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  1. #1
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    B2W lança medidas após Amazon anunciar venda de eletrônicos no Brasil

    Efeito Amazon: O Valor antecipou na quarta-feira que a Amazon iniciará a venda de eletrônicos no país amanhã. Desde então, B2W perdeu 18% de seu valor em bolsa; Mercado Livre perdeu 15%.


    Adriana Mattos
    17/10/2017

    Na semana em que a americana Amazon anuncia a sua entrada no "marketplace" (shopping virtual) de eletrônicos no país, a B2W, maior empresa brasileira de comércio on-line, acena com novas ações que sinalizam que ela está no jogo. Em entrevista ao Valor, diretores mencionaram medidas para o avanço do negócio em outras direções - inclusive nas áreas em que Amazon e Mercado Livre tem conhecido domínio no mundo. A empresa nega relação das medidas com aumento da concorrência.

    O Valor antecipou na quarta-feira que a Amazon iniciará a venda de eletrônicos no país amanhã. Desde então, a B2W perdeu 18% de seu valor em bolsa, equivalente a R$ 2,1 bilhões - após queda de 4% ontem, o grupo vale R$ 9,24 bilhões. O Mercado Livre perdeu, no período, 15%.

    O comando da B2W informou ontem que até o fim de novembro a empresa vai começar a atuar na venda de produtos usados, negociados entre pessoas físicas. Lançará ainda o "Americanas Prime", serviço de entrega premium, em que o cliente faz compras ilimitadas e paga, além do preço do produto, um valor fixo de frete ao ano. Deve também ampliar a atuação do "Submarino Prime", lançado em 2015, para outras partes do país.

    Por fim, a B2W vai permitir que os lojistas que expõem produtos em seus sites possam ter alguns itens à venda no serviço "prime". Com vendas brutas anuais de R$ 10,5 bilhões, a B2W está, desde o começo do ano, num processo acelerado de redução da venda direta para migração ao shopping virtual, que consome menos caixa e tem margens mais altas - com rivais como Via Varejo, Magazine Luiza e Mercado Livre. Esse plano de aceleração do "marketplace" foi, inclusive, antecipado. Cerca de 62% da B2W pertence à Lojas Americanas, de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.

    "Estamos avançando com essas ações porque montamos uma estrutura nos últimos cinco anos que nos dá essa condição. Viemos preparando a B2W desde 2012, compramos 13 companhias em tecnologia e logística desde então, e isso cria barreiras no mercado", disse ontem Fabio Abrate, diretor de relações com investidores da B2W.

    A entrada nos negócios entre pessoas físicas (segmento chamado C2C, ou de consumidor para consumidor) deve ocorrer no quarto trimestre. É um setor com margens acima da média do varejo e um grande competidor no país, o Mercado Livre. Consumidores poderão vender mercadorias nos sites da B2W, que passará a oferecer serviços (como propaganda e de frete) aos vendedores - e cobrará uma comissão por isso. O Valor apurou que a princípio, a B2W deve usar o site da Americanas.com para essa venda de usados. A empresa não confirma.

    "Temos uma base de 15 milhões de compradores e vendedores ativos e vamos explorar esse potencial. Com o C2C, teremos sortimento ilimitado, mais tráfego e interação. É algo complementar ao que fazemos, que amplia nossa estrutura sem precisar de novos investimentos", disse Thiago Barreira, diretor comercial da B2W.

    A adoção do Americanas Prime deve ocorrer até o fim de novembro, antes, portanto da "Black Friday" e do Natal. Ao mesmo tempo, o Submarino Prime, lançado há um ano e meio - e até então atendendo São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte - vai ser estendido também para Sul e Sudeste a partir de hoje. Pelo Submarino Prime, o cliente vai pagar R$ 79,90 ao ano como uma taxa de frete único.

    Esse serviço atende hoje só as vendas diretas, mas a B2W vai estender a opção para parte dos lojistas do "marketplace". Os vendedores que utilizam o sistema de logística (B2W Entrega) terão preferência no uso. Quem irá definir os vendedores será a B2W.

    A B2W Entrega era usada em junho, por 25% dos lojistas da base da empresa. "Ao conectar o marketplace no serviço 'Prime', vamos colocar de 1 milhão a 1,2 milhão de ofertas dentro desse serviço de entregas", diz Barreira.

    Segundo ele, todas essas ações foram sendo discutidas ao logo dos meses e não poderiam surgir como uma reação apenas à piora no ambiente concorrencial, ou expectativa de avanço da Amazon. "Não tem nada a ver com isso. Nem que a gente quisesse não conseguiríamos ter uma medida reativa num negócio dessa magnitude."

    http://www.valor.com.br/empresas/515...-efeito-amazon

  2. #2
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    ICYMI: Amazon começa a vender eletrônicos no Brasil no dia 18

    Gustavo Brigatto
    11/10/2017

    Cinco anos depois de chegar ao Brasil, a Amazon começará a vender produtos de outras categorias além de livros a partir de quarta-feira, dia 18. O Valor apurou que os primeiros produtos a serem oferecidos no site serão eletrônicos, que têm demanda alta e são mais fáceis de serem transportados. Mas a expectativa é ampliar a lista até o fim do ano. No longo prazo, a companhia pretende trazer para o país toda a variedade de produtos e serviços que oferece nos Estados Unidos. O início das vendas será comunicado por meio de uma forte campanha de marketing.

    http://www.valor.com.br/empresas/515...asil-no-dia-18
    Última edição por 5ms; 17-10-2017 às 15:42.

  3. #3
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    "O comando da B2W informou ontem que até o fim de novembro a empresa vai começar a atuar na venda de produtos usados, negociados entre pessoas físicas."

    "Consumidores poderão vender mercadorias nos sites da B2W, que passará a oferecer serviços (como propaganda e de frete) aos vendedores - e cobrará uma comissão por isso."

    "'Temos uma base de 15 milhões de compradores e vendedores ativos e vamos explorar esse potencial. Com o C2C, teremos sortimento ilimitado, mais tráfego e interação. É algo complementar ao que fazemos, que amplia nossa estrutura sem precisar de novos investimentos', disse Thiago Barreira, diretor comercial da B2W."

    Mais um empurrãozinho no Brasil ao abismo.

    O antigo SFH não financiava imóveis usados por uma razão óbvia ...

  4. #4
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    Mercado Livre seria o melhor alvo para a Amazon no Brasil, diz BTG

    Natalia Viri
    24/08/2017

    Em seu relatório sobre a Amazon no Brasil, os analistas do BTG Pactual especulam sobre possíveis alvos de aquisição caso a companhia de Jeff Bezos resolva ir por este caminho, o que, como notam os analistas, nunca foi o 'plano A’ da empresa.

    Para eles, o Mercado Livre seria o melhor alvo para a Amazon crescer no Brasil porque combina duas características que sempre apareceram nas aquisições da Amazon: um ‘management' de excelência e inovações que podem ser replicadas em outros países.

    “O modelo de negócios do Mercado Livre combina uma presença em 18 mercados latino-americanos, um número superior de visitantes únicos versus os pares na maior parte dos países onde opera, fontes adicionais de receitas, como pagamento e plataformas de envio (MercadoPago e Mercado Envíos), e um management top de linha”, escreveram Fabio Monteiro e Luiz Guanais no relatório enviado a clientes esta madrugada.

    Os analistas não descartam que o Magazine Luiza e a B2W — dona do Submarino, Shoptime e Americanas.com — também possam despertar interesse.

    “A aquisição da Whole Foods mostrou que a Amazon não descarta comprar operações que trabalham com varejo físico, e não há dúvidas de que a equipe do Magazine Luiza tem feito um trabalho excelente nos últimos anos em construir uma verdadeira (e bem-sucedida) estrutura multicanal”.

    Já na B2W, a migração para o modelo de marketplace, que começa a mostrar resultados em termos de geração de caixa, vem tornando a empresa mais atrativa. “Isso também significaria comprar uma plataforma de logística completa (a B2W tem as empresas de entrega Click Rodo e o Direct) e facilitaria a estratégia da Amazon de oferecer um nível de serviço superior, sem depender de operadores terceirizados.”

    A B2W seria a solução mais barata. A empresa vale hoje R$ 8,5 bilhões em Bolsa, contra R$ 10 bilhões do Magazine Luiza e US$ 11 bilhões do Mercado Livre.

    http://braziljournal.com/mercado-liv...brasil-diz-btg

  5. #5
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    B2W queima menos caixa, mas ‘vendidos' dobram a aposta

    Natalia Viri
    21/08/2017

    A B2W está tendo seus dias de Magazine Luiza.

    A dona de sites como Submarino, Americanas.com e Shoptime disparou na Bolsa desde que publicou seu balanço do segundo trimestre, na noite do dia 10. De lá pra cá, os papéis sobem quase 45%, e o fechamento na sexta-feira (R$ 18,48) foi o mais alto em dois anos.

    A razão da euforia: a perspectiva de que a B2W vai finalmente parar de torrar caixa.

    Nos últimos anos, os aumentos de capital para manter a companhia de pé quase viraram uma data no calendário do mercado de capitais. Ao todo, foram R$ 4,4 bilhões em aportes: R$ 2,4 bilhões em 2014; R$ 800 milhões em 2016; e R$ 1,2 bilhão em março. (A companhia vale R$ 8,3 bilhões na Bolsa hoje.)

    Mas agora, a companhia começou a estancar a sangria. No segundo trimestre, a B2W queimou ‘apenas’ R$ 348 milhões, contra R$ 1,07 bilhão do primeiro trimestre e R$ 606 milhões no segundo trimestre do ano passado. Mais: a direção sinalizou que a empresa deve finalmente começar a gerar caixa na segunda metade do ano.

    A inflexão é o resultado direto da migração da B2W para o modelo de marketplace, que já fez maravilhas para a Amazon e para o Mercado Livre, e que também explica parte do sucesso recente do Magazine Luiza.

    No marketplace, os sites atuam apenas como intermediários, recebendo uma comissão para conectar vendedores e compradores. A estrutura, conhecida como 3P (ou third-party seller) é muito mais enxuta e rentável do que o modelo de ecommerce tradicional — o 1P (first party) — no qual as empresas compram dos atacadistas e vendem diretamente para os clientes, com custos pesados de estoque e distribuição.

    No fim de junho, o marketplace já era 30% do valor das mercadorias vendidas (GMV, na sigla em inglês) da B2W, quase o dobro dos 16% do mesmo período do ano passado. A expectativa é que esse número supere os 30% este ano e chegue a 50% em 2018.

    A B2W já tem mais de 6.000 fornecedores em seu marketplace oferecendo mais de 3,3 milhões de produtos – de eletrônicos a vinhos, passando por papelaria e produtos da Nestlé.

    Com a estrutura mais leve, a companhia já sinalizou que vai fechar dois centros de distribuição nos próximos meses.

    Apesar da redução da queima de caixa, a B2W está longe de ser unanimidade no mercado. Junto com a alta das ações, cresceu também a chamada 'posição vendida’, em que os investidores apostam na queda do papel.

    O número de ações alugadas, que bateu 12 milhões ao fim de maio, vinha caindo ao longo dos últimos meses e chegou a 4 milhões no começo de agosto. Agora, com a esticada da última semana, voltou ao patamar de 9 milhões.

    A principal preocupação é a concorrência. No segundo trimestre, enquanto o GMV da B2W subiu 10%, Mercado Livre e Magazine Luiza aumentaram suas vendas em 66% e 55%, respectivamente.

    E há ainda o 'fator Amazon’, que pode ser uma ameaça letal — ou uma enorme oportunidade.

    Os ‘comprados’ no papel sempre sonharam com o dia em que a Amazon vai comprar a B2W. Para eles, agora que a empresa tem uma logística azeitada (depois de anos tentando ‘crack the code'), ela se tornou um alvo ainda mais lógico, que permitiria à Amazon crescer mais rápido no Brasil.

    O outro lado do argumento é tão defensável quanto. “Vemos riscos de uma competição ainda maior no Brasil, na medida em que a Amazon parece estar procurando oportunidades de expandir suas categorias de produtos no Brasil”, diz num relatório o analista Guilherme Assis, do Brasil Plural, que tem recomendação de venda e preço-alvo de R$ 11 para o papel.

    O 'fator Amazon' transforma a B2W numa aposta binária: ou a empresa vai valer muito mais do que hoje, ou pode valer uma fração.

    http://braziljournal.com/b2w-queima-...obram-a-aposta

    Uma ação que sobe 45% no cassino brasileiro em 10 pregões não cai apenas pelo fator Amazon. Vide o volume dos vendidos
    Última edição por 5ms; 17-10-2017 às 17:19.

  6. #6
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    A Amazon chegou. Será o fim do mundo?




    Geraldo Samor
    12/10/2017

    A iminência de que a Amazon comece a expandir sua atuação no Brasil já está levando pânico aos investidores do ecommerce.

    A ação do Mercado Livre caiu mais de 10% hoje em Nova York, com um volume negociado cinco vezes acima da média. A Netshoes caiu 2,5% (mas com volume abaixo da média).

    A queda veio horas depois do Valor publicar que a Amazon começará a vender produtos eletrônicos no Brasil a partir do dia 18, e que pretende ampliar o sortimento até o final do ano.

    Em junho, analistas do BTG ouviram de alguns dos maiores vendedores de marketplace que a Amazon estava se preparando para aumentar seu sortimento de produtos no Brasil no curto prazo (entre julho e outubro) em categorias como eletrônicos e celulares, inicialmente apenas no segmento de marketplace.

    A perspectiva do anúncio da Amazon deve pressionar as ações de concorrentes esta semana, e acontece num momento em que os investidores voltavam a apostar nas perspectivas da B2W — dona do Submarino e da Americanas.com — que já dobrou de valor desde o dia 10 de agosto.

    Mas o mais provável é que a chegada da Amazon seja menos relevante para a concorrência — e a última linha do balanço — do que o mercado vai precificar amanhã.

    “Todo mundo está sujeito a essa oscilação, mas vai ser um movimento exagerado, porque o resultado não vai se depreciar na mesma velocidade com que o mercado vai depreciar o valor das empresas,” diz uma fonte veterana, com anos de experiência construindo operações de ecommerce.

    Para esta fonte, na medida em que a Amazon expande para novas categorias, vai ser importante monitorar o quanto ela vai operar como marketplace (3P, no jargão do setor), ou como vendedora de seu próprio estoque (1P), porque isso será determinante para a companhia consolidar seu ‘net promotion score’ — uma métrica de satisfação do cliente nas operações de ecommerce — nas novas categorias.

    A repetição de compra é o que todo mundo quer, e você só consegue isso quando entrega o combinado — e é mais fácil entregar o combinado quando você é 1P do que quando você é 3P,” diz esta fonte.

    Há pouco mais de dois meses, a Amazon endureceu as regras para os ‘sellers’ em seu marketplace, garantindo uma 'autorização automática' para devolução caso o cliente final esteja insatisfeito.

    No Brasil, pelo menos neste momento inicial, a operação de marketplace deve ser preponderante, até porque a Amazon recentemente contratou mais de 500 pessoas para cadastrar os ‘sellers’ (vendedores).

    Se esta hipótese se provar correta, o embate mais direto da Amazon no Brasil será com o Mercado Livre — coincidentemente a companhia tida como mais preparada para lidar com a ameaça, pois já compete com a Amazon no México há pelo menos um ano.

    Além disso, o mais provável é que a Amazon continue a ter um ‘approach' gradualista no mercado brasileiro e comece a oferecer apenas as chamadas categorias leves — produtos de até 30 quilos, como celulares, tablets, laptops e até alguns modelos de monitores de TV. Estes itens podem ser entregues pelas transportadoras já usadas pela Amazon no comércio de livros. Produtos mais pesados, como móveis, ficarão mais para frente, e alimentos ainda demandarão uma outra logística.

    Dito de outra forma, a ‘everything store’ — como a Amazon é conhecida nos EUA — não deve se instalar da noite para o dia no Brasil.

    A companhia começou a operar no País em 2012 vendendo apenas e-books. Em 2014, avançou para a venda de livros físicos e, em abril deste ano, lançou seu marketplace, mas também restrito a livros.

    Um outro fator a ser monitorado é a capacidade da Amazon de conquistar novos clientes.

    “O cliente A/B já conhece a Amazon, porque viaja e compra lá fora, mas marcas como Ponto Frio, Casas Bahia e Magazine têm maior ‘recall' e penetração na classe C,” diz a fonte. “Além disso, quanto mais classe C, mais relevante é o crédito, onde a Amazon vai ter que fazer uma curva de aprendizado.”

    Apesar do curto prazo ser menos tenebroso do que os preços em Bolsa provavelmente farão crer, "este novo passo da Amazon deve servir de alerta para as empresas acelerarem seu processo de transformação para operações multicanais."

    http://braziljournal.com/a-amazon-ch...o-fim-do-mundo
    Nossa conversa com o co-fundador do Mercado Livre, Stelleo Tolda
    Nossa entrevista com Alex Szapiro, presidente da Amazon no Brasil

  7. #7
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    Amazon Hub program gives the retail giant control over the last mile of the logistics


    Amazon has signed contracts with apartment owners and managers across the U.S. to begin installing Amazon locker systems in their buildings

    Laura Kusisto
    Oct. 17, 2017


    Amazon.com Inc. is taking over the package rooms of some of the country’s largest apartment landlords, in a move that could help consolidate its control over how goods make it from the warehouse floor to the front door.

    Amazon has signed contracts with apartment owners and managers representing more than 850,000 units across the U.S. to begin installing Amazon locker systems in their buildings, according to the landlords. Amazon has commitments to install the lockers in thousands of properties, many before the peak holiday shopping season, according to a person familiar with the matter.

    Several of the nation’s largest operators, AvalonBay Communities Inc., Equity Residential , Greystar and Bozzuto Group, have signed up so far, company executives said.

    For several years, landlords have struggled with how to manage the growing mountains of packages they receive each day. Staff at larger buildings end up devoting several hours a day sorting mail, while boxes are piled in every spare cranny. Most say it is the single largest problem they face.

    Amazon’s move, if successful, is likely to shift how the biggest apartment operators deal with packages toward a fully automated system that residents will be able to access 24 hours a day.

    The locker program, dubbed Amazon Hub, will accept packages from all carriers and not just for purchases made on Amazon. They will be open only to residents, not the wider community. Residents will receive a notification when they have a package and a code allowing them to open one of the slots.

    Apartment owners pay about $10,000 to $20,000 to purchase the lockers initially and don’t pay a monthly fee. Most landlords said they don’t plan to charge residents but to offer it as an amenity. They could also make back some of that cost in savings on staff labor.

    Greystar, the largest apartment manager in the U.S., currently has commitments to install the Hub system in 125 communities over the next several months. Next year it plans to offer the locker system in all buildings that Greystar owns or manages, according to Gardner Rees, senior managing director of Advantage Solutions for Greystar.

    Karen Hollinger, vice president of corporate initiatives at AvalonBay, which has an ownership interest in about 80,000 apartments, said the average apartment community in the company’s portfolio now receives some 1,000 packages a month, up from 650 a year ago. She said AvalonBay has seen a 30% annual increase in the volume of packages it receives for several years running.

    Ms. Hollinger said the company has experimented with using other locker systems, but going forward will only install Amazon systems. AvalonBay started installing the lockers about a month ago. AvalonBay plans to install the lockers in 30 communities this year and at least 70 more in 2018 if that goes well.

    Toby Bozzuto, chief executive at Bozzuto Group of Greenbelt, Md., which manages roughly 68,000 apartment units, said staff at one of his apartment complexes spend about three hours sorting packages, which are cluttering up his buildings.

    “I think about how much money I spend on my amenity spaces and all of a sudden we were in a situation pre-Amazon hub where we had boxes stacking up,” he said. Bozzuto is in the process of installing the lockers in four buildings, including one aimed at residents 55 and over.

    Amazon has been searching for ways to make deliveries cheaper. It has recruited a fleet of citizen drivers via its Flex program, which allows people to drop off packages from their cars. It has developed its own air and cargo networks, too.

    The most expensive leg of any delivery is the so-called last mile: getting a package to the doorstep. Amazon already has added lockers throughout the U.S., including announcing it is rolling them out at its newly acquired Whole Foods stores.

    For Amazon—or any package carrier—it is all about density. The more places a driver has to stop and drop of a package, the more expensive the process. It also increases the likelihood of a stolen order if it is dropped off unsupervised.

    So dropping off a load of packages in one spot, like a locker or apartment office, is a huge cost saver. And as apartment managers grow increasingly frustrated with more deliveries to take care of, lockers become more attractive.

    One issue for landlords has been that it is challenging to update lockers as demand grows and technology changes. Amazon will make lockers that can be placed both indoors and outdoors, making it easier for landlords to add lockers if the volume of packages that residents order exceeds the space they have in their mailrooms. The lockers will also have cellular connectivity so apartment owners don’t have to worry about running an Ethernet cable to them outdoors.

    One problem Amazon hasn’t solved: oversize packages. Ms. Hollinger said Avalon has had to contend with deliveries including furniture to outfit an entire two-bedroom apartment, kayaks and even hub caps. No locker system can reasonably solve that problem.

    “The package lockers are quite helpful, but the volume will be hard to sustain in the long term,” she said.

    Mark-Taylor Companies, one of the largest apartment managers in Arizona with some 15,000 units, was an early adopter of Amazon lockers, which it installed in all of its buildings. The lockers are only used for Amazon packages.

    Chris Brozina, an executive vice president, said he was trying to figure out how to solve his growing package problem and approached Amazon because he figured the online shopping giant would want to help make it easier for his residents to shop online. Mr. Brozina said one of his buildings can receive as many as 15,000 packages a year, about half of which are from Amazon.

    “We called every Seattle number we could find until we found someone,” he said. Amazon’s lockers, which he installed two years ago, solved a “monster component” of his package problem, Mr. Brozina said.

    Several other startups have sprouted up in recent years that sell or rent locker systems to landlords to help automate their package systems.

    Many have faced challenges adapting to the pace of technological change and to the rapidly growing volumes of packages that landlords receive. The costs of installing the systems can also be a turnoff since residents, used to free or cheap delivery, are unlikely to pay for the service, meaning landlords may be sinking significant dollars into it with no direct financial benefit.

    Owners said Amazon is offering its lockers at about half the cost it had previously been charging.

    —Laura Stevens contributed to this article.

    https://www.wsj.com/articles/amazon-...ery-1508261759
    Última edição por 5ms; 17-10-2017 às 18:27.

  8. #8
    Quero ser Guru
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    Citação Postado originalmente por 5ms Ver Post
    "

    Mais um empurrãozinho no Brasil ao abismo.
    Por quê um empurrãozinho?
    http://www.rota53.com.br - Controle de Acesso, Bloqueio de Sites e auditoria de navegação na Internet<br>

  9. #9
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    Citação Postado originalmente por pierre3L Ver Post
    Por quê um empurrãozinho?
    Porque reduz PIB, emprego, renda, impostos.

  10. #10
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    Amazon faz estreia em eletrônicos

    Natalia Viri
    2017-10-18

    O Dia D finalmente chegou.

    À meia-noite de hoje a Amazon colocou no ar sua nova operação no País: passou a vender celulares, tablets, televisores e videogames, num sortimento de mais de 110 mil produtos (ou SKUs, no jargão do varejo), que estão entre os mais vendidos do ecommerce brasileiro.

    Quem esperava ouvir a trombeta do apocalipse para a concorrência, no entanto, pode ficar um pouco frustrado.

    Assim como na operação de livros, a nova empreitada da companhia deve ser muito mais lenta e gradual do que a experiência americana pode sugerir – e o lançamento de hoje ainda é tímido para efetivamente dividir o varejo brasileiro em A.A. e D.A. (Antes da Amazon ou Depois da Amazon).

    Toda a oferta de eletrônicos no Brasil será feita na forma de marketplace, o modelo em que os vendedores usam a plataforma da companhia para chegar ao consumidor final.

    Nada de frete grátis, promoções absurdas ou entregas-relâmpago.

    A preocupação da Amazon foi garantir um bom sortimento e agregar uma gama de vendedores que assegure várias ofertas para o mesmo produto, trazendo competição de preço.

    “Nesse primeiro momento, focamos em qualidade e profundidade na oferta”, diz Alex Szapiro, CEO da Amazon o Brasil. “Logicamente, isso não quer dizer que eu tenho tudo que eu gostaria de ter, mas vamos fazer o que temos certeza que está funcionando e o que é certo na hora certa”.

    O site se assemelha mais ao Mercado Livre do que a uma B2W ou Magazine Luiza – ainda que pareça mais organizado, clean e user friendly do que o concorrente com sede na Argentina.

    A principal surpresa é que a companhia vai trabalhar também com a venda de usados por parte de pessoas físicas, no modelo conhecido como C2C, também utilizado pelo Mercado Livre.

    A entrega ficará integralmente a cargo do vendedor. A única obrigação é que o produto seja postado em até 48 horas após o pedido.

    O diferencial em relação à concorrência está na comissão: a Amazon vai cobrar uma taxa de 10% por venda, independentemente do financiamento dado às compras, que poderão ser divididas em até 10 vezes, com parcela mínima de R$ 30.

    Na B2W, dona da Submarino.com e da Americanas.com, analistas estimam que essa taxa varia entre 10,5% a 12%. O Magazine Luiza não abre os números, mas fornecedores afirmam que a taxa é mais salgada. No Mercado Livre, o fee gira entre 10% e 16%, dependendo do número de parcelas.

    Como as empresas tendem a competir pelos mesmos vendedores, a taxa mais baixa pode se refletir em preços menores. Mas o Mercado Livre, por exemplo, dá subsídio em outra ponta, ao consumidor, com o frete grátis para compras acima de R$ 120 – o que na prática pode manter a balança equilibrada.

    Outra preocupação, diz Szapiro, foi com a qualidade do atendimento. A Amazon dará garantia integral para as compras feitas no site – e é com a companhia que os consumidores vão lidar se algo sair errado, como um defeito ou falha na entrega. Na área de contato do site, o consumidor pode postar seu número de telefone e, em até dez segundos, recebe uma ligação da central de atendimento.

    Quando questionado sobre a estratégia e os próximos passos no País, Szapiro repetiu seu mantra histórico: “Não comentamos planos futuros”.

    Ele não diz se e quando a Amazon Brasil pretende fazer uma operação de eletrônicos 1P – no qual a compra, estoque e logística ficam a cargo da companhia. Apesar do maior custo fixo, é com essa operação que a empresa consegue garantir a entrega em um dia nos Estados Unidos.

    Tampouco abre se pretende implantar o Amazon Prime, a assinatura anual que dá direito a frete grátis e entrega em 48 horas na operação americana; e nem quis falar sobre a estratégia de comunicação da nova operação no País. Apesar de a Amazon ser conhecida nas classes A/B, concorrentes como Casas Bahia, Ponto Frio e Magazine Luiza ainda têm muito mais penetração na classe C.

    “Não abro estratégia, tem muita gente que lê seu jornal e que adoraria saber. Mas posso dizer que não costumamos fazer campanhas massivas, temos uma estratégia do mundo online e digital que vai continuar a ser feita”, diz.

    A maior pista sobre o futuro vem da analogia com a entrada no segmento de livros – o que sugere que as inovações devem acontecer passo a passo.

    “Entramos aqui em 2012, com 13 mil livros em português, só digitais. Vamos passar a fita pra frente: hoje a gente tem 115 mil livros digitais em português; nos livros físicos, começamos com 150 mil, hoje são mais de 350 mil”, diz Szapiro. “A inovação tem que ser constante”.

    http://braziljournal.com/amazon-faz-...em-eletronicos

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