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  1. #1
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    Dolar volta a subir




    O câmbio brasileiro tem o pior desempenho em uma lista de 33 divisas globais na manhã desta segunda-feira. Os agentes financeiros no Brasil assumem posições mais defensivas à espera do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que começa amanhã.

    Com isso, é esperada alguma volatilidade nos ativos até que se tenha mais clareza sobre o cenário político e a retomada da agenda de reformas, principalmente, a previdenciária.

    Por ora, as cotações seguem dentro do intervalo de R$ 3,25 a R$ 3,30, que tem prevalecido após a divulgação das delações premiadas de executivos da JBS.

    A leitura, por enquanto, é de que o dólar não deve disparar. Há percepção entre agentes financeiros de que existe a possiblidade de avanço das propostas reformistas.

    http://www.valor.com.br/financas/499...as-na-politica

  2. #2
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    15:33:31 GMT - Real-time Data.

    Name Price Chg. Chg. %
    US Dollar Index 96.81 +0.10 +0.10%
    EUR/USD 1.1250 -0.0030 -0.27%
    EUR/BRL 3.7021 +0.0379 +1.03%
    USD/BRL 3.2907 +0.0424 +1.31%



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  3. #3
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    Incerteza no cenário interno pesa sobre trajetória do câmbio

    Advogado de Temer diz que Janot pode ter gravações para divulgar durante sessão do TSE

    Catarina Alencastro / Júnia Gama / Jailton de Carvalho
    05/06/2017

    Às vésperas do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sucessivas reuniões com aliados nos últimos sábado e domingo, o presidente Michel Temer tentou traçar cenários para a semana decisiva para seu governo. O Planalto dissemina um cenário no qual o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pode até mesmo apresentar denúncia contra Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) antes mesmo de serem enviadas respostas do presidente aos questionamento do Ministério Público Federal, possibilidade descartada por procuradores ligados ao caso e ouvidos pelo GLOBO.

    O advogado de Temer no TSE, Gustavo Guedes, afirmou estar preocupado com o surgimento de novos fatos relacionados à delação da JBS durante o julgamento da chapa Dilma-Temer, que começa amanhã. E diz que gravações podem estar guardadas para serem divulgadas durante os próximos dias. Com este discurso, o Planalto espera criar uma vacina para constranger eventuais movimentos de Janot neste período.

    — Há um receio de que haja uma denúncia enviada sem as respostas, antes do fim da perícia, e que esteja sendo feito um armazenamento tático dessas gravações. É algo que nos preocupa — afirmou Guedes, complementando em seguida: — Espero muito que o Ministério Público não tenha um comportamento político e não interfira no julgamento do TSE. Qualquer interferência indevida não é correta, ainda mais se feita pelo Ministério Público, que é o fiscal da lei.

    Janot deve apresentar a denúncia contra o presidente até a sexta-feira da próxima semana. Pela lei, o Ministério Público tem um prazo máximo de 15 dias para concluir o inquérito e apresentar a denúncia. Como Loures foi preso no sábado, o limite para a denúncia, que envolverá Temer, termina no dia 16. Nada indica que a denúncia seja antecipada a ponto de interferir no julgamento do TSE, que está previsto para terminar na quinta-feira, dia 8, caso não haja pedido de vista.

    Governo trabalha com vitória apertada

    Ontem o presidente passou o dia reunido com aliados discutindo o cenário. As conversas começaram já na noite de sábado, quando recebeu no Palácio do Jaburu os ministros Moreira Franco (Secretaria Geral), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Sérgio Etchgoyen (Gabinete de Segurança Institucional), além do advogado.

    — Há a impressão de que há uma tentativa da Procuradoria Geral da República de criar um ambiente desfavorável à votação no TSE — disse um ministro próximo a Temer que esteve no Jaburu.

    A situação de Temer, que havia se estabilizado na semana passada, voltou a se agravar no sábado, quando seu ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures foi preso. Ontem, no entanto, o Planalto trabalhava com o cenário de contar com um placar favorável no TSE, de quatro votos a favor e três contra. Com base nessa expectativa, o governo passou a apostar em um rito mais rápido que sirva para amenizar a crise política desencadeada a partir das delações da JBS. Até a semana passada, a torcida era por um pedido de vista que prolongasse a sobrevida de Temer, mas, com a avaliação de que conseguiu uma maioria a seu favor, aliados e representantes da defesa começaram a advogar por um processo célere.

    Integrantes do governo têm sido cautelosos em apontar oficialmente um placar de votos, porém, nos bastidores, as articulações têm sido intensas. O presidente da Corte, Gilmar Mendes, tem mantido diálogo constante com aliados de Temer, como o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).

    Para participantes da defesa do presidente, mesmo que haja um pedido de vista — o que não é dado como certo até o momento —, o julgamento não deve demorar mais que 15 dias para ser concluído. Isto porque a pressão será grande, de todos os lados, por um desfecho do julgamento ainda neste semestre.

    Caso não haja pedido de vista, é possível que o julgamento seja encerrado em apenas dois dias, acreditam integrantes do governo. A defesa de Temer aposta que são contundentes os argumentos preliminares, de que houve perda do objeto inicial após o impeachment de Dilma Rousseff, o que poderia gerar a nulidade do processo. Caso essa tese não seja aceita, os defensores do presidente esperam poder livrá-lo com a separação das responsabilidades entre ele e a ex-presidente Dilma Rousseff.

    A avaliação no governo é a de que houve uma queda na temperatura política nos últimos dias, mesmo com a prisão de Rocha Loures. Esta visão está amparada pelo funcionamento relativamente normal no Congresso, apesar do adiamento da votação da reforma trabalhista e da flexibilização no calendário da previdenciária. E, principalmente, pelo esforço da cúpula do PSDB em manter o partido alinhado ao governo, a despeito das pressões dos chamados “cabeças pretas” por um desembarque da base. Este novo cenário teria afetado diretamente o TSE, segundo interlocutores de Temer.

    — O sonho de consumo do governo é que isto se resolva rapidamente. É um julgamento complexo e cujos atores vão sofrer muita pressão. É difícil ter um termômetro exato, mas a impressão é que o TSE voltou a um patamar razoável nesses últimos dias, mesmo não tendo retornado ao padrão de antes da delação da JBS — afirma um assessor de Temer.

    Na semana passada o governo conseguiu ver algumas pautas suas aprovadas no Congresso e deu sequência aos seus trabalhos, anunciando a distribuição de casas do Minha Casa Minha Vida e o novo plano Safra da Agricultura Familiar. Para esta semana, o desejo do governo é dar seguimento a esse aparente clima de normalidade.

    — A expectativa em relação à próxima semana é em aguardar a definição do TSE e continuar tocando o governo, fazer o que tem que fazer — diz Imbassahy, que é responsável pela articulação política do governo.

    Está marcada para a próxima terça, dia do início julgamento, a votação da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Essa é uma pauta vital para o governo. Na Câmara, a reforma da Previdência não avança desde sua aprovação na Comissão Especial, há quase um mês.

    https://oglobo.globo.com/brasil/advo...o-tse-21435946

  4. #4
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    Setor de serviços no Brasil volta a cair em maio, aponta Markit

    A Markit cita “incertezas políticas” como um dos fatores para a queda da atividade do setor.


    05/06/2017 às 10h44

    A atividade do setor de serviços voltou a cair em maio, após ter registrado uma pequena expansão - pela primeira vez em 26 meses - no mês de abril, de acordo com o Índice Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). O indicador marcou 49,2, ante 50,3 no mês anterior, segundo a consultoria IHS Markit.

    A Markit cita “incertezas políticas” como um dos fatores para a queda da atividade do setor.

    O PMI agrega dados de encomendas, compra de insumos, venda, emprego e preços fornecidos por cerca de 350 empresas do setor de serviços.

    Segundo a Markit, houve aumento nas novas encomendas ao setor de serviços, mas a um ritmo mais fraco. Os custos aumentaram pelo quarto mês seguido e, para reduzi-los, as empresas continuaram a demitir funcionários.

    Combinados, o PMI dos serviços e o da indústria - divulgado na semana passada - formam o PMI Composto do setor privado brasileiro, que ficou estável em 50,4 em relação a abril. O PMI da indústria brasileira alcançou em maio o maior nível em 51 meses, ao passar de 50,1 para 52.

    “É decepcionante ver o setor de serviços do Brasil de volta ao vermelho em maio. O aumento dos pedidos não foi suficiente para fazer com que as empresas aumentassem sua atividade e o nível de emprego sofreu novo baque. As empresas comentaram que fatores como as incertezas políticas influenciaram as decisões”, afirmou, em nota, Pollyanna de Lima, economista da Markit e autora do relatório.

    http://www.valor.com.br/brasil/49925...-aponta-markit

  5. #5
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    Receita incerta


    Neste primeiro ano de teto, os desembolsos estão sob controle graças, principalmente, a um rígido bloqueio de verbas para obras.

    05/06/2017

    O teto para os gastos do governo federal, incluído na Constituição no ano passado, foi a medida mais drástica tomada para sustar a expansão do Estado desde a redemocratização do país. Ainda assim, não basta para o reequilíbrio do Orçamento da União.

    Mesmo que as despesas permaneçam constantes por uma década, como se imagina, é preciso também que se recuperem as receitas.

    Estas, afinal, estão longe do suficiente para cobrir o custeio da máquina administrativa, os programas sociais e os investimentos -que dirá para produzir as sobras necessárias para pagar juros da dívida pública.

    A arrecadação tributária, entretanto, continua em queda, ainda sob o impacto da recessão profunda iniciada em 2014. Sua retomada, ademais, afigura-se mais difícil que o imaginado de início.

    A presente convulsão política abafa o debate, nada trivial, em torno de como fechar as contas deste ano. Note-se que a meta estabelecida para o exercício é tão somente reduzir o deficit primário (cálculo que exclui os gastos financeiros) -dos quase R$ 160 bilhões de 2016 para R$ 139 bilhões.

    Ainda que nada ambicioso, tal objetivo só será atingido, segundo as projeções oficiais, com o ingresso de receitas extraordinárias.

    A fim de minorar o rombo orçamentário, o governo reabriu o programa de repatriação de dinheiro enviado ilegalmente ao exterior; acaba também de reeditar medida provisória que concede novo refinanciamento de dívidas com o fisco.

    Gambiarras do gênero podem evitar, de imediato, o agravamento da sangria do Tesouro Nacional. Os cenários traçados para o futuro, porém, dependem de uma expansão consistente da economia e, pois, da arrecadação regular de tributos.

    Para 2018, por exemplo, conta-se com uma alta de receitas na casa dos 3% acima da inflação, vinculada a um desempenho semelhante da renda e da produção do país.

    É evidente que as novas incertezas em torno do governo Michel Temer (PMDB) e das reformas, especialmente a da Previdência, aumentam o ceticismo sobre tais projeções.

    Quanto mais tardar a recuperação virtuosa da receita, maior será o risco de o governo se vir forçado a promover elevação amarga de impostos e contribuições sociais.

    http://www1.folha.uol.com.br/opiniao...-incerta.shtml

  6. #6
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    17:17:31 GMT - Real-time Data



    Name Price Chg. Chg. %
    US Dollar Index 96.79 +0.07 +0.07%
    EUR/USD 1.1256 -0.0024 -0.21%
    EUR/BRL 3.6989 +0.0347 +0.95%
    USD/BRL 3.2861 +0.0378 +1.16%


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  7. #7
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    18:14:04 GMT - Real-time Data.

    Name Price Chg. Chg. %
    US Dollar Index 96.78 +0.06 +0.06%
    EUR/USD 1.1255 -0.0025 -0.22%
    EUR/BRL 3.7063 +0.0421 +1.15%
    USD/BRL 3.2925 +0.0442 +1.36%

  8. #8
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    Cassino Brasil

    Há um grande fluxo de estrangeiros interessados em comprar ações.

    O Globo, com Reuters / Ana Paula Ribeiro
    05/06/2017 15:42

    Os investidores buscam proteção no dólar enquanto o cenário político segue sem definição. A moeda americana tem valorização de 1,13% ante o real, cotada a R$ 3,292. Já o Ibovespa, principal índice da B3 (ex-BM&FBovespa e Cetip), tem leve recuo de 0,32%, aos 62.306 pontos.

    Na avaliação de Bernard Gonin, analista e gestor de renda fixa da Rio Gestão, há um grande fluxo de estrangeiros interessados em comprar ações, o que impede uma queda maior no Ibovespa, mesmo em um cenário de incerteza. Por outro lado, esse mesmo público precisa buscar proteção no dólar, o que faz a cotação subir.

    — Por isso o dólar está estressando mais que os outros ativos e essa volatilidade deve continuar —avaliou.

    Esse interesse dos estrangeiros ocorre porque há uma crença de que as reformas econômicas serão aporvadas, mesmo que demorem mais ou que não saiam como o esperado.

    — O estrangeiro está com uma visão construtiva no longo prazo, apesar do cenário político pior. O Brasil está na direção das reformas, mesmo que isso demore mais e é isso que esses investidores estão olhando — afirmou Gonin.

    O Banco Central brasileiro não anunciou intervenção no mercado de câmbio para esta sessão, pelo menos por enquanto. Em julho, vencem US$ 7 bilhões em swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares.

    O dólar se recuperava nesta sessão das mínimas de sete meses atingida na semana passada, avançando contra o euro e uma cesta de moedas, mas ainda exposto a qualquer otimismo renovado em relação à reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) nesta semana. Também estão de olho na eleição nacional no Reino Unido, nesta quinta-feira.

    O cenário político segue de fato cheio de incertezas. Há a expectativa pelo depoimento do ex-assessor especial do presidente Michel Temer e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures. Além disso, há o julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a possibilidade do PSDB deixar a base governista.

    https://oglobo.globo.com/economia/co...recua-21436824

  9. #9
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    19:46:43 GMT - Real-time Data

    Name Price Chg. Chg. %
    US Dollar Index 96.80 +0.08 +0.09%
    EUR/USD 1.1254 -0.0026 -0.23%
    EUR/BRL 3.6987 +0.0345 +0.94%
    USD/BRL 3.2871 +0.0388 +1.19%


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