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  1. #1
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    Pagamento em qualquer banco de boleto vencido é adiado para 2018

    Mudança estava prevista para entrar em vigor a partir desta segunda-feira

    Bruno Dutra
    09/10/2017

    A liberação para pagar boletos vencidos abaixo de R$ 2 mil em qualquer banco foi adiada para 2018, conforme informou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A mudança estava prevista para entrar em vigor a partir desta segunda-feira.

    A nova plataforma, de acordo com a Federação, tem sido implantada de forma gradual, conforme o valor do boleto. O sistema anterior só permite fazer o pagamento em atraso no banco que emitiu a cobrança.

    Desde julho, só podiam ser pagos boletos acima de R$ 50 mil. A partir de setembro, o sistema passou a permitir o pagamento das contas atrasadas iguais ou acima de R$ 2 mil. Segundo a Febraban, estes valores alcançam 3,7% dos boletos emitidos no país.

    De acordo com a Febraban, uma das vantagens adicionais do novo sistema, que garante o registro de todos os boletos e o compartilhamento de informações sobre emissores e pagadores pelos bancos, é a eliminação do risco de pagamento em duplicidade. Isso porque, quando um boleto é apresentado em algum banco, o sistema informa se ele já tiver sido pago, evitando novo pagamento por engano.

    O novo sistema reduz ainda inconsistências de dados e permite a identificação do emissor e do pagador do boleto, facilitando o rastreamento de pagamentos e redução das fraudes, fonte de preocupação permanente para todo o sistema bancário.

    — A Nova Plataforma de Cobrança traz benefícios para o consumidor e para a sociedade, como maior segurança, facilidade no pagamento de boletos vencidos, além de evitar o envio de boletos não autorizados — afirma Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban.

    https://oglobo.globo.com/economia/pa...-2018-21926534

  2. #2
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    Volume elevado

    Álvaro Campos
    06/10/2017

    A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) adiou o cronograma para que boletos vencidos possam ser pagos em qualquer banco. Em julho, a medida passou a valer para boletos acima de R$ 50 mil e, em setembro, esse piso foi reduzido para R$ 2 mil. A previsão era esse valor cair para R$ 500 neste mês de outubro, R$ 200 em novembro e, a partir de dezembro, a medida valeria para boletos de qualquer valor.

    Entretanto, a permissão para que boletos vencidos abaixo de R$ 2 mil possam ser pagos em qualquer banco foi adiada.

    "Em função do volume elevado de documentos que irão trafegar pelo novo sistema - cerca de 4 bilhões de boletos por ano, montante comparável à capacidade das grandes processadoras de cartões de crédito do mundo - o setor bancário decidiu rever o cronograma original, que previa a inclusão de todos os boletos na Nova Plataforma de Cobrança já a partir de dezembro", diz a Febraban em nota.

    Segundo o diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban, Walter Tadeu de Faria, a implementação da medida precisa ser feita da maneira mais gradual e cuidadosa possível, "garantindo o pleno funcionamento dessa importante ferramenta". .

    http://www.valor.com.br/financas/514...banco-e-adiada

  3. #3
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    Aprovada pela CAE proposta que facilita pagamento de boletos vencidos

    Bancos emissores do boleto ficam obrigados a oferecer pagamento em qualquer instituição financeira e em quaisquer dos canais de atendimento

    Agência Senado
    03/10/2017

    Os boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer instituição bancária, e não somente no banco que os emitiu, como ocorre hoje. A determinação consta no PLS 138/2009, do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) nesta terça-feira (03). Foram 14 votos a favor e nenhum contrário.

    Como o texto aprovado é um substitutivo do relator, senador Dalirio Beber (PSDB-SC), com mudanças no projeto original, terá que passar por turno suplementar de análise na CAE.

    Pela proposta aprovada, os bancos emissores do boleto, mesmo vencido, ficam obrigados a oferecer aos consumidores a possibilidade de pagamento em qualquer instituição financeira e em quaisquer dos canais de atendimento da rede bancária, como agências, terminais eletrônicos, telefones celulares e a rede mundial de computadores. Os bancos terão 180 dias, após a sanção da lei, para se ajustar.

    O relator aceitou as mudanças sugeridas nas comissões anteriores, como a que trocou a palavra “bloqueto” por “boleto”, mas diminuiu o prazo para o início do cumprimento da lei, de 360 para 180 dias. Dalirio também eliminou a obrigatoriedade de os bancos emissores oferecerem a segunda via atualizada do boleto.

    Para isso, ele apostou na conclusão da plataforma que já está sendo preparada pelo sistema financeiro e que promete modernizar a cobrança e a compensação do boleto de pagamento, dando mais segurança e comodidade ao usuário e interligando todas as instituições. Com a nova plataforma, explicou ele, será possível pagar um boleto vencido em qualquer banco e por qualquer canal de atendimento, sem a necessidade de emissão de segunda via do boleto.

    A aprovação do projeto de lei, portanto, poderá impulsionar a conclusão dessa plataforma e tornar obrigatório o registro do banco emissor do boleto no novo sistema de cobrança.

    Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


    http://www12.senado.leg.br/noticias/...letos-vencidos

  4. #4
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    Angry Cadastro Positivo compulsório

    Bancos venderão ao solicitante dos dados uma nota com base num ranking construído pela própria empresa de cadastro.

    Estadão
    09.10.17

    A equipe econômica resolveu encampar projeto que já tramita no Senado para aprovar as mudanças no cadastro positivo.

    O projeto tramita em regime de urgência e está na pauta de votação do plenário do Senado. O diretor de regulação do Banco Central (BC), Otavio Damaso, informou que o projeto que altera as regras do cadastro positivo está 100% alinhado com os interesses do governo.

    Segundo Damaso, a orientação de política do governo foi aproveitar projeto que já estava tramitando para negociar as mudanças. As negociações foram feitas pelo BC com o relator do projeto, senador Armando Monteiro (PTB-PE).

    O substitutivo do senador Armando Monteiro traz algumas mudanças importantes. A primeira delas altera a lei complementar 105, que trata do sigilo bancário pelas instituições financeiras. A proposta é deixar claro, na lei complementar 105, que o fornecimento de dados financeiros e de pagamentos relativos à operação de crédito a gestores de bancos de dados para formação do histórico de crédito não se configura uma violação do sigilo bancário. A medida, segundo Damaso, dá segurança jurídica ao repasse das informações.

    A proposta também permite a inclusão automática dos consumidores no cadastro positivo. Pela lei atual, a pessoa ou a empresa tem de autorizar a inclusão do seu nome no cadastro. Com a mudança, a regra se inverte. Todos estão incluídos no cadastro e, se a pessoa quiser, ela pede para sair da lista.

    Segundo Damaso, a regra atual tornou o processo muito mais moroso, o que impediu o seu crescimento no País.

    O Brasil tem hoje quatro empresas cadastradas para funcionar como cadastro positivo: Serasa, Boa Vista, SPC e GIC. Essa última foi criados pelos bancos e entrará em funcionamento no ano que vem. O Brasil tem cerca de 5,5 milhões de consumidores no cadastro, mas o potencial é de 150 milhões.

    Matéria completa https://istoe.com.br/com-cadastro-po...-diz-febraban/

    O Brasil sempre pode piorar.

  5. #5
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    Credit data groups face more scrutiny after Equifax hack

    US lawmakers call for reforms for US group and its rivals TransUnion and Experian

    Alistair Gray
    2017-10-11

    The highly profitable companies that underpin the $13tn market for US consumer loans are facing a crackdown in the wake of one of the largest data breaches in history at credit checking group Equifax.

    Lawmakers have called for reforms that threaten to upend not only the scandal-hit S&P 500 company itself but also its two big rivals, TransUnion and London-listed Experian.

    Before Equifax’s botched handling of sensitive personal information came to light last month, the sector had for the most part escaped the public debate over “big data” that has enveloped Silicon Valley.

    Yet the debacle has thrust the three companies, which play a crucial but mostly behind-the-scenes role in the financial lives of millions of Americans, into the limelight and given ammunition to their critics.

    “It’s obviously a difficult time for us — the legislative stakes have been raised, for sure,” acknowledged Eric Ellman, public policy strategist at the Consumer Data Industry Association.

    Influential figures in both political parties maintain that the Equifax incident, which has put about half the adult American population at risk of identity theft, is symptomatic of a wider disregard in the industry for the interests of consumers.

    They note that citizens do not choose to engage with the companies — even though the financial histories they collate and disseminate help determine access to credit cards, mortgages and even employment.

    “Equifax, and this whole industry, should be completely transformed,” said Democratic senator Elizabeth Warren at a hearing last week.

    Such rhetoric presents dangers for investors, who have done well over the years as the companies have become bedrocks of the credit economy.

    The big three, which have expanded their clientele beyond banks into sectors such as insurance, government and healthcare, generated about $9bn in total revenues last year.

    Although based in the UK, Experian produces more than half its revenues from North America. It is the 15th most profitable business in the FTSE 100 index, according to Bloomberg data, earning a return on equity last year of 34 per cent.

    Shares in TransUnion, once owned by the billionaire Pritzker family, have more than doubled since Goldman Sachs and Advent International launched it on the stock market two years ago.

    Equifax too was until recently an investor darling. The Atlanta-based company more than doubled revenues in the 12 years Richard Smith spent at the helm. He stood aside last month after the data breach scandal caused its share price to drop as much as 35 per cent.

    Lawmakers say the model is not working for consumers. John Kennedy, a Republican on the Senate banking committee, likened it to a restaurant that charges extra to stop its waiters spitting in the food.

    “You offer me a premium service to make sure the information you collect on me is accurate,” he told Mr Smith on Capitol Hill last week. He added: "You can't run your business without me. My data is the product you sell."

    Ms Warren and her colleague Brian Schatz have introduced a bill, the Freedom from Equifax Exploitation Act, that aims to give customers more control over their data.

    The law would prevent Equifax and its peers from charging customers to “freeze” access to their credit files. At present, depending on the state, the companies can charge $5 or $10 for the service, which prevents third parties from accessing individuals’ data.

    Equifax itself, stung by criticism it was slow to respond to the hack on its systems, is making the freezes free and in his testimony to Congress, Mr Smith called on TransUnion and Experian to do the same.

    Experian responded by saying that while it was “looking at broader solutions that can help consumers”, this should not “be done based on crisis-mode responses from Equifax”.

    Even so, such a reform is likely to be manageable for the industry, given it makes most of its money not by charging consumers for freezes but from the companies that buy the data.

    Charles Gabriel, who runs the policy analysis group Capital Alpha, said free freezes were “seen by investors as where the industry seems already heading, anyway”.

    More far-reaching changes are also on the horizon, however.

    Patrick McHenry, a Republican, is bringing forward legislation to encourage US tax authorities to streamline how they share income data. That could make the financial industry less reliant on the credit reporting companies.

    Other suggestions in Congress range from a ban on prospective employers assessing candidates’ credit history to restrictions on insurance companies using it to determine premiums. Some senators, including, Heidi Heitkamp, a Democrat, have suggested consumers should have the right to “opt in” before Equifax and its rivals can deal in information about them.

    The industry is stepping up efforts to defend its interests.

    TransUnion, for instance, has hired the Republican lobbying firm CGCN to work on “issues affecting data security, privacy and cyber security”.

    “Don’t let this crisis generate legislation or regulations driven by panic,” said Mr Ellman. “We would hope they’d take a step back.”

    The extent of political support for more radical reform is unclear, however. Even campaigners are cautious about their prospects.

    “The chances for passing legislation in the wake of this breach are as good as they’ve ever been,” said John Breyault of the National Consumers League. “But in terms of specific bills, that’s where it gets a little harder to tell. Legislation moves slowly at the best of times.”

    For now at least, Wall Street is betting that Equifax’s two rivals should emerge largely unscathed. While shares in TransUnion and Experian dropped about 13 per cent and 6 per cent respectively after Equifax disclosed the data breach, they have since recovered.

    The companies are here to stay, said Ken Fleming, director at Standard & Poor’s, not least because their corporate clients still find the service valuable. For instance Fannie Mae and Freddie Mac, which stand behind US residential mortgages, tend to require credit information from all three agencies before they sign off on a loan.

    “The barriers to entry are fairly high,” Mr Fleming said. “And they serve a real need for the lenders.”

    https://www.ft.com/content/52f4e97a-...9-abaa44b1e130
    Última edição por 5ms; 11-10-2017 às 18:24.

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