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  1. #1
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    [EN] Telefonica poderá comprar Sky e DirecTV

    AT&T weighs divestiture of Latin American TV assets

    Liana B. Baker, Jessica Toonkel
    September 15, 2017

    AT&T is evaluating a sale of its pay TV operations in Latin America as it seeks to pay down debt following its planned $85.4 billion acquisition of Time Warner Inc , people familiar with the matter said on Friday.

    AT&T is working with a financial adviser to field interest in the assets, which could be valued at more than $8 billion, the people added, asking not to be named because the matter is private.

    Liberty Global PLC, Spanish telecommunications company Telefonica SA and Millicom International Cellular SA, a wireless player in Latin America, are some of the companies that could express interest in all or parts of AT&T’s Latin American markets, according to the people.

    AT&T declined to comment. Liberty Global, Telefonica and Millicom could not be reached for comment.

    Most Latin American countries, with the exception of Venezuela, have stabilized over the past year with markets such as Brazil’s rallying after struggling with a recession for several years following the end of a decades-long commodities boom.

    There is no guarantee that AT&T will be successful in selling the business, which includes satellite and cable television services in Brazil, Colombia, Venezuela, Argentina and several other countries, the people said. It could still decide to keep the systems, the people added.

    AT&T is not interested in selling its pay TV business in Mexico, since it has been investing in wireless services in the country, the sources said. It acquired these TV operations as part of its $49 billion acquisition of DirecTV in 2015.

    AT&T has been reviewing its portfolio to find ways to help pay down its debt load, which will increase to about $180 million once its acquisition of Time Warner closes.

    AT&T expects the Time Warner acquisition to close by the end of the year. The deal is currently under antitrust review by the U.S. Department of Justice.

    AT&T’s chief executive, Randall Stephenson, said earlier this week at a Goldman Sachs conference that every year the company “monetizes a number of assets that strategically don’t fit and aren’t in the longterm game plan of the business.” The company has also said in the past that it would be open to a strategic combination in the region.

    In the second quarter, AT&T had 13.6 million total subscribers in Latin America, excluding Mexico, and generated total revenue of $1.4 billion. AT&T owns about 93 percent of Sky Brasil, the largest satellite provider in the region’s biggest economy. It owns PanAmericana, which offers satellite TV services under the DirecTV brand in countries including Venezuela, Argentina, Chile, Colombia and Puerto Rico.

    AT&T has also been looking to sell its Digital Life home security business, which could fetch close to $1 billion in a sale, Reuters previously reported.

    Reporting by Liana B. Baker and Jessica Toonkel in New York; Editing by Leslie Adler

    http://www.reuters.com/article/us-at...-idUSKCN1BR008

  2. #2
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    ICYMI: Cade recomenda impugnação de compra da Time Warner pela AT&T

    Segundo o órgão antitruste, ato de concentração permitiria à Time Warner ter acesso a informações sensíveis dos concorrentes por meio da Sky, enquanto a AT&T teria conhecimento das condições negociadas pelos rivais por meio da Time Warner.

    Reuters
    22/08/2017

    A superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou ao tribunal da autarquia a impugnação da aquisição da Time Warner pela AT&T, controladora indireta da Sky.

    No ano passado, o conglomerado norte-americano de mídia AT&T fez uma proposta de 85 bilhões de dólares pela Time Warner, dona da HBO, da CNN e dos estúdios Warner Bros, desencadeando uma série de preocupações concorrenciais nos Estados Unidos e no exterior.

    Em nota, a superintendência-geral do Cade afirma que "a operação não pode ser aprovada da forma como foi apresentada", uma vez que "a nova empresa teria capacidade e incentivos de adotar diversas formas de discriminação contra concorrentes".

    Segundo o órgão antitruste, o ato de concentração permitiria à Time Warner ter acesso a informações sensíveis dos concorrentes por meio da Sky, enquanto a AT&T teria conhecimento das condições negociadas pelos rivais por meio da Time Warner.

    Ainda conforme a autarquia, o negócio "criaria incentivos para uma coordenação - ainda que tácita - entre as duas maiores programadoras de TV por assinatura (Globosat e Time Warner) e as duas maiores operadoras do setor (Net/Claro e Sky) do país".

    Em 4 de julho, a superintendência-geral do Cade já havia declarado a operação "complexa", exigindo diligências adicionais, depois que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) manifestou preocupações concorrenciais e sugeriu a imposição de remédios.

    Agora caberá ao tribunal do Cade decidir se aprova ou não o ato de concentração, ainda que mediante a imposição de restrições.

    A operação foi notificada em 28 de março deste ano e o órgão antitruste tem 240 dias para emitir parecer final, podendo prorrogar esse prazo por mais 90 dias.

    https://g1.globo.com/economia/negoci...pela-att.ghtml

  3. #3
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    off-topic: Indígenas ocupam Jaraguá, desligam antenas e 600 mil ficam sem televisão

    Povo da etnia guarani protesta desde terça-feira contra redução de 500 hectares em área da tribo, na zona norte de São Paulo;

    Ministério da Justiça afirma que houve erro administrativo na portaria que delimitava esse tamanho para a reserva

    Giovana Girardi e Marco Antônio Carvalho
    15 Setembro 2017

    Índios da etnia guarani fazem desde terça-feira, 12, um protesto no Parque Estadual do Jaraguá, na zona norte de São Paulo, para tentar retomar a demarcação de uma área de 532 hectares na região. Na madrugada de sexta-feira, 15, ao não verem as reivindicações atendidas, eles subiram ao Pico do Jaraguá e ocuparam antenas de telecomunicações, chegando a interromper o funcionamento da estrutura principal pela manhã – com efeitos para a transmissão de sinal de televisão e celular – e só permitindo o religamento após reunião com representantes do governo do Estado.

    A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), que representa 3,6 mil emissoras no País, classificou como “extremamente grave” a atitude de desligamento das antenas. Segundo a associação, mais de 600 mil pessoas no norte da capital e em Cajamar, Mairiporã, Caieiras e Franco da Rocha, na Grande São Paulo, foram prejudicadas pela ausência do sinal de TV. “Toda reivindicação é legítima, desde que seja respeitado o direito do cidadão de acesso à informação e à comunicação.”

    Procurada, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que apenas a operadora Claro reportou problemas. Segundo a Anatel, quando uma antena de telefonia móvel é desligada, automaticamente outra passa a fornecer o sinal, diferentemente do que ocorre com as de televisão.

    Os organizadores do ato estimaram em mil o número de integrantes do protesto. Antes, no dia 30 de agosto, os índios já haviam realizado manifestação no escritório da Presidência da República na Avenida Paulista. Com faixas, eles montaram uma base na frente de um dos portões do parque e controlam o acesso. Desde a madrugada de sexta-feira, a área das antenas de telecomunicações também foi tomada.

    O motivo do protesto é a Portaria 683/2017, assinada pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, em 15 de agosto. Nela, Jardim anula a Portaria 581, do próprio ministério, de 29 de maio de 2015, que previa a expansão do território indígena no Jaraguá de 3 hectares para 512.

    Na ocasião, o ministro sustentou que houve erro administrativo no procedimento e, considerando a abrangência da reserva sobre o parque, a demarcação deveria ter contado com a participação do Estado de São Paulo, “na definição conjunta das formas de uso da área”. Questionado na sexta-feira, o ministério preferiu não comentar o assunto.

    Desde que a Portaria 683, a mais recente, foi baixada, os guaranis se preparam para realizar protestos. “Ficamos em choque com a revogação e já no primeiro dia pensamos em fazer manifestações. Mas planejamos como atuar, decidimos fazer o ato da Paulista e agora continuar chamando a atenção para a causa aqui, no parque”, disse Karai Jekupe, de 34 anos, que integrava o protesto na tarde de ontem. Para ele, é importante que haja a demarcação para que a tribo “possa conviver na terra dos seus antepassados”.

    Estado. No início da tarde, os secretários estaduais de Meio Ambiente, Maurício Brusadin, de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho, e de Justiça, Márcio Elias Rosa, estiveram no parque para reunião com os indígenas. Em nota enviada ao Estado às 13h20, a pasta de Meio Ambiente havia dito que se trata de “uma questão federal” e não caberia à secretaria se pronunciar sobre a ação.

    Às 15h25, a pasta voltou a se manifestar, dizendo que o encontro dos secretários havia levado a uma “saída pacífica dos indígenas que ocupavam as torres de transmissão no Pico do Jaraguá”. A reportagem estava na estrutura que envolve as torres no início da noite, quando um líder indígena leu a nota para o grupo e se indignou: “Nada foi resolvido. Ficaremos aqui”.

    A reivindicação indígena passou a ser, então, que o governo paulista desistisse de continuar com pedido de mandado de segurança no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde desde 2015 já sustentava suposta ilegalidade na demarcação. À noite, o governo disse ter informado ao ministro relator a “perda superveniente de interesse” no mandado, “porque o ato (Portaria 683) sustou os efeitos do ato anterior cuja legalidade era questionada”.

    Na noite de sexta-feira, os guaranis tentava decidir os próximos passos do protesto, sem indicativo de que a medida da administração estadual seria suficiente. “Pode ser um início de negociação, mas há de ocorrer contato com o governo federal”, disse a defensora pública federal Fabiana Galera Severo. “Precisamos que o governo federal volte atrás na revogação”, protestou Awaratan Wassu, de 35 anos.

    Leia a íntegra da nota da ABERT:

    "A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) considera extremamente grave a atitude dos índios da tribo Guarani de desligar antenas de transmissão de celular e TV no Pico do Jaraguá, em São Paulo (SP).

    Com o desligamento na manhã desta sexta-feira (15), mais de 600 mil pessoas do norte da capital paulista e das cidades Cajamar, Mairiporã, Caieiras e Franco da Rocha foram prejudicadas com a ausência de serviços essenciais, pela falta de sinais de telecomunicações.

    O protesto dos índios é contra a redução de uma reserva indígena na região.

    Toda reivindicação é legítima, desde que seja respeitado o direito do cidadão de acesso à informação e à comunicação.

    A ABERT repudia qualquer ação arbitrária que atente contra o Estado de Direito e a liberdade de imprensa.

    A ABERT é uma organização fundada em 1962, que representa 3,6 mil emissoras privadas de rádio e televisão no país, e tem por missão a defesa da liberdade de expressão em todas as suas formas."

    http://sao-paulo.estadao.com.br/noti...as,70002000383

    DEVE ter no-breaks de altissima tecnologia, geradores redundantes da NASA, ... faltou a ratoeira para aprisionar essas ratazanas do governo
    Última edição por 5ms; 16-09-2017 às 02:12.

  4. #4
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    Telefônica Vivo quer apenas Sky


    Is Telefonica Brasil Mulling the Takeover of Sky Brasil?
    Zacks Equity Research-Sep 01, 2015


    Telefonica targeting AT&T's Sky Brasil unit - CEO
    Telecompaper-Set 21, 2015


    AT&T Has Choices to Make in Latin America After Time Warner Pact
    Bloomberg-Oct 25, 2016


    Exclusive: Telefonica eyes AT&T's $10 billion Latin American TV assets - sources
    Reuters-Jan 15, 2016


    Exclusive: AT&T weighs divestiture of Latin American TV assets - sources
    Reuters-Set 15, 2017



    Telefônica/VIVO é candidata para compra da SKY BR/MX e DIRECTV na América Latina
    Dona da Vivo estuda adquirir operações da Sky no Brasil
    Telefônica Vivo quer apenas Sky
    Telefónica Vivo diz que não quer a Sky, mas admite uma possível avaliação 26/10/2016

    ...
    Última edição por 5ms; 16-09-2017 às 11:50.

  5. #5
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    Dona da Vivo estuda adquirir operações da Sky no Brasil

    JULIO WIZIACK
    01/09/2015

    O Brasil está em compasso de espera na dança das teles. Nessa quadrilha, a disputa pela noiva segue acirrada. No momento, essa vaga é da Sky, que pode ser adquirida pela Telefónica, dona da Vivo.

    A Folha apurou que as conversas com a americana AT&T, dona da Sky, acontecem por meio de bancos desde julho [2015]. As empresas ainda não sentaram para decidir se existe chance de casamento.

    A AT&T ainda não decidiu se investirá em uma operação comercial via Sky no Brasil. Ela prefere concentrar seus esforços nos EUA e México, onde, recentemente, adquiriu a operação da Nextel.

    Para a Vivo, controlada pela Telefónica, a compra da Sky seria um passo importante. Rapidamente, ela passaria a ter 38% do mercado de TV paga do país. Só a Sky detém 29% em acessos, todos feitos via satélite.

    Caso o negócio siga adiante, a Telefónica pagaria, no mínimo, R$ 21 bilhões, e a Vivo encostaria na América Móvil (Claro, Embratel e Net) do bilionário mexicano Carlos Slim. Juntas, as empresas do grupo mexicano lideram na TV paga, com 51,8% dos acessos (por cabo e satélite).

    Ambas ficariam consolidadas nos principais ramos de negócio da telefonia hoje: celular, banda larga e TV. E assistiriam de longe à disputa pelo terceiro lugar, onde estão TIM, Oi e Nextel. Consolidar significa deter a maior participação possível em clientes e receita mas sem comprometer a concorrência, algo que faria acender a luz vermelha no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

    NA FILA

    De longe, a Nextel já "namorava" a Telefónica. Desde que fechou um acordo comercial para que a Vivo atendesse seus clientes de celular, em 2014, a Nextel esperava que pudesse ser comprada pela companhia espanhola.

    No Brasil, a empresa tem dado prejuízos bilionários. Em 2014, foi de R$ 1,9 bilhão. Nesta semana, a Nextel contratou o executivo Francisco Valim, ex-presidente da Oi, para colocar as finanças em ordem. Só assim a companhia terá chance de conseguir outro interessado em adquiri-la.

    No passado, a TIM, controlada pela Telecom Italia, até se aproximou da Nextel pensando em comprá-la, mas foi só um flerte.

    Logo em seguida, houve uma movimentação para uma possível fusão da TIM com a Oi, em resposta a um movimento que tinha sido feito pela Oi para tentar comprar a TIM junto com Vivo e Claro.

    Hoje, com o movimento da Telefónica em direção à Sky, a coreografia que fatiaria a TIM em três ficou improvável, mas ainda está nos planos dos sócios da Oi, que venderam a operadora Portugal Telecom (em Portugal) e têm uma folga financeira para ir a mercado e tomar empréstimo para adquirir um pedaço da TIM. Mas Claro e Vivo não têm mais interesse em dar esse passo efetivamente.

    Por enquanto, a dança das teles está parada na TIM. A Telefónica, que indiretamente tinha um pedaço da operadora no Brasil, foi obrigada a se retirar e quem praticamente assumiu em seu lugar foram os franceses da Vivendi.

    Nas últimas semanas, um representante da Vivendi vem escrutinando o presidente da TIM Rodrigo Abreu em busca de informações para saber se continuarão com a TIM ou se vão pressionar o conselho da Telecom Italia para uma venda.

    Disso também dependerá os próximos movimentos da Oi. Só então será possível saber se haverá mais uma noiva após as conversas entre Telefónica e AT&T.

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado...o-brasil.shtml
    Última edição por 5ms; 16-09-2017 às 11:55.

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