pressionaram positivamente o resultado geral em 2 p.p..

    De acordo com a FecomercioSP, as atividades que tiveram resultado negativo foram impactadas, principalmente, pela deterioração do cenário econômico brasileiro. A incerteza na conjuntura econômica e política do País fizeram com que os consumidores e empresários adiassem a contratação de serviços ou até mesmo a realização de possíveis investimentos.

    Segundo a Entidade, a crise impactou o setor produtivo como um todo. A indústria foi a primeira, no início de 2014, seguida do varejo, que também passou a registrar resultados negativos e pouco tempo depois, a partir de janeiro de 2015, se estabeleceu no setor de serviços.

    Para a Federação, uma retomada somente acontecerá à medida que os demais segmentos da economia se recuperarem, dependendo, assim, de indicadores positivos de emprego, renda, crédito, entre outras variáveis determinantes do consumo.

    A FecomercioSP avalia que, a partir dos próximos meses, ocorrerá ajustes no desempenho do setor de serviços, desacelerando o ritmo de queda do faturamento real, devido a uma base de comparação fraca. Tal projeção de redução de perda se mostra nos demais indicadores antecedentes da Federação, como os índices de confiança dos consumidores e empresários e intenção de consumo, que se elevaram nos últimos meses.

    A Entidade ressalta ainda que somente em 2017, com a convergência da inflação para a meta e o início do ciclo de queda de juros, os números voltarão a crescer. Assim, com uma economia mais equilibrada, o aumento dos investimentos e a geração de emprego e renda, haverá uma recuperação no setor de serviços.

    http://www.investimentosenoticias.co...ecua-em-agosto

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