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  1. #1
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    IBGE: Recessão em 2017

    Talvez estagnação no 2o semestre.

    • Economia cai pelo 7º trimestre seguido
    • Investimentos e indústria têm 'voo de galinha'
    • PIB do Brasil destoa da economia global
    • Taxa de investimento é a menor em 13 anos


    MARIANA CARNEIRO
    05/12/2016

    Os números mais recentes da economia confirmam que o país continua em profunda recessão. Para o presidente do IBGE, o economista Paulo Rabello de Castro, 67, crescer 1% no ano que vem ainda será pouco.

    Estatisticamente, o número voltará ao terreno positivo, mas o estrago em termos de emprego e renda ainda terá uma resposta fraca.

    Castro concedeu esta entrevista antes da divulgação do PIB, na quarta (30). Segundo ele, a análise se baseia em dificuldades observáveis a olho nu.

    "Nós não conseguimos fazer o time jogar bem", disse ele, sobre as forças produtivas do país. "As empresas entram mal em campo, as pessoas são desempregadas. Todos ficam desesperançados, a produtividade geral cai e o governo gasta demais."

    O quiproquó político só aumenta a tensão, diz o aliado de Michel Temer, que chegou à presidência do IBGE com a ascensão do atual mandatário.

    "A pior coisa que poderíamos enfrentar hoje é um novo estado de desconfiança em relação à figura do presidente da República."

    Folha - Em que estágio estamos nesta recessão?

    Paulo Rabello de Castro - Ainda estamos regredindo. E, se olharmos à frente, vemos projeções menos favoráveis do que há seis meses. À medida que os meses de 2016 foram avançando, foi ficando claro que a reversão do processo recessivo será mais lenta e mais penosa, do ponto de vista do que mais nos interessa, que é a recuperação do emprego. Portanto, o quadro não é bom.

    A recessão vai se estender até 2017?

    Essa recessão é um bicho diferente, que deveria suscitar um debate especial. Porque algo de muito ruim pode estar acontecendo na configuração das forças produtivas, uma disfuncionalidade entre os fatores de produção.

    Nós não conseguimos fazer esse time jogar bem. Veja a seleção brasileira, uma rearticulação na cabeça do técnico fez emergir com os mesmos jogadores um outro time. Esse é o milagre que eu esperaria do governo. Não podemos trocar os jogadores. Algo há de errado na disposição desse time. As empresas entram mal em campo, as pessoas são desempregadas. Todos ficam desesperançados, a produtividade geral cai e o governo gasta demais, cobrando de todos para cobrir a gastança.

    Enquanto isso, outro grupo de teorizadores diz que, para que o mundo não caia sobre nossas cabeças, temos que praticar a taxa de juros mais elevada do mundo, pois esse é o remédio universal. Para mim, isso e tratamento numa clínica vodu são o mesmo.

    A culpa é dos juros do Banco Central?

    É uma abordagem estrutural, que existe praticamente desde a estabilização [em 1994]. A taxa de juros é um remédio muito sério, que deveria ser usado por um período intensivo e muito curto. Não por décadas seguidas. O resultado é que, de 1999 até hoje, a dívida pública está quase duas vezes superior ao que poderia estar se estivéssemos praticando uma taxa de juros neutra.

    Isso sustenta um rentismo financeiro e faz com que a sociedade precise ser reeducada para o compromisso de trabalhar. Trabalho no Brasil é opção de último caso. As filas preferenciais são as do subsídio e as do privilégio.

    Há risco de sairmos da recessão e ficarmos presos a uma estagnação?

    Esse risco é visível a olho nu. O desafio é enorme. São dificuldades internacionais e domésticas. Portanto, minha torcida pela saída da recessão fica só no plano estatístico. Porque, se crescermos 1% em 2017, provavelmente teremos um ou dois trimestres positivos no fim do ano. Isso ensejará a saída estatística da recessão, mas não agradará, porque a resposta em termos de emprego e renda vai ser muito fraca.

    Crescer 1% em 2017 é claramente insuficiente. Ficará para 2018 o hercúleo trabalho de, aí sim, demonstrar números mais parecidos com uma recuperação.

    É pior que a década 1980?

    Sem dúvida, porque ela é uma recessão autoinflingida. Na década de 1980, não tínhamos apenas um incômodo internacional. Hoje o vento não está mais hiperfavorável, mas não quer dizer que o cenário seja totalmente antagônico. Em 1980 era. Estávamos afundados em uma restrição absoluta, não tínhamos dólares e tínhamos que importar petróleo. Hoje estamos em uma crise de credibilidade em razão dos nossos desajustes.

    Então não é certo que haverá uma recuperação cíclica?

    Não, porque por enquanto nós ainda estamos encomendando a corda para nos enforcar. E uma parte do quiproquó político ajuda nisso.

    A crise política continuará afetando a economia?

    Muitíssimo. A pior coisa que poderíamos enfrentar hoje é um novo estado de desconfiança em relação à figura do presidente da República. Já foi muito ruim e triste que a presidente Dilma Rousseff tenha passado pelo que passou. Todos que temos consciência cívica lamentamos profundamente o limite a que seu governo chegou, de não conseguir nem organizar politicamente o país. De alguma forma, a organização do poder foi maltratada. Também hoje nós deveríamos evitar ao máximo contaminar a autoridade da Presidência com uma nova pauta de demolição nacional.

    Por quê? Em prol da economia?

    Em prol da retomada de uma ética do trabalho. Mesmo que a gente queira voltar a trabalhar, é preciso que nos organizemos. Chegará o momento, e deveria ser em 2017, em que teremos de começar a separar o pecado do pecador.

    Como assim?

    À medida que a lista de pecadores só faz aumentar, com as denúncias e as homologações [da Lava Jato], as repercussões que isso está tendo sobre as maiores empresas do país é absolutamente trágica. Precisamos articular meios que transcendam os acordos de leniência, de forma que as empresas possam ir pagando pelos seus pecados, deixando o rastro do castigo e das penas para as pessoas físicas, e liberá-las para pensar em novos investimentos.

    Se o presidente for afastado, mergulharemos em uma nova fase de crise econômica?

    Não precisamos desse cenário. Como colaborador do presidente, torço para que tudo se esclareça favoravelmente. Se nós temos senso no Brasil, que nós nos agarremos ao presidente e dele exijamos a ampliação da pauta de refundação da república. Não temos tempo a perder.

    (continua)

  2. #2
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    Em meio a essas dificuldades, é possível almejar uma reforma da Previdência?

    Vai ser muito difícil passar qualquer coisa que não seja o reajuste das idades. E se for [aprovado]. Vamos ampliar a idade de acesso ao benefício, ajustar a equação previdenciária, mas isso não é repactuar a Previdência. O que seria o certo a fazer.

    Mas está demorando demais. Anunciar que uma tal reforma vai mexer com os direitos e não esclarecer que os "aposentáveis" não sofrem perdas em decorrência disso é grave e traz sérias consequências para nós.

    No IBGE, vamos perder mais de 300 funcionários no próximo ano, devido à aposentadoria. Eles estão virando 400 em razão do lero-lero de uma Previdência que vai machucar o interesse dos aposentados.

    É uma dúvida que se instalou no coração das pessoas, porque ninguém sabe qual o teor da reforma. Até a minha secretária anunciou que vai se aposentar.

    Quando o sr. fala em reorganizar a economia para sair da recessão, o que seria?

    A simplificação tributária poderia ajudar a desatar o nó da estagnação. O outro ponto é a gestão pública, através da criação do conselho de gestão fiscal [foi aprovado no Senado, mas tramita na Câmara]. Ele funcionaria como um complemento da PEC 241, para fazer valer a regra fiscal.

    Como assim?

    No dia em que se atribuir o teto do gasto, toda a administração pública vai competir por gastar mais. Quais serão os critérios que vão balizar quem deve estar na frente da fila? Esse conselho estipularia os critérios de avaliação.

    O Ministério do Planejamento está empenhado neste momento em construir critérios de eficiência e aplicá-los sobre determinados programas. É um excelente começo.

    Estamos fazendo isso também aqui no IBGE: elaborando uma avaliação do valor social dos trabalhos do instituto.

    Mudaria a forma como o IBGE recebe recursos do governo?

    Ajudaria o IBGE a fazer uma reflexão do que realmente tem mais impacto para a sociedade. Muitas das pesquisas são ancoradas apenas na tradição de fazer porque se fazia no passado.

    Vai filtrar as pesquisas?

    Sim, de acordo com alguns critérios. Às vezes a relevância social não se traduz por critérios monetários. Como uma pesquisa sobre o estado das prisões, que nós queremos retomar. Uma de nossas prioridades será o tema da segurança pública.

    O IBGE pode fazer uma grande contribuição nas informações dessa área, que até hoje incrivelmente não são padronizadas. É possível morrer de homicídio de forma diferente em São Paulo ou na Bahia.

    Como quantificar o valor das pesquisas?

    Estamos tentando medir de acordo com a repercussão que tem essa estatística no planejamento das políticas públicas e das atividades empresariais. Diariamente, cerca de 400 consultas são feitas ao site do IBGE para confirmar coordenadas geográficas. Quem usa isso? Todo o mundo que está construindo. Eles pagariam por essa informação.

    O IBGE vai vender informação?

    Qualquer produto do IBGE, por definição, é de livre acesso. O que é passível de cobrança é a reelaboração da estatística de forma a dar respostas específicas e intensivas para determinados usuários. Por exemplo, há dados sobre as cidades e um usuário gostaria de cruzar diferentes informações numa matriz. O IBGE não tem isso hoje. Talvez seja possível elaborar, mas isso custaria porque eu teria alguns técnicos que iriam parar para fazer isso.

    Eventualmente é uma forma de desonerar a sociedade de pagar todo o custo do livre acesso e estabelecer uma discriminação entre usuários intensivos e eventuais.

    Haveria pessoal no IBGE para isso?

    Seria possível imaginar uma gratificação adicional para os funcionários. E, a partir desse adicional, poderíamos avançar em alta tecnologia, big data etc. Não podemos ficar dependentes de pedir 100% dos recursos para a "viúva".

    Quando o sr. assumiu o IBGE, funcionários alegaram conflito de interesses. Como resolveu?

    Eu não posso resolver um conflito que não existe. Qualquer cidadão que queira contribuir para o serviço público tem que deixar a gestão direta de suas atividades privadas. Eu, como tinha várias "empresocas" constituídas, tive de me desvencilhar e entregar a administração.

    E o acesso a dados que poderia lhe dar informação privilegiada?

    Como consultor, nunca tive a curiosidade de saber este ou aquele dado de inflação mais recente. A menos que você esteja realizando operações financeiras... Mas eu nunca tive bancos como clientes. Assim que cheguei, me inclui na lista de restrições a todos que estão fora do IBGE [de saber dos dados duas horas antes da divulgação].

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...-do-ibge.shtml

  3. #3
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    O País afunda

    Editorial Estadão
    16 de Dezembro de 2016

    Vagas de Papai Noel foram cortadas, a indústria demite, o comércio definha a uma semana do Natal e a economia continua afundando, enquanto em Brasília as instituições cambaleiam. Judiciário e Legislativo se enfrentam num desafio aparentemente sem fim. O Executivo, acuado pelas delações da Lava Jato, manobra para salvar seu programa de ajuste e dar algum ânimo ao País. Ontem, o grande assunto financeiro deveria ser a nova alta de juros nos Estados Unidos, mais uma chacoalhada global. Mas no mercado nacional as atenções se dividiram. Era inevitável acompanhar a confusão na capital, onde o drama econômico parece ganhar proporções minúsculas.

    Os números, assim como a escassa iluminação de Natal, contam uma história muito mais feia do que parecem perceber as excelências brasilienses. Em outubro, os negócios continuaram perdendo vigor e recuaram 0,48% em relação ao patamar de setembro, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), conhecido como prévia do Produto Interno Bruto (PIB).

    ...

    Detalhes muito importantes para se avaliar as possibilidades de recuperação continuaram pouco ou nada animadores. Em outubro o consumo das famílias foi 4,3% menor que o de um ano antes. O investimento em máquinas, equipamentos e obras, medido pela formação bruta de capital fixo, ficou 9,3% abaixo do contabilizado em outubro de 2015.

    O continuado recuo do investimento é facilmente explicável. Com a economia muito fraca e escassa perspectiva de recuperação a curto prazo, as empresas privadas deixam de investir em meios de produção. Se o fizessem, estariam imobilizando dinheiro sem perspectiva de retorno por um bom tempo – e numa fase de juros muito altos.

    No caso dos investimentos em infraestrutura, o problema é explicável tanto pela crise financeira do setor público, em todos os níveis de governo, quanto pela paralisação das concessões. Sem novos projetos e novos leilões, os grupos privados, mesmo com algum interesse nessas áreas, ficam impossibilitados de assumir compromissos com as administrações públicas. Nas avaliações mais otimistas, os leilões devem ser retomados nos primeiros meses de 2017.

    As notícias do setor privado continuam ruins. Em novembro, as fábricas paulistas demitiram 25.500 trabalhadores a mais do que contrataram. No ano, foram 116.500 desligados. Em 12 meses, 170 mil, segundo o relatório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo divulgado ontem. Não há perspectiva, segundo dirigentes da Federação, de melhora nas condições de emprego do setor a curto prazo.

    ...

    http://opiniao.estadao.com.br/notici...da,10000094902

  4. #4
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    E duro ver praticamente toda semana vendo a previsão do PIB do ano que vem caindo, a ultima se não me falha a memória era crescer 0.7%
    Se ao menos manter isto, já seria praticamente um paraíso no atual cenário.
    O que me deixa grilado, e a nota de credito pelas agencias internacionais não melhorar nem um "pouco", ainda. Para cair foi tão rápido.

  5. #5
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    Investimento e incerteza

    O investimento voltou a recuar em janeiro, segundo o indicador de formação bruta de capital fixo preparado por técnicos do Ipea. Esse indicador ficou 3% abaixo do nível de dezembro. Em relação a janeiro de 2016, a queda foi de 5%. No caso de crescimento nulo em fevereiro e março, o primeiro trimestre será encerrado com queda de 2% em relação aos três meses finais de 2016.

    14 Março 2017

    O governo terá de ser mais ágil e mais eficiente, na política de infraestrutura, se quiser fazer do investimento um fator importante para a reativação econômica neste ano e no próximo. A liderança do setor público é especialmente importante, neste momento. Pelo menos dois obstáculos dificultam o envolvimento do empresário privado em projetos de expansão da capacidade produtiva. A maior parte das companhias, principalmente do setor industrial, continua funcionando com ampla capacidade ociosa. Sem expectativa mais firme de ampliação dos negócios num prazo razoável, dificilmente os dirigentes de empresas comprometerão capital em máquinas, equipamentos e instalações. O outro fator é a insegurança, vinculada principalmente a fatores políticos. Um cenário mais claro facilitaria as decisões. Nem tudo depende do presidente Michel Temer e de sua equipe, mas o pessoal do Executivo e seus aliados poderiam, com certeza, fazer mais do que têm feito para facilitar as aplicações em capital fixo.

    Por enquanto, os indicadores são pouco claros, apesar de alguns sinais de melhora da atividade industrial. O investimento voltou a recuar em janeiro, segundo o indicador de formação bruta de capital fixo preparado por técnicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Esse indicador ficou 3% abaixo do nível de dezembro. Em relação a janeiro de 2016, a queda foi de 4,9%. No caso de crescimento nulo em fevereiro e março, o primeiro trimestre será encerrado com queda de 1,9% em relação aos três meses finais de 2016.

    Pelo menos um componente do indicador do Ipea, a construção civil, avançou em janeiro, com ganho de 0,6% em relação a dezembro. O outro componente, o consumo aparente de bens de capital (máquinas e equipamentos), caiu 6,6%, depois de uma alta de 2,6% no mês anterior. Para construir esse item, somam-se a produção nacional e a importação de máquinas e equipamentos e subtrai-se a exportação.

    Critérios diferentes são usados na construção das séries do Ipea e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o Ipea, a produção interna de bens de capital foi em janeiro 6,6% menor que em dezembro. Segundo o último relatório do IBGE, a queda foi de 4,1%. A mesma fonte, no entanto, apresentou um dado animador nesse levantamento: a produção de janeiro foi 3,3% maior que a de um ano antes. Essa comparação foi positiva para todos os grandes grupos de produtos – bens de capital, intermediários e de consumo, tanto duráveis quanto não duráveis. A indústria geral, de acordo com esse conjunto de números, produziu 1,4% mais que em janeiro de 2016.

    Se esses dados apontarem uma tendência, a retomada do investimento poderá ganhar impulso nos próximos meses. O esforço inicial será, provavelmente, para reposição de bens de capital desgastados ou muito desatualizados. Depois virá o investimento destinado propriamente à expansão de capacidade – se a demanda de consumo se firmar. Por enquanto, a inflação em queda – com menor corrosão do orçamento familiar – é o principal fator favorável aos gastos domésticos.

    No lado positivo inclui-se também a última sondagem de investimentos da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador da intenção de investimentos da indústria subiu neste trimestre e atingiu pela primeira vez em dois anos o nível 100, saindo da área negativa para a linha de indiferença. Pode parecer pouco, mas é uma alteração muito promissora, depois de uma longa retração do gasto destinado à expansão, ou mesmo à manutenção, da capacidade produtiva.

    O relatório do Ipea, no entanto, reacende o alerta. Não está claro, apesar dos dados positivos, se os sinais de reativação antecipam um firme avanço nos próximos meses, com espaço para retomada do investimento. Mais que isso: só com o consumo, isto é, sem a contribuição do investimento, a recuperação será provavelmente muito lenta. Sem dinheiro para gastar, o governo poderá contribuir, no entanto, apressando as concessões e mobilizando capital privado para projetos de infraestrutura.

    http://opiniao.estadao.com.br/notici...za,70001698222

  6. #6
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    Citação Postado originalmente por redenflu Ver Post
    E duro ver praticamente toda semana vendo a previsão do PIB do ano que vem caindo, a ultima se não me falha a memória era crescer 0.7%
    Se ao menos manter isto, já seria praticamente um paraíso no atual cenário.
    O que me deixa grilado, e a nota de credito pelas agencias internacionais não melhorar nem um "pouco", ainda. Para cair foi tão rápido.

    A primeira!

    http://exame.abril.com.br/economia/m...-para-estavel/

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