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    [entrevista] Embratel e Cloud Computing

    Tatiane Aquim
    17 April 2017

    ...


    Confira uma entrevista exclusiva com Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel, que fala sobre a atuação da empresa em Cloud Computing.


    DatacenterDynamics: Que oportunidades os tempos de crise trouxeram para a Embratel?

    Mário Rachid: Tivemos importantes oportunidades geradas nos últimos anos, especialmente pelo fato de termos soluções que ajudam os clientes a reduzir custos, além de melhorar a produtividade e performance dos seus negócios. Uma das principais vantagens das diversas soluções que fornecemos é que o pagamento ocorre conforme o consumo. Isso significa que o cliente contrata apenas o que precisa e pode aumentar ou diminuir a capacidade dos serviços que foram contratados conforme a necessidade. Uma das soluções da Embratel neste sentido é o Cloud Server, solução que compõe o portfólio de produtos IaaS (Infraestrutura como Serviço). O Cloud Server é um servidor virtual dinâmico que permite o armazenamento e hospedagem de aplicações, arquivos e dados, e é indicado para desenvolvedores e empresas de todos os portes que precisam de infraestrutura mais flexível para hospedar seus projetos de TI e que desejam pagar apenas pelo o que consomem de TI e Telecom.

    DCD: A crise ajudou a aumentar a demanda da empresa?

    M.R.: O momento atual permitiu nosso foco na oferta de soluções de TI. Como temos um leque muito grande e completo de serviços de TIC, os clientes nos veem como um parceiro estratégico capaz de gerar valor e ajudar nos desafios de negócio, o que aumenta cada vez mais a demanda pelos nossos projetos e soluções digitais.

    DCD: O que diferencia as soluções Cloud da Embratel das outras?

    M.R.: A Embratel tem uma oferta bastante flexível tanto em Cloud (com Nuvem Pública, Privada e Híbrida) como em serviços de data center, com inúmeras soluções. Nosso diferencial está no que entregamos de forma integrada. Fornecemos serviços com a integração de diversos elementos, com o objetivo de oferecer a melhor solução para cada necessidade dos nossos clientes. Os ambientes de Nuvem da Embratel oferecem a mais alta tecnologia de gestão de vulnerabilidade, controle de acesso da aplicação, inspeção de conteúdo web, criptografia e gestão de identidade que garantem robustez em segurança para a oferta de serviços.

    DCD: Quais são as principais dúvidas dos clientes que buscam a Cloud da Embratel?

    M.R.: As principais dúvidas técnicas de clientes estão relacionadas, geralmente, a aspectos de dimensionamento e segurança dos ambientes. Também notamos interesse dos clientes em mitigar ou evitar surpresas. Por isso, nossos produtos são fáceis de serem adquiridos e com cobrança conforme o uso, o que é uma enorme vantagem.


    DCD: O que as empresas brasileiras priorizam: preço ou eficiência?

    M.R.: As empresas buscam cada vez mais eficiência do serviço aliada a um preço justo. Para quem precisa de soluções de TI, perceber o custo-benefício das soluções contratadas é fundamental. É neste sentido que trabalhamos, demonstrando claramente aos clientes a relação de custo-benefício das soluções que ofertamos para cada cenário e condições que eles nos trazem. Assim, ajudamos as empresas que nos contratam a encontrarem o ponto de equilíbrio ideal para cada necessidade que possuem.

    DCD: Poderia contar algum caso de sucesso?

    M.R.: Sim. A Embratel está presente na maioria das empresas brasileiras com algum tipo de solução de Telecom, TI ou mobilidade corporativa. Temos diversos casos de sucesso. Um deles, é o Grupo Serttel, que adquiriu a solução de Data Center Virtual Híbrido da Embratel com 15 servidores com mais de 500 GB de memória RAM, 84 VCPUs e 19,25 TB de armazenamento. A solução permite a hospedagem das aplicações e a integração entre a rede de comunicação e a infraestrutura de TI do cliente. A Nuvem Híbrida da Embratel hospeda todos os aplicativos do Grupo, como os de mobilidade, com completa segurança. Todas as soluções do Grupo utilizam redes privadas de comunicação para interagir com as aplicações hospedadas em Nuvem. Assim, garante uma solução integrada de alta performance, segurança e disponibilidade.

    A E-Open, empresa de desenvolvimento de aplicações, utiliza o Cloud Server da Embratel para armazenar diversas aplicações que são acessadas diariamente por milhares de pessoas, como cursos de educação à distância de importantes universidades e hospitais do País. A Embratel oferece para o cliente uma solução de Infraestrutura como Serviço (IaaS) armazenada em Nuvem, com a vantagem de pagamento conforme o uso, dispensando eventuais custos com compra de equipamentos e de sistemas.

    Outro exemplo do sucesso das nossas soluções em Nuvem no mercado é o Hosted Exchange. Os serviços de e-mail corporativos armazenados na Nuvem da Embratel estão em funcionamento em todos os sites da transportadora RTE Rodonaves. Ao todo, são 1.800 licenças de Hosted Exchange utilizadas pelo cliente em 140 localidades de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul.

    (continua)

  2. #2
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    DCD: Como a Nuvem pode apoiar as empresas a entrarem na Era Digital?

    M.R.: A Nuvem veio para ficar. Cloud é um caminho para as empresas melhorarem sua dinâmica de TI, para se incluírem e se manterem competitivas na Era Digital. Cada vez mais as Nuvens irão endereçar ambientes e soluções complexas. Sendo assim, as empresas que buscam estar à frente e serem referências no mercado precisam estar abertas para as vantagens que a Nuvem traz, inclusive para as companhias que possuem ambientes de TI muito complexos, heterogêneos e com legados.


    DCD: Quais são serviços de Cloud da Embratel mais procurados e por quê?

    M.R.: A Embratel traz em seu portfólio soluções diferenciadas de Cloud Computing para o mercado corporativo. Os serviços mais demandados hoje, em Cloud Pública, são os de Servidores Virtuais, Storage e Back-up. Entre as soluções em Nuvem de destaque no portfólio da Embratel está o Cloud Server, um servidor virtual dinâmico que permite flexibilidade para aumentar ou diminuir a capacidade do servidor, de acordo com a demanda computacional das empresas. A solução, parte do portfólio de produtos IaaS (Infraestrutura como Serviço) da Embratel, e é indicada para desenvolvedores e empresas de todos os portes que precisam de uma infraestrutura mais flexível para hospedar seus projetos de TI. Um dos grandes atrativos da solução é o modelo de cobrança Pay Per Use, ou seja, feita conforme o uso e com base nas horas dos recursos técnicos contratados, sem prazo mínimo de contratação e sem a necessidade de se vincular a um plano pré-configurado. Com a oferta, os clientes adquirem uma infraestrutura sob demanda de alta performance, com autonomia para configurar e administrar seus servidores.

    A Embratel também fornece soluções de Storage as a Service, como o Cloud Storage e Network Storage. As ofertas também possuem a vantagem de pagamento conforme o uso, e permitem o armazenamento de arquivos e objetos na Nuvem da Embratel, com acesso via internet e rede privada.

    A Cloud Storage da Embratel é uma plataforma escalável para armazenamento, gerenciamento e distribuição de objetos na Nuvem via internet. A solução utiliza o software de código aberto OpenStack para gerenciar os componentes de múltiplas infraestruturas virtualizadas, funcionando de forma independente em relação a servidores e outros equipamentos. As companhias que contratam a Cloud Storage podem disseminar conteúdos, como sites e sistemas virtuais, além de realizar backup online e armazenar dados em grande volume, como imagens e documentos, com alta disponibilidade.

    Já a solução Network Storage é recomendada para o armazenamento de volumes de tamanhos e desempenhos variados que precisam estar acessíveis por rede privada, via protocolo NFS – Network File System (diretório virtual de compartilhamento entre computadores conectados em rede). Com a solução, o cliente pode associar seus servidores a uma solução de armazenamento de arquivos de forma centralizada, escalável e baseada na plataforma NAS – Network Attached Storage (armazenamento conectado à rede), ampliando o desempenho e capacidade de sua infraestrutura. A solução permite que arquivos salvos na rede sejam acessados ou compartilhados por mais de um dispositivo.

    A Embratel também possui um pacote completo de serviços de Data Center Virtual, que possibilita ao cliente optar por Nuvem Privada ou Híbrida, e permite a integração de ambientes hospedados na Nuvem (DCV) com outros locais físicos, virtuais, ou legados hospedados em instalações próprias e de terceiros. Com o Data Center Virtual Híbrido, por exemplo, é possível integrar a Cloud Privada com ambientes externos. A ferramenta possibilita criar a infraestrutura com servidores virtuais interconectados, isolamento de rede e conexão, firewall, múltiplas vLANs, entre outros recursos, por meio de um painel de controle online de fácil uso. O Data Center Virtual pode ser administrado e gerenciado pelo próprio contratante por meio do portal do cliente Embratel, onde também pode adquirir novos produtos, realizar upgrades, escalonamento em tempo real, entre outros. Dessa forma, o cliente pode expandir ou reduzir o pacote de serviços de acordo com a sua necessidade real. Além disso, é possível optar por contratar o gerenciamento do seu sistema operacional e banco de dados pela própria Embratel.

    Outra importante oferta da Embratel é o Hosted Exchange, serviço de mensageria corporativa na Nuvem que integra a plataforma de e-mails da Microsoft com a infraestrutura de TI de alta performance e conectividade da Embratel. A oferta garante ao cliente uma plataforma de e-mail flexível com ferramentas para conferência online e compartilhamento de arquivos, e possibilita que as médias e grandes empresas tenham a possibilidade de reduzir seus investimentos de capital e custos operacionais destinados a suportar o sistema de e-mail. O Hosted Exchange proporciona ambiente redundante e seguro para os dados armazenados no Data Center Embratel, que além de moderno está conectado ao maior backbone de telecomunicações da América Latina

    DCD: Que tendências vão impactar o mercado de Cloud em 2017? O que vamos ver de novo?

    M.R.: A Nuvem irá endereçar cada vez mais soluções com aplicações sofisticadas e de alta complexidade. Veremos, a partir de 2017, novas funcionalidades voltadas para alto desempenho e para aplicações de missão crítica. É possível dizer que poucos elementos da tecnologia corporativa terão um avanço tão intenso nos próximos dois anos quanto Cloud Computing. Estimativas indicam que a Nuvem Pública deve crescer acima de 20% ao ano até o fim da década. Além disso, de acordo com o Gartner, até 2020, mais de 50% de todas as grandes implementações de IoT (Internet das Coisas) exigirão serviços de segurança baseados em Nuvem para operar dentro de riscos aceitáveis.


    http://www.datacenterdynamics.com.br...-e-era-digital

  3. #3
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    Não, a data não está errada. A entrevista é de 2017.

  4. #4
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    2017 State Of Cloud Adoption And Security




    Louis Columbus
    Apr 23, 2017


    • Hybrid cloud adoption grew 3X in the last year, increasing from 19% to 57% of organizations surveyed.
    • In 15 months, 80% of all IT budgets will be committed to cloud solutions.
    • 73% of companies are planning to move to a fully software-defined data center within 2 years.
    • 49% of businesses are delaying cloud deployment due to a cybersecurity skills gap.



    These and many other insights are from the recently published report, Building Trust in a Cloudy Sky: The State of Cloud Adoption and Security (25 pp., PDF, opt-in). Late last year Intel Security surveyed over 2,000 professionals for its annual cloud security research study. The 2,009 respondents were drawn from a third-party database of IT and technical decision makers to represent a diverse set of countries, industries, and organization sizes, with a specific focus on the financial services and healthcare industries. After screening out those not involved cloud adoption and deployment decisions, 1,400 senior technical professionals were included. Please see pages 6 and 7 for the study for additional details on the methodology.

    Key insights from the study include the following:


    • In 15 months, 80% of all IT budgets will be committed to cloud apps and solutions. Cloud First is now a global priority for organizations that prefer deploying applications that can be purchased as a service or deployed in the cloud. Many organizations are moving quickly to Cloud First to keep pace with their partner and supplier networks. Being able to deliver an excellent customer experience regardless of where and how a customer chooses to buy is a strong catalyst moving organizations to adopt Cloud First strategies as well. The study found that the percentage of IT professionals who stated they don’t think their IT budget will ever be 80% cloud dropped by 50% from 12% in 2015 to 6% in 2016.




    • Hybrid cloud adoption grew 3X in the last year, increasing from 19% to 57% of organizations surveyed. The study also found that the number of cloud services that organizations are using dropped from 43 in 2015 to 29 in 2016. The consolidation of cloud services combined with the rapid growth of hybrid cloud is a leading indicator of greater cloud platform maturity in enterprises. Many are setting aggressive goals to create Cloud First apps internally that can replace legacy on-premise apps that no longer scale to their current and future business model needs.



    • Public cloud platform adoption is highest in services companies (28%), with engineering (30%) and government (29%) having the highest adoption of private clouds. Private cloud-only adoption is lowest in services companies (16%) due to concerns over IT security skills. Media organizations (17%) also have low private cloud adoption due to the insufficient visibility of vulnerability Insurance companies prioritize compliance and the location of cloud service providers’ data centers and data storage outside of the country of operations.



    • Just 23% of organizations today completely trust public clouds to keep their data secure. A year ago, only 13% trusted public clouds. This 76% jump in trust for one year is attributable to public cloud platforms investing more development effort and resources in security features and support. From authentication to more complex secured APIs, public cloud platform providers are hardening every aspect of their systems to ensure greater security and scalability. This strategy is paying off with the total number of organizations who distrust clouds dropping from 50% to 29%.



    • Fully integrated (50%) and unified security solutions (47%) are enabling organizations to increase their trust in the security of public clouds. The greater the integration of an organization’s security solutions across multiple cloud environments, the more likely they are to store some or all of their sensitive data in a public cloud service. The following graphic compares an organizations’ use of public clouds by the level of integration with security solutions.



    • 60% of engineering firms say that a lack of security skills is slowing down their cloud adoption plans. Across all respondents, 36% report they are experiencing a scarcity of skills yet they are continuing with their plans anyway. The countries most in need of cloud security specialists include Japan, Mexico, and the Gulf Coast Council (GCC) (Saudi Arabia and the United Arab Emirates). The following is an analysis of how a shortage of security skills is affecting cloud adoption in organizations.



    • Australia (33%) and Canada (32%) are global leaders in public cloud adoption, with Gulf Coast Council (GCC) (Saudi Arabia and the United Arab Emirates) (30%) leading in private cloud The study found that Australians are most focused on the challenges of having consistent security controls across legacy and virtualized infrastructures.. Canadians are most concerned about maintaining compliance across hybrid service. GCCs are concerned about public cloud costs and how reliable cloud providers can meet their SLAs. Japan has the lowest adoption rate of private clouds (7%) driven by concerns regarding staff security skills.



    https://www.forbes.com/sites/louisco...n-and-security

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