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  1. #1
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    Post Dona da marca i-Pad quer fim das vendas do tablet no Brasil

    Fonte dessa notícia: terra
    03 de dezembro de 2010 • 17h33


    Foto: Simone Sartori/Terra

    Entusiastas testam e exploram o Ipad na sua noite de estreia no Brasil.

    Empresa aguardou o início das vendas do iPad no mercado brasileiro para entrar com uma ação judicial contra os varejistas que comercializam o tablet da Apple


    Uma fabricante brasileira de produtos da área de saúde e tecnologia pretende ir atrás dos varejistas que comercializam o iPad, da Apple, no mercado local. A Transform tem o registro da marca "i-Pad" no país desde 2007 e obteve a confirmação desse processo no começo deste ano junto ao Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).

    A Apple não comenta o tema. Segundo o advogado da empresa brasileira, Newton Silveira, a empresa aguardou o início das vendas do iPad no mercado brasileiro para entrar com uma ação judicial contra os varejistas que comercializam o tablet da Apple. "Desde 19 de janeiro de 2010 a Transform tem o direito exclusivo sobre a marca iPad no Brasil", afirmou Silveira. "Se a Apple tem essa marca em outros países, não importa, já que no Brasil ela pertence à Transform", disse. "A Apple não liga para o direito dos outros e faz pirataria à vontade".

    A primeira ação contra a Apple foi tomada na noite desta quinta-feira, quando ocorreu o lançamento oficial do iPad em diversas lojas à meia-noite. Os advogados da empresa entraram com um pedido de busca e apreensão para obter provas na loja Fast Shop, do Shopping Iguatemi, em São Paulo, com seis modelos, representando toda a linha de iPads, apreendidos.

    A partir dessa apreensão, a Fast Shop tem 30 dias para responder antes de uma ação principal, que pretende encerra a venda de iPads no Brasil sob pena de multa diária e apreensão, de acordo com Silveira. "Ocorre um dano à reputação da marca, não vão acreditar que a marca é da Transform", afirma.

    A Transform vende equipamentos médicos, como desfibriladores profissionais, e mostra em seu site uma linha de computadores. "O direito da Transform é de uso da marca em PCs, notebooks e software". Silveira citou os acordos feitos pela Apple no exterior, com a Cisco (por conta da marca iPhone) e Fujitsu (também pela marca iPad).

    Questionado por que ir atrás dos vendedores de iPads e não da Apple, Silveira foi categórico: "a Apple está nos Estados Unidos. As lojas estão vendendo marca alheia em um produto e que é pirata", afirmou. "O comerciante comete o crime por vender uma marca que não é legítima, vamos atacá-los pelo caminho legal", disse o advogado da companhia. "Depois, o problema é entre eles e a Apple. Quem põe no mercado é responsável também, causa o prejuízo".

    O próximo passo da empresa é ir atrás dos outros vendedores do tablet no país. A Apple, em janeiro, entrou com um pedido de nulidade de concessão de marca no Inpi. Uma resposta do instituto está prevista para janeiro, e a entidade pode vir a cancelar a propriedade de marca da Transform.

    Fonte dessa notícia: terra

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    E ai? O q vcs acham?

  2. #2
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    Citação Postado originalmente por Branca Ver Post
    ...............

    E ai? O q vcs acham?
    caramba, que babado!! ...sinceramente? tudo muito estranho, o ideal para poder achar algo sobre isso ou não seria termos uma resposta da Apple que explicasse se ela sabia deste registro ou não e principalmente, se sabia porque ignorou ele....

  3. #3
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    Será que a empresa está querendo ganhar fama, divulgar o seu produto com tudo isso?
    Será q está sendo oportunista?
    Será que está a fim de ganhar dinheiro em cima da Apple e seus revendedores no Brasil?
    Será que esse tipo de coisa pega bem pra imagem da empresa e do produto?
    Pq não processaram antes do lançamento? Pq não agiram antes pra evitar processos na justiça?
    Acho tudo isso muito mal contado...

  4. #4
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    A empresa tem a marca registrada desde 2007, ou seja, antes da Apple divulgar o nome do seu iPad, portanto não tem nada de oportunismo nisso. E sim incompetência dos executivos da Apple.

  5. #5
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    isso vai dar muita polêmica ainda, realmente, o ideal seria saber o que a Apple diz sobre isso e também, o lado jurídico da coisa.
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  6. #6
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    A Apple vai pagar uma gaita boa para a empresa. Ainda me lembro do caso a America Online (AOL) quando chegou aqui no Brasil. Existia uma micro-empresa de curitiba com o mesmo nome e marca registrada. A AOL queria usar o dominio AOL Latino - Bienvenido a AOL en español e só conseguiu depois de molhar o bico da empresa (fecharam acordo).

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por Padmé Amidala Ver Post
    Será que a empresa está querendo ganhar fama, divulgar o seu produto com tudo isso?
    Será q está sendo oportunista?
    Será que está a fim de ganhar dinheiro em cima da Apple e seus revendedores no Brasil?
    Proteção de direitos autorais/marca é isso aí mesmo. Não é oportunismo nem querência de dinheiro por querer. Os caras gastaram quase 10 anos no processo de registro da marca e do produto, uma boa grana (especialmente em advogados de patentes) e vem um panaca (seja um panaca sho-shin-sho ou um panacão como a Apple) e começa a violar seus direitos. Isso por si sí já arranha a imagem da marca (e ainda viriam depois os comentários maldosos dos clientes da Transform, tipo, "olha lá, tá roubando a marca da Apple, não têm criatividade, etc").
    A compensação financeira é uma saída jurídica para isso. Fora que, o que eles pediram é que é o mais certo pela legislação, que é a apreensão e não-venda do produto no país.

    Será que esse tipo de coisa pega bem pra imagem da empresa e do produto?
    Sim, é uma empresa que defende seus produtos e marca com unhas e dentes.

    Pq não processaram antes do lançamento? Pq não agiram antes pra evitar processos na justiça?
    a) Só podiam processar quando tivessem provas físicas da violação da marca/patente/lei, ou seja, quando o produto existisse fisicamente no país e estivesse à venda para o público nas lojas (que foi o que aconteceu, eles apreenderam a parada na FNAC porque era o primeiro lugar onde foi posto à venda). Antes das coisas serem postas à venda, é só uma idéia, não é prova cabal da violação. Não se apresenta condição futura como prova num processo.

    b) Porque provavelmente a Apple ignorou quaisquer avisos, dando uma de boazona como sempre. E pirata que é pirata é cara de pau mesmo, e vai sempre fingir que não está fazendo nada de errado ou esperar que não dê em nada e que ele consiga passar despercebido pela coisa. A única saída aí é legal mesmo, baixando o ****** com a polícia e fazendo barulho.

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