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    Banda larga fixa pode ter franquia de dados em 2017, diz ministro

    12/01/2017 | 22h04

    O modelo de franquias de dados na banda larga fixa pode se tornar uma realidade em 2017, disse o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) Gilberto Kassab. Segundo o ministro, o governo e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estão discutindo uma flexibilização dos planos de banda larga fixa, abrindo a possibilidade para que as operadoras criem planos com limite no uso de dados – como já acontece na banda larga móvel.

    Segundo Kassab, em entrevista ao site Poder 360, a proposta é para que exista "equilíbrio" no uso de internet, "porque as empresas [operadoras] têm seus limites". Para o ministro, a discussão sobre o tema vai ser definida pela Anatel, apenas no segundo semestre de 2017 – segundo ele, é preciso esperar a definição do cenário de telecomunicações com a nova lei das teles para que o tema das franquias de banda larga fixa seja discutido. A reportagem procurou a Anatel e o MCTIC para detalhar a declaração do ministro Gilberto Kassab, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

    As declarações do ministro reacendem um debate que parecia já ter sido encerrado. Segundo apurou o Estado no início de janeiro de 2017, a Anatel não tinha planos de retomar a discussão sobre franquia da banda larga fixa. A agência reguladora criou um grupo de trabalho para analisar a questão na época da polêmica, mas não deu prazo para a conclusão do estudo.

    Atualmente, os brasileiros podem usar a banda larga fixa com tráfego de dados ilimitado. Com o modelo de franquias, as operadoras poderão criar diferentes planos baseados não só na velocidade da conexão, mas também no tráfego de dados utilizado pelos usuários – caso o usuário ultrapasse o limite contratado, terá de pagar valor adicional para continuar navegando.

    Contexto. Em 2016, o assunto provocou polêmica, depois que a operadora Vivo, em fevereiro, disse que passaria a usar o modelo de franquias na internet fixa a partir de janeiro de 2017. Em abril, o então presidente da Anatel João Rezende se manifestou a favor do modelo, dizendo que a era da internet ilimitada havia chegado ao fim. Dias depois, pressionado por entidades de defesa do consumidor, pelo então ministro das Comunicações André Figueiredo e pela Ordem dos Advogados do Brasil, Rezende acabou voltando atrás.

    Durante a discussão, que rivalizou em popularidade nas redes sociais com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a Anatel proibiu as operadoras por "prazo indeterminado" de limitar o uso de banda larga fixa, até que a questão fosse julgada por seu conselho. Uma consulta pública também foi aberta na época para discutir o assunto.

    Desde então, o assunto foi pouco discutido – até porque, meses depois, Rezende acabou deixando o comando da agência reguladora, sendo substituído em 11 de outubro por Juarez Quadros.

    Nesta semana, na última terça-feira, 10, a consulta pública foi renovada até o dia 30 de abril, por conta da grande quantidade de inscritos interessados em debater o tema – foram mais de 13 mil inscritos e 2 mil contribuições, a maioria criticando o modelo de franquias na banda larga fixa.


    http://link.estadao.com.br/noticias/...ab,10000099831

  2. #2
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    Fim dos planos com franquia ilimitada virá no 2º semestre de 2017

    Fernando Rodrigues
    12.jan.2017 (quinta-feira) - 17h00
    atualizado: 12.jan.2017 (quinta-feira) - 19h13

    O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, disse que o fim dos planos automáticos com franquia ilimitada de acesso a dados em banda larga fixa virá no 2º semestre de 2017.

    Ou seja, antes do ano novo, os usuários precisarão pagar um valor extra caso queiram navegar além de 1 determinado limite.

    Haverá um modelo flexível, diferente do que existe hoje. No momento, os assinantes que contratam o serviço em casa têm acesso ilimitado para download e upload de dados, independentemente de quanto usam.

    No sistema proposto, haverá opções e cada assinante contratará uma franquia de dados do tamanho que desejar.

    A formatação do modelo será da Anatel. “E o governo participa dessas discussões”, disse. Kassab falou ao Poder360 neste semana também sobre a venda da OI, Nuclebrás e eleições em 2018.

    O ministro não sugeriu números sobre limites de franquia nem como serão os planos que serão oferecidos pelas operadoras. Disse apenas que a prioridade será melhorar o serviço. Buscar 1 ponto de equilíbrio entre o limite das empresas e o desejo do consumidor.

    Em 2016 abriu-se uma polêmica a respeito. Entidades de defesa do consumidor disseram que limitar o volume de dados que cada assinante pode ter seria cercear o direito dos cidadãos a uma internet universalizada.

    Já as empresas que fornecem o serviço argumentam que não faz sentido todos terem franquia de dados com acesso ilimitado em assinaturas de banda larga fixa –nas residências. Os consumidores usam a web de maneira assimétrica. Alguns assistem a dezenas de filmes por mês (ou por dia), em streaming. Outros, só aos fins de semana. Por esse raciocínio, não faria sentido cobrar mensalidades iguais de todos os usuários.

    Em 2016, o governo resolveu colocar a discussão na prateleira por causa da polêmica. Agora, Gilberto Kassab afirma que o assunto será resolvido ainda neste ano –com o fim do pacote único obrigatório de assinatura que dá acesso ilimitado a dados.

    Eis os trechos da entrevista ao Poder360 com o ministro tratando do tema:

    Como está o debate interno no governo a respeito da regulamentação para limitar o uso da franquia de dados para quem compra pacote de banda larga internet fixa, em casa?

    Na condição de ministro, tenho que dar prioridade à melhoria dos serviços e ao que é melhor para o consumidor. Essa questão está sendo analisada com muito cuidado. Precisamos ter 1 ponto de equilíbrio.

    A Anatel vai definir?

    É a Anatel. E o governo participa dessas discussões. Esse ponto de equilíbrio vai existir. Mas o importante é que seja o mais elástico possível no curto prazo e no tempo.

    Quando vai sair uma decisão sobre isso? Neste ano?

    Tudo tem muita vinculação com a nova lei das teles. Porque a nova lei vai nos permitir trabalhar com uma nova legislação, com novos parâmetros.

    Mas a nova lei não trata disso especificamente…

    Não, mas a lei muda o setor. Permite mais investimento. Pode permitir receitas que comportem o governo exigir mais das operadoras.

    O sr. está dizendo que tem que esperar resolver essa pendência da nova lei, no momento com o Supremo [Tribunal Federal]?

    Não. Pode até ser definida antes. O que eu disse é que pode ter uma vinculação grande e a nova lei pode nos ajudar a fazer esse novo limite mais elástico ainda. O nosso objetivo, voltando ao início da resposta, é atender ao consumidor para que seja o mais ilimitado possível.

    O sr. tem números sobre o que pode ser “o mais ilimitado possível” o consumo de dados?

    Não. Para isso tem uma série de estudos. Eu já li alguns, mas não existem números. Existem estudos sobre vinculações.

    Esse é o ponto de equilíbrio que eu estou dizendo. A empresa tem 1 limite e o consumidor tem 1 sonho: que seja ilimitado ao infinito. E cabe ao governo, cabe a Anatel, definir esse ponto de equilíbrio.

    O sr. diria que haverá em algum momento a definição desse ponto de equilíbrio, o que será 1 limite?

    Evidente. Não será ilimitado. Vamos ser claros. Mas você pode até construir 1 programa que defina quando será ilimitado.

    Como assim?A

    o longo do tempo.

    Uma escala gradual?

    Um cronograma.

    Mas uma coisa já se sabe: não será ilimitado para sempre o uso de franquia de dados nos pacotes de banda larga fixa?

    Não será. No início, não será. Hoje, não tem condições de você impor. Até porque, se tivesse, já teria sido imposto. É inviável. Nós estamos num país sério. Um país em que concessionárias têm seus contratos, compromissos. E a gente tem que esticar o máximo. Não vamos ficar do lado das empresas. Estamos do lado dos consumidores. Esse limite é o máximo possível.

    Estamos ainda em janeiro. Podemos imaginar que ao longo de 2017 essa decisão será tomada?

    Sim. A nossa meta é que todos as grandes demandas do setor, seja das empresas concessionárias, seja do consumidor, sejam todas solucionadas em 2017.

    Posso falar em 1º semestre ou seria exagero?

    Não. No 2º semestre.

    No momento em que for adotada essa regra, ainda que seja 1 período elástico para adoção, a interpretação geral será a seguinte: ‘governo decide acabar com franquia de dados ilimitada para banda larga fixa’…

    Não vamos fazer isso. Nós não vamos cometer nenhuma violência com as empresas nem com o consumidor. É por isso que é algo que está sendo estudado com muito cuidado…

    Mas, na prática, vai acabar…

    Um dia vai acabar. Agora, eu falo como consumidor. A tecnologia está nos levando a tornar ilimitada. Vai chegar esse momento. Chegará o momento em que será ilimitada e com o custo adicional irrisório. Tenho certeza.

    http://www.poder360.com.br/governo/b...-diz-ministro/

  3. #3
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    Venda da Oi está entre egípcio e fundos americanos, diz Gilberto Kassab

    Fernando Rodrigues
    12.jan.2017 (quinta-feira) -17h03
    atualizado: 12.jan.2017 (quinta-feira) - 18h24

    O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, informa que a venda da companhia telefônica Oi está entre 2 contendores finais: o empresário egípcio Naguib Sawiris e 1 grupo de fundos de investimento dos Estados Unidos representado pelo economista e consultor de empresas Ricardo Knoepfelmacher, o “Ricardo K”.

    A Oi tem uma dívida acumulada de aproximadamente R$ 65 bilhões. Deve ainda uma multa de R$ 20 bilhões à Anatel por não cumprimento de cláusulas contratuais. A empresa é a que tem a maior capilaridade na telefonia fixa no país: atinge cerca de 5.000 municípios.

    Kassab falou ao Poder360 nesta semana. Disse que o governo não tem preferência por 1 dos postulantes na disputa pela compra da Oi –mais de 10 já demonstraram interesse. Deseja apenas que a empresa seja recuperada e que sejam preservados os serviços prestados aos consumidores.

    “Mas devemos estar preparados, como estamos, para fazer uma intervenção caso não exista uma solução do mercado”, diz o ministro, sempre ressaltando que esse não é o desejo do Palácio do Planalto.

    O ministro também falou o seguinte:

    O valor dos ativos que podem ser repassados a empresas de telefonia é de aproximadamente R$ 20 bilhões –e não R$ 100 bilhões, como alega a oposição.

    A Nuclebrás, com orçamento perto de R$ 400 milhões neste ano, terá 1 novo presidente em breve. Pode ser do mundo político: 1 ex-prefeito ou 1 ex-governador ou ex-ministro. Tudo com o aval do PSD.

    Em 2018, o PSD pode insistir em ter o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) como candidato a presidente, embora a coordenação do processo tenha de ficar com o atual ocupante do Planalto, Michel Temer.

    Na disputa pelo governo de São Paulo, Kassab se apresenta como postulante: “Eu tenho vontade um dia de ser governador. Não é nenhuma obstinação. Ficaria muito feliz de servir o meu Estado na condição de governador. Gosto da vida pública”.

    Em 2023, quando tomar posse o Congresso eleito em 2022, o número de partidos pode cair para apenas 8 legendas –se for aprovada a reforma política em debate no momento no Congresso.

    Num outro trecho da conversa, o ministro fala que até o final de 2017 a Anatel e o governo devem baixar novas regras para venda de planos de banda larga fixa (em estabelecimentos residenciais e comerciais), com várias opções à franquia de dados. A opção única hoje de acesso ilimitado vai acabar. Leia aqui os detalhes.

    Uma primeira parte da entrevista de Kassab já foi publicada pelo Poder360 na última 3ª feira (10.jan.2017), com o ministro afirmando que considera o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), favorito para continuar como presidente da Câmara.

    A seguir, o restante da conversa:

    Poder360 – Em que estágio está a venda da Oi?

    Gilberto Kassab – É importante registrar que a Oi não é um problema do governo. A Oi é um problema da Oi. E do Brasil. É evidente que o governo fará o que estiver ao seu alcance para que haja uma solução. Se não, o problema vai cair no colo do governo. Se a Oi se mostrar inviável, o governo, por meio da Anatel, é obrigado a fazer uma intervenção. É evidente que o governo não quer fazer intervenção.

    Mas pode intervir…

    O governo está preparado para fazer a intervenção. Tanto é que, por conta do momento tenso nas reuniões do conselho da Oi, a Anatel fez uma leve intervenção. Impôs a presença de um observador da Anatel, que continua até hoje, para acompanhar as reuniões.

    Quais propostas apresentadas até agora no caso da Oi são consideradas mais exequíveis pelo governo?

    A Oi precisa ter recursos. Precisa ter um parceiro forte. Ao que me parece, junto com os integrantes aqui do ministério e da Anatel, a nossa sensibilidade diz que esse empresário egípcio [Naguib Sawiris] e os fundos americanos estão mais próximos de apresentar algo concreto.

    O empresário egípcio é Naguib Sawiris. Os fundos americanos são representados por quem especificamente?

    Quem procurou o governo para procurar se inteirar de políticas públicas foi o Ricardo K. Mas nós não sabemos quais são os entendimentos deles com a Oi. E o próprio egípcio também nos procurou diretamente. Foram os 2 grupos que percebemos, estavam mais avançados na elaboração de uma proposta que vão fazer à Oi, não ao governo. O governo aguarda.

    [contexto: Ricardo K é Ricardo Knoepfelmacher, consultor de empresas e economista formado pela Universidade de Brasília. Foi presidente da Brasil Telecom e já prestou serviços para vários investidores, inclusive para Eike Batista (de 2013 a 2015). Agora, estaria representando fundos de investimentos dos Estados Unidos interessados em comprar a Oi. Entre outros fundos, estão o Elliot, o Cerberus Capital Management e o G5 Evercore]

    O mercado de telefonia brasileiro nunca atraiu grandes investidores dos EUA. Agora, seria desejável que viesse capital norte-americano na compra da Oi?

    Na condição de ministro, eu falar que seria bom poderia parecer uma torcida. Acho que não seria adequado.
    O importante é que a presença aqui no Brasil seja plural.

    O sr. então não pode dizer se tem preferência por algum dos grupos que pretendem ficar com a Oi?

    Até porque não tenho. É saudável que o Brasil continue tendo players diferentes.

    A Oi é responsável por áreas muito remotas do Brasil, nas quais tem de promover a universalização do serviço de telefonia. Foi um erro a lei conter esse dispositivo obrigando algumas operadoras a ir a áreas remotas?

    Não foi um erro porque precisamos ter um país uniforme. Temos de chegar com a tecnologia em todos os cantos do país. Talvez tenha acontecido um certo exagero na dimensão da Oi.

    Hoje, a Oi está presente em aproximadamente 5.000 municípios –e exclusivamente em 2.000 municípios.

    Portanto em 2.000 municípios que dependem apenas da Oi. E em alguns outros municípios, as outras operadoras dependem da transmissão da Oi.

    É algo bastante complexo. E essa é a razão de eu dizer que o governo, não apenas contratualmente, mas também do ponto de vista político, precisa estar preparado para a intervenção. E está preparado. Mas eu tenho esperança e a nossa expectativa é de que não seja necessária a intervenção.

    (continua)

  4. #4
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    Qual é o impacto da nova LGT para o mercado?

    A nova lei geral era uma necessidade já há quase 10 anos.

    Esse setor tem uma tecnologia com as modificações acontecendo muito rapidamente. A modernização vai permitir investimentos expressivos, permitindo melhorar a qualidade do serviço oferecido ao usuário –que é o grande objetivo. Vai também movimentar a economia, criando empregos. A lei foi muito discutida e trará mais segurança aos investidores. Nós estamos hoje convivendo com uma lei que dava prioridade para a telefonia fixa.

    A nova lei das telecomunicações está agora sub judice no Supremo Tribunal Federal. A oposição deseja que o texto da lei seja devolvido ao Senado para que o plenário analise a proposta. O sr. esteve com a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF. O que ela disse para o senhor?

    Eu pedi uma audiência para levar informações. Ela quis conhecer a lei mais em profundidade. Fizemos uma apresentação, eu e o presidente da Anatel, Juarez Quadros. Ela gostou da apresentação, mas é evidente que, em relação à liminar, nem foi tópico da conversa.

    A oposição alega que com essa nova lei o governo estaria entregando ativos no valor equivalente a R$ 100 bilhões para as empresas do setor. Como o sr. responde a isso?

    Posso afirmar que esses ativos serão avaliados pelo Tribunal de Contas da União, pela AGU, pela Anatel e serão convertidos em investimentos. Infelizmente, esses ativos, no dia de hoje, não chegam a R$ 100 bilhões. Seria muito bom que chegassem. Que fossem R$ 200 bilhões. Seria maravilhoso. Porque nós teríamos o equivalente, segundo a lei, em investimentos.

    Ocorre que estudos preliminares da Anatel indicam que o valor é de aproximadamente R$ 20 bilhões. E se esperarmos até 2025, quando se encerram os contratos, nós chegaremos a um número próximo de zero –pois há depreciação do valor dos ativos.

    O que são esses ativos?

    Linhas, equipamentos, prédios. Equipamentos que não terão nenhum valor a partir de 2025. Que têm algum valor ainda hoje. Isso permitirá às concessionárias transformar seus investimentos para a banda larga, que é hoje a grande expectativa, a grande aspiração do brasileiro.

    Se nós voltarmos 25 anos, as demandas eram orelhão, telefone fixo. E é importante lembrar que essa lei atinge apenas a telefonia fixa. Não tem nenhuma vinculação com a telefonia móvel. Então é uma lei muito positiva. Muito avançada.

    Eu estou aqui no ministério já há quase 10 meses. Pelo perfil do ministério, são dezenas de demandas por dia que chegam ao gabinete do ministro. Você sabe quantas demandas ou quantas observações ou quantos pedidos de audiência foram feitos vinculados à telefonia fixa? Zero. Nenhum. Demanda de orelhão. Quantos? Nenhum. Ninguém.

    Qual o futuro da telefonia fixa? Acabar?

    Sim. Dizem que é natural, está no processo.

    No Brasil, o processo leva ainda quanto tempo?

    Vou disponibilizar para você, vou pedir para a assessoria te dar ainda hoje, como tem sido a queda no Brasil e no mundo. Anualmente. A cada ano, milhões de pessoas deixam de usar a telefonia fixa. Então, é uma queda muito bruta, muito acentuada, que tende a zero.

    Pelas tabelas e números do mercado, acho que em 15 ou 20 anos nós não temos mais telefonia fixa no mundo. O celular e outros equipamentos substituem a telefonia fixa. Hoje, você está numa calçada, você não precisa de um orelhão.

    De volta ao caso da Oi: a empresa tem uma multa de cerca de R$ 20 bilhões com a Anatel. Como se resolve isso para os novos sócios?

    A [Vivo]-Telefônica já está na fase final de um acordo com a Anatel, com a participação do Tribunal de Contas, onde determinado perfil de multa foi convertido em investimento com um resultado muito positivo para o Brasil em investimentos em banda larga em diversas cidades.

    Esse é o caminho então para a Oi? Tentar converter a multa ou parte da multa em compromisso de investimento?

    É muito complexo. Uma multa do poder público é um recurso do Tesouro. O administrador público não pode abrir mão desse recurso.

    Esses entendimentos têm que ser muito bem feitos, acompanhados no Tribunal de Contas, AGU, e, eventualmente pelo Ministério Público. Multas são obrigações. Você não pode dar de presente, anistiar uma multa. Multa é multa.

    Parte dessas multas [aplicadas à Oi] a gente sabe que são já definitivas. Parte envolve recursos, mas multa é multa.

    Eu sou daqueles que defendem muito cuidado em qualquer avaliação de transformação de multas, porque você desmoraliza o poder público. Além de ser totalmente ilegal e imoral, então precisam ser construídos TACs [Termos de Ajustamento de Conduta] muito bem construídos, muito amparados e com um acompanhamento, uma dose de moralidade muito grande para que não fique nenhuma percepção perante a sociedade de algo errado.

    Qual foi o maior desafio que o senhor encontrou aqui no ministério ao assumir?

    O maior desafio foi mostrar para a comunidade acadêmica, vinculada à ciência, às pesquisas, que eles iam continuar tendo, neste ministério, o amparo que sempre tiveram, ou que era para sempre ter tido.

    Existia muita insegurança. É compreensível. Felizmente essa questão está superada. A relação com a comunidade é a melhor possível. Nós tivemos, no ano de 2016, um desempenho bem acima dos últimos anos. Pela 1º vez encerramos o ano sem nenhum resto a pagar. É uma coisa inédita. O orçamento, no que diz respeito aos seus investimentos, aumentou em 20%.

    ...

    Matéria completa: http://www.poder360.com.br/governo/v...lberto-kassab/

  5. #5
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    Verizon inches closer to 1 Gig with symmetrical 750 Mbps FiOS speed tier

    Sean Buckley
    Jan 12, 2017

    Verizon has introduced its FiOS Instant Internet 750 Mbps symmetrical speed tier, a move that will likely prompt questions of when the telco will finally offer a 1 Gbps service to match cable competitor Comcast.

    Beginning on Jan. 14, the service provider will make the Instant Internet tier available to 7 million homes in its current FiOS FTTH footprint.

    Specifically, Verizon’s symmetrical 750 Mbps symmetrical speed tiers will be available to homes and businesses in greater New York City / northern New Jersey, Philadelphia and Richmond, with other cities to follow in 2017.

    Following the initial launch in greater New York City / Northern New Jersey, Philadelphia and Richmond areas, Verizon said that FiOS Instant Internet will be available in portions of Boston and Norfolk later in the first quarter.

    Similar to earlier offers, pricing is relatively competitive. Consumers can purchase a standalone service for $149.99 a month and $169.99 a month for a triple-play bundle with TV and landline phone voice service.

    However, Verizon’s prices are higher than the new 1 Gbps offers from competitive cable operator RCN and Comcast in Philadelphia and New York City, for example.

    RCN priced its 1 Gbps service at $70 a month in Philadelphia, while Comcast has priced its gigabit internet product at $140 a month with an additional $10-a-month modem rental. The cable MSO is also trialing a $70 a month service that requires a three-year contract.

    Is there a Gig future?

    One of the remaining questions for Verizon’s FiOS fiber to the premises (FTTP) evolution is: Will the service provider offer a 1 Gbps service?

    A slight indication of Verizon’s FiOS future came on Wednesday when the service provider announced that it completed an interoperability trial of NG-PON2 with a number of equipment and silicon providers, including Adtran, Broadcom, Ericsson/Calix and Cortina Access, at its Verizon Labs location in Waltham, Massachusetts.

    By implementing NG-PON2 technology into its FTTP network, Verizon will be able to support up to 40 Gbps of total capacity and symmetrical 10 Gbps speeds for each customer on a single fiber. However, the likely initial customer target for the NG-PON2 deployment will be businesses.

    While Verizon won’t announce its earnings until Jan. 24, the service provider continues to see growing demand for FiOS internet services.

    Following a decline due to a wireline labor strike, Verizon rallied back in the third quarter when it added a total net of 90,000 FiOS internet connections. Net broadband subscribers rose by 24,000 in the quarter.

    The new 750 Mbps tier may not appeal to every consumer and business, but the service provider continues to see adoption of higher speed FiOS growing. Verizon noted during its third quarter call that 16% of the company’s FiOS internet base opted to purchase 100 Mbps or higher, compared with 11% in second-quarter 2016.

    That is up from the previous 50 Mbps sweet spot Verizon has seen in previous years and indicates that consumers desire higher speeds to support content consumption on their devices in their homes.

    According to NPD Group’s Connected Home Report, the average American home had seven or eight connected devices in 2016, up 64% over 2015. Verizon has positioned FiOS Instant Internet as a solution it says can handle today’s technologies with an eye toward "future proofing" for upcoming service demands.

    FiOS envy remains

    Despite the new speed tiers and its commitment to build out FiOS in parts of Boston, Verizon still faces calls from various state leaders who want the telco to bring the FTTH service to their residential and business customers. These leaders argue that the introduction of FiOS would provide consumers and businesses with not only higher speeds, but a new competitive choice.

    A number of states have called out Verizon on refusing to expand FiOS at a time when the service provider is focusing more of its efforts on wireless and content with its pending acquisitions of AOL and Yahoo.

    In 2015, two mayors from Massachusetts sent a letter to Verizon pleading with the telco to build out FiOS in their towns and cities. Additionally, 13 other East Coast cities sent a similar letter to Verizon asking the telco to expand its FiOS FTTH network into more areas that have limited access to high-speed services.

    As Verizon considers where to go next with its fiber to serve small to medium business (SMB) customers it has lost to cable in its copper-based DSL markets, the company said it would like to establish relationships with cities similar to its public-private partnership in Boston. Verizon established an agreement with the city via a $300 million, six-year investment plan that will replace the city's aging copper network infrastructure with fiber.

    While not indicating any specific wide-reaching plans to expand FiOS, Verizon’s CEO Lowell McAdam told investors in December that the model it used in Boston to effectively multitask its fiber network to support residential services, business, and its current 4G and upcoming 5G networks could be repeated in other cities.

    “There are a lot of cities [that] we are having similar conversations with right now and I think there’s a little less of a war on business mentality from politicians than there was a year ago,” McAdam said.

    http://www.fiercetelecom.com/telecom...ios-speed-tier
    Última edição por 5ms; 12-01-2017 às 22:43.

  6. #6
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    O nosso objetivo, voltando ao início da resposta, é atender ao consumidor para que seja o mais ilimitado possível.
    O brasileiro tem o governo e os governantes que merece.

    O único objetivo é aumentar a arrecadação para gastar o mais e o menos ilimitado possivel e impossivel com os amigos e amigos dos amigos.
    Última edição por 5ms; 13-01-2017 às 13:16.

  7. #7
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    Kassab volta atrás e diz que não haverá mudanças no modelo de banda larga
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    https://tecnologia.uol.com.br/notici...anda-larga.htm


    Pressão! uehauehauehau

  8. #8
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    Foi um equivoco menos ilimitado porém infinito.

  9. #9
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    Na mesma entrevista ele havia dito em pensar se candidatar a governador de SP... então ele realmente não tinha pensado direito sobre a questão: já haviam franquias no NET Virtua há anos, em provedores pequenos também, e na Oi há alguns meses. Foi só a Vivo falar em franquias, e especialmente em franquias muito baixas, que a casa caiu e essa discussão se tornou comoção nacional. Ou seja, aconteceu exatamente quando isso foi afetar o estado de SP... se o Kassab quisesse se eleger em outro lugar não teria problema, mas em ele postulando um cargo eletivo em SP, escolheu uma bandeira bem ruim para começar a campanha.

  10. #10
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    Quando um ou outro fornecedor impõe franquia, o dano é menor pois tem concorrentes grandes sem a dita. Quando os poucos gigantes que existem se unem para todos juntos imporem a franquia, o dano é muito maior. E considerando que a Vivo comprou umas das pouquíssimas alternativas (GVT)... a coisa fica cada vez pior, mesmo sem franquia.

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