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  1. #1
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    Quatro bancos detém 70% dos ativos totais, 80% do crédito concedido, 75% das agências

    O top 4 do sistema financeiro nacional detém 80% do crédito concedido no País. Além disso, esses quatro bancos possuem 75 de cada 100 agências espalhadas pelo País.

    Murilo Rodrigues Alves, Fernando Nakagawa
    16 Janeiro 2017

    Enquanto o governo discute maneiras de incentivar a queda do juro como impulso à retomada da atividade econômica, números do Banco Central mostram que a concentração bancária no País, com os últimos negócios registrados no setor, continua a crescer. Dados relativos a setembro de 2016 revelam que os quatro maiores bancos no País – Banco do Brasil, Itaú, Caixa Econômica Federal e Bradesco – concentram 72,4% dos ativos totais das instituições financeiras comerciais, de acordo com dados do Banco Central. Em 2000, os quatro maiores bancos do Brasil detinham uma participação de 50,4% no total de ativos.

    Basta lembrar do passado recente para perceber o alcance do processo de reorganização da banca brasileira. Nas ruas, diversas instituições financeiras desapareceram após serem absorvidas. O Unibanco, por exemplo, se juntou ao Itaú. A Nossa Caixa foi incorporada pelo Banco do Brasil, a maior instituição financeira do País em ativos. Recentemente, as placas do HSBC foram substituídas pelas do Bradesco. Há casos ainda mais simbólicos: o antigo Banco América do Sul foi comprado pelo italiano Sudameris, que foi adquirido pelo ABN Amro Real que, por sua vez, foi integrado ao Santander Brasil – hoje o quinto maior banco brasileiro. O resultado desse processo é que os bancos grandes ficaram ainda maiores.

    Os números do Banco Central mostram que a participação dos quatro maiores bancos brasileiros deu um novo salto com a incorporação do HSBC pelo Bradesco. Com essa operação, a participação dos quatro grandes bancos aumentou quase 5 pontos, já que o porcentual estava em 67,5% em setembro de 2015. A fatia deve crescer novamente em breve, quando o Itaú (segundo maior banco em ativos) absorver oficialmente a operação recém-adquirida do Citibank Brasil (décima maior instituição financeira).

    O top 4 do sistema financeiro nacional detém 80% do crédito concedido no País. Além disso, esses quatro bancos possuem 75 de cada 100 agências espalhadas pelo País.

    Preocupação. O Banco Central reconhece que há “algum nível” de concentração no sistema bancário brasileiro. No mais recente relatório de estabilidade financeira, a instituição cita um índice para medição da concentração bancária internacional, o IHH (Índice Herfindahl-Hirschman), que mostra número “dentro do intervalo considerado como de moderada concentração”. Além dos ativos, o BC também admite que há uma “concentração moderada” nos empréstimos e depósitos do sistema financeiro.

    Para os consumidores, a concentração de qualquer setor não costuma ser uma boa notícia. Isso porque maior concentração significa que menos agentes detêm uma fatia mais expressiva do mercado. E, quanto menos concorrência houver, maiores são as chances de preços e custos praticados serem parecidos, enquanto ofertas e oportunidades diminuem.

    “Bancões comprando outros bancos têm ganhos de escala, o que abriria possibilidade para oferecer taxas e tarifas menores aos clientes, mas isso não acontece na prática”, diz Henrique Lian, gerente de políticas públicas da Proteste, associação de defesa do consumidor. “Essa concentração é um perigo para o consumidor, que não tem para onde correr”, complementa. Ele lembra que a concentração no sistema financeiro vai além dos serviços bancários, uma vez que os mesmos grupos oferecem ainda produtos como seguros, previdência privada e cartões de crédito.

    “Mesmo as medidas do governo para incentivar a concorrência, como a portabilidade de crédito e redução de spreads, têm efeito limitado num setor que não tem um cartel, mas onde poucos atores conseguem estabelecer regras comuns”, afirma.

    Todos os quatro maiores bancos – Banco do Brasil, Itaú, Caixa Econômica Federal e Bradesco – foram procurados pela reportagem, mas não se pronunciaram. Alegam que o tema é tratada pela Febraban, entidade que os representa.

    http://economia.estadao.com.br/notic...as,10000100278

  2. #2
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    Eight billionaires 'as rich as world's poorest half'



    The world's eight richest billionaires

    1. Bill Gates (US): co-founder of Microsoft (net worth $75bn)

    2. Amancio Ortega (Spain): founder of Zara owner Inditex (net worth $67bn)

    3. Warren Buffett (US): largest shareholder in Berkshire Hathaway (net worth $60.8bn)

    4. Carlos Slim Helu (Mexico): owner of Grupo Carso (net worth $50bn)

    5. Jeff Bezos (US): founder and chief executive of Amazon (net worth $45.2bn)

    6. Mark Zuckerberg (US): co-founder and chief executive of Facebook (net worth $44.6bn)

    7. Larry Ellison (US): co-founder and chief executive of Oracle (net worth $43.6bn)

    8. Michael Bloomberg (US): owner of Bloomberg LP (net worth $40bn)

    Source: Forbes billionaires' list, March 2016



    Katie Hope
    16 January 2017

    The world's eight richest individuals have as much wealth as the 3.6bn people combined who make up the poorest half of the world, according to Oxfam.

    The charity said its figures, which critics have queried, came from improved data, and the gap between rich and poor was "far greater than feared".

    The richest eight include Bill Gates, Mark Zuckerberg and Warren Buffett.

    Mark Littlewood, of the Institute of Economic Affairs, said Oxfam should focus instead on ways to boost growth.

    "As an 'anti-poverty' charity, Oxfam seems to be strangely preoccupied with the rich," said the director-general of the free market think tank.

    For those concerned with "eradicating absolute poverty completely", the focus should be on measures that encourage economic growth, he added.

    Ben Southwood, head of research at the Adam Smith Institute, said it was not the wealth of the world's rich that mattered, but the welfare of the world's poor, which was improving every year.

    "Each year we are misled by Oxfam's wealth statistics. The data is fine - it comes from Credit Suisse - but the interpretation is not."

    'Elite gathering'

    Oxfam's report coincides with the start of the World Economic Forum in Davos, a Swiss ski resort. The annual event attracts many of the world's top political and business leaders.

    Katy Wright, Oxfam's head of global external affairs, said the report helped the charity to "challenge the political and economic elites".

    "We're under no illusions that Davos is anything other than a talking shop for the world's elite, but we try and use that focus," she added.

    UK economist Gerard Lyons said focusing on extreme wealth "does not always give the full picture" and attention should be paid to "making sure the economic cake is getting bigger".

    However, he said Oxfam was right to single out companies that it believed fuelled inequality with business models that were "increasingly focused on delivering ever-higher returns to wealthy owners and top executives".

    Oxfam's Ms Wright said economic inequality was fuelling a polarisation in politics, citing Donald Trump's election as US president and the Brexit vote as examples.
    'Fair share'

    "People are angry and calling out for alternatives. They're feeling left behind because however hard they work they can't share in their country's growth," she said.

    The charity is calling for "a more human economy" and is urging governments to crack down on executive pay and tax evasion and impose higher taxes on the wealthy.

    It also wants business leaders to pay a "fair share of tax" and has urged companies to pay staff the "living wage", which is higher than the government's National Living Wage.

    Oxfam has produced similar reports for the past four years. In 2016 it calculated that the richest 62 people in the world had as much wealth as the poorest half of the global population.

    The number had fallen to just eight this year because more accurate data was now available, Oxfam said.

    It was still the case that the world's richest 1% had as much wealth as the rest of the world combined, Oxfam said.

    Some of the eight richest billionaires have given away tens of billions of dollars. In 2000 Bill Gates and his wife Melinda set up a private foundation that has an endowment of more than $44bn.

    In 2015 Mark Zuckerberg and his wife Priscilla Chan pledged to give away 99% of their net worth in their lifetimes, which equated to about $45bn based on the value of Facebook shares at the time.

    It takes cash and assets worth $71,600 to get into the top 10%, and $744,396 to be in the top 1%.

    Oxfam's report is based on data from Forbes and the annual Credit Suisse Global Wealth datebook, which gives the distribution of global wealth going back to 2000.

    The survey uses the value of an individual's assets, mainly property and land, minus debts, to determine what he or she "owns". The data excludes wages or income.

    The methodology has been criticised as it means that a student with high debts, but with high future earning potential, for example, would be considered poor under the criteria used.

    http://www.bbc.com/news/business-38613488

  3. #3
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    Será que essa grana do Zuckerberg é 'de verdade' ou na teoria, que nem a do Eike Batista?

  4. #4
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    Todos eles, parte é de papel pintado próprio, parte de papel de terceiros, parte de propriedades reais.

    Entre as propriedades reais do Suckerberg, as várias casas que ele comprou ao redor da própria casa para garantir privacidade, aquele troço que ele disse que não existe mais para os usuários do Facebook.

    PS: Antes da bolha estourar, a fortuna do Bill Gates tinha batido US$ 100 bilhões.
    Última edição por 5ms; 16-01-2017 às 10:30.

  5. #5
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    E depois desses 4 bancos, o próximo em ativos com quase tanto quanto o #4 é o BNDES. Só depois vem o Santander...

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