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    [EN] SoftBank takes $4 billion stake in Nvidia

    Stake represents 5% of total outstanding shares.

    Holding seen moving into SoftBank’s $93 billion Vision Fund.

    Ian King
    May 24, 2017


    SoftBank Group Corp. has quietly amassed a $4 billion stake in Nvidia Corp. making it the fourth-largest shareholder in the graphics chipmaker, according to people familiar with the situation.

    The Japanese company, which just closed its Vision Fund, disclosed it owned an unspecified amount of Nvidia stock when it announced $93 billion of commitments to the technology investment fund on Saturday. A holding of 4.9 percent, just under the amount that would require a regulatory disclosure in the U.S., would be worth about $4 billion.

    A stake in Nvidia fits with SoftBank founder Masayoshi Son’s plans to become the biggest investor in technology over the next decade, with bets on emerging trends such as artificial intelligence. Under its founder, Jen-Hsun Huang, Nvidia has become one of the leaders of the charge by chipmakers to provide the underpinnings of machine intelligence in everything from data centers to automobiles.

    SoftBank spokesman Matthew Nicholson declined to comment. In announcing the Vision Fund’s capital commitments, SoftBank said the fund will have the right to acquire several investments including its Nvidia stake.

    SoftBank shares reversed losses and closed mostly unchanged on the news. Nvidia shares rose as much as 3 percent in New York Wednesday to an intraday record high of $141.07.

    Depending on when the shares were acquired, Son may have made a savvy wager. Nvidia’s stock tripled last year and is up 28 percent again this year, giving the company a market value of more than $80 billion. Its worst annual gain since it started rallying in 2013, was the 25 percent run up achieved in 2014.

    Nvidia, which is the biggest maker of graphics chips used by computer gamers, earlier this month countered concern among analysts that its share price appreciation had outrun its ability to grow profit by reporting earnings that beat estimates and forecasting a further improvement. The results showed that gains are being driven by progress expanding into new markets, such as automotive and data centers.

    Son set up the planned $100 billion Vision Fund so he can pursue even more ambitious deals than he’s been able to do on his own. He has invested in startups in China, India and the U.S. and acquired control of larger companies such as U.K. chipmaker ARM Holdings Plc and U.S. wireless operator Sprint Corp.

    SoftBank invested $5 billion into the Chinese ride-hailing giant Didi Chuxing last month in the largest-ever venture fundraising. This month, the Japanese company put $1.4 billion into the digital payments startup Paytm in the largest funding round from a single investor in India’s technology sector.

    Son has made the U.S. a particular focus after meeting with President Donald Trump in December and pledging to create 50,000 new jobs in by investing $50 billion in startups and new companies. That month, SoftBank contributed $1 billion to a funding round in OneWeb Ltd., a satellite startup based at Exploration Park, Florida near Kennedy Space Center. In March, SoftBank invested $300 million in WeWork Cos., a U.S. startup that rents out office space and desks to small businesses and freelancers.

    https://www.bloomberg.com/news/artic...ipmaker-nvidia

  2. #2
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    99 recebe aporte de US$ 100 milhões do SoftBank

    Valor compõe rodada que se iniciou em janeiro, com investimento de US$ 100 milhões da chinesa Didi Chuxing e do fundo Riverwood; trata-se do maior valor já investido numa startup brasileira numa única rodada na história

    Claudia Tozetto
    24/05/2017

    O aplicativo brasileiro 99, que permite chamar táxis e caronas pagas, acaba de receber um investimento de US$ 100 milhões da gigante de internet e telecomunicações japonesa SoftBank. O valor faz parte da mesma rodada de investimentos iniciada em janeiro, quando o aplicativo de transporte mais popular da China, o Didi Chuxing, investiu outros US$ 100 milhões no aplicativo brasileiro, em parceria com o fundo de investimentos Riverwood. O total de US$ 200 milhões representa o maior aporte já feito em uma startup brasileira em uma única rodada na história.

    Com a transação, o SoftBank torna-se um acionista minoritário da 99, assim como ocorreu com a Didi. A transação foi finalizada na semana passada, quando o presidente executivo da 99, o norte-americano Peter Fernandez, viajou à Tóquio para se reunir com o presidente do SoftBank, Masayoshi Son. A transação está sujeita à aprovação de órgãos reguladores, incluindo o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no Brasil.

    “Nós vemos um crescimento forte e uma perspectiva ótima para o setor de soluções de mobilidade na América Latina”, afirmou, em nota, David Thévenon, diretor geral do SoftBank. “A 99 tem feito um progresso impressionante no Brasil e estamos comprometidos em dar suporte a campeões locais.”

    Fundado em 1981, o SoftBank é uma das maiores empresas de telecomunicações e internet do mundo. A empresa é dona da operadora japonesa de mesmo nome, além da operadora norte-americana Sprint. No ano passado, ela comprou a britânica ARM – responsável pela arquitetura dos processadores usados na maioria dos smartphones e tablets -- numa das maiores transações do setor de tecnologia do mundo, por US$ 31 bilhões.

    O grupo japonês, que é um dos maiores investidores de aplicativos de carona paga no mundo, é um dos principais investidores da chinesa Didi Chuxing. No final de abril, o serviço levantou US$ 5,5 bilhões com vários fundos e o SoftBank teve participação. Além disso, já fez aportes em aplicativos de táxi e carona populares como o Grab, na Ásia, e o Ola, na Índia.

    O SoftBank também criou neste ano o maior fundo global de investimentos para startups, o Vision Fund, com mais de US$ 93 bilhões. O fundo inclui capital da própria SoftBank e do fundo de investimento público da Arábia Saudita, além de aportes da Apple e fabricante de chips Qualcomm. O objetivo do fundo é investir em negócios com potencial de ganho de longo prazo – não há informações, porém, de que o aporte na 99 tenha sido feito a partir do Vision Fund.

    O serviço de transporte brasileiro 99, que começou a operar em 2012 como um aplicativo exclusivo para táxis, hoje tem mais de 200 mil motoristas e 14 milhões de usuários registrados na plataforma. É um dos principais rivais do aplicativo norte-americano Uber no País, ao lado do aplicativo espanhol Cabify, que recentemente anunciou que pretende investir US$ 200 milhões em sua expansão pelo Brasil.

    Planos. Em entrevista exclusiva ao Estado, o presidente executivo da 99, o norte-americano Peter Fernandez, conta que se aproximou do SoftBank a partir de janeiro, após o aporte de US$ 100 milhões liderado pela Didi Chuxing e Riverwood. Como o fundo é um dos maiores investidores da chinesa e já colocou dinheiro em outros aplicativos locais, parceiros da Didi, a negociação evoluiu. "Um investimento desse tamanho é demorado para fechar. Eles vieram visitar a 99 no Brasil, eu tive de ir à Londres e Tóquio", diz Fernandez. "O fato de o SoftBank estar investindo numa empresa de tecnologia brasileira é uma grande mudança na perspectiva de crescimento do ecossistema local de startups."

    Segundo o executivo, o dinheiro será empregado para acelerar a expansão do 99POP, modalidade do serviço em que qualquer pessoa pode se tornar um motorista e na qual a empresa compete diretamente com o Uber. Atualmente, a empresa opera o serviço em apenas duas cidades brasileiras -- São Paulo e Rio de Janeiro --, enquanto o aplicativo de táxi funciona em cerca de 400 cidades. Embora a diferença de cobertura seja grande, o 99POP já superou a frota de táxis cadastrada na plataforma em número de corridas em São Paulo, principal cidade para o aplicativo, o que mostra o potencial do serviço no País. "Queremos chegar a todas as cidades brasileiras com mais de 1 milhão de habitantes até o final desse ano", diz Fernandez. "E queremos dominar São Paulo e Rio de Janeiro em participação de mercado."

    A empresa também pretende ampliar os investimentos em segurança da plataforma, uma forma de se diferenciar o aplicativo de carona paga Uber, que tem enfrentado uma série de casos de violência no País. Desde dezembro de 2016, Fernandez tem uma equipe de segurança para o aplicativo que se reporta diretamente à ele; o time é responsável por liberar, semanalmente, atualizações para melhorar a segurança de motoristas e passageiros. Entre os recursos liberados está o que manda uma notificação para o motorista se ele entrar em uma área de risco -- ele pode cancelar a corrida, se não quiser continuar. O app também notifica o motorista antes de ele passar em um cruzamento onde é alto o índice de acidentes.

    "Desde o investimento liderado pela Didi, nossa prioridade é crescimento agressivo e segurança", diz Fernandez. Mas os planos não param por aí: a empresa já planeja a expansão para a América Latina e o lançamento de novas modalidades de transporte nos próximos anos. "Nossa missão é muito grande", diz o presidente executivo da 99. "É algo para realizar em 20 anos."

    http://link.estadao.com.br/noticias/...nk,70001811300

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