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    Eletrobrás à venda

    Governo anuncia privatização da Eletrobrás

    O Estado de S.Paulo
    22 Agosto 2017

    As ações da Eletrobrás disparam 33% (ON) e 20% (PNB) no início do pregão desta terça-feiracom o anúncio do governo de que pretende privatizar a empresa. Os papéis passaram por leilão estendido de abertura até por volta das 10h30, exatamente pela forte valorização, segundo informações da Agência Bovespa. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, no mesmo instante, registgrava ganhos de 1,63%, aos 69.754 pontos e volume financeiro de R$ 1,11 bilhão.

    Em entrevista na manhã de hoje, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse que a intenção do governo em desestatizar a Eletrobrás será apresentada amanhã ao conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI). "Trata-se de um movimento muito maior do que apenas a necessidade arrecadatória. Vamos entregar uma nova empresa muito mais ágil após esse processo, com capacidade de enfrentar os desafios em um cenário competitivo com empresas globalizadas", afirmou o ministro.

    O ministro também afirmou que as contas de luz devem ficar mais baratas com a privatização da companhia. Ele disse que serão feitos os cálculos sobre o impacto da desestatização da companhia sobre as tarifas cobradas aos consumidores. “Mas esperamos que, com a redução de custos e com os ganhos de eficiência no processo, a conta de luz fique mais barata no médio prazo.”

    No exterior, as ações da Eletrobras (EBR) disparam mais de 20% nas negociações “after-market” de Nova York. Os ativos que representam as ações ordinárias (ELET3) no Brasil eram negociados a US$ 5,51 no fim da noite de ontem, com alta de 23,8%. Na B3, a Bolsa brasileira, os papéis terminaram o dia negociados a R$ 14,20 (+3,35%).

    Na segunda-feira (21), o governo anunciou oficialmente que pretende privatizar a Eletrobras. De acordo com fato relevante da empresa, enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a informação foi dada pelo ministro Fernando Coelho Filho, do Ministério de Minas e Energia (MME). A União permanecerá como acionista da companhia, por meio de uma classe especial, com direito a dividendos e poder de veto na administração.

    Em nota, o MME ressaltou que a medida trará mais competitividade e agilidade à empresa para gerir suas operações, "sem as amarras impostas às estatais". O MME cita os exemplos dos processos de privatização da Embraer e da Vale. O Ministério chamou atenção ainda que as "dívidas e ônus do passado se avolumaram e exigem uma mudança de rota para não comprometer o futuro da empresa".

    Um detalhe na nota oficial chamou a atenção de analistas e investidores. O governo destacou que "a redução da participação da União no capital da empresa" permitirá à companhia "implementar os requisitos de governança corporativa exigidos no Novo Mercado" e disse que a Eletrobras precisa "buscar recursos no mercado de capitais".

    As colocações geraram especulações sobre a possibilidade de a privatização incluir uma oferta de ações, embora fonte próxima ao governo tenha sinalizado com a realização de um leilão de privatização, nos moldes de outras privatizações já realizadas.

    A companhia mineira Cemig também está no centro das atenções, depois que a Justiça barrou o leilão das usinas de Jaguara, São Simão, Miranda e Volta Grande.

    http://economia.estadao.com.br/notic...ao,70001945566

  2. #2
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    Ministro de Minas e Energia fala sobre venda da estatal do setor elétrico

    O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, fala sobre a privatização da Eletrobrás acompanhado do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, e do presidente da estatal, Wilson Ferreira Junior

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    11h29
    22/08/2017

    O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, disse há pouco que os funcionários da empresa são celetistas e não podem ser demitidos sem custos, a não ser em casos de justa causa. "Fizemos um programa recente de aposentadoria voluntária, que teve adesão de 2.100 funcionários. E vamos oferecer um novo pacote de demissão voluntária no fim do ano", afirmou. "Vamos continuar negociando com os sindicatos com sempre fizemos", completou, sem se comprometer com qualquer processo de estabilidade para os empregados após a privatização da empresa.

    11h29
    22/08/2017

    O presidente da Eletrobrás, Wilson Ferreira Junior, disse que a privatização colocará a empresa em pé de igualdade com outras empresas de energia internacionais, que inclusive já estão presentes no mercado brasileiro. “No pé em que estamos, não teríamos essa condição”, admitiu.

    11h29
    22/08/2017

    O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse que o debate sobre a desestatização da Eletrobras já existia no governo e repetiu que a empresa - nas condições atuais - tem dificuldades em honrar seus compromissos e ainda competir no mercado. “O aumento de tarifas e de encargos não são alternativas”, afirmou. Apesar da privatização, o ministro disse o desenho que está sendo estudado para a operação prevê que a União mantenha uma “golden share”, com poder veto em decisões da companhia. O nome Eletrobras também deve ser mantido.

    11h28
    22/08/2017

    O secretário-executivo de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, confirmou há pouco que a União deixará o controle da Eletrobras. “Se trata mesmo de uma privatização. A União passará a ter uma participação inferior ao controle na empresa”, afirmou.

    11h27
    22/08/2017

    De acordo com Guardia, a receita primária (para o governo) viria apenas em caso de descotização, um processo por meio do qual o governo concede a produção das usinas da Eletrobrás à iniciativa privada em um regime de cotas. A venda de ações, afirmou, geraria apenas receita financeira para a empresa.

    11h14
    22/08/2017

    Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, cada modelo de venda prevê um caminho diferente para a receita que será obtida com a privatização da Eletrobrás. "Nenhum desses caminhos gera receita primária", afirmou.

    11h02
    22/08/2017

    O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou que ainda não é possível falar no quanto a venda da estatal geraria em receita para o governo porque o modelo da privatização ainda não foi definido.

    11h01
    22/08/2017

    O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, disse há pouco que divida líquida sobre Ebitda da empresa era de 9 vezes no ano passado, mas caiu para 4,5 vezes agora. "Com a venda de SPEs poderemos agora ter uma redução da dívida líquida, que hoje é de R$ 23 bilhões. Isso nos colocará com uma relação de dívida/Ebitda menor que 4 vezes", estimou. Ele enfatizou que o cronograma de venda de seis distribuidoras de Eletrobras e das SPEs continua, independentemente do processo de desestatização da empresa.

    11h00
    22/08/2017

    Durante a coletiva do anúncio da privatização da estatal, manifestantes protestam do lado de fora da sala.

    10h56
    22/08/2017

    "O nosso entendimento é de que a parcela brasileira de Itaipu não poderia ser desvinculada da parcela do Paraguai, por isso depende desse entendimento", completou. Segundo Pedrosa, o tratado internacional de Itaipu é superior às leis de cada País. "Mas vamos conversar, porque a nossa intenção é que a energia de Itaipu participe da mesma lógica do mercado elétrico brasileiro", acrescentou.

    10h56
    22/08/2017

    As vendas de ativos já planejados pela Eletrobrás seguirá normalmente, independentemente do processo de desestatização da empresa, disse o Ministério de Minas e Energia. O secretário-executivo do MME, Paulo Pedrosa, disse que o governo brasileiro vai discutir a Usina de Itaipu com o governo paraguaio. "No primeiro momento, Itaipu está fora do processo de desestatização", afirmou.

    10h47
    22/08/2017

    De acordo com o ministro, a intenção do governo é concluir o processo de desestatização da Eletrobrás até o fim do primeiro semestre do próximo ano. “A eleição se dará normalmente no segundo semestre, e esperamos concluir o processo até a metade do ano”, projetou.

    10h46
    22/08/2017

    O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, disse há pouco que o projeto nuclear e a Usina de Itaipu terão tratamento diferenciado dentro do processo de desestatização da Eletrobrás. “Se for entendido que o projeto nuclear não pode ser privatizado, bem como a Usina de Itaipu, esses projetos serão segregados dentro do processo”, afirmou. O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, acrescentou que ainda haverá debates dentro do governo sobre a Usina de Itaipu.

    10h45
    22/08/2017

    Além disso, Coelho Filho também lembrou que, quando o governo deixar de ser controlador da companhia, perderá o direito a indicações para cargos. "O processo é semelhante ao que aconteceu com outras empresas, como a Vale", afirmou.

    10h43
    22/08/2017

    O ministro Fernando Coelho Filho também afirmou que a expectativa é que a conta de luz fique mais barata com a privatização da Eletrobrás. Segundo ele, a redução deve acontecer por conta do aumento da eficiência da estatal e, por consequência, da redução de seus custos.

    10h43
    22/08/2017

    O ministro Fernando Coelho Filho também afirmou que a expectativa é que a conta de luz fique mais barata com a privatização da Eletrobrás.

    10h41
    22/08/2017

    O ministro de Minas e Energia afirmou que Itaipu será tema de debate a partir da decisão que será tomada amanhã pelo conselho do PPI, colegiado que discute o programa de privatizações do governo.

    10h40
    22/08/2017

    “O plano permitirá a empresa a participar mais ativamente do processo de descotização das usinas hidrelétricas. No momento a empresa não teria condições financeiras de participar do processo e com a desestatização iremos participar”, completou Ferreira Junior.

    10h40
    22/08/2017

    O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, disse que os processos de reestruturação da empresa não mudarão em função da intenção do governo em desestatizar a empresa. Segundo ele, todo o calendário de ajustes na empresa - que fez a estatal voltar a dar lucro - continua normalmente.

    10h39
    22/08/2017

    Com a notícia, as ações da Eletrobrás subiram na Bolsa de NY e abriram em disparada na Bolsa brasileira (B3). A ação preferencial (PNB) abriu em alta de 19,24% e a ordinária (ON) avançava 31,83% às 10h30.

    10h34
    22/08/2017

    O ministro de Minas e Energia afirma que a privatização terá muita importância para o setor elétrico e de infraestrutura.

    10h33
    22/08/2017

    Coelho Filho disse ainda que o modelo de venda já foi bem sucedido com Vale e Embraer, além de outros países.

    10h32
    22/08/2017

    A proposta de venda da empresa será submetida amanhã ao conselho da estatal, segundo o ministro.

    10h31
    22/08/2017

    Segundo o ministro de Minas e Energia, a estatal do setor elétrico vale atualmente R$ 20 bilhões.

    10h31
    22/08/2017

    Coelho Filho afirmou que a decisão de privatizar a estatal do setor elétrico é "mais que uma decisão arrecadatória". No ano que vem, o governo tem um rombo de R$ 149 bilhões previsto em seu Orçamento.

    10h25
    22/08/2017

    "A Eletrobrás será muito mais moderna e ágil em um cenário mais competitivo", disse Coelho Filho.

    10h25
    22/08/2017

    O ministro afirma que o movimento com a estatal do setor elétrico é maior e mais importante do que alguns querem vender

    10h24
    22/08/2017

    O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, fala sobre a decisão do governo de privatizar a Eletrobrás.

    http://economia.estadao.com.br/ao-vivo/eletrobras

  3. #3
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    10h31
    22/08/2017

    Segundo o ministro de Minas e Energia, a estatal do setor elétrico vale atualmente R$ 20 bilhões.
    "Brazil to sell Eletrobras control in boldest privatization yet"

    6 meses de FIES ...

    Só o custo com o subsídio implícito na taxa de juro do programa, o Tesouro Nacional calcula que pode gastar mais de R$ 77 bilhões ao longo de todo o período de maturação da carteira atual.

    Cálculo da Fazenda indica que o custo do Fies é maior que o total de desembolsos às universidades. O Tesouro incluiu nessa conta aportes do governo ao fundo, demais gastos relacionados ao programa e também o custo gerado pelo juro cobrado dos alunos - que é menor que o custo de captação do dinheiro, o que, na prática, gera um "subsídio implícito" no programa. "Essa soma totaliza R$ 32,3 bilhões, em 2016; acima do valor pago no Bolsa Família, R$ 28,6 bilhões, em 2016", cita o documento produzido pelo Tesouro. O Broadcast antecipou os números no fim de março.

    "De fato, o ônus fiscal anual do Fies (em trajetória exponencial nos últimos anos) já é considerável, superior ao orçamento anual do Bolsa Família. Esse quadro tende a se agravar, à medida que um número maior de contratos entre em fase de amortização e leve ao reconhecimento de perdas de parcela considerável do crédito concedido", cita o documento que serviu de apoio para a mudança no programa anunciada mais cedo no Palácio do Planalto.

    O citado aumento exponencial decorre da escalada do gasto que saltou de R$ 1,9 bilhão em 2011 para R$ 16,9 bilhões em 2014, até alcançar os R$ 32,2 bilhões no ano passado.
    http://noticias.r7.com/sao-paulo/mfa...-fies-06072017
    Última edição por 5ms; 22-08-2017 às 13:54.

  4. #4
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    Governo prevê a realização de 58 privatizações

    Geralda Doca
    22/08/2017

    Na tentativa de estimular a economia e obter receitas para ajudar a fechar as contas públicas, o governo anuncia nesta quarta-feira uma carteira de 58 projetos que serão incorporados ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) para serem colocados à venda ou concedidos ao setor privado. São esperados investimentos de pelo menos R$ 44 bilhões, sendo que metade deste valor deverá entrar nos primeiros cinco anos. Além da privatização da Eletrobras, estão na lista a licitação de 11 blocos de linhas de transmissão de energia, terminais portuários, rodovias, aeroportos, venda ou extinção de outras empresas públicas, como Casa da Moeda, Companhias Docas do Espírito Santo e do Maranhão, Casemg e CeasaMinas e o início de estudos para a concessão do Parque Olímpico do Rio.

    Os detalhes serão divulgados depois da reunião do conselho do PPI, marcada para quarta-feira. Dois dos principais projetos — a privatização da Eletrobras e do aeroporto de Congonhas — foram incluídos na lista recentemente, diante da necessidade do governo em levantar receitas para cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 159 bilhões em 2018.

    A equipe econômica quer que o vencedor da disputa de Congonhas, cujo lance deve ultrapassar os R$ 6 bilhões, pague o valor da outorga à vista. Com a privatização da Eletrobras, a expectativa é obter R$ 20 bilhões.

    Outra novidade da carteira de projetos é a licitação de 11 lotes de linhas de transmissão em nove estados — um investimento estimado em R$ 10 bilhões em cinco anos. O leilão está previsto para dezembro de 2018.

    O governo também decidiu relicitar a rodovia BR-153 (Goiás-Tocantis), que estava nas mãos do grupo Galvão e teve a concessão cassada, e conceder a BR-364 (Mato Grosso-Rondônia). Os investimentos nas duas estradas está projetado em R$ 12 bilhões ao longo dos contratos, beneficiando, sobretudo, o setor do agronegócio.

    Além disso, serão licitados 15 terminais nos portos de Belém, Vila do Conde (PA), Paranaguá e Vitória. O governo também definiu novos parâmetros para a Lotex (loteria Raspadinha) da Caixa Econômica Federal. O banco ficará de fora do negócio, e será feita uma concessão por um prazo de 30 anos. A estimativa é obter R$ 1 bilhão com a venda.

    A ideia é incluir na lista de projetos a relicitação do aeroporto de Viracopos (Campinas), que será devolvido à União, e a venda da participação da Infraero (de 49%) em Brasília, Guarulhos, Galeão e Confins. Neste caso, o dinheiro deverá ficar com a estatal, como uma forma de compensação pela entrega de Congonhas — o mais rentável da rede. A empresa se tornou deficitária com o processo de concessão do setor aeroportuário.

    A estatal vai perder mais dois blocos de aeroportos, um puxado por Recife com mais cinco terminais do Nordeste (Maceió, Aracaju, João Pessoa, Campina Grande e Juazeiro do Norte); mais Cuiabá, junto com outros terminais do Mato Grosso (Sinop, Barra do Garças, Alta Floresta e Rondonópolis). A expectativa é obter uma outorga de R$ 1,9 bilhão e investimento total de R$ 3 bilhões.

    Também serão confirmadas as três rodadas de licitação de petróleo e gás, incluindo pré-sal e campos terrestres — um investimento total de R$ 12 bilhões. Segundo um técnico do governo, a intenção é aproveitar “a janela de oportunidade”, com a melhora no cenário internacional, com aumento de liquidez e busca dos investidores por ativos de risco como os brasileiros. Isso combinado à sinalização positiva dos indicadores da economia doméstica.

    https://oglobo.globo.com/economia/go...acoes-21731819

  5. #5
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    Meirelles diz avaliar modelagem de venda da Eletrobras

    Edna Simão e Fábio Pupo
    22/08/2017

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou hoje que a pasta ainda fará avaliações sobre o valor que a eventual venda da Eletrobras pode trazer aos cofres públicos.

    "Estamos aguardando. Vou a partir de agora fazer avaliações não só de mercado como de modelagem. Quando tivermos valores mais concretos e mais baseados na realidade de mercado vamos anunciar", afirmou ele quando questionado sobre quanto o processo de venda geraria em termos de arrecadação.

    Reiterando que a "modelagem" do plano de privatização da Eletrobras não está definida, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Guardia, rechaçou projeções em torno do preço de venda da Eletrobras. "Não há nenhuma previsão de valor neste momento. Qualquer valor cogitado não tem amparo na realidade. ", disse Guardia, em entrevista para explicar a privatização da estatal.

    De acordo com ele, duas possibilidades legais são contempladas: venda de controle por meio da oferta de ações no mercado ou desestatização com aporte de capital privado que resulte em diluição da participação do governo. "Estou simplesmente descrevendo o que está na lei. Cada possibilidade tem um caminho diferente", explicou. "Ainda é prematuro dizer que o governo prefere o caminho A ou B."

    Guardia reiterou que, em nenhum dos dois casos, há ganho de receitas primárias nas contas públicas. Segundo ele, a "desestatização" não vai gerar uma "receita primária" para o governo, mas uma "receita financeira". A ideia, segundo o técnico da Fazenda, é fazer "algo muito mais amplo do que simplesmente pensar no impacto fiscal".

    Já o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, explicou que algumas operações podem ser desmembradas formalmente da Eletrobras antes da sua privatização, por questões legais. Seria o caso, por exemplo, da hidrelétrica binacional de Itaipu e das usinas nucleares em Angra dos Reis (RJ).

    As usinas da Eletronuclear são, por prerrogativa constitucional, uma atividade exclusiva da União. "Itaipu também está sendo avaliada para segregação", disse Pedrosa, já que se trata de uma empresa binacional. O secretário fez questão de ressaltar, no entanto, que os estudos ainda não foram feitos e definições sobre isso serão tomadas nos próximos meses.

    O ex-presidente da Eletrobras e do conselho de administração da estatal José Luiz Alquéres sugeriu hoje que o processo deveria ser feito separadamente, privatizando as grandes subsidiárias regionais Furnas, Eletrosul e Eletronorte, com exceção da Chesf.

    Ações disparam

    Com a notícia de que o governo pretende privatizar a companhia, as ações ordinárias e os papéis preferenciais classe B da Eletrobras entraram em leilão na B3, por registrarem alta de 40% nos primeiros negócios. Terminado o leilão, às 10h30, Eletrobras ON era a quinta ação mais negociada do pregão. Às 12h, as ações ordinárias subiam 39,4%, para R$ 19,80, enquanto Eletrobras PNB ganhava 26%, para R$ 22,50.

    Os ADRs (recibos de ações negociados na bolsa americana) da Eletrobras avançavam fortemente no pré-mercado de Nova York. Na abertura do pregão regular, verificavam alta de 30%.

    http://www.valor.com.br/empresas/508...acoes-disparam

  6. #6
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    Venda da Eletrobras ameaça segurança energética do país, afirma Dilma

    Rodrigo Rocha
    22/08/2017

    A ex-presidente Dilma Roussef afirmou que a iniciativa do governo federal de privatizar a Eletrobras significa abrir mão da segurança energética do país.

    Para a ex-presidente, o resultado da privatização será que o consumidor irá pagar "uma conta de luz estratosférica por uma energia que não terá fornecimento garantido".

    Chamando o atual governo de "ilegítimo", ela afirma que a privatização significa vender o patrimônio do povo brasileiro para cumprir uma meta "irreal". "Já entregaram as termelétricas da Petrobras. Pretendem vender na bacia das almas nossas principais hidrelétricas e linhas de transmissão", afirmou Dilma.

    http://www.valor.com.br/politica/508...s-afirma-dilma

  7. #7
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    Ações da Eletrobrás disparam 50%

    Além da empresa de energia, o movimento criou uma espécie de clima favorável que impactou outras estatais, como Cemig e Banco do Brasil; Ibovespa alcança os 70 mil pontos pela primeira vez em seis anos.

    O Estado de S.Paulo
    22 Agosto 2017

    O mercado adorou o anúncio do governo de que pretende privatizar a Eletrobrás. As ações da emprensa disparam e, por volta das 15h25, alcançaram 49% (ON) e 33% (PNB) no pregão desta terça-feira, 23. Além da empresa de energia, o movimento criou uma espécie de clima favorável que impactou outras estatais, como Cemig e Banco do Brasil. Com isso, o Ibovespa, o indicador de desempenho das ações negociadas da Bovespa, ultrapassou o limite dos 70 mil pontos, aos 70.113 pontos, patamar que não era atingido desde 2011.

    Segundo operadores e analistas, o que animou os investidores é que a perspectiva de venda da Eletrobrás pode melhorar a gestão e governança da empresa, gerando uma expectativa de desestatização de outras companhias, além de ajuda as contas públicas nacionais com a entrada de dinheiro.

    Com essa perspectiva, o valor de mercado da estatal atingia R$ 20,171 bilhões no início da tarde, segundo dados da provedora de informações financeiras Economatica. O patamar, porém, ainda está bem abaixo do pico histórico de R$ 35,616 bilhões registrado no fechamento de 29 de novembro de 2016.

    ...

    Junto da Eletrobrás, outras estatais se destacam entre as valorizações. Cemig PN avança 6,68%, Banco do Brasil ON sobe 3,73%, Petrobrás ON (+2,97%) e Petrobrás PN (+2,92%).

    Operadores detalham que a privatização da Eletrobrás gera uma expectativa de que a operação se repita com outras estatais, além da melhora das contas públicas. Sobre os bancos, caso do Banco do Brasil, o processo traz alívio, pois a Eletrobras é extremamente endividada e pode antecipar pagamentos. Bradesco ON também valoriza (+3,47%) e a PN sobe 2,20%. Itaú Unibanco avança 2,50% e Santander units (+2,69%).

    Em Petrobrás, há ainda o benefício da alta hoje do petróleo, de 0,41% o brent para outubro na ICE, e de 0,24%% o WTI também para outubro na Nymex.

    Para Cemig, há sinalizações positivas com a disputa pelas usinas de Jaguara, São Simão, Miranda e Volta Grande, já que os leilões foram suspensos pelo desembargador Souza Prudente, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), e o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), adiou o julgamento previsto para hoje do recurso apresentado pela Cemig sobre Jaguara.

    Segundo o advogado Vitor Alves de Brito, que defende a Cemig, o adiamento do julgamento sinaliza disposição do governo federal para um acordo com a companhia.

    http://economia.estadao.com.br/notic...ao,70001945566

  8. #8
    Louco pelo WHT Brasil
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    Privatização é fator negativo para Eletrobras, diz Moody's

    O plano do governo de privatizar a Eletrobras é um fator de crédito negativo para a estatal, já que traz incertezas sobre o apoio
    governamental em momentos de necessidade, disse a agência de classificação de risco Moody's nesta terça-feira.

    "O plano cria também distrações para a administração que podem prejudicar outras iniciativas, incluindo a estratégia de reestruturação da companhia iniciada em novembro passado", disse a vice-presidente e analista sênior da Moody's Cristiane Spercel em comentários.

    "O plano cria também distrações para a administração que podem prejudicar outras iniciativas, incluindo a estratégia de reestruturação da companhia iniciada em novembro passado", disse a vice-presidente e analista sênior da Moody's Cristiane Spercel em comentários.
    Fonte: Reuters

  9. #9
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    País perdeu R$ 228 bi com erros e desvios no setor de energia, diz gestora

    A gestora 3G Radar calcula que o governo perdeu R$ 228 bilhões com a Eletrobras nos últimos 15 anos. O período engloba os governos de Lula e Dilma Rousseff, que influiu no setor desde que foi ministra de Minas e Energia, de 2003 a 2005. Continuou como chefe da Casa Civil e depois presidente da República. O valor calculado pela 3G, que é acionista da estatal, não está associado a investimentos eficientes ou melhoria da qualidade de serviços, dizem os autores do relatório.


    Na Eletrobras a destruição de valor chegou a R$ 186 bilhões nos governos petistas

    Marcelo Loureiro
    25/07/2017

    A gestora 3G Radar colocou na ponta do lápis os custos da política energética dos governos anteriores. O resultado aponta a perda de R$ 228 bilhões com erros, desvios e ineficiências no setor. Apenas na Eletrobras, a destruição de valor chegou a R$ 186 bi; a companhia vale hoje R$ 20 bi.

    A maior parte das perdas da Eletrobras, R$ 85 bi, veio da gestão ineficiente na comparação com empresas privadas. Outros R$ 41 bi tiveram origem nas seis distribuidoras controladas por ela no Norte e Nordeste. Subsídios e custos elevados provocaram o problema. “Com o dinheiro perdido, a Eletrobras poderia ter construído uma rede de distribuição totalmente nova no Brasil”, compara o relatório.

    Nos investimentos, como nas usinas de Santo Antonio e Belo Monte, o prejuízo para o país foi estimado em R$ 47 bi. Custos maiores que o previsto, retorno negativo, atrasos e corrupção compõem as perdas. Apenas as construtoras, os políticos e os fornecedores foram beneficiados por esses projetos, escreve o analista. “É a evidência clara de como a Eletrobras foi assaltada”. Pelo cálculo, a estatal perdeu R$ 20 bi com essas obras. Foi estimado também em R$ 20 bi o impacto da MP 579 de 2012, que forçou a redução de preços com a renovação de concessões.

    O relatório lembra que as perdas totais de R$ 228 bi equivalem a 4% do PIB ou 7% da dívida líquida do país.

    A gestora elogia a nova orientação da Eletrobras e as mudanças propostas para o setor elétrico, que deverão resultar em privatizações e melhoria na governança.

    http://blogs.oglobo.globo.com/miriam...z-gestora.html


    A privatização da Eletrobras

    Na terça, o valor de mercado da empresa saiu de 19,9 bilhões para 29,2 bilhões de reais, numa valorização de 49% em um dia com o anúncio de privatização.

    EXAME
    23 ago 2017

    ...

    Atualmente, o governo detém 63% do capital total da Eletrobras (51% via União e outros 12% via BNDESPar), e a ideia é diluir essa parcela. O plano do governo é emitir novos papéis e ficar, no final, com cerca de 48% do total. Porém, o governo pretende ser detentor de uma golden share, que dá ao poder público o poder de veto, e afirmou que não haverá a venda de uma parte. Além disso, será exigido que a empresa mantenha o mesmo nome e apresente um plano de revitalização do Rio São Francisco. A usina de Itaipu e a Eletronuclear devem ficar de fora do processo. ... está no plano privatizar 14 usinas hidrelétricas, das 47 que a companhia detém, além de todas as distribuidoras.

    ...

    A precificação ainda é um desafio: hoje, mesmo valendo quase 30 bilhões de reais na bolsa, a empresa vale menos do que seu próprio patrimônio, que é de 46 bilhões de reais.

    ...

    http://exame.abril.com.br/negocios/a...-aos-detalhes/

  10. #10
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    Coelho Filho sobre a privatização: “A Eletrobras tem uma série de distorções”


    Ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (PSB). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Giovanni Sandes

    Em um anúncio que mobilizou mercado e política, ontem, e que ainda provocará muito debate, o governo Michel Temer (PMDB) anunciou a privatização do Sistema Eletrobras – e com isso, claro, da Chesf. Para os analistas, a decisão será boa para o setor. Funcionários e políticos discordam. Na noite desta segunda (22), em entrevista ao colunista de política do Jornal do Commercio, Giovanni Sandes, que assina esta coluna Pinga-Fogo, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (PSB), falou sobre os dois aspectos, econômico e político. Criticou o rombo nos governos do PT e ainda prometeu uma Eletrobras no molde da Vale e da Embraer, fortalecida após a privatização. Confira os principais pontos da entrevista.

    ROMBO

    Nós assumimos em 12 de maio de 2016. Nos quatro anos anteriores, a Eletrobras tinha dado um prejuízo de R$ 33 bilhões. Quando nós chegamos, a empresa valia algo entre R$ 9 bilhões e R$ 10 bilhões. Hoje vale R$ 20 bilhões, o dobro de quando a gente chegou. Porém, o patrimônio líquido dela, o valor contábil dela, é de R$ 50 bilhões. E só vale R$ 20 bilhões na Bolsa por quê? Porque o mercado precifica a ineficiência, a administração pública… Enfim, uma série de coisas que, por ser público, temos os problemas que a gente sabe que tem.

    PRIVATIZAÇÃO

    Diante de um sério problema de dívida, de necessidade de caixa, de não ter mais espaço para encargos setoriais e aporte de governo, a decisão que a gente fez pelas nossas contas é o quê? Propor a privatização da empresa. Mas e como é essa privatização? É uma diluição da participação da União. A nossa proposta não é vender nenhuma ação que hoje é do governo. Porém, neste movimento que a gente está propondo, seriam emitidas novas ações da Eletrobras, que seriam ofertadas ao mercado. E, quando você oferta mais ações, você tem um percentual, se você não compra você é diluído. Então, hoje o governo tem, no capital total da Eletrobras, 63%. Após a emissão de novas ações, a expectativa é que o percentual caia para menos de 50%. Em torno de 47%, 48%. A partir do momento em que o governo perde o controle, deixa de ser uma empresa pública e aí é um movimento que já foi feito com a Vale, com a Embraer.

    EXPECTATIVA

    Você vai ter uma série de pessoas ou de acionistas ou de empresas que serão donos da Eletrobras. Com o controle privado, uma série de perdas de ineficiência que hoje são precificadas na eletrobras, não serão mais [precificadas no valor da estatal]. O que vai acontecer de forma mais imediata? A eletrobras, que hoje vale R$ 20 bilhões, vai rapidamente valer R$ 50 bilhões, porque ela tem ativos robustos e de qualidade suficiente.

    PROPOSTA

    Para propor isso, nós vamos trabalhar a redação dos termos disso. A ideia é: o governo vai continuar com percentual elevado da empresa e ter uma golden share, aquela ação que tem uma série de condicionantes de obrigação. Inclusive a gente colocou isso já no comunicado que enviamos à empresa. Só para dar alguns exemplos, é o governo ter poder de veto, a empresa ter obrigação de manter o nome, a gente fala de um forte plano de revitalização do rio são francisco. é cumprir o papel social que a empresa tem. Então, é uma série de coisas que estão sendo colocadas.

    EXEMPLOS

    Isso não é algo novo, está entendendo? Vou citar exemplos: a EDP de Portugal e a Enel na Itália. Elas eram empresas estatais em que aconteceu o mesmo processo e hoje são empresas com investimento no mundo todo, profissionalizadas, empresas privadas da qual os governos desses países têm uma quantia significativa dessas ações. é a mesma coisa. A Vale era da União e a [participação da] União foi diluída. Hoje você tem Mitsui, tem Bradesco, tem uma série de outros acionistas. Hoje o governo está no bloco de controle da Vale. Mas o governo não tem o poder sozinho de indicar para a empresa. Ele indica junto com a Mitsui, junto com o Bradesco. E a Vale é uma empresa que não passa por indicações de cargos públicos, não passa pela lei de licitações, não depende de orçamento da União.

    CHESF

    No caso particular da Chesf, o que a gente está colocando é que nessa nova empresa Eletrobras, que tem como uma de suas subsidiárias a Chesf, ela tem que ter através da Chesf um forte programa de investimento na revitalização do rio. Isso vai ter. Agora, o que vai acontecer com a Chesf? Assim como vai acontecer com todas as empresas da Eletrobras, vai ser uma empresa privada. Um dos donos vai ser a União. Só que ela vai ser muito mais eficiente do que é hoje.

    FUNCIONÁRIOS

    O que vai acontecer com os funcionários? Vai ser como em uma empresa privada. Os funcionários vão trabalhar por desempenho, por meritocracia. os bons funcionários não vão sofrer nenhum tipo de coisa. Agora, a Eletrobras tem uma série de distorções. Salários muito acima do teto, excesso de pessoal. Isso tudo vai cair para um padrão muito mais, digamos assim, realista dentro de um salário de competição de mercado. Vai ser um processo de contratação de empresa privada, não mais de empresa pública.

    CABIDE

    Isso está muito em linha com o que a sociedade está falando. Não para você ter mais empresas grandes e inchadas, cabides de empregos, ineficiência… A população não aguenta mais pagar por isso. E nós estamos colocando também, do ponto de vista de uma empresa privada, que vai ter dinheiro e capacidade de investimento, o compromisso de investir na revitalização do rio.

    REAÇÃO

    Com toda a sinceridade, quem quebrou a empresa, gerou R$ 33 bilhões de prejuízo em quatro anos, a Chesf teve que fazer empréstimo para pagar salários, paralisando obras e tudo isso? São dois modelos completamente diferentes. Um modelo é eficiente, onde as coisas acontecem e a empresa pode ter capacidade de investir. E o outro modelo é paternalista, cabide de empregos, para o estado poder tomar conta de tudo. Não cabe isso. Não é papel do estado, isso. O papel do estado é saúde, educação, é incentivar a livre concorrência. Eu quero ver muito mais no futuro a Eletrobras parecida com a Vale do que ver uma Eletrobras na situação em que ela está hoje.

    ELEIÇÃO 2018

    Evidentemente eu sou político, estou olhando o cenário de 2018. Agora, eu recebi a confiança do presidente para poder fazer um trabalho no Ministério de Minas e Energia. E eu não vou deixar que esse trabalho, que precisa ser feito, seja contaminado ou influenciado por conta das decisões da política. Essa decisão aconteceu porque ela é o melhor para o setor elétrico brasileiro. Ela é melhor para o setor de infraestrutura.

    ESCOLHA

    Nós estamos vivendo um momento em que as empresas estrangeiras, principalmente as chinesas, estão investindo muito no Brasil. A gente precisa ter uma empresa nacional que tenha força, capilaridade, poder de investimento, para poder reagir a isso. Senão, no futuro, as empresas vão ser compradas, vão perder a capacidade de competição. Esse movimento todo é para fortalecer o setor energético brasileiro. É o que está por trás disso. Eu tenho convicção de qual seria a resposta neste momento que o Brasil está vivendo se você for perguntar à população se ela quer uma empresa eficiente – que não precise de dinheiro do governo, que de fato as pessoas trabalhem e produzam – ou uma empresa inchada, cheia de apadrinhados, com necessidade de dinheiro, aporte do tesouro e financiamento do BNDES. Eu não corro desse debate não. Acho que ele é amplamente favorável para a gente.

    http://jc.ne10.uol.com.br/blogs/ping...de-distorcoes/


    "Então, hoje o governo tem, no capital total da Eletrobras, 63%. Após a emissão de novas ações, a expectativa é que o percentual caia para menos de 50%. Em torno de 47%, 48%. A partir do momento em que o governo perde o controle, deixa de ser uma empresa pública"

    No sentido que não pode ser fiscalizada pelo TCU?

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